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Saúde

Brasil volta a registrar mais de 30 mil casos em 24h e ultrapassa 153 mil óbitos

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Coveiro com roupa impermeável em cemitério Nossa Senhora Aparecida%2C em Manaus
Foto: Alex Pazuello/Prefeitura de Manaus

Sepultador com roupa impermeável em cemitério Nossa Senhora Aparecida, em Manaus

O Brasil voltou a registrar mais de 30 mil casos de Covid-19, nesta sexta-feira (16). De acordo com dados do Conselho Nacional de Secretários da Saúde (Conass), o número de contaminações chegou aos 5.200.300 milhões. Desse total, 30.914 infectados só de ontem para hoje.

Também nas últimas 24 horas, o País registrou mais 754 mortes causadas pelo  novo coronavírus  (Sars-CoV-2), fazendo o total subir para 153.214 óbitos.

A contagem de casos realizada pelas Secretarias Estaduais de Saúde inclui pessoas sintomáticas ou assintomáticas; ou seja, neste último caso são pessoas que foram ou estão infectadas, mas não apresentaram sintomas da doença.

O ranking de número de mortes segue liderado pelo estado de São Paulo, que tem 37.870 óbitos causados pela Covid-19. O Rio de Janeiro continua em segundo lugar, com 19.654 mortes, seguido por Ceará (9.199), Pernambuco (8.469) e Minas Gerais (8.345).

Os estados que registram maior número de casos são: São Paulo (1.057.240), Bahia (332.898), Minas Gerais (331.433), Rio de Janeiro (289.440) e o Ceará (263.143).

Desde o início de junho, o Conass divulga os números da  pandemia da Covid-19 por conta de uma confusão com os dados do Ministério da Saúde. As informações dos secretários de saúde servem como base para a tabela oficial do governo, mas são publicadas cerca de uma hora antes.

Mais de 38 milhões pessoas foram infectadas em todo o mundo. Do total de doentes, mais de 1 milhão morreram, segundo a Universidade Johns Hopkins.

O Brasil segue como o terceiro país do mundo em número de casos de Covid-19 e o segundo em mortes, atrás apenas dos Estados Unidos.

Fonte: IG SAÚDE

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Saúde

Governo tinha intenção de cancelar apenas parte de compra de vacina chinesa

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Jean Gorinchteyn, secretário de Saúde do estado de São Paulo
Governo do Estado de São Paulo/Divulgação

Jean Gorinchteyn, secretário de Saúde do estado de São Paulo

O secretário de saúde de São Paulo, Jean Gorinchteyn , afirmou nesta quarta (21) que em reunião com o ministro da saúde, Eduardo Pazuello , nesta manhã, foi dito que o governo federal cancelaria a compra de apenas 6 milhões das 46 milhões de doses da Sinovac que haviam sido prometidas.

Poucos minutos depois do contato entre Gorinchteyn e Pazuello, o Presidente Jair Bolsonaro anunciou pelas redes sociais que não iria adquirir a CoronaVac, produzida pela Sinovac, laboratório chinês junto ao Instituto Butantan.

Segundo o secretário, o ministro tinha conhecimento da intenção de Bolsonaro, contudo, acreditava que o cancelamento seriam apenas das doses que viriam prontas da China , não de todo o conteúdo.

“O que deu a entender é que os seis milhões de doses da vacina do Butantan que viriam da China, esses não seriam adquiridos, apenas os 40 milhões. Isso é o que deu para entender. Mas queremos entender melhor essas tratativas”, afirmou.

Apesar do governo federal ter cancelado a compra da vacina, o governo paulista continua com o contrato fechado com o laboratório chinês para adquirir as doses, que segundo o secretário, será distribuído para os brasileiros:

“Recebemos com imenso espanto (a notícia do cancelamento). A vacina é um direito da população, e é a única maneira que temos de evitar que tantas pessoas continuem morrendo. O governo do estado de São Paulo irá, assim que aprovado pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), fornecer aos brasileiros a vacina”

Em relatório divulgado pela Organização Mundial de Saúde no dia 19 de outubro, existem 44 candidatos à vacina que estão na fase 1,2 ou 3 de testes com seres humanos. A CoronaVac está na última fase da etapa de pesquisa, mas aguarda os resultados dos testes de eficácia que dirão se a vacina protege ou não contra o novo coronavírus (Sars-Cov-2).


Fonte: IG SAÚDE

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Governo tinha intenção de cancelar apenas parte de compra de vacina chinesa

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Jean Gorinchteyn, secretário de Saúde do estado de São Paulo
Governo do Estado de São Paulo/Divulgação

Jean Gorinchteyn, secretário de Saúde do estado de São Paulo

O secretário de saúde de São Paulo, Jean Gorinchteyn , afirmou nesta quarta (21) que em reunião com o ministro da saúde, Eduardo Pazuello , neste manhã, foi dito que o governo federal cancelaria a compra de apenas 6 milhões das 46 milhões de doses da Sinovac que haviam sido prometidas.

Poucos minutos depois do contato entre Gorinchteyn e Pazuello, o Presidente Jair Bolsonaro anunciou pelas redes sociais que não iria adquirir a CoronaVac, produzida pela Sinovac, laboratório chinês junto ao Instituto Butantan.

Segundo o secretário, o ministro tinha conhecimento da intenção de Bolsonaro, contudo, acreditava que o cancelamento seriam apenas das doses que viriam prontas da China , não de todo o conteúdo.

“O que deu a entender é que os seis milhões de doses da vacina do Butantan que viriam da China, esses não seriam adquiridos, apenas os 40 milhões. Isso é o que deu para entender. Mas queremos entender melhor essas tratativas”, afirmou.

Apesar do governo federal ter cancelado a compra da vacina, o governo paulista continua com o contrato fechado com o laboratório chinês para adquirir as doses, que segundo o secretário, será distribuído para os brasileiros:

“Recebemos com imenso espanto (a notícia do cancelamento). A vacina é um direito da população, e é a única maneira que temos de evitar que tantas pessoas continuem morrendo. O governo do estado de São Paulo irá, assim que aprovado pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), fornecer aos brasileiros a vacina”

Em relatório divulgado pela Organização Mundial de Saúde no dia 19 de outubro, existem 44 candidatos à vacina que estão na fase 1,2 ou 3 de testes com seres humanos. A CoronaVac está na última fase da etapa de pesquisa, mas aguarda os resultados dos testes de eficácia que dirão se a vacina protege ou não contra o novo coronavírus (Sars-Cov-2).


Fonte: IG SAÚDE

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Saúde

Mandetta teme interferência de Bolsonaro na Anvisa e critica Pazuello

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Ex-ministro Luiz Henrique Mandetta
Foto: José Cruz/ABr

Ex-ministro Luiz Henrique Mandetta foi demitido do cargo em abril deste ano


O ex-ministro da Saúde Luiz Henrique Mandetta  teme que constante interferência política do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) possa frear uma possível aprovação e registro da vacina chinesa na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). A CoronaVac é desenvolvida pelo laboratório chinês Sinovac, em parceria com o Instituto Butanótan, de São Paulo.

Ontem (20), o Ministério anunciou a compra de 46 milhões de doses da vacina CoronaVac. De acordo com o ministro Pazuello, a União deveria investir R$ 2,6 bilhões até janeiro. Com isso, a vacina chinesa produzida em parceria com o Instituto Butantan seria incluída no calendário nacional de vacinação e distribuída em todo o Brasil.

Hoje (21), mais cedo,  Bolsonaro anunciou o cancelamento da compra. Em entrevista exclusiva ao portal iG , o ex-ministro fez duras críticas ao presidente por revogar o acordo entre o governo paulista e o Ministério da Saúde, para a compra das 46 milhões de doses da CoronaVac. 

“Eu acho que o que a gente tem que ficar atento agora, é que como esse estudo da vacina vai para a Anvisa, é se ele [Bolsonaro] não vai pressionar a Agência para não dar o registro oficial. Ele teria esse poder porque nomeou o presidente, um almirante ligado a ele”, explicou Mandetta. 

Para o ex-ministro, é preciso analisar se a Anvisa vai fazer uma análise técnica ou política da CoronaVac. “A gente espera que a Anvisa seja a próxima instituição a ser pressionada por Bolsonaro, vamos acompanhar se a parte política fica de fora para que ela possa fazer seu trabalho com segurança”, criticou.

Mandetta não teme demissão Pazuello por causa da vacina chinesa

Ministro interino da Saúde%2C general Eduardo Pazuello
Foto: Carolina Antunes/PR

Ministro interino da Saúde, general Eduardo Pazuello

De acordo com o colunista do jornal O Globo Lauro Jardim, Bolsonaro externou a auxiliares sua insatisfação com  Pazuello após o episódio da vacina. “Está querendo aparecer demais, está gostando dos holofotes, como o Mandetta”, teria dito o presidente em referência ao seu primeiro ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta .

Demitido em abril por causa de divergências com o presidente na condução da pasta, em meio à pandemia, Mandetta diz não temer que o atual ministro Eduardo Pazuello seja exonerado do cargo por ter autorizado a compra da vacina, na terça (20).

“Eu sou um homem que estava lá sem amarras para fazer um trabalho técnico. Ele está lá para seguir ordens . Lá ele é mais um militar para seguir ordens absurdas. Ele é general só no papel, ali ele é subordinado do presidente e nada mais”, alfinetou o ex-ministro sobre as tratativas do Bolsonaro com o Pazuello.

O que diz a Anvisa

Em entrevista coletiva hoje (21), a direção da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) afirmou que a análise de vacinas contra o novo coronavírus será técnica, independentemente do laboratório e do país de origem do tratamento.

Segundo a Anvisa , a análise de qualquer vacina será realizada de acordo com os parâmetros científicos e técnicos definidos neste procedimento. A agência analisa a segurança da substância e sua eficácia, visando avaliar se o tratamento traz resultados e se pode implicar em efeitos colaterais que coloquem a saúde ou a vida das pessoas em risco.

O presidente da Anvisa, Antônio Barra, afirmou que não cabe à agência adiantar posições ou análises sobre as vacinas nem apresentar previsões de calendário ou de quando uma substância estará disponível à população.

A prerrogativa do órgão, reforçou, é examinar os pedidos de registro e as informações científicas apresentadas para embasá-los. “A ação que esta agência tem no caso concreto dos protocolos vacinais é de aferição do desenvolvimento garantindo ao final do processo a qualidade, segurança e eficácia. A Anvisa não participa de compra feita pelo governo de medicamento ou insumo. As políticas públicas são do MS. Para nós pouco importa de onde vem a vacina. Nosso dever é fornecer a resposta se produtos induzem ou não à imunidade e se vai combater o coronavírus”, destacou Barra.

A diretora da Anvisa Alessandra Bastos declarou que a agência está atuando para avaliar os pedidos que chegam relacionados à Covid-19 , mas mantendo a segurança e as exigências dos protocolos. “Nossos técnicos avaliam se aquela fábrica está funcionando e que nessa vacina, independentemente de sua origem, seja produzida dentro de boas práticas de fabricação”, comentou.

Fonte: IG SAÚDE

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