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Saúde

Brasil chega a 6 milhões de casos de Covid-19

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Agência Brasil

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Brasil registra seis milhões de casos de Covid-19

O número de casos de covid-19 no Brasil passa de 6 milhões, Nas últimas 24 horas, foram registrados 38.397 novos casos da doença, totalizando 6.020.164. Ontem (19), o sistema marcava 5.981.767 casos acumulados.

O total de mortes pela doença atingiu 168.613 desde o início da pandemia. Entre ontem e hoje, as autoridades de saúde registraram mais 552 óbitos em função de infecções por coronavírus. Ontem, a totalização estava em 168.061 mortes pela doença causada pelo novo coronavírus. Ainda há 2.176 óbitos em investigação.

O balanço foi divulgado pelo Ministério da Saúde na noite desta sexta-feira (20). A atualização é feita a partir de informações levantadas pelas secretarias estaduais de saúde em relação a casos e mortes por covid-19.

Ainda conforme o balanço da pasta, há 429.449 pacientes em acompanhamento, e 5.422.102 já se recuperaram da doença. Em geral, o número de casos é mais baixo aos domingos e segundas-feiras em função da dificuldade de alimentação de dados pelas secretarias estaduais de Saúde.Já às terças-feiras, os números podem subir mais em função do acúmulo de registros atualizado.

Os estados com mais mortes pela covid-19 são São Paulo (41.179), Rio de Janeiro (21.938), Minas Gerais (9.688), Ceará (9.477) e Pernambuco (8.899).As Unidades da Federação com menos óbitos pela doença são Acre (711), Roraima (720), Amapá (787), Tocantins (1.147) e Rondônia (1.515).

Fonte: IG SAÚDE

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Saúde

Russos sugerem combinar Sputnik V com a vacina de Oxford

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Olhar Digital

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Redação Olhar Digital

Russos sugerem combinar Sputnik V com a vacina de Oxford

A vacina criada pela farmacêutica AstraZeneca em parceria com a Universidade de Oxford pode ter resultados mais eficazes contra o novo coronavírus caso seu uso seja combinado com a Sputnik V, desenvolvida pelo governo russo, segundo informações publicadas pela agência russa de notícias TASS.

“Atualmente, uma dose completa do regime da AstraZeneca resulta em 62% de eficiência. Se eles entrarem em um novo teste clínico, nós sugerimos tentar um regime que combine a vacina da AZ com o vetor adenoviral humano Sputnik V para ampliar sua eficácia. A combinação de vacinas pode se provar importante durante revacinações”, disse o perfil da vacina russa no Twitter.

Os testes conduzidos pela AstraZeneca consideraram 20 mil voluntários no Reino Unido e no Brasil. Os primeiros resultados divulgados pela farmacêutica falaram em uma eficácia de 70%.

A empresa ainda informou a descoberta de que a potência de cada dose pode trazer variação no resultado dos tratamentos: se duas doses de potências iguais da mesma vacina forem aplicadas, o nível de proteção contra a infecção do novo coronavírus será de 62%. Entretanto, no caso de uma primeira dose pequena e uma segunda dose mais robusta, este número salta para 92%.

Recentemente, o CEO da AstraZeneca, Pascal Soriot, confirmou que a empresa deve realizar novos testes clínicos após alguns especialistas da indústria mundial de imunologia duvidarem de sua eficiência no tratamento e proteção contra a Covid-19.

O executivo, porém, não informou quantos voluntários fariam parte, quando os testes seriam executados, as condições ou qualquer outro parâmetro de controle de avaliação.ReproduçãoVacina de Oxford contra a Covid-19 deve passar por novos testes, mas Rússia gostaria de combinar esforços com a AstraZeneca para aprimorar eficácia.

E a CoronaVac?

A chamada “vacina chinesa”, desenvolvida pelo laboratório chinês Sinovac e testada no Brasil em parceria com o Instituto Butantan, já conta com dados clínicos suficientes para que a sua eficácia seja conhecida, com o governo de São Paulo esperando divulgar resultados até a próxima semana.

De acordo com o Butantan, que falou à imprensa no último dia 23, era necessário esperar que o volume mínimo de infecções por Covid-19 – 74 casos – para que fosse realizada uma análise preliminar.

A expectativa do instituto é a de que, destes 74 casos, a maior parte tenha ocorrência no grupo que recebeu o medicamento placebo. Se isso se confirmar, então o entendimento da comunidade infectologista é o de que a vacina é funcional e tem boa eficácia.

Os resultados podem ser divulgados já na primeira semana de dezembro, e o Butantan pretende prosseguir com o registro da vacina assim que ela atingir pelo menos 50% de eficiência comprovada.

Recentemente, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) voltou atrás em afirmações de meses anteriores, afirmando durante transmissão ao vivo no Facebook que, havendo aprovação da CoronaVac pelo Ministério da Saúde e a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), o governo federal fará a compra do medicamento do laboratório chines.

Fonte: TASS

Fonte: IG SAÚDE

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Saúde

Sem dados de dois estados, Brasil registra 514 mortes por Covid-19

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Mais de 60 milhões pessoas foram infectadas em todo o mundo
Foto: Reprodução

Mais de 60 milhões pessoas foram infectadas em todo o mundo

O Brasil registrou, nesta sexta-feira (27), 34.130 novos casos e 514 novas mortes por Covid-19 nas últimas 24 horas, de acordo com o levantamento do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass). Os estados de Goiás e Rondônia não forneceram os dados atualizados de hoje. 

Até agora, foram confirmados 6.238.350 casos acumulados e 171.974 vidas perdidas desde o início da pandemia. Já a média móvel de mortes, também verificada pelo boletim, foi de 480. A média móvel de casos ficou em 31.169.

A contagem de casos realizada pelas Secretarias Estaduais de Saúde inclui pessoas sintomáticas ou assintomáticas; ou seja, neste último caso são pessoas que foram ou estão infectadas, mas não apresentaram sintomas da doença.

O ranking de número de mortes segue liderado pelo estado de São Paulo, que tem 41.902 óbitos causados pela Covid-19. O Rio de Janeiro continua em segundo lugar, com 22.448 mortes, seguido por Minas Gerais (9.948), Ceará (9.568), Pernambuco (8.999).

Os estados que registram maior número de casos são: São Paulo (1.233.587), Minas Gerais (409.731), Bahia (394.300), Rio de Janeiro (347.348) e o Ceará (298.312).

Desde o início de junho, o Conass divulga os números da pandemia da Covid-19 por conta de uma confusão com os dados do Ministério da Saúde. As informações dos secretários de saúde servem como base para a tabela oficial do governo, mas são publicadas cerca de uma hora antes.

Mais de 60 milhões pessoas foram infectadas em todo o mundo. Do total de doentes, mais de 1,4 milhão morreram, segundo a Universidade Johns Hopkins. O Brasil segue como o terceiro país do mundo em número de casos de Covid-19 e o segundo em mortes, atrás apenas dos Estados Unidos.

Fonte: IG SAÚDE

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Saúde

Mais de 300 pessoas aguardam transferência para leitos de Covid-19 no Rio

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Agência Brasil

 Entre esses pacientes, 207 devem ser transferidos para enfermarias e 151 para unidades de terapia intensiva (UTI)
Foto: Andréa Rêgo Barros/PCR

Entre esses pacientes, 207 devem ser transferidos para enfermarias e 151 para unidades de terapia intensiva (UTI)

O número de pacientes com novo coronavírus (de covid-19) que aguardam transferência para leitos no sistema de saúde do estado do Rio de Janeiro chegou a 358, segundo informou a Secretaria de Estado de Saúde no início da tarde de hoje (27). Entre esses pacientes, 207 devem ser transferidos para enfermarias e 151 para unidades de terapia intensiva (UTI).

A taxa de ocupação dos leitos de UTI da rede estadual destinados à covid-19 é de 80%, enquanto as enfermarias chegaram a 51%.

Na capital e Baixada Fluminense, os leitos de UTI para o tratamento da covid-19 chegaram na manhã de hoje (27) a 92%, considerando unidades de saúde municipais, estaduais e federais. O percentual foi divulgado pela Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro, que também informou uma ocupação de 69% nas UTIs.

Segundo a secretaria municipal, 301 pacientes aguardam transferência para leitos no Rio de Janeiro e na Baixada Fluminense, sendo 120 de UTI. A secretaria destaca que “as pessoas que aguardam leitos de UTI estão sendo assistidas em leitos de unidades pré-hospitalares, com monitores e respiradores”.

Em toda a rede SUS na capital, há 1.082 pessoas internadas em leitos especializados para a covid-19, e chega a 509 o número de hospitalizados em terapia intensiva.   

Esta semana, o subsecretário de Saúde do município, Jorge Darze, disse que a cidade “ainda não chegou a um patamar de ter a capacidade zerada” e explicou que, entre a indicação da necessidade de um leito e a efetiva internação, há um processo que pode durar horas para que se consiga a transferência”. 

Já a Secretaria de Estado de Saúde explicou, ontem (26), que “a fila de espera por leitos ocorre porque, para pacientes com comorbidades, a Central Estadual de Regulação busca vagas que contemplem todas as suas necessidades clínicas, garantindo a assistência especializada a cada caso”.  

Taxa de letalidade

O Boletim Observatório Covid-19 da Fundação Oswaldo Cruz divulgado ontem (26) apontou “uma piora expressiva” da taxa de letalidade da covid-19 no estado do Rio de Janeiro, que chegou a 6,4%. Em outros estados, a letalidade é entre 2% e 3%.

“Esse valor é considerado alto em relação a outros estados e aos padrões mundiais, à medida que se aperfeiçoam as capacidades de diagnóstico e de tratamento oportuno da doença, o que revela graves falhas no sistema de atenção e vigilância em saúde”, disse a equipe multidisciplinar da Fiocruz. 

O coordenador do Sistema Monitora Covid-19 da Fiocruz, Christovam Barcellos, esclarece que a letalidade é uma taxa calculada utilizando o número de casos confirmados da doença e o número de óbitos causados por ela. O indicador, então, depende da realização de testes e diagnósticos para se aproximar da realidade.

Sanitarista do Instituto de Comunicação e Informação em Saúde (Icict/Fiocruz), Barcellos destaca que esse número está mais ligado à capacidade de diagnóstico que ao risco de morte ao contrair a doença.

“O que pode estar acontecendo no Rio de Janeiro é uma falha no diagnóstico do caso, enquanto o diagnóstico do óbito pode ainda estar sendo bem feito. É importante a população saber que não significa que se você pegar a doença, você tem mais chances de morrer. Isso [a taxa] aponta falhas no sistema de saúde, e não que os casos do Rio de Janeiro sejam mais graves”, esclareceu.

Procurada pela Agência Brasil, a Secretaria de Estado de Saúde ainda não respondeu.

Fonte: IG SAÚDE

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