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Com gestão profissional, produtor de ovinos melhora manejo e gerencial após chegada do Senar/MS

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Resultados passaram a surgir com aumento de abates e mais crias de cordeiros com menos animais.

Em um ano e meio recebendo atendimento da Assistência Técnica e Gerencial (ATeG) em Ovinocultura do Senar/MS, o produtor Wilson Vieira e a esposa Elza Vieira implementaram um acompanhamento profissional da propriedade em Tacuru. A produtividade aumentou e os resultados apareceram. Esse é o case de sucesso da série #TransformandoVidas desta semana.

Em comparação a época em que não recebiam a visita da técnica de campo do Senar, o número de cordeiros machos abatidos subiu de 12 para 30 por ano. Com menor número de matrizes, devido a seleção do rebanho, um novo sistema de produção e implantação de manejos adequados nutricionais e sanitário, foi alcançado um índice de mortalidade de 2,43% que repercutiu no aumento de 42% de cordeiros prontos para abate e de reposição de matrizes.

“Passamos a trabalhar em cima da regra que o Senar nos orientou. Temos poucas cabeças, mas são animais de qualidade. Hoje a gente trabalha com manejo mais adequado, a produção está excelente, a gente conhece o animal, se está saudável, se está doente. Isso tudo ajudou bastante”, relata Wilson.

“Estamos muito felizes com a produção que temos agora. Eu indico o Senar, com certeza. É muito difícil trabalhar com objetivo e sem conhecimento. Você pedala e o resultado é o mínimo. Agora sentimos que a renda foi bem mais gratificante”, completa a esposa Elza.

Além do manejo, a ATeG implementou um gerenciamento profissional na propriedade. O custo de produção deve reduzir com a produção de silagem neste ano, por exemplo, e o controle em planilhas foi iniciado.

“A gente não tinha uma visão adequada quanto ao tratamento, ao vermífugo que ia ser aplicado, sobre nada. Agora a criação de ovinos, melhorou 100%. Na carne, por exemplo, antes o peso era pouco. Agora com esse manejo aumentou o peso dos ovinos, a carne é excelente.”, conclui o casal de produtores.

Transformando Vidas – Toda sexta-feira, o Sistema Famasul divulga uma reportagem sobre a atuação do Senar/MS e as suas transformações no campo. Confira outras histórias de sucesso no canal no YouTube, e conteúdos sobre Ovinocultura em ‘Mercado Agropecuário’ e ‘Educação no Campo’.

Assessoria de Comunicação do Sistema Famasul – Leandro Abreu

Fonte: CNA Brasil

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Presidente da Aprosoja-MT se reúne com ministros da Agricultura e do Meio Ambiente

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Presidente da Aprosoja-MT se reúne com ministros da Agricultura e do Meio Ambiente

Fernando Cadore participou de agendas nesta segunda e terça-feira (23 e 24) para tratar de temas como plano safra, aumento no custo da produção e comércio de carbono

24/05/2022

O presidente da Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja-MT), Fernando Cadore, cumpriu duas agendas importantes nesta segunda e terça-feira (23 e 24.05), em Brasília, com os ministros da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), Marcos Montes, e Meio Ambiente (MMA), Joaquim Leite.

“Apresentei aos ministros questões internas e externas que impactam no custo de produção e que vem refletindo em um reajuste generalizado em toda a cadeia produtiva. É importante entender que a conta não é apenas do produtor rural e que quem acaba pagando é a população, na prateleira do supermercado”, destacou Cadore.

Entre os temas na pauta com o MAPA estiveram o plano safra 2022/2023, o alto custo dos insumos agrícolas e, principalmente, os desafios da produção de grãos em Mato Grosso, que carece de estrutura da “porteira para fora” para se manter competitivo, o que inclui logística adequada para escoamento da produção. Além disso, ele citou o impacto na quebra da safra de milho, com uma perda estimada em 4 milhões de toneladas por conta da estiagem prolongada.

Já na reunião-almoço de hoje com a Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), Cadore apresentou ao ministro Joaquim Leite o trabalho pioneiro realizado pela Aprosoja-MT sobre sequestro de carbono na agricultura, já solicitando mecanismos de comercialização do produto em benefícios dos produtores mato-grossenses.

“Também sugerimos ao presidente da FPA, o deputado federal Sérgio Souza, que a Frente represente as multinacionais de fertilizantes na Organização Mundial do Comércio (OMC) por formação de cartel pelas altas sem precedentes deste insumo, caso contrário, poderá ocorrer um desabastecimento mundial de alimentos”, disse o presidente da Aprosoja-MT.

Fonte: Rose Domingues

Assessoria de Comunicação

Contatos: Telefone: 65 3644-4215 Email: [email protected]

Fonte: APROSOJA

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Comissão Técnica de Aquicultura da FAEP debate desafios da cadeia do peixe no Paraná

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A Comissão Técnica de Aquicultura do Sistema FAEP/SENAR-PR debateu em reunião virtual, nesta terça-feira (24), os desafios que precisam ser superados para manter a cadeia de peixes em crescimento no Estado. Atualmente, o Paraná é o maior produtor de tilápia do Brasil, tendo gerado R$ 1 bilhão em Valor Bruto de Produção (VBP) Agropecuária. A taxa de crescimento anual projetada para os próximos três anos é de 20% ano, ou seja, em 2025, o VBP deve chegar próximo dos R$ 2 bilhões, segundo dados do Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seab).

Essa taxa de crescimento, no entanto, está ameaçada, como enfatizou o presidente da CT, Edmilson Zabot. “Por mais que seja uma cadeia antiga no Oeste, dentro do agronegócio em geral a produção de peixes tem uma expansão relativamente nova, que está buscando o seu lugar. É uma atividade que vem crescendo muito e os problemas estão aparecendo de todos os lados, de ordens econômica, sanitária e de infraestrutura. Agora mesmo, temos uma grande preocupação com o custo da energia elétrica, que está levando produtores a pensarem até em abandonar a atividade”, alertou.

Além da rodada de conjuntura, na qual os participantes expuseram a situação da piscicultura em seus respectivos municípios, técnicos do Sistema FAEP/SENAR-PR atualizaram as questões envolvendo benefícios na tarifa de energia elétrica. Os produtores rurais relataram que há inúmeros empreendimentos com dificuldades em manter as contas em dia. Há casos até mesmo de pecuaristas que precisam renegociar os boletos.

Outro ponto que teve atualizações por parte de técnicos do Sistema FAEP/SENAR-PR foi a questão dos licenciamentos ambientais e outorga da água. Alguns produtores estão com dificuldades para obter esses documentos, o que interfere na obtenção de financiamentos e/ou subsídios. O andamento de mobilizações junto a autoridades parlamentares estaduais e federais foi apresentado, com espaço para os líderes rurais tirarem dúvidas e apontar novas demandas de atuação.

Fonte: CNA Brasil

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CNA debate impactos do aumento dos preços dos fertilizantes para o produtor

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Brasília (24/05/2022) A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) participou, na terça (24), de audiência pública na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado para discutir os impactos econômicos da dependência brasileira da importação de fertilizantes e as possíveis soluções.

O debate foi sugerido pelo senador Jaques Wagner (PT-BA), diante do conflito entre a Rússia e a Ucrânia, que impactou a importação de fertilizantes. A Rússia é o principal fornecedor desses insumos para o Brasil. Segundo o Ministério da Economia, em março de 2022, o país importou cerca de 700 mil toneladas de fertilizantes russos.

Durante a audiência, a coordenadora do Núcleo de Inteligência de Mercado da CNA, Natália Fernandes, explicou que, com as diversas mudanças impostas pela pandemia, agravadas pelo conflito entre a Rússia e a Ucrânia, os preços dos fertilizantes vêm aumentando significativamente, acima das principais commodities agrícolas.

De janeiro de 2020 a março de 2022, os preços nominais dos principais fertilizantes tiveram alta de 288%. Já os preços da soja, milho e trigo aumentaram 110%. “O custo dos fertilizantes subiu muito mais do que o preço pago pelas commodities. Isso significa que as margens do produtor estão se retraindo. Portanto, estratégias de gestão e controle de custos de produção passam a ser cada vez mais indispensáveis”, disse.

A coordenadora apresentou alguns dados do Projeto Campo Futuro que revelam os impactos da alta expressiva dos fertilizantes nos custos de produção. No município de Rio Verde (GO), por exemplo, os custos do milho 2ª safra tiveram, em abril deste ano, uma alta de 49%, em relação ao mesmo período do ano passado.

“Essas altas têm afetado muito as margens do produtor rural, gerando desafios com relação às estratégias de aquisição de insumos para as próximas safras”, afirmou.

Para Natália Fernandes, os desafios para a ampliação da produção brasileira de fertilizantes são: o mapeamento geológico em todo o território nacional, a necessidade de prospecção de reservas minerais de potássio e rocha fosfática, e a melhor organização do mercado de gás natural, além de elevados investimentos.

“Hoje o mapeamento geológico atinge apenas 26% do território nacional. Isso precisa ser ampliado para que seja identificado onde há potencial de extração. Independentemente do desafio, o nosso principal objetivo é criar um ambiente de negócios para a indústria nacional se desenvolver com competitividade”, concluiu.

Também participaram do debate representantes dos ministérios da Agricultura (Mapa), da Economia (ME), das Relações Exteriores (MRE), da Associação Brasileira dos Produtores de Soja do Brasil (Aprosoja), da Associação Brasileira das Indústrias de Tecnologia em Nutrição Vegetal (Abisolo), da Petrobras, além de entidades do setor de óleo e gás natural, biocombustíveis, açúcar e álcool e adubos.

Assessoria de Comunicação CNA
Telefone: (61) 2109-4135/1421/1447

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Fonte: CNA Brasil

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