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Esportes

Brasileiro: Grêmio derrota CSA e assume 4ª posição

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No jogo que encerrou a 31ª rodada do Campeonato Brasileiro o Grêmio derrotou o CSA por 2 a 1 nesta quinta (7) e assumiu a quarta posição da competição.

A equipe gaúcha abriu o placar com o atacante Diego Tardelli. Aos 7 minutos de partida Everton cruza da esquerda e o camisa 9 chega chutando de primeira.

Mas a equipe alagoana chega a ensaiar uma reação, quando Rafinha marca em bela cobrança de falta aos 44 do segundo tempo.

Porém, aos 48 o Grêmio garante a vitória final graças a um gol-contra de Ronaldo Alves.

Próxima rodada

A 32ª rodada do Campeonato Brasileiro começa no próxima sábado com o jogo entre Goiás e Santos, que tem início às 17h (horário de Brasília).

Edição: Fábio Lisboa

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Esportes

Flamengo e Athletico-PR lutam por Supercopa do Brasil

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Flamengo e Athletico-PR disputam no próximo domingo (16), a partir das 11h (horário de Brasília) no estádio Mané Garrincha (Brasília), a Supercopa do Brasil. A competição, que chega a sua terceira edição, coloca frente a frente os atuais campeões do Campeonato Brasileiro e da Copa do Brasil.

A competição foi criada em 1990, tendo como inspiração torneios europeus que reúnem os dois campeões nacionais no início da temporada seguinte. Houve apenas duas decisões de Supercopa. Em 1990 o Grêmio se sagrou campeão ao vencer o Vasco, e em 1991 o Corinthians faturou o título ao derrotar o Flamengo.

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Diego (esquerda) e Wellington com o troféu da Supercopa – Divulgação/CBF

Após o longo jejum, a Supercopa do Brasil volta repaginada. A decisão no Mané Garrincha terá a utilização do árbitro de vídeo (VAR), comandado em tempo real por uma cabine montada no Rio de Janeiro. E as novidades não param por aí. Haverá uma Fan Fest para atrair o público.

Quem conquistar o torneio embolsa R$ 5 milhões, enquanto o vice ganhará R$ 2 milhões.

Rubro-negro reforçado

Atual campeão do Brasileiro e da Copa Libertadores, o Flamengo chega muito motivado para esta competição. Após um ano 2019 de conquistas, a equipe da Gávea se reforçou muito, trazendo os atacantes Pedro, Michael e Pedro Rocha, o meia Thiago Maia e os zagueiros Léo Pereira e Gustavo Henrique.

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Rodrigo Caio retorna ao Flamengo após se recuperar de lesão – Arquivo/17.07.2019/Alexandre Vidal / Flamengo

Em entrevista coletiva realizada na última sexta (14), o meia Everton Ribeiro afirmou que a Supercopa do Brasil cria “um início diferente” de temporada. “São dois campeonatos [Copa do Brasil e Brasileiro] muito prestigiados no Brasil. Acho legal ter uma final logo no começo para ter um prestígio a mais”.

Como terá todos os seus jogadores disponíveis para a partida, o técnico português Jorge Jesus deve escalar o Flamengo da seguinte forma: Diego Alves; Rafinha, Gustavo Henrique (Thuler), Rodrigo Caio e Filipe Luís; Willian Arão, Gerson e Everton Ribeiro; De Arrascaeta, Gabigol e Bruno Henrique.

Furacão cheio de mudanças

Já o time paranaense chega com mudanças significativas quando se considera a conquista da Copa do Brasil de 2019. Em 2020 o comando da equipe não está mais nas mãos de Tiago Nunes, agora no Corinthians, mas de Dorival Júnior, técnico que já esteve à frente do Flamengo.

Além disso, a equipe teve a saída de 13 jogadores. Entre elas merecem destaque a ida do volante Bruno Guimarães para o Lyon (França), o retorno do atacante argentino Marco Rubem para o Rosario Central (Argentina) e a venda do zagueiro Léo Pereira ao Flamengo.

Para tentar minimizar tantas saídas o time paranaense fez quatro contratações, os meias Marquinhos Gabriel, Carlos Eduardo e Fernando Canesin, além do goleiro Jandrei.

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Rony (esquerda) e De Arrascaeta buscarão título da Supercopa do Brasil – Arquivo/17.07.2019/Alexandre Vidal / Flamengo

Contudo, o principal reforço pode vir do próprio Athletico, a permanência do atacante Rony, que é alvo de interesse de Corinthians e Palmeiras. O jogador, que negocia a ampliação de seu vínculo com o furacão, viajou para Brasília e vai para jogo.

Em entrevista concedida nesta sexta, o atacante Nikão afirmou que o Athletico respeita o Flamengo e espera a mesma postura dos adversários: “O Flamengo tem nosso respeito. Tenho certeza de que eles virão nos respeitando. São duas equipes grandes, que gostam da bola. Esses jogos são resolvidos em pequenos detalhes”.

A provável escalação do Athletico-PR para a decisão é: Santos; Khellven, Lucas Halter (Robson Bambu), Thiago Heleno e Márcio Azevedo; Wellington, Erick, Léo Cittadini e Marquinhos Gabriel; Nikão e Rony.

Transmissão da Rádio Nacional

Você acompanha a Supercopa do Brasil a partir das 10h30 (horário de Brasília) na Rádio Nacional.

Edição: Fábio Lisboa

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Esportes

Sheilla de olho em Tóquio

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Ela é apontada por especialistas como uma das melhores jogadoras de vôlei da história. Sheilla Castro virou referência quando se fala na posição de oposta. Talentosa e dona de golpes inconfundíveis, Sheilla reinou absoluta como titular da seleção brasileira em três ciclos olímpicos, que resultaram em duas medalhas de ouro. Após os Jogos do Rio, em 2016, a mineira de Belo Horizonte resolveu fazer uma pausa na carreira para ser mãe. Ao invés do vôlei de praia, optou por retornar às quadras no ano passado disposta a jogar pela seleção brasileira e, quem sabe, participar em Tóquio da quarta Olimpíada da carreira.

Aos 36 anos, a oposta faz pelo Itambé/Minas Tênis Clube a primeira temporada da Superliga após retornar às quadras. No clube mineiro passou boa parte do primeiro turno como opção no banco do técnico Nicola Negro. Mas nos últimos jogos Sheilla tem sido titular e aos poucos vem recuperando o ritmo de jogo. Destaque para a atuação na semifinal da Copa do Brasil diante do rival Dentil/Praia Clube, quando anotou 18 pontos, mesmo tendo iniciado a partida no banco de reservas.

O repórter Igor Santos, do programa Stadium, da TV Brasil, conversou com a atleta especialmente para a coluna.

P: Como você avalia a temporada de retorno ao vôlei? Está de acordo com o que você planejava?

R: Está de acordo, sim. Eu esperava chegar bem fisicamente e tecnicamente, com mais ritmo de jogo já no Sul-Americano [competição que começa no dia 17 de fevereiro] e nos playoffs, então acho que está tudo fluindo de acordo com os planejamentos meu e do clube.

P: Como você tem visto seu encaixe dentro da equipe do Minas, que é a atual campeã da Superliga?

R: Acho que é uma coisa muito natural, até porque eu joguei no Minas. Meu primeiro time na Superliga foi o Minas. Eu sou de Belo Horizonte. Eu saí do Minas sendo campeã. Foi o primeiro título do Minas quando eu estava aqui. Então acho que foi natural voltar com ele sendo campeão de novo. Estou feliz de ter tido a oportunidade de voltar para o time da minha cidade, para o time no qual joguei.

P: Acha que o tempo fora das quadras fez você ver o vôlei de uma maneira diferente?

R: Não, até porque pensei em outras coisas. Queria engravidar, queria mais tempo com minha família. Então não foi uma coisa pra refletir sobre o vôlei, era mais o lado pessoal. Voltei pensando o que eu sempre pensei, de querer treinar sempre mais para evoluir sempre mais. Nunca estou satisfeita com o que eu fiz. Sempre fui perfeccionista e continuo sendo. Então, em relação ao vôlei, não mudou. Pessoalmente acho que evoluí muito nesses últimos anos parada, mas no vôlei está a mesma coisa.

P: Você pensa em seleção brasileira, pensa nos Jogos de Tóquio?

R: Decidi voltar para quadra numa conversa com o Zé Roberto [técnico da seleção brasileira] e o Zé Elias [preparador físico da seleção brasileira], porque eles achavam que eu poderia render muito na quadra. A decisão de jogar vôlei de quadra de novo, porque eu iria para a praia, foi por isso. Então, falar que eu não penso em Tóquio seria mentira. Mas acho que tenho que pensar no momento. Porque se eu começar a querer demais Tóquio, e não pensar aqui, não vou conseguir chegar bem. Não vou conseguir evoluir para estar bem em Tóquio. Então espero fazer um Sul-Americano muito bom, uma Superliga muito boa. Se der para ir para Tóquio, eu vou. Se não der, também já fiz muita coisa pela seleção.

P: Você começou nova nos clubes e na seleção. Agora é uma das mais experientes. Qual o sentimento de ser uma veterana no grupo?

R: Acho que foi uma coisa natural, acontece naturalmente. Lembro que na época em que comecei a jogar no Minas, a Fofão era levantadora. Tinha a Cristina Pirv [ex-atleta romena]. Eram jogadoras experientes que admirava muito e queria muito aprender com elas. Tenho certeza de que agora há novinhas que se inspiram em mim, que me admiram, e espero conseguir ensinar ainda muitas coisas para elas.

Ordem dos adversários em Tóquio definida

A Federação Internacional de Vôlei divulgou nesta semana as tabelas da primeira fase dos torneios de vôlei nos Jogos Olímpicos de Tóquio. Atual campeã olímpica, a seleção brasileira masculina estreia no dia 25 de julho contra a Tunísia. Na sequência pega Argentina, Rússia, Estados Unidos e encerra a primeira fase contra a França, em 2 de agosto. Já a seleção feminina estreia contra a Coreia do Sul no dia 26 de julho. Depois pega a República Dominicana, o Japão, a campeã mundial Sérvia e fecha a primeira fase contra o Quênia, no dia 3 de agosto.

Não há nenhuma novidade na ordem, mas já dá pra prever que a seleção feminina tem um desafio mais difícil na estreia do que a masculina. As meninas fazem um perigoso jogo contra a traiçoeira Coreia do Sul que pode ser decisivo para definir a classificação no grupo. O time masculino enfrenta a Tunísia e tem a obrigação de vencer o adversário mais fraco do grupo.

E uma curiosidade, ao contrário das últimas edições olímpicas, em Tóquio a final masculina será no sábado, e não no domingo, como tradicionalmente acontece. A medalha de ouro feminina será decidida no último dia de Jogos. O espaço nobre dedicado à final feminina pode ser explicado pela paixão dos japoneses pelo voleibol (em especial o feminino). E talvez pela esperança dos organizadores de que a seleção da casa suba ao pódio. A última vez que isso aconteceu foi em 2012, quando as japonesas ficaram com o bronze.

Edição: Fábio Lisboa

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Esportes

Vice mundial de natação é absolvido de doping e disputa vaga em Tóquio

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Um dos principais velocistas da natação brasileira, Gabriel Santos poderá disputar vaga na Olimpíada de Tóquio, no Japão. Nesta sexta (14), a Corte Arbitral do Esporte (CAS, na sigla em inglês) absolveu o atleta do Esporte Clube Pinheiros de uma punição por doping recebida em julho do ano passado. Com isso, ele está liberado para participar da seletiva olímpica, realizada entre 20 e 25 de abril no Parque Aquático Maria Lenk (Rio de Janeiro).

Gabriel foi flagrado em um exame antidoping realizado em São Paulo há nove meses, fora de competição, a pedido da Federação Internacional de Natação (Fina, na sigla em inglês). O exame detectou presença de Clostebol, agente anabólico proibido pela Agência Mundial Antidoping (Wada, na sigla em inglês), mesma substância que, em 2003, ocasionou o doping de Maurren Maggi, saltadora campeã olímpica cinco anos depois em Pequim, na China.

 Gabriel Santos. Trofeu Maria Lenk. Parque Aquatico Maria Lenk. 04 de Maio de 2017, Rio de Janeiro, RJ, Brasil. Foto: Satiro Sodré/SSPress/CBDA Gabriel Santos. Trofeu Maria Lenk. Parque Aquatico Maria Lenk. 04 de Maio de 2017, Rio de Janeiro, RJ, Brasil. Foto: Satiro Sodré/SSPress/CBDA
Gabriel Santos participará de seletiva olímpica no Parque Aquático Maria Lenk – Satiro Sodré/SSPress/CBDA

A Fina, à ocasião, puniu o nadador com suspensão por um ano. Com isso, Gabriel perdeu não só o Mundial de Esportes Aquáticos de Gwangju (China), como também os Jogos Pan-Americanos de Lima (Peru), ambos no ano passado. O CAS, porém, entendeu que o brasileiro não teve culpa ou negligência pela contaminação. A justificativa do paulista foi que teria usado uma toalha ou peça de roupa de seu irmão, cujo creme pós-barba continha Clostebol.

Aos 23 anos, Gabriel tentará vaga na segunda Olimpíada da carreira, ele competiu no Rio de Janeiro, em 2016. Após os Jogos, ele foi medalhista de prata no Mundial de Budapeste (Hungria) em 2017 e de ouro no Pan-Pacífico de Tóquio, sempre no revezamento 4×100 metros estilo livre. Sem o nadador, o quarteto brasileiro ficou em sexto lugar no Mundial de 2019.

Edição: Fábio Lisboa

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