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Caravana do Circuito Aprosoja visita entidades atendidas pelo Agrosolidário na Região Oeste

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Caravana do Circuito Aprosoja visita entidades atendidas pelo Agrosolidário na Região Oeste

Encontros foram marcados por muitos agradecimentos


13/05/2019

Em trabalho pela Região Oeste para realização do 14º Circuito Aprosoja, equipe da Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja-MT) visitou duas entidades acompanhadas e assistidas pelo Projeto Agrosolidário, a Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae), em Campo Novo do Parecis e Associação Nosso Lar – Casa do Idoso, em Tangará da Serra. Encontros foram marcados por muitos agradecimentos.

Mensalmente as duas associações recebem a bebida de soja para ser inseridas na alimentação das crianças, jovens, adultos e idosos acolhidos na Apae e Nosso Lar. Presidente Antonio Galvan, participou dos encontros e enfatizou a importância do Projeto Agrosolidário que atende atualmente 72 instituições em todo Estado.

“É um prazer realizarmos essas visitas e ver o nosso programa Agrosolidário sendo valorizado pelas crianças excepcionais, os idosos amparados pelo lar, já com idade bastante avançada. É bastante gratificante saber que contribuímos com os cuidados, com a bebida de soja, distribuída pela Aprosoja, que representa os produtores”, disse.

Disponíveis nos sabores chocolate, morango, banana e laranja, a bebida é sucesso entre os cerca de 100 alunos que frequentam a Apae de Campo Novo do Parecis. Anderson Araújo, estudante desde 2010 disse que aprova a bebida e garantiu que os colegas também adoram. “É uma bebida gostosa, muito boa. Tem várias vitaminas, ajudam nós. Muito boa essa parceria. A bebida é muito deliciosa, eu adoro e os colegas também gostam muito”, disparou o presidente.

Diretora da Apae, Edina Baú, lembrou que a maior parte dos alunos atendidos pela Associação possuem restrições alimentares e que a bebida de soja foi inserida na dieta deles, pois não há restrição nutricional. “Nós oferecemos a bebida, que vem complementar a parte nutricional. Muitos tem restrição alimentares e ela é uma bebida que não sofrem restrição na orientação medica”, enfatizou.

“Agradeço a Aprosoja pela colaboração e ajuda a entidade com a doação da bebida, que complementa a merenda dos nossos alunos. É muito importante pra nós. Vivemos totalmente de doações e a Aprosoja agrega mensalmente conosco”, agradeceu a presidente da Apae, Lucélia Toninho.

Aproximadamente 32 idosos moram na Associação Nosso Lar – Casa do Idoso, em Tangará da Serra. Responsável pela alimentação e cuidados dos moradores, a enfermeira Iasmin Marques explicou que a contribuição da Aprosoja com a bebida é importante nos quesitos financeiros, de saúde e administrativo. Por lá eles fazem suco, picolé, sorvete e bolo com o produto.

“O reflexo de sede é diminuído, paladar é prejudicado, desses senhores e com o produto aumenta a quantidade de ingestão de liquido e está sendo muito bom. São coisas saudáveis que podemos dar sem medo, todos tem diabetes, problema renal ou hipertensão. Para realidade do lar está sendo fundamental essa contribuição”, avaliou a enfermeira.

Participaram das visitas o vice-presidente Oeste, Diogo Rutilli, diretor-executivo da Aprosoja, Wellington Andrade, delegados Magda Ortonan, Marcio Nicolli e Antônio Cesar Brolio, que também é presidente do Sindicato Rural de Campo Novo do Parecis.

 

Fonte: Ascom Aprosoja


Assessoria de Comunicação

Contatos: Telefone: 65 3644-4215

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Pátria no Campo conta com participação maciça de produtores em MT

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Pátria no Campo conta com participação maciça de produtores em MT

Projeto Pátria no Campo já distribuiu quase 2 mil bandeiras do Brasil aos produtores

29/05/2020

Para marcar o símbolo brasileiro no meio rural, Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja-MT), por meio do projeto Pátria no Campo já distribuiu quase 2 mil bandeiras do Brasil, hasteadas em todo Estado. Neste 30 de maio é celebrado o Dia das Bandeiras e a entidade lembra da importância da campanha, que busca resgatar o patriotismo no agro.

Por meio da iniciativa, os produtores rurais associados à entidade recebem uma bandeira do Brasil para ser hasteada na sede das fazendas. Iniciado há pouco mais de um ano, o projeto Pátria no Campo já possibilitou a compra de duas mil bandeiras e distribuição de mais de1.500 nos 25 núcleos da entidade espalhados por todo Estado. “Me recordo de quando implementamos o projeto, teve uma adesão muito grande porque foi paralelo a candidatura do atual do presidente, Jair Bolsonaro, que também estimula o patriotismo”, contou o vice-presidente da Aprosoja, Fernando Cadore.

Delegado coordenador e produtor rural do Núcleo de Diamantino, Mateus França também fixou o símbolo nacional na propriedade e parabenizou a iniciativa. Para ele, a Aprosoja acertou com a campanha que resgata o patriotismo do brasileiro começando pelo homem do campo. “Um patriotismo que perdemos ao longo do tempo. Quando criança tínhamos imensa alegria e honra em cantar o Hino em nossas escolas hasteando a bandeira. Hoje os jovens mal sabem cantar o Hino Nacional. Precisamos de pessoas de bem que acreditem no país que estejam dispostas a fazer dele um lugar melhor para se viver. Fazer dele a potência que merece ser. Devemos ser a mudança que nós queremos para nosso país”, reforçou. 

O produtor Silvino Bortolini, de Jaciara, diz que é muito importante participar do projeto. “Essa campanha da Aprosoja-MT mexeu comigo. Essa atitude de hastear a bandeira na fazenda e nas casas me foi despertada há mais de 15 anos também em uma viagem aos Estados Unidos e vi que lá eles colocam a bandeira em todos os lugares, quando voltei já instalei a bandeira na minha propriedade e troquei por uma nova com esse projeto da Aprosoja”, lembrou.

Produtor rural e presidente do Sindicato Rural de Alto Garças, José Milton Breintenbach, também aderiu ao projeto e disse que é uma honra participar da iniciativa. “Eu, como representante do agro no município de Alto Garças, tenho a honra de parabenizar a Aprosoja-MT, no momento representada pelo senhor presidente Antonio Galvan, pela iniciativa da retribuição com a doação das bandeiras do Brasil ao produtor rural. Hoje temos a honra de ter uma bandeira hasteada em nossa propriedade, como um grande patriota que cada um representa no Brasil. O agro é a economia que não para. Produz, preserva o meio ambiente, alimenta a população e enriquece a economia do mundo”, enalteceu Breintenbach.

As bandeiras hasteadas estão distribuídas em várias propriedades rurais localizadas nos municípios de Sinop, Sorriso, Ipiranga do Norte, Sapezal, Campo Verde, Nova Xavantina, Alto Taquari, entre outros. E a ação continua com a distribuição de mais bandeiras.

Conforme a gerência administrativa da Aprosoja, Gisele Lima Bendô, responsável pelo projeto, produtores que desejarem participar do Pátria no Campo, devem procurar os delegados coordenadores dos núcleos ou os supervisores de projeto da Associação. Também podem solicitar a bandeira por meio do Canal do Produtor, no telefone (65) 3027-8100.

“Esse projeto surgiu através de uma ideia que tivemos numa viagem aos Estados Unidos. Lá observamos como se comporta o produtor rural em relação ao patriotismo. É um projeto de sucesso, muito bem aceito pelos nossos associados. Mais uma vez reforço aos produtores que ainda não aderiram, que nos procurem para adquirir sua bandeira e nos ajudar a fomentar este projeto”, finalizou Cadore.

 

Bandeiras – Bandeiras são tradicionalmente definidas como o símbolo visual representativo de um país, Estado, município, organização ou qualquer entidade constituída.

 

Fonte:

Assessoria de Comunicação

Contatos: Telefone: 65 3644-4215 Email: [email protected]

Fonte: APROSOJA

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Sindicatos Rurais manifestam-se favoráveis a pesquisa e apoiam Aprosoja

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Sindicatos Rurais manifestam-se favoráveis a pesquisa e apoiam Aprosoja

Veja carta completa

Foto: Reprodução

25/05/2020

 

A Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja) recebeu, por meio de carta aberta, o apoio de 33 sindicatos rurais, favoráveis à pesquisa científica conduzida pela Fundação Rio Verde e Instituto Agris, com a finalidade de comparar o melhor período para produção de semente para uso próprio, se em dezembro ou fevereiro.

Ao todo, 33 Sindicatos assinaram a carta aberta, dentre eles, os localizados em grandes municípios produtores, como Sinop, Sorriso, Nova Mutum, Lucas do Rio Verde, Sapezal e Primavera do Leste. Somadas, a área plantada e a produção dos municípios onde os sindicatos estão sediados representam, respectivamente, 5,7 milhões de hectares e 20,4 milhões de toneladas de soja, conforme dados elaborados pelo Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea).

“Trata-se de MEDIDA EXTREMAMENTE NECESSÁRIA, já que não há uma só pesquisa que possa atestar o que se dispõe nos “considerandos” da IN 002/2015, como também não há a menor coerência na afirmação de que plantios de campos de sementes no mês de fevereiro possam contribuir na proliferação do fungo da Ferrugem Asiática ou na diminuição da eficácia dos fungicidas comerciais”, diz trecho da carta.

Em matéria veiculada na imprensa no último dia 20, o Sindicato Rural de Tangará da Serra se posicionou contrário aos plantios experimentais de fevereiro, alegando que a Aprosoja não seria capaz de arcar com os danos ambientais estimados pelo Ministério Público do estado (MPMT) em R$ 3 bilhões. Referido município, onde se localiza este Sindicato, representa, respectivamente, 129 mil hectares e 454 mil toneladas de soja.

“Toda produção de soja no Estado de Mato Grosso é importante, assim como a do município de Tangará da Serra, e toda opinião é válida, mas o fato é que a maioria dos produtores de Mato Grosso apoiam a pesquisa do plantio experimental em fevereiro para produção de semente para uso próprio. Divergências são salutares, mas a decisão e opinião da maioria devem ser respeitadas. A vontade do produtor de soja pelo experimento para se constatar o melhor período, foi manifestada por maioria em Assembleia Geral de Associados da Entidade, bem como em pesquisa de mercado encomendada por nós. Assim funciona o estado democrático”, destaca o presidente da Aprosoja, Antonio Galvan.

Em relação aos possíveis danos ambientais estimados em R$ 3 bilhões pelo MPMT, vale destacar que esse montante foi fundamentado em estudo da Embrapa que afirmou que esses plantios de fevereiro podem acarretar uma perda de 10% da produção de soja em Mato Grosso. “Todavia, como o próprio Ministério Público destacou ao afirmar o número em sede de processo judicial, esse estudo da Embrapa sequer foi divulgado e publicado, e apesar do mesmo ter sido solicitado pela Aprosoja à esta empresa pública, ainda não foi fornecido”, ressalta a Aprosoja.

“Como os plantios de fevereiro podem causar danos ambientais se o uso de defensivos químicos neste período é 50% menor do que em dezembro?”, questiona a Aprosoja.

 

Desde a implementação da calendarização do plantio da soja no ano de 2015, e antes mesmo, nos debates sobre o assunto, a Aprosoja sempre se posicionou contrária à data limite para plantio em 31 de dezembro. Tanto que em 2017 solicitou à Embrapa Agrossilvipastoril de Sinop-MT a realização de um protocolo de soja de cultivo excepcional na primeira quinzena de fevereiro daquele ano, o qual foi negado por esta empresa pública.

“Não é de hoje que o Sindicato Rural de Tangará da Serra se posiciona contra algumas estratégias institucionais da Aprosoja. Isso vem acontecendo desde o final de 2015, quando o atual presidente deste Sindicato foi derrotado nas eleições para presidente da Entidade”, finaliza a Associação.

Leia na íntegra a carta aberta dos Sindicatos Rurais clicando aqui

 

Fonte: Ascom Aprosoja

Assessoria de Comunicação

Contatos: Telefone: 65 3644-4215 Email: [email protected]

Fonte: APROSOJA

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Aprosoja agradece justiça por garantir continuidade de pesquisa científica

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Aprosoja agradece justiça por garantir continuidade de pesquisa científica

A decisão foi proferida pelo desembargador Mario Roberto Kono

TJMT

22/05/2020

A Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja) informou que a continuidade e finalização da pesquisa científica, para garantir mais qualidade, melhor fitossanidade e mais sustentabilidade ambiental na semente de soja plantada em fevereiro (comparado ao plantio de dezembro), para uso próprio, está garantida. A decisão foi proferida pelo desembargador Mario Roberto Kono, em resposta a recurso impetrado pela entidade contra a decisão que havia mandado destruir os campos experimentais.

 

“Essa pesquisa científica é extremamente importante para os produtores de soja. Temos aval de mais de 80% dos nossos associados para sua realização e queremos provar, cientificamente, o melhor período para produzir semente para uso próprio, com mais qualidade e sustentabilidade. Tudo, respeitando o período do vazio sanitário, que para nós, é sagrado. A destruição desses campos experimentais seria um enorme prejuízo à ciência”, afirmou o presidente da Associação, Antonio Galvan.

 

Na decisão do dia 23 de abril, o desembargador Mario Roberto Kono de Oliveira destacou que “o plantio experimental foi autorizado pelo Instituto de Defesa Agropecuária do Estado de Mato Grosso (Indea) através do Acordo Parcial, por meio do Procedimento de Mediação nº 000294/2019, firmado junto a Câmara AMIS pelos representantes da APROSOJA, do Indea, da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema), e do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa)”, prosseguindo, ainda, que “o Mapa, por meio da Informação n.º 18/CGPP/DSVIA/SDA/MAPA, manifestou concordância com o cultivo extemporâneo de soja para efeitos de pesquisa científica”.

 

Aprosoja conta que após diversas tratativas com o Governo do Estado, assim como a boa vontade em mediar uma solução por meio do diálogo, não restou outra alternativa à Aprosoja, senão se defender das Ações Civis Públicas movidas pelo Ministério Público estadual para fazer valer a boa-fé dos produtores que acreditaram na chancela oficial do Indea. “Agradecemos ao Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), em especial ao desembargador Mario Kono, que compreendeu a necessidade de darmos continuidade ao experimento. Tão logo os resultados sejam encaminhados pelos pesquisadores, fazemos questão de realizar uma apresentação ao Tribunal”, finalizou Galvan.

 

Plantio de fevereiro – A pesquisa científica é realizada pela Fundação Rio Verde e Instituto Agris, sob coordenação do professor Ph. D. em fitopatologia, Erlei Melo Reis. Principal objetivo do experimento é provar, com dados científicos, que o plantio de fevereiro garante mais qualidade ao grão e mais sustentabilidade ambiental para produção de semente de soja para uso próprio.

 

 

Fonte:

Assessoria de Comunicação

Contatos: Telefone: 65 3644-4215 Email: [email protected]

Fonte: APROSOJA

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