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Com mais de 600 atendimentos, Qualivida segue com posto de apoio aos servidores e familiares com suspeita de Covid

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Foto: FABLICIO RODRIGUES / ALMT

Em funcionamento desde o dia 01 julho deste ano, o posto de atendimento da Supervisão de Qualidade de Vida da Assembleia (Qualivida), que oferece os primeiros cuidados aos servidores e familiares com sintomas respiratórios e suspeita de covid-19, já realizou mais de 600 exames para diagnóstico e tratamento.

 “O trabalho envolve toda equipe da unidade, que realiza as consultas presenciais dos casos suspeitos, mas também oferece teleatendimentos para aqueles que não podem se expor por compor o grupo de risco. Todo fluxo segue um prévio agendamento e uma organização para poder oferecer o melhor suporte”, destaca a gerente de saúde do Qualivida, Ivana Mattos Mello.

O atendimento é para servidores e familiares, ativos e inativos, além de pensionistas, que apresentam sintomas da doença. A consulta presencial acontece de segunda a sexta-feira, das 8h às 11h e das 13h30min às 15 horas. Já as teleconsultas acontecem de terça a quinta-feira, na parte da tarde, e são voltadas àqueles que compõem o grupo de risco ou para os que já estão em tratamento, mas sem resposta satisfatória ao protocolo indicado inicialmente, para avaliação e possível mudança na medicação.

Além das consultas, hoje a unidade atende 32 servidores sob acompanhamento da equipe de fisioterapia e oito com profissionais de psicologia. Todos em recuperação da doença.

A gerente afirma que o impacto dessa iniciativa contribuiu significativamente para evitar o alastramento e a complicação decorrentes das contaminações entre os profissionais do Legislativo estadual. Segundo Ivana, muitos diagnósticos foram precoces e com isso foi possível acompanhar a evolução de cada caso e administrar as medicações já nos primeiros sintomas, diminuindo significativamente o risco de mais complicações.

Ela ressalta que a unidade conta com a atuação dos profissionais para dar o melhor suporte aos servidores e familiares. “A Casa de Leis, desde o início, não mediu esforços para criar uma estrutura de acolhimento, com todos os profissionais da área de saúde devidamente equipados com material de segurança, além de disponibilizar exames para diagnóstico, insumos, medicamentos e acompanhamento multidisciplinar para garantir as melhores condições para cuidar da saúde e o bem-estar de todos”, defendeu Ivana.

“Nesta hora, de tantas incertezas, poder oferecer um espaço seguro e com condições acessíveis de atendimento médico e acompanhamento faz toda diferença no enfrentamento da doença” afirma a gerente, com satisfação. “O mais importante é o servidor ficar atento ao surgimento dos primeiros sintomas e buscar ajuda no posto de atendimento do Qualivida”, reforça.

Para ter acesso à consulta e acompanhamento, o servidor deve fazer o agendamento pelo telefone (65) 3313-6433 – Qualivida.

 

Fonte: ALMT

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Postos de gasolina poderão ser obrigados a demonstrar emissão de gases de efeito estufa por litro de combustível

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Foto: FABLICIO RODRIGUES / ALMT

O deputado estadual, Paulo Araújo (Progressistas) apresentou na sessão plenária da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) na última quarta-feira (16) projeto de lei n° 802/20, que obrigam os postos de combustíveis a manter em local visível ao consumidor, placa informativa de quantidade de emissão de gases de efeito estufa por litro para cada tipo de combustível.

Para justificar o projeto de lei, o progressistas destacou uma pesquisa realizada pela União da Indústria de Cana-de-Açúcar (Única), mostrando que o uso do etanol nos automóveis no Brasil, nos últimos 17 anos, evitou a emissão de uma quantidade de dióxido de carbono equivalente ao peso de 100 milhões de elefantes.

“Uma pesquisa da Única, revela que com o uso do etanol, no total, deixaram de ser emitidos cerca de 515 milhões de toneladas de gases de efeito estufa, desde o lançamento dos carros flex no Brasil no inicio do ano 2000. Esse biocombustível, produzido a partir da cana-de-açúcar, é capaz de reduzir as emissões em até 90% quando comparado com a gasolina. Então penso que com essa placa informativa nos postos fica o consumidor ciente da emissão de poluentes na atmosfera de acordo com o combustível que escolher”, disse Araújo.

O parlamentar ressaltou ainda que a medida visa estimular o consumo de etanol, um biocombustível renovável e com menor incidência de prejuízos ao meio ambiente. “Os consumidores de etanol só têm a ganhar, assim como a nossa atmosfera. Temos que pensar no que é melhor para nossas vidas e fazer a escolha certa na hora de abastecer nossos veículos” concluiu Paulo Araújo.

Fonte: ALMT

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Meio ambiente e o pacto geracional

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Foto: Marcos Lopes

É constitucionalmente garantido a todos, o direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado, além de também ser imposto ao Poder Público e à coletividade justamente o dever de defender e preservar para o pacto geracional das presentes e futuras gerações. O meio ambiente é um bem de uso comum do povo e “essencial à sadia qualidade de vida”. Os incisos e parágrafos do artigo 225 da Carta Magna de 1988 trás quem compõe o meio ambiente, que seria o meio ambiente natural, o artificial, do trabalho, o patrimônio genético e o patrimônio cultural.

Em poucas linhas, o meio ambiente artificial é a base do direito à cidade, a necessidade de plano diretor, com acesso à rede de tratamento de água e esgoto, obrigatoriedade de aterro sanitário, moradia, lazer, entre outros. O meio ambiente do trabalho é parte da garantia de condições dignas de exercício de profissão, obrigatoriedade de uso de equipamento de proteção individual, ergometrias, e mais. A defesa do patrimônio genético é proteção desde fungos e bactérias até a vida humana sem alterações de suas funções. O patrimônio cultural é o direito de sabermos de onde viemos e como nossos antepassados viveram aqui, como se comportavam, por exemplo.

O que mais chama atenção nos dias de hoje é o meio ambiente natural, é a proteção da fauna e da flora em linhas gerais. Para Celso Antônio Pacheco Fiorillo, o bem ambiental compõe o piso vital mínimo para vida humana, em outras palavras, “definição jurídica de bem ambiental está adstrita não só a tutela da vida da pessoa humana, mas principalmente à tutela da vida da pessoa humana com dignidade”.

Há para o direito ambiental nessa vertente mais ampla, princípios jurídicos que devem ser considerados na interpretação das normas, entre eles, o princípio do desenvolvimento sustentável. Inicialmente utilizado, na Conferência Mundial de Meio Ambiente, realizada, em 1972, em Estocolmo e repetida nas demais conferências sobre o meio ambiente, em especial na ECO-92, a qual empregou o termo em onze de seus vinte e sete princípios.

Na Conferência das Nações Unidas sobre o Desenvolvimento Sustentável realizada no Rio de Janeiro em junho de 2012 (a Rio+20), ao publicar seu documento final intitulado “O Futuro que queremos: Nossa Visão Comum, Renovação dos Compromissos Políticos, Economia Verde, Marco Institucional para o Desenvolvimento Sustentável, Marco para Ação e Implementação e Meios de Execução”, reafirmou todos os princípios da Declaração do Rio sobre o Meio Ambiente e Desenvolvimento.

Para Fiorillo, com esse princípio “permite-se o desenvolvimento, mas de forma sustentável, planejada, para que os recursos hoje existentes não se esgotem ou tornem-se inócuos. Dessa forma, o princípio do desenvolvimento sustentável tem por conteúdo a manutenção das bases vitais da produção e reprodução do homem e de suas atividades, garantindo igualmente uma relação satisfatória entre os homens e destes com o seu ambiente, para que as futuras gerações também tenham oportunidade de desfrutar os mesmos recursos que temos hoje à nossa disposição”. 

É importante registrar que tramita na Assembleia Legislativa de Mato Grosso o Projeto de Lei nº 732/2020 que “autoriza o Poder Executivo a realizar a concessão de serviço público precedida de execução de obra pública para a operação, construção e manutenção do Parque Estadual de Águas Quentes e dá outras providências”, ao qual pedi vistas e apresentei três emendas para melhor disciplinar o assunto.

Não há discordância desse pensamento e é bom ressaltar que a Constituição diz que “a Floresta Amazônica brasileira, a Mata Atlântica, a Serra do Mar, o Pantanal Mato-Grossense e a Zona Costeira são patrimônio nacional” por isso falar de proteção do meio ambiente, aqui em Mato Grosso, em especial do Pantanal é falar de um patrimônio mundial, inscrito desde 2000 na Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco).

O Complexo do Pantanal é conhecido como uma das maiores extensões alagadas contínuas; alimentado pela bacia do Alto Paraguai, como os rios Cuiabá, São Lourenço, Piquiri, Miranda, Aquidauana, Paraguai e Taquari; tem clima quente e úmido; uma planície com cerca de 230 mil quilômetros quadrados; com fauna composta por peixes, jacarés, capivaras, ariranhas, tuiuiús; além de uma flora como angico, ipê e aroeira.

Os noticiários trazem grandes preocupações sobre as queimadas no Pantanal, com mais de 2,3 milhões de hectares atingidos por queimadas, segundo o Centro Nacional de Prevenção e Combate aos Incêndios Florestais, sem cálculo de fauna e flora perdidos.

Um exemplo são as onças pintadas que Vinícius Lemos diz “estudos apontam que o Brasil detém cerca de 50% das onças-pintadas de todo o mundo — mais de 90% delas estão na América do Sul. No país, o maior felino das Américas está presente em diferentes biomas, como Amazônia (onde há mais quantidade da espécie), Pantanal, Cerrado, Caatinga e Mata Atlântica” e Lilian Rampim, bióloga, afirma “elas são totalmente carnívoras. Por isso, podem controlar a quantidade de presas no ambiente. Por exemplo, podem comer capivaras, veados e queixadas. Como as onças estão no topo da cadeia alimentar, elas não permitem que nenhum animal de nível inferior tenha uma explosão de reprodução”.

Segundo o site da rede de notícias BBC, seis fatores tornam os incêndios no Pantanal difíceis de serem controlados: período extremamente seco, no período chuvoso a área recebeu 40% menos volume de chuva (conforme a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária – Embrapa); fogo subterrâneo, ou fogo de turfa, quando alcança matérias orgânicas no subsolo; áreas de difícil acesso, com 95% da propriedade privada, e necessidade de utilizar barcos ou aeronaves nos trechos; ventos, que mudam de direção e velocidade; falta de consciência, que Julio Sampaio, da organização não governamental WWF afirma “o fogo que estamos vendo no Pantanal não é natural. Ele poderia ser Ele poderia ser evitado. Há medidas que poderiam ser tomadas para diminuir a severidade desses incêndios. O problema é que no Pantanal existe essa cultura do uso do fogo como ferramenta de trabalho entre fazendeiros (…)”; e a demora para agir e o pouco combate, “as autuações no bioma (como desmatamento e queimadas ilegais) caíram 48% neste ano, em comparativo ao mesmo período de 2019”.

Concluindo que a responsabilidade é da sociedade que tem o dever de proteção e defesa, e ainda o Poder Público, no seu papel de orientar, fiscalizar e punir, com o objetivo comum de garantir soberania, cidadania e a dignidade da pessoa humana.

 

*Valdir Barranco é deputado estadual 

Fonte: ALMT

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Parlamentares formam grupo de trabalho em defesa do Pantanal

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Foto: JLSIQUEIRA / ALMT

Um grupo de parlamentares do Senado, Câmara dos Deputados e Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALM) visitou neste sábado (19) áreas do pantanal mato-grossense atingidas por incêndios florestais. A comitiva, coordenada pela deputada federal Professora Rosa Neide (PT), se reuniu com entidades, bombeiros e gestores da região em busca de soluções para esta grave emergência ambiental.

“Mato Grosso passa por um grave estado de alerta, calamidade e destruição em decorrência dos sucessivos incêndios e queimadas. O governo federal é omisso e não mobiliza forças para auxiliar no combate ao fogo. Por isso, o meu mandato está à frente de algumas ações de combate”, explicou a deputada.

A comitiva de parlamentares observou a situação do bioma e ouviu as comunidades locais, Organizações não governamentais (ONG’s) e ambientalistas para colher subsídios que embasarão o relatório técnico da Comissão.

“Nosso objetivo é cobrar do governo Bolsonaro e do governador de Mato Grosso, Mauro Mendes (DEM) ações imediatas no combate ao fogo, mas também o aprimoramento da legislação ambiental referente ao Pantanal”, completou.

A situação na região é extremamente grave. O fogo já consumiu cerca de 2,3 milhões de hectares do Pantanal e as chamas continuam fora de controle. Segundo dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), Mato Grosso já registrou, este ano, em seus três biomas: Amazônia, Cerrado e Pantanal mais de 32 mil focos de calor – é o maior número em 10 anos – e 36% a mais que em 2019.

Compõem a comitiva, o presidente da Frente Parlamentar Ambientalista da Câmara dos Deputados, Rodrigo Agostinho (PSB); os deputados Nilto Tatto (PT-SP), Paulo Teixeira (PT-SP), Professor Israel Batista (PV-DF) e Dr. Leonardo (Solidariedade-MT). Além e senadores e dos deputados estaduais Eduardo Botelho (DEM), presidente da ALMT, e Valdir Barranco (PT), presidente da Comissão de Educação da ALMT.

“Sabemos que Mato Grosso demorou, e muito, a tomar medidas para a contenção do fogo. Agora, somadas todas as forças deste  grupo formado vamos buscar medidas de mitigação dos problemas e medidas preventivas para evitar novas queimadas como estas nos próximos anos”, disse Botelho.

“O governo estadual foi omisso e agora que estamos próximos à chegada das chuvas quer tomar medidas. Ora, o meio ambiente deve ser prioridade e não pode ser tratado com descaso. O Pantanal é uma grande riqueza do mundo, um bioma com fauna, flora, recursos hídricos e minerais de valor imensurável. Esperamos que com a pressão internacional e dos entes federados os governos estadual e federal, que adam de mãos dadas em outras frentes antissociais, acordem e não permitam que crimes como estes volte ocorrer. Queremos uma natureza viva e não animais mortos e vegetação queimada”, concluiu Valdir Barranco.

 

 

Fonte: ALMT

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