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Camilinha vê seleção feminina entre melhores do mundo e elogia Pia

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Duas vezes medalhista de prata olímpica (2004 e 2008) e vice-campeã mundial (2007), a seleção brasileira de futebol feminino ainda busca uma grande conquista fora do continente, onde já é tricampeã nos Jogos Pan-Americanos e hepta da Copa América. O que não significa que a equipe não esteja entre as melhores equipes do mundo na modalidade.

“A gente incomoda muito essas seleções [potências] e já ganhamos delas. O Brasil está entre os melhores. Todo mundo quer jogar com a gente. Estamos no top 10 do ranking [da Fifa]. Somos uma grande seleção, estamos caminhando para estar cada vez mais [perto] do topo. Somos o país do futebol. A comissão da Pia [Sundhage, técnica] está trazendo ainda mais essa gana, que a gente já tinha”, afirmou a meia Camilinha, em entrevista coletiva na Granja Comary, em Teresópolis (RJ).

Em dezembro do ano passado, após cinco vitórias e dois empates nos sete primeiros jogos sob comando de Pia Sundhage, a seleção brasileira de futebol feminino recuperou um posto entre as 10 primeiras do ranking da Fifa, perdido três meses antes. O Brasil avançou duas posições e acabou 2019 em nono. Os triunfos sobre Canadá (4 a 0) e Inglaterra (2 a 1), em outubro daquele ano, impulsionaram as brasileiras, que, na atualização de março de 2020, subiram mais um degrau e, atualmente, ocupam o oitavo lugar, ao lado das canadenses.

Dos sete países à frente no ranking, as brasileiras só não venceram a França até hoje. Em 10 jogos, foram cinco empates e cinco derrotas. Entre os tropeços, está o das oitavas de final da Copa do Mundo do ano passado, em que as francesas foram as anfitriãs. Apesar do gol da volante Thaísa, a seleção foi superada por 2 a 1, na prorrogação.

O Brasil também fica atrás no retrospecto contra Estados Unidos, Alemanha, Inglaterra e Austrália, mas já obteve resultados emblemáticos contra alguns desses rivais. Na semifinal da Copa de 2007, na China, a seleção atropelou as norte-americanas por 4 a 0, com dois gols da atacante Marta, um da centroavante Cristiane e um gol contra da volante Leslie Osbourne. No ano seguinte, novamente no país asiático, aplicou 4 a 1 nas alemãs, na semifinal olímpica de Pequim. Além de Cristiane (duas vezes) e Marta, a meia Formiga também fez o dela.

Já contra Suécia e Holanda, que superam o Brasil no ranking, a seleção de futebol feminino tem mais vitórias que derrotas. O retrospecto também é assim ante Canadá e Coreia do Norte, que completam o top 10 da Fifa.

Olho no olho

Camilinha é uma das 24 convocadas para um período de treinos com a seleção, iniciado na última segunda-feira (14). Devido a restrições de viagem em razão da pandemia do novo coronavírus (covid-19), o grupo reúne atletas que atuam no Brasil. A meia, que completa 26 anos em outubro, é vinculada ao Orlando Pride, dos Estados Unidos, mas está emprestada ao Palmeiras até o fim do ano.

Pia Sundhage após jogo entre Brasil e Franca no Torneio da FrancaPia Sundhage após jogo entre Brasil e Franca no Torneio da Franca

Camilinha elogia trabalho realizado por técnica sueca Pia Sundhage – A2M/CBF/Direitos Reservados

“Particularmente, estou me sentindo muito melhor [fisicamente]. Nos Estados Unidos, ainda não estava em atividade, e aqui, de repente, já foram três jogos em sete dias. É um pouco puxado, fica a perna pesada. Você tem um dia de treino, um de viagem, e no outro dia joga. É uma rotina um pouco corrida, mas temos que nos adaptar. Estou melhorando aos poucos”, disse a meia, que foi titular nas quatro partidas que disputou pelo Verdão pela Série A1 (primeira divisão) do Campeonato Brasileiro de Futebol Feminino.

“O nível [do campeonato] está bem diferente de quando eu saí [em 2016]. As coisas melhoraram muito, tanto em questão de estrutura como dentro de campo. As meninas estão se adaptando a esse retorno muito bem e os jogos têm sido de alto nível”, opinou a jogadora, que também atuou por Kindermann, Ferroviária, Tiradentes e pela parceria Audax/Corinthians.

Na Granja Comary, Camilinha trabalha pela primeira vez com Pia Sundhage. Apesar do contato recente, a meia já identificou características que a técnica sueca pretende aprimorar na seleção brasileira. “Ela está ensinando a nos comunicarmos mais, olhar mais uma para outra, identificar nos olhos da pessoa o que ela fará. Estamos dando um valor maior a isso e tem feito diferença nos treinos”, concluiu.

Edição: Fábio Lisboa

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Fórmula 1: Verstappen e Stroll batem em treino para GP de Portugal

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Max Verstappen e Lance Stroll colidiram durante um segundo treino tumultuado para o primeiro Grande Prêmio de Fórmula 1 de Portugal em 24 anos. Na atividade realizada nesta sexta-feira (23), Valtteri Bottas ditou o ritmo da campeã Mercedes.

A tarde foi interrompida por duas bandeiras vermelhas, a primeira quando Pierre Gasly, da AlphaTauri, parou com o carro em chamas, e depois quando a Red Bull de Verstappen e a Racing Point de Stroll se chocaram.

Verstappen xingou bastante no rádio da equipe depois do impacto quando ele tentava seguir o traçado interno, chegando a insinuar que Stroll é cego.

“Fiquei muito surpreso que ele tenha virado para dentro enquanto eu me aproximava dele. Não sei para onde eu teria que ir”, disse o holandês, que se recusou a se desculpar por seu palavreado. “Foi muito desnecessário”.

O chefe da Racing Point, Otmar Szafnauer, discordou: “Posso garantir 100% que Max sabia que Lance estava lá (…). Mas Lance não sabia que Max estava lá. É muito simples para mim”.

Mesmo assim, Verstappen encerrou o dia como segundo mais veloz, atrás de Bottas. Lewis Hamilton, heptacampeão de F1 da Mercedes, cravou o segundo melhor tempo da manhã e o oitavo depois do almoço.

Lando Norris, da McLaren, ficou em terceiro à tarde, à frente de Charles Leclerc, da Ferrari.

Bottas foi o mais rápido nas atividades da manhã e da tarde, mantendo o hábito de liderar nas sextas-feiras, com um melhor tempo geral de 1min17s940 no circuito de Algarve.

Pela oitava corrida seguida, incluindo a de Nuerburgring, onde os treinos só começaram no sábado por causa do tempo ruim, o nome de Bottas liderou os cronômetros.

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Brasil estreia com medalha no Grand Slam de Judô de Budapeste

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No primeiro dia de disputas no Grand Slam de Judô de Budapeste (Hungria),  o brasileiro Willian Lima, de 20 anos, faturou a medalha de bronze na c ao vencer por dois waza-ari (ippon) o meio-leve (categoria até 66 quilos) o atleta Erkhembayar Battogtokh, da Mongólia. Com o triunfo, Lima garantiu 500 pontos no ranking, que vale para a classificação para à Olimpíada de Tóquio (Japão) em 2021. Atualmente,  o brasileiro ocupa a 29ª colocação

A corrida pela vaga olímpica foi estendida até 29 de junho de 2021, devido ao adiamento dos Jogos de Tóquio (Japão) para o ano que vem. Os 18 judocas mais bem colocados no ranking – em cada categoria, e por gênero – carimbam o passaporte rumo a Tóquio. A competição distribui mil pontos aos atletas campeões. Atualmente, Willian Lima ocupa a 29ª colocação.

A competição em Budapeste marca o retorno do Circuito Mundial de Judô após seis meses de paralisação, em decorrência da pandemia do novo coronavírus (covdi-19). O evento termina no domingo (25). A delegação brasileira conta com 18 judocas – 12 homens e seis mulheres – na capital húngara, onde estão cerca de 400 atletas de 69 países, incluindo o Brasil. As lutas tem transmissão gratuita, ao vivo, no portal da Federação Internacional de Judô (IJF, sigla em inglês). Confira no final do texto a programação das lutas deste fim de semana. .

O judoca publicou mensagem no Instagram, dedicando a conquista desta sext-feira (23) aos atletas italianos que não puderam participar do Grand Slam devido à pandemia. 

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

Essa medalha eu dedico as pessoas da Itália que por motivos de saúde não puderam competir mas também dedico a cada pessoa responsável pela missão Europa @timebrasil , @noticiascbj e @portugaljudo pois se não fosse a ajuda de vocês nesse tempo difícil de pandemia não teria conseguido treinar de forma que atingisse minha melhor forma para voltar a competir. Muito obrigado a todos que torcem e estão comigo nessa caminhada. . . . I dedicate this medal to people from Italy who for health reasons could not compete but I also dedicate to each person responsible for the Europe mission @timebrasil, @noticiascbj and @portugaljudo because if it weren’t for your help in this difficult time of the pandemic, I wouldn’t have been able to train in a way that would reach my best form to compete again. Thank you very much to everyone who cheers and is with me on this journey.??#CBJ #COB #MB #BolsaAtleta #ForUs ?? ?? ??

Uma publicação compartilhada por Willian Lima ? (@wlima_) em 23 de Out, 2020 às 11:38 PDT

Caminho até o bronze

Nesta sexta-feira (23), o brasileiro estreou com vitória após um ippon contra o israelense Yarin Menagede. Na rodada seguinte, Willian se classificou para as oitavas de final ao superar por waza-ari o atleta Azeri Nijat Shikhalizada, do Azerbaijão, um dos cabeças de chave da categoria até 66 kg. Nas oitavas, o brasileiro se destacou pela intensidade: venceu o  o mongol Narmandakh Bayanmunkh, e o peruano o Juan Postigos. Na penúltima luta, a disputa seguia equilibrada com o russo Abdula Abdulzhalilov até que o adversário encaixou um contra-golpe, venceu o brasileiro, garantindo a vaga na final. Willian ficou com um dos bronzes, o outro foi para o Orkhan Safarov, do Azerbaijão.

Lutas deste fim de semana

Sábado (24)

6h – Preliminares

10h – Bloco Final (medalhas)

Lutam: Ketleyn Quadros (63kg), Maria Portela (70kg), Eduardo Katsuhiro (73kg), João Pedro Macedo (81kg) e Guilherme Schimidt (81kg). 

Domigo (25)

6h – Preliminares

10h – Bloco Final (medalhas)

Lutam: Maria Suelen Altheman (+78kg), Beatriz Souza (+78kg), Rafael Macedo (90kg), Marcelo Gomes (90kg), Rafael Buzacarini (100kg), Leonardo Gonçalves (100kg), Rafael Silva “Baby” (+100kg) e David Moura (+100kg).

Edição: Cláudia Soares Rodrigues

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Série D: jogadores do São Caetano ameaçam não entrar em campo

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Os jogadores do São Caetano divulgaram uma nota nesta sexta-feira (23) na qual afirmam que decidiram não entrar em campo no próximo sábado para enfrentar o Pelotas no estádio Anacleto Campanella pela Série D do Campeonato Brasileiro.

Segundo a nota, a medida foi tomada em razão de atrasos de salários de atletas, membros da comissão técnica e outros funcionários.

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

Uma publicação compartilhada por Douglas Pires (@goleirodouglas) em 23 de Out, 2020 às 9:14 PDT

Esta não é a primeira vez que os jogadores do Azulão ameaçam não entrar em campo pela atual edição da Série D. Antes do jogo da última quarta (21) contra o Joinville, já houve uma ameaça de paralisação, que foi contornada com a promessa da diretoria de que honraria os compromissos financeiros até esta sexta.

Até o momento a direção do São Caetano não se pronunciou sobre a nota dos jogadores.

O Azulão está no grupo 8 da Série D do Brasileiro, com 5 pontos após 7 partidas disputadas (1 vitória, 2 empates e 4 derrotas).

Leia a íntegra da nota

Após reunião realizada na manhã desta sexta-feira entre nós (jogadores), membros da comissão técnica e funcionários, decidimos que não vamos entrar em campo neste fim de semana.

Deixando assim de enfrentar o Pelotas em confronto que aconteceria neste sábado (24), às 18h, no Anacleto Campanella, pela nona rodada da primeira fase da Série D do Campeonato Brasileiro.

Essa difícil decisão, porém necessária, foi tomada devido ao não recebimento dos honorários dos últimos meses, direito fundamental de todo trabalhador.

Por conta dessa situação (atraso de salários) que se arrasta pelos últimos meses no clube, definimos por não disputar a próxima partida, para que atitudes sejam tomadas e desta forma corrigir o rumo deste time que tanto respeitamos.

Veja a classificação atualizada da Série D do Brasileiro.

Edição: Fábio Lisboa

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