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Economia

Café tem queda no preço pelo segundo dia consecutivo

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Arquivo/Agência Brasil

Café tem queda no preço pelo segundo dia consecutivo.


Pelo segundo dia consecutivo, o  café  teve redução no preço. Nesta terça-feira (08), a queda no valor do café arábica  foi de 1,48% na cidade de São Paulo, onde a  saca de 60 quilos é negociada a R$420,43. No Espírito Santo, o  café robusta registrou desvalorização de 1,97%, com a  saca chegando a R$285,18. 

açúcar cristal , no entanto, registrou valorização de 0,05% nesta manhã. Em São Paulo, a  saca de 50 quilos é vendida a R$64,67. Já em Santos, no litoral paulista, o preço do  açúcar caiu em 0,64%, com a mercadoria sendo negociada a R$64,76. 

Leia também: Café começa a semana com queda no preço; milho e açúcar valorizam

Dentre os principais  grãos , o  milho também registrou queda no preço. No  mercado financeiro , a baixa foi de 0,33%, com a saca de 60 quilos sendo comercializada a R$39,84. Em Campinas, São Paulo, a diminuição no preço foi de 0,15%, com saca vendida a R$39,32. 

Em Cascavel, no Paraná, o preço é R$ 36. Em Rondonópolis, no Mato Grosso, o produto é vendido a R$ 29. Em Barreiras, na Bahia, o preço a vista é R$ 32. Os valores são do Canal Rural e Cepea.



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Economia

Economia: como avaliar a reunião presidencial divulgada na mídia?

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Bons tempos quando acordávamos e logo ligávamos no Domingo no Parque do Silvio Santos e ficávamos até o Show de Calouros. Lógico, muita coisa acontecia naqueles tempos de chumbo, mas esse domingo foi fantástico. Desculpe o trocadilho. 

Começamos a semana com a divulgação da reunião de 22 de abril. Sem um juízo de valor preconceituoso, mas em meio a uma pandemia onde dois ministros da saúde já foram demitidos,  em meio a uma escalada de mortes, discutiu-se o quê naquela reunião?  Uma total falta de propósito, falta de rumo ou planejamento cooperativo, quanto a como endereçar o nosso principal problema atual (escalada do corona vírus) e futuro (enorme queda de nosso PIB e aumento do desemprego).

Falas desarranjadas e patéticas, acusações descabidas em momentos de crise de saúde, coroado com manifestações de rua destrambelhadas de ambos os lados. Nota-se apenas irresponsabilidade, politização da ciência, fanatismo persecutório fantasmagórico, sarcasmo, falta de empatia e fúnebre desprezo pela vida. Afinal o que mais importa é não prejudicar o governo. 

Às favas as estatísticas de morte. A fantasia cloroquina como pedra angular para a cura de uma gripezinha inventada pelas mídias sociais, redes de TV,  blogs, partidos sujos, comunistas e socialistas (gostaria de que quem grita a plenos pulmões, me explicasse a diferença entre ambos modos de produção) é o ponto de inflexão entre um governo que pensa no povo e outro que quer o mal da população, simplesmente assim. Mas aqui o que importa é a narrativa. Aliado às potentes cordas vocais e bastões de  beisebol de alguns pacifistas, que circulavam pela Av. Paulista,  e que buscavam defender o indefensável com um bastão de beisebol, para dar na nuca de quem discordasse da retórica Magna de sua portadora.

Defendem a democracia. Mas, felizmente ou infelizmente, o povo elegeu o congresso. Existe uma coisa chamada democracia representativa. Pedir para fechar o Congresso e o STF, sob gritos histéricos de pessoas com máscara para esconder sua vergonha política sublimada, porém sem máscara para evitar uma doença inventada pela esquerda ou por alienígenas chineses, não vão tornar um pleito ditatorial em clame por democracia. Coisas de mentes delirantes. Cruz credo, Centralina neles.

Voltando ao mundo da economia. É absolutamente impensável acreditar que 2021 será um ano de enorme recuperação. Talvez mais protestos contra os poderes possam atrair mais investidores estrangeiros e dirimir a desconfiança dos empresários domésticos. Não sei mais o que pensar ou escrever, mas as vezes sinto inveja daqueles astronautas que acoplaram na cápsula de passageiros Crew Dragon feita pela Space X. Devem permanecer por lá até agosto. Isso é que é uma quarentena para brasileiro descansar e parar de ver e ler bobagens. Ou alguém realmente acha que essas manifestações ajudarão a economia brasileira? Cedo meu lugar na Crew Dragon.

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São Paulo suspende corte de gás, luz e água até o final de julho

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Em coletiva, governador anunciou novas medidas e detalhes do Plano São Paulo
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Em coletiva, governador anunciou novas medidas e detalhes do Plano São Paulo

O governador João Doria (PSDB) anunciou nesta quarta-feira (3) que não haverá corte de corte de água, gás e luz de famílias de baixa renda até o dia 31 de julho deste ano.

A expectativa é que a medida beneficie 2 milhões de habitantes, garantindo o fornecimento dos insumos para residências e pequenos comércios.

“Nós negociamos com as companhias para manter o abastecimento da população de baixa renda até o dia 31 de julho. Deste modo não haverá cortes no fornecimento, conforme negociamos com as companhias”, disse.

Veja também: São Paulo aguarda mais de 1000 respiradores solicitados ao governo federal

De acordo com o secretário de infraestrutura e meio ambiente de São Paulo, Max Penido, a medida é muito importante para garantir a sobrevivência das pessoas de baixa renda durante as limitações impostas pela pandemia do novo coronavírus.

“É uma medida de extrema importância neste momento. Garantir o fornecimento de energia, gás e água é garantir a vida dessas pessoas”, declarou.

Nesta quarta-feira (3), o governo paulista também lançou também uma campanha que reforça a importância do uso de máscaras em ambientes públicos e privados.

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Produção industrial tem queda de 18,8% em abril, a maior em 18 anos

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Agência Brasil

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Produção industrial teve queda de 18,8% em abril, a maior em 18 anos

A produção industrial brasileira teve uma queda de 18,8% na passagem de março para abril deste ano. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), é a maior queda registrada pela Pesquisa Industrial Mensal (PIM) desde o início de sua série histórica, em 2002.

Leia também: Bolsonaro: “quarta e quinta parcelas do auxílio emergencial estão acertadas”

Também foram observados na indústria recuos de 27,2% em relação a abril de 2019 (outro recorde da série histórica), de 8,2% no acumulado do ano e de 2,9% no acumulado de 12 meses.

As retrações refletem os efeitos das medidas de isolamento social impostas para combater a pandemia do novo coronavírus (Sars-Cov-2).

Somando-se ao resultado de março, quando começaram essas medidas quando também houve recuo, a produção industrial acumula perdas de 26,1% no bimestre.

“O resultado de abril decorre, claramente, do número maior de paralisações das várias unidades produtivas, em diversos segmentos industriais, por conta da pandemia . Março já tinha apresentado resultado negativo. Agora, em abril, vemos um espalhamento, com quedas de magnitudes históricas, de dois dígitos, em todas as categorias econômicas e em 22 das 26 atividades pesquisadas”, disse o gerente da pesquisa, André Macedo.

Entre as quatro grandes categorias econômicas da indústria, as maiores perdas de março para abril foram observadas nos bens de consumo duráveis (-79,6%). Os bens de capital, isto é, máquinas e equipamentos usados no setor produtivo, tiveram retração de 41,5%.

Os bens de consumo semi e não duráveis recuaram 12,4% e os bens intermediários, isto é, os insumos industrializados usados no setor produtivo, caíram 14,8%.

Veículos automotores: queda de 88,5%

O recuo de março para abril foi puxado por 22 das 26 atividades industriais pesquisadas, com destaque para veículos automotores, reboques e carrocerias (-88,5%).

Outros setores com quedas relevantes foram de coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (-18,4%), de metalurgia (-28,8%), de máquinas e equipamentos (-30,8%), de bebidas (-37,6%), de produtos de borracha e de material plástico (-25,8%) e de produtos de minerais não-metálicos (-26,4%).

Três ramos ampliaram a produção nesse mês: produtos alimentícios (3,3%), produtos farmoquímicos e farmacêuticos (6,6%) e perfumaria, sabões e produtos de limpeza (1,3%). O setor extrativo manteve-se estável.

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