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CNA debate impactos do aumento dos preços dos fertilizantes para o produtor

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Brasília (24/05/2022) A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) participou, na terça (24), de audiência pública na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado para discutir os impactos econômicos da dependência brasileira da importação de fertilizantes e as possíveis soluções.

O debate foi sugerido pelo senador Jaques Wagner (PT-BA), diante do conflito entre a Rússia e a Ucrânia, que impactou a importação de fertilizantes. A Rússia é o principal fornecedor desses insumos para o Brasil. Segundo o Ministério da Economia, em março de 2022, o país importou cerca de 700 mil toneladas de fertilizantes russos.

Durante a audiência, a coordenadora do Núcleo de Inteligência de Mercado da CNA, Natália Fernandes, explicou que, com as diversas mudanças impostas pela pandemia, agravadas pelo conflito entre a Rússia e a Ucrânia, os preços dos fertilizantes vêm aumentando significativamente, acima das principais commodities agrícolas.

De janeiro de 2020 a março de 2022, os preços nominais dos principais fertilizantes tiveram alta de 288%. Já os preços da soja, milho e trigo aumentaram 110%. “O custo dos fertilizantes subiu muito mais do que o preço pago pelas commodities. Isso significa que as margens do produtor estão se retraindo. Portanto, estratégias de gestão e controle de custos de produção passam a ser cada vez mais indispensáveis”, disse.

A coordenadora apresentou alguns dados do Projeto Campo Futuro que revelam os impactos da alta expressiva dos fertilizantes nos custos de produção. No município de Rio Verde (GO), por exemplo, os custos do milho 2ª safra tiveram, em abril deste ano, uma alta de 49%, em relação ao mesmo período do ano passado.

“Essas altas têm afetado muito as margens do produtor rural, gerando desafios com relação às estratégias de aquisição de insumos para as próximas safras”, afirmou.

Para Natália Fernandes, os desafios para a ampliação da produção brasileira de fertilizantes são: o mapeamento geológico em todo o território nacional, a necessidade de prospecção de reservas minerais de potássio e rocha fosfática, e a melhor organização do mercado de gás natural, além de elevados investimentos.

“Hoje o mapeamento geológico atinge apenas 26% do território nacional. Isso precisa ser ampliado para que seja identificado onde há potencial de extração. Independentemente do desafio, o nosso principal objetivo é criar um ambiente de negócios para a indústria nacional se desenvolver com competitividade”, concluiu.

Também participaram do debate representantes dos ministérios da Agricultura (Mapa), da Economia (ME), das Relações Exteriores (MRE), da Associação Brasileira dos Produtores de Soja do Brasil (Aprosoja), da Associação Brasileira das Indústrias de Tecnologia em Nutrição Vegetal (Abisolo), da Petrobras, além de entidades do setor de óleo e gás natural, biocombustíveis, açúcar e álcool e adubos.

Assessoria de Comunicação CNA
Telefone: (61) 2109-4135/1421/1447

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Fonte: CNA Brasil

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SOJA/CEPEA: Preços encerram junho em alta

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Cepea, 04/07/2022 – Os preços internos da soja recuperaram ao longo da última semana de junho parte das perdas verificadas no período anterior e acabaram acumulando alta no mês. Segundo pesquisadores do Cepea, a sustentação veio das valorizações externas e dos maiores prêmios de exportação. No mercado internacional, o movimento de alta esteve associado à piora das condições das lavouras de soja dos Estados Unidos e a dados do USDA apontando redução da área com a oleaginosa naquele país em relação às estimativas iniciais (de março/22). Assim, no acumulado de junho, o Indicador ESALQ/BM&FBovespa – Paranaguá (PR) subiu 2,6%, encerrando a R$ 194,96/saca de 60 kg no dia 30. O Indicador CEPEA/ESALQ – Paraná avançou 2,31% no acumulado do mês, a R$ 189,82/saca de 60 kg no dia 30. Fonte: Cepea (www.cepea.esalq.usp.br)

Fonte: CEPEA

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MILHO/CEPEA: Colheita e queda externa pressionam valores do Brasil

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Cepea, 04/07/2022 – Os preços do milho seguiram em queda no Brasil no final de junho, pressionados pelo aumento na oferta, tendo em vista o avanço da colheita de segunda safra. Além disso, o movimento de queda no valor doméstico foi reforçado ao longo da semana passada por desvalorizações no mercado internacional. Diante desse cenário, compradores nacionais seguiram afastados do spot, na expectativa de adquirir lotes a valores menores nas próximas semanas. No acumulado de junho, o Indicador ESALQ/BM&FBovespa, referente à região de Campinas (SP), caiu 3,13%, fechando a R$ 83,55/saca de 60 kg no dia 30. Fonte: Cepea (www.cepea.esalq.usp.br)

Fonte: CEPEA

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OVOS/CEPEA: Preço sobe em junho e sustenta poder de compra frente ao milho

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Cepea, 04/07/2022 – As vendas de ovos se aqueceram no início de junho, e a oferta controlada permitiu que agentes elevassem os preços de comercialização no mês. Assim, segundo dados do Cepea, o ovo branco tipo extra negociado na região de Bastos (SP) teve preço médio de R$ 145,51/caixa com 30 dúzias em junho, pequeno aumento de 0,7% frente ao do mês anterior e 22,3% acima do de junho/21, em termos nominais. Já os valores do milho, um dos principais insumos da atividade, recuaram 2% de maio para junho. Esse contexto favoreceu o poder de compra do avicultor. Dados do Cepea mostram que, em junho, o produtor de ovos da região de Bastos (SP) pôde comprar 101,9 kg de milho com a venda de uma caixa de ovos, 2,7% a mais que a quantidade de maio, 31% maior que a de junho/21 e o maior volume em quase dois anos (desde julho de 2020). Fonte: Cepea (www.cepea.esalq.usp.br)

Fonte: CEPEA

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