conecte-se conosco


Política Nacional

Carlos Bolsonaro chama jornalistas de ‘canalhas’ ao justificar declarações

Publicado

Carlos Bolsonaro e Jair Bolsonaro arrow-options
Isac Nóbrega/PR – 7.9.19

Carlos Bolsonaro anda com o pai, Jair Bolsonaro, durante o desfile do 7 de setembro

O vereador Carlos Bolsonaro (PSC-RJ), filho do presidente Jair Bolsonaro (PSL) usou as redes sociais nesta terça-feira (10) para se defender da  polêmica criada por ele após postar em seu Twitter  que “a transformação que o Brasil quer não será rápida por vias democráticas”.

Em novo post no Twitter, Carlos Bolsonaro , vereador agora licenciado, xingou jornalistas que, segundo ele, distorceram o que ele escreveu.

Leia também: Mourão exalta democracia e Alcolumbre ‘despreza’ declarações de Carlos Bolsonaro

“O que falei: por vias democráticas as coisas não mudam rapidamente. É um fato. Uma justificativa aos que cobram mudanças urgentes. O que jornalistas espalham: Carlos Bolsonaro defende ditadura. CANALHAS!”.

Comentários Facebook
publicidade

Política Nacional

Rodrigo Maia admite que Bolsonaro “comete muitos erros”

Publicado


source
rodrigo maia
Câmara dos Deputados

Presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia

O deputado federal e presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ) disse na noite desta segunda-feira (31) que o presidente Jair Bolsonaro (sem partido ) cometeu muitos erros, mas que ao mesmo tempo, muitos brasileiros aprovam suas atitudes. O parlamentar deixou claro durante a edição do Roda Viva, da TV Cultura, que não se deixará ser pressionado para tomar a decisão sobre um possível impeachment do presidente.

“Não vejo motivação para processo de impeachment . Eu publicamente ja me manifestei sobre o presidente. Eu defendi o presidente michel temer com uma grande popularidade nas denúncias e acho que tomamos a decisão correta e para o brasil seria um caos. mInhas decisoes sao tomadas nem popularidade, nem impopularidade, mas naquilo que está escrito nas leis”, esclareceu Maia quando perguntado sobre a ausência de arquivamento do processo, já que na perspectiva dele, Bolsonaro “não teria cometido nenhum crime”.

Ao mesmo tempo, o presidente da Câmara dos Deputados reforça que não se arrependeu de ter votado a favor do impeachment da presidenta Dilma Rousseff . “Claro que não me arrependi do impeachment de Dilma. Mas no caso de Bolsonaro, não tenho elementos para tomar uma decisão agora sobre o assunto”.

Na visão de Maia, impeachment precisa ter cuidado e não pode ser usado como instrumento político.



Comentários Facebook
Continue lendo

Política Nacional

Lava Jato: Gleisi diz que decisão de Fachin é “descabida”

Publicado


source
Gleisi Hoffmann
Claudio Kbene

Presidente do PT, Gleisi Hoffmann

A presidente nacional do PT e deputada federal, Gleisi Hoffmann escreveu em seu Twitter na tarde desta segunda-feira (3) que ” revogar compartilhamento de dados da Lava Jato é descabido”. 

Gleisi criticou a decisão tomada nesta terça pelo ministro do Supremo Tribunal Federal, Edson Fachin, que nega o compartilhamento de dados da força-tarefa da Lava Jato com a Procuradoria-Geral da República.

“Qual o interesse em manter essa caixa-preta?”, defende a presidente do PT .

“Já está claro que a República de Curitiba atuava como polícia política, investigava 38 mil pessoas s/ critérios e tem 50 mil documentos em segredo, atuando com parcialidade”, afirma sobre momentos da Lava Jato como a condenação de Lula.

Veja a publicação de Gleise :

Comentários Facebook
Continue lendo

Política Nacional

Collor desviou recursos da Petrobras e da Caixa entre 2010 e 2016, diz PF

Publicado


source
Collor
Marcos Oliveira/Agência Senado

Senador Fernando Collor (Pros-AL)

Ex-presidente e senador desde 2007, Fernando Collor de Mello (PROS-AL) desviou recursos da Petrobras e da Caixa entre 2010 e 2016, de acordo com um relatório da Polícia Federal (PF) divulgado nesta segunda-feira (3) pelo jornal Folha de S. Paulo .

A Polícia Federal suspeita que Collor tenha cometido crimes de lavagem de dinheiro e de peculato – desvio de recursos por agente público. Na época, Collor era filiado ao PTB, então partido de apoio aos governos petistas.

A PF investiga contratos de R$ 2,55 milhões entre as estatais e o  Instituto Arnon de Mello de Liberdade Econômica com inexigilbilidade de licitação – contratação que ocorre sem processo de licitação, devido à inviabilidade ou desnecessidade. 

Os contratos se referem ao desenvolvimento de projetos culturais entre 2010 a 2016. Do dinheiro, R$ 2,3 milhões teria vindo da Petrobras , entre 2010 e 2015, e R$ 250 mil da Caixa , em 2013.

O instituto, que seria uma entidade sem fins lucrativos, leva o nome do pai de Collor e faz parte da Organização Arnon de Mello – que também integra um grupo de comunicação que tem Collor como seu sócio.

O relatório da PF aponta que o dinheiro foi levado para empresas privadas do senador, como o jornal e a TV Gazeta de Alagoas, e para pessoas físicas próximas dele, como um de seus ex-assessores.

O documento mostra que o recurso era “a mando e no interesse” do senador. Depois do valor ser recebido, havia movimentações bancárias sucessivas e fracionadas, em que este era transferido para empresas de Collor e ao ex-assessor. Dessa forma, “desvinculados do objeto dos contratos culturais de patrocínio”.

Collor e o instituto negam. Eles afirmam que os valores eram transferidos para reembolsar as empresas do senador por gastos com os projetos culturas.

“Como se sabe, no poder público só se paga ao fornecedor do bem ou do serviço quando se executa [o projeto]. Os projetos culturais foram desenvolvidos e executados com recursos das empresas do grupo. Posteriormente à entrega das obras culturais, o instituto foi indenizado. Portanto era por demais justo que as empresas fossem reembolsadas com os recursos oriundos dos patrocínios”, alega a defesa de Collor .

Comentários Facebook
Continue lendo

Nova Xavantina

Policial

Política MT

Mato Grosso

Mais Lidas da Semana