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Comissões apresentam ações do triênio 2018/2020 à diretoria e delegados coordenadores

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Fortalecimento Institucional

Comissões apresentam ações do triênio 2018/2020 à diretoria e delegados coordenadores

Gestores das comissões de Sustentabilidade, Defesa Agrícola e Política Agrícola e Logística explanaram sobre os avanços dos programas e projetos

Ascom

09/10/2020

A Diretoria Plena e Delegados Coordenadores da Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja) estiveram reunidos na Sede da instituição, nesta sexta-feira (09.10), para alinhamento estratégico e apresentação do balanço das ações dos quase três anos da atual gestão. Os gestores das comissões de Sustentabilidade, Defesa Agrícola e Política Agrícola e Logística explanaram sobre os avanços dos programas e projetos e o andamento das atividades das comissões.

A gerente de Defesa Agrícola, Jerusa Rech, destacou a atuação do projeto Semente Forte que realizou cerca 950 amostras de soja e 689 de milho nos últimos três anos. Jerusa também apresentou a atualização do aplicativo AproClima, com mais informações precisas de dados, que orienta o produtor quanto ao plantio e colheita dos grãos. Já a gerente de Sustentabilidade, Marlene Lima, explanou sobre o crescimento do programa Soja Plus. Nos últimos 3 anos teve aumento de 42%, perfazendo 1.657 atendimentos as fazendas. Segundo ela, o programa ofereceu 239 cursos, entre presenciais e Ensino a Distância (EAD), com 3.359 pessoas atendidas. Marlene apresentou também um balanço sobre Guardião das Águas, que já identificou mais de 13 mil nascentes em 28 municípios do Estado.

Consultor de Política Agrícola e Logística da Aprosoja, Thiago Bras Rocha, explicou que no início de 2018 recebeu uma missão de desenvolver atividades junto as grandes corporações e os resultados foram positivos. “Mostramos hoje os caminhos que estão sendo tomados e alcançados. Destaco a representatividade que conseguimos angariar nos últimos tempos com as comissões técnicas e no Senado. Aumentamos também o ‘trânsito’ junto ao Banco Central e Ministério da Economia, além de ganharmos grandes apoios a debates importantes para a instituição”.

Nathan Belusso, delegado coordenador do núcleo de Sorriso, afirmou que a atuação desse triênio é extremamente positiva. “Eles têm trabalhado com eficiência junto aos produtores rurais do interior. Destaco aqui o projeto Classificador Legal da Aprosoja, que veio para auxiliar o homem do campo nas negociações em relação aos descontos junto às Traidings”.

Representando o núcleo de Tangará da Serra, a delegada coordenadora Patrícia Pasa, disse que esse alinhamento é muito positivo.  “Durante esse período de quase três anos de gestão várias bandeiras foram trabalhadas, tanto de sustentabilidade, defesa, logística e política. Hoje tivemos explicações de como isso tudo foi construído e a evolução de cada projeto da Aprosoja. O trabalho que o Soja Plus vem fazendo em nossa região e as orientações em relação aos fertilizantes também são bem avaliados pelos produtores rurais”.

Presidente da Aprosoja, Antonio Galvan, explicou que todos os programas e projetos da instituição foram trabalhados de forma ininterrupta, mesmo com a pandemia, nenhuma área parou. “Colocamos em pauta tudo que é de interesse do produtor rural em especial essa calendarização do plantio da soja. Entregamos nas mãos da ministra da Agricultura, Tereza Cristina, e do representante da Embrapa o resultado de duas pesquisas já publicadas, inclusive em revista científica canadense, comprovando que fevereiro é o melhor mês para a data de plantio para produção de semente para uso próprio”.

Galvan apontou também que os programas avançaram e os números mostram isso. “O programa Soja Plus, praticamente dobrou os atendimentos nas fazendas, todos eles tiveram uma evolução muito grande. Fizemos durante os três anos de nossa gestão uma avaliação da própria diretoria e subimos no conceito de gestão. Saio de cabeça erguida e com a segurança de que o produtor rural foi bem atendido”, declarou.

 

Fonte: Ascom

Assessoria de Comunicação

Contatos: Telefone: 65 3644-4215 Email: [email protected]

Fonte: APROSOJA

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Pesquisa inédita testa soja avariada em suínos

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Sustentabilidade

Pesquisa inédita testa soja avariada em suínos

Os tratamentos são 0% 20%, 40%, 60%, 80% e 100% de substituição do farelo padrão pelo de soja com avaria máxima

Wanderlei Dias Guerra

27/10/2020

Mais uma pesquisa científica inédita, estratégica para os produtores de soja e milho do Brasil, é financiada pela Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja/MT) por meio do Programa Agrocientista e sendo executada por pesquisadores da Universidade Federal de Mato Grosso – UFMT
O trabalho, também coordenado pela professora doutora Gerusa da Silva Salles Corrêa, vinculada ao Programa de pós Graduação em Ciência Animal da UFMT, é com suínos e também testa o potencial da “soja avariada”, no desempenho e ganho de peso dos animais.
 
Na pesquisa está se utilizando diferentes níveis de substituição de farelo de soja produzido a partir de soja avariada (97,5%), sobretudo grãos ardidos e fermentados. Os tratamentos são 0% 20%, 40%, 60%, 80% e 100% de substituição do farelo padrão pelo de soja com avaria máxima. 
 
Os grãos fermentados e ardidos são as principais avarias encontradas nos grãos de soja, sobretudo em anos em que a colheita coincide com períodos chuvosos. Apesar disso, centenas de análises feitas pela Aprosoja MT demonstram que o grão avariado apresenta até maiores teores de proteínas que os grãos considerados dentro do padrão definido pela normativa federal, a IN 11/07.
 
 O trabalho será finalizado no início de novembro, quando os animais atingirem o peso padrão de abate (em torno de 100 kg), oportunidade em que serão feitas as análises estatísticas para comparar, dentre outros fatores, o consumo de ração, ganho de peso e rendimento de carcaça.
 
De acordo com a coordenadora do projeto, professora Gerusa, até as últimas pesagens não se detectou diferenças significativas entre os tratamentos, mas devemos aguardar o final do trabalho para tirarmos as conclusões. 
 
De acordo com o Diretor Administrativo da Aprosoja Lucas Costa Beber, a entidade tem como bandeira defender o  produtor de soja e milho em quaisquer circunstâncias que ele nos demandar. Por isto, de tanto ouvir os reclames dos associados em relação a classificação de grãos x descontos,  nós buscamos a verdade através da ciência. “Ela quem será a balizadora para se fazer justiça para com os produtores de soja e milho do estado, benefícios que serão revertidos para todo o país. “Buscamos a resposta científica para posteriormente definirmos as estratégias de ação junto ao Ministério da Agricultura, de forma que os produtores que plantam, cuidam, colhem transportam sua produção não mais a entregue de graça na hora da venda”, finaliza o Diretor.
 
“Queremos verificar com a pesquisa quais níveis de utilização do grão ou do farelo de soja é que podem influenciar no ganho de peso dos animais. Pelos resultados preliminares desta e de outras pesquisas que estão sendo conduzidas na parceria com a UFMT, além de outras já concluídas, temos visto que estamos no caminho certo, tanto é que nada se perde da soja avariada. O comprador nos desconta, mas os grãos são totalmente utilizados pelos compradores” destaca o presidente da Aprosoja, Antonio Galvan.

Confira Vídeo:

 

Fonte: Assessoria Técnica

Assessoria Técnica

Contatos: Área Técnica

Fonte: APROSOJA

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Governo altera redação da NR31

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Defesa Agrícola

Governo altera redação da NR31

Nota Informativa foi publicada nesta terça-feira (27.10)

27/10/2020

Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja) orienta seus associados quanto a nova redação da Norma Regulamentadora de Segurança e Saúde no Trabalho, na Agricultura, Pecuária, Silvicultura, Exploração Florestal e Aquicultura (NR31), publicada no Diário Oficial desta terça-feira (27.10).

De acordo com a normativa, a revisão da NR31 busca a manutenção da segurança do trabalhador, trazendo mais clareza, com linguagem acessível ao produtor rural, dando segurança jurídica na aplicação da norma. Foram identificados dois tipos de impactos independentes. Um refere-se ao custo da insegurança jurídica e o segundo grupo relativo a impactos pontuais.

Na questão da insegurança jurídica a nova NR31 em vigor, algumas NR’s urbanas não poderiam ser aplicadas (em especial, NR07, NR9, NR17, NR24, NR30, Nr33, NR35 e NR367) e isto representaria uma redução em 15% de autos lançados, em torno de R$ 3,6 milhões economizados.

No segundo grupo os impactos pontuais estabelecem a criação do Programa de Gerenciamento de Risco no Trabalho Rural – PGRTR, permissão do uso de plataformas de ensino a distância (EAD) para realização de treinamentos, redução de custos relativos às modificações nas exigências associadas aos tipos de moradias para os trabalhadores e redução da distância mínima de 30m do local de armazenamento para qualquer outra construção.

Segundo a NR31, em linhas gerais, quando se somam as análises econômicas realizadas, poderá gerar uma economia de R$ 4,3 bilhões anualmente para o setor rural.

Veja a Nota Informativa do Governo Federal na íntegra aqui.

 

Fonte: Ascom

Assessoria de Comunicação

Contatos: Telefone: 65 3644-4215 Email: [email protected]

Fonte: APROSOJA

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Pesquisa aponta que soja avariada tem qualidade na alimentação de animais

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Defesa Agrícola

Pesquisa aponta que soja avariada tem qualidade na alimentação de animais

O estudo é realizado por pesquisadores da UFMT

Wanderlei Dias Guerra

26/10/2020

Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja), por meio do Programa Agrocientista, desenvolve há dois anos a pesquisa “análise de soja avariada, coordenada pela professora doutora em ciência animal, Gerusa Corrêa, da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT). A pesquisa pretende demonstrar através da ciência a qualidade da soja avariada, contrapondo o que estabelece a Instrução Normativa Nº 11/07 do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), que estabelece o limite máximo de tolerância de avarias em 8%.

De acordo com a pesquisadora, as avarias (queimados, ardidos, mofados, fermentados, germinados, danificados, imaturos e chochos) estão sujeitas a descontos na hora da comercialização dos grãos.

Durante o trabalho de campo foi feita uma análise estatística com um lote de 1.200 frangos divididos em dois grupos desde o início até o abate. “O primeiro grupo não recebeu a soja avariada, já o segundo obteve na alimentação o grão a avariado de 8%,12%,24% e 32%. Com isso, percebemos que a segunda opção não sofreu nenhuma interferência em até 32%”, explicou a doutora, ao revelar que a próxima etapa será a análise patológica das aves.

Os grãos fermentados e ardidos são as principais avarias que levam parte do lucro do produtor, uma vez que a soja apresenta teor de proteínas ainda maior que os considerados padrões. “Queremos provar com a pesquisa de que até 100% da soja avariada não influencia em perda de peso da ave. Já testamos na carne, e agora no frango. Vamos comprovar cientificamente e mostrar ao Mapa que a soja deve ser paga integralmente ao produtor rural”, declarou o presidente da Aprosoja, Antonio Galvan.

 

Fonte: Ascom

Assessoria de Comunicação

Contatos: Telefone: 65 3644-4215 Email: [email protected]

Fonte: APROSOJA

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