conecte-se conosco


Esportes

Copa Santiago: Cruzeiro vence Nacional por 2 a 1

Publicado

O Cruzeiro de Santiago derrotou o Nacional (Uruguai) por 2 a 1 nesta terça (21) e assumiu provisoriamente a 2ª posição do grupo B da 32ª edição da Copa Santiago de Futebol Juvenil.

No jogo disputado no estádio municipal Nery Cardoso, na cidade de Santiago (RS), o Cruzeiro de Santiago abriu o placar aos 7 minutos do primeiro tempo, quando Bruno levantou a bola na área, o goleiro falhou e Emerson escorou para o fundo do gol.

A equipe da casa continuou melhor e chegou ao segundo 10 minutos depois, quando Eduardo Lopes recebeu lançamento em profundidade e bateu na saída do goleiro.

No início do segundo tempo, o zagueiro Mateo Antoni conseguiu descontar para o Nacional, quando aproveitou confusão na área para finalizar aos 9 minutos.

Transmissão da TV Brasil

Ainda nesta terça a Copa Santiago volta à tela da TV Brasil, a partir das 21h (horário de Brasília), com o jogo entre Santos e Palmeiras.

Você pode rever todas partidas da Copa Santiago aqui.

Edição: Fábio Lisboa

Comentários Facebook
publicidade

Esportes

Atacante Millene retorna ao Corinthians

Publicado


Eleita a melhor jogadora do último Campeonato Brasileiro de Futebol Feminino, do qual foi artilheira com 19 gols, Millene está de volta ao Corinthians. A atacante, que balançou as redes 34 vezes em 75 jogos pelo Timão nas duas últimas temporadas, teve o retorno anunciado nesta sexta-feira (21).

A jogadora de 25 anos chega por empréstimo, até o meio do ano, do Wuhan Xinjiyuan, da China – clube que cedeu a também atacante Bia Zaneratto ao Palmeiras, pelo mesmo período. O vínculo pode, eventualmente, ser estendido. Ela se apresenta na próxima semana para iniciar as avaliações físicas e médicas e começar a treinar com o elenco.

O Campeonato Chinês está sem previsão de retorno por causa do surto de coronavírus, com epicentro exatamente na cidade de Wuhan. Com isso, a equipe liberou suas atletas para buscarem novas equipes até a volta das atividades. Millene passou duas semanas de quarentena em um hospital de Lisboa, em Portugal. Os exames não encontraram nenhum indício de contaminação. Durante a quarentena, a atacante postou vídeos treinando. 

Embora mantivesse em sigilo a negociação, o Timão nutria esperanças de repatriar a atacante. Quando divulgou a numeração oficial do time feminino para 2020, a camisa 14 – que costumava ser a de Millene – estava sem dona. Pelo Alvinegro, a jogadora foi campeã nacional (2018), Paulista e da Libertadores (ambos em 2019).

“É muita alegria. Uma sensação indescritível tornar a vestir esse manto alvinegro. Fui muito feliz no Corinthians: conquistei títulos, marquei história com recordes coletivos e individuais. Volto à minha casa para rever a torcida mais apaixonada e Fiel que existe”, disse a atacante em depoimento ao site oficial do clube paulista.

Millene é o quarto reforço do Corinthians para a temporada. Além dela, o Timão acertou com a lateral Poliana e as meias Gabi Portilho e Andressinha. Com 100% de aproveitamento após três rodadas, as alvinegras dividem a liderança do Brasileirão com Santos e Ferroviária, ficando atrás dos rivais no saldo de gols.

Edição: Fábio Massalli

Comentários Facebook
Continue lendo

Esportes

Dyun Kimura: de desconhecido a postulante a vaga olímpica

Publicado


Estrear junto com a modalidade no programa olímpico já seria especial para qualquer karateca. Mas fazer isso justamente na casa dos fundadores do esporte, o Japão, deixa a ocasião ainda mais marcante. É claro que esse é o sonho do paulista Dyun Kimura. ” Antes, o nosso esporte não era tão profissional. Agora todo mundo quer melhorar, evoluir. O pessoal procura uma nutricionista, um preparador físico uma psicóloga, treinar com os melhores … Tudo para estar lá. Eu também estou nesse grupo”, diz.

E todo esse trabalho já trouxe frutos para o paulista, que disputa as competições no “kata” (espécie de luta contra um adversário imaginário). Ele foi a maior surpresa das Seletivas à Seleção Brasileira e para o Pré-Olímpico realizadas em São Paulo recentemente.

“Na Seleção Brasileira, só entrava o melhor da seletiva. Mas, os dois primeiros iriam para a outra classificatória, “a Pré-olímpica”. Antes mesmo da primeira final, eu já estava super feliz. E quando vi a minha nota, foi aquela festa. Ninguém me conhecia. E, do nada, eu era da Seleção Brasileira. Depois, na briga pela vaga no Pré-Olímpico, eu, sinceramente, não imaginava que seria tão fácil. Vim “por fora” e os outros nem me viram”, lembra Dyun Kimura.

Rogério Saito, técnico da Federação Paulista de Karatê, reconhece que os resultados vieram mais rápido do que o esperado, mas agora que o atleta chegou, é possível sonhar. ” Não posso dizer que não surpreendeu. O trabalho vem sendo feito há bastante tempo. Mas esses resultados anteciparam o nosso cronograma de preparação. Aquilo que estava previsto para o próximo ciclo de competições internacionais, que era um training camp no exterior, nós vamos antecipar para o mês que vem. O Dyun vai ficar em torno de 21 dias lá no Japão fazendo uma imersão com os melhores atletas do mundo. A intensão é colocá-lo mais próximo dos melhores e do ambiente olímpico. Estão deixando a gente sonhar. Agora queremos a vaga olímpica”, completa.

O Pré-Olímpico será entre os dias oito e 10 de maio, em Paris, com três vagas em jogo por categoria. “É praticamente a última chance de todo mundo sem o ranking internacional. Por estar fora da Seleção, até agora, eu não viajo o mundo participando das etapas do circuito. Então, como não estou com o nome no ranking da Federação Mundial de Karatê, preciso ir até Paris e ficar entre os três melhores para conseguir essa vaga”, explica o lutador.

Demais classificados na seletiva

No Kata Feminino, a vaga ficou com Nicole Motta, que já é titular da Seleção Brasileira. No Kumitê, que é a luta propriamente dita, a regra é um pouco diferente. Mesmo classificados na seletiva, os atletas precisam aguardar até o fechamento do ranking mundial de abril. Se algum outro brasileiro, estiver à frente e entre os 30 primeiros do mundo, ele assume automaticamente essa vaga. É o caso da Sabrina Pereira, que venceu a final contra Érica Santos, na categoria “até 61 kg”. Ela só irá a Paris se Stephanie Trevisan, perder a sua posição entre as trinta melhores do mundo.

“Acima de 61 kg”, a melhor foi Brenda Padilha. Entre os homens, o maior campeão do Karatê nacional, Douglas Brose (bicampeão mundial na categoria “até 60 kg”) disputou a seletiva “até 75 kg” e foi campeão. A ideia do lutador foi se garantir no Pré-Olímpico, já que no seu peso habitual (“até 60 kg”), Brose precisa ultrapassar o também brasileiro Vinícius Figueira para à França. Nesse caso, Alisson Sobrinho, vice-campeão “até 75 kg” brigará pela vaga em Tóquio no Torneio da capital francesa.

Fechando os classificados da seletiva brasileira, Filipe Alberto (“acima de 75 kg”) também superou alguns favoritos como Adam Ramos e Diego Moraes e está “com um pé” no Pré-Olímpico .

Sistema de classificação para Tóquio

O karatê será dividido em quatro categorias diferentes. O kumite (que é a luta propriamente dita) terá as cinco categorias disputadas nos outros eventos transformadas em três. E será disputado também o kata (espécie de luta contra um adversário fictício), competição que não tem divisões por peso.

Os lutadores do Kumite serão divididos da seguinte forma: “até 67 kg” (que une as tradicionais “até 60 kg” e “até 67 kg”), “até 75 kg” e “acima de 75 kg” (que vai unir a “até 84 kg” e “acima de 84 kg”). O torneio do kumite feminino terá três categorias: “até 55 kg” (integrando as “abaixo de 50 kg” e “menos de 55 kg”), “menos de 61 kg” e “acima de 61 kg” (juntando “até 68 kg” e “acima de 68 kg”).

Cada categoria terá 10 lutadores, com o limite de um por país por categoria (totalizando no máximo 8 atletas no geral). O Japão, anfitrião, tem direito a uma vaga em cada categoria. Serão quatro as possibildiades de classificação:

1 – Ranking olímpico:

Diferentemente do ranking internacional, para essa lista valem apenas as competições indicadas pela Federação Mundial de Karatê. Em cada uma das categorias, os quatro melhores, no dia 6 de abril, estarão garantidos (respeitando o limite de um por país).

2- Torneio classificatório de Paris (de 8 a 10 de maio):

Cada país pode ter um atleta por categoria (desde que o país já não tenha classificado algum atleta pela regra anterior). Serão três vagas em cada categoria.

3 – Torneios continentais:

Com um total de 12 vagas (6 para o masculino e 6 para o feminino). A escolha dos lutadores nesse critério é bastante complexa. Os campeões continentais melhor colocados na classificação internacional vão brigar pelas vagas (independentemente da categoria) desde que os seus países já não tenham outro atleta na mesma categoria. Se todos os campeões já estiverem classificados (ou se os países já tiverem representantes), os medalhistas de prata concorrerão pelas vagas. E depois, os medalhistas de bronze.

Sempre respeitando a ordem determinada pela Federação Mundial de Karatê: a Oceania é a primeira Federação a poder pegar uma vaga (uma no masculino e uma no feminino); na sequência, duas vagas (uma em cada gênero) para os africanos; duas vagas (uma em cada gênero) para a Federação Pan-Americana, duas vagas (uma em cada gênero) para os asiáticos; duas vagas (uma em cada gênero) para a Federação Europeia, uma vaga (para qualquer um dos gêneros) para a Federação Africana e uma vaga para a Federação Pan-Americana (essa vaga será do gênero oposto da vaga anterior dada à federação africana). Vale lembrar que Valéria Kumizaki, da categoria até 55 kg, foi campeã dos Jogos de Lima e é uma forte candidata a pegar umas das vagas das Américas.

4 – Convite:

Depois de todas as vagas anteriores preenchidas, serão oferecidas outras quatro vagas (duas no masculino e duas no feminino). As respectivas federações nacionais devem fazer os requerimentos para seus atletas. E o Comitê Olímpico Internacional definirá os escolhidos.

Edição: Valéria Aguiar

Comentários Facebook
Continue lendo

Esportes

Novo ranking e evento-teste agitam judô paralímpico

Publicado


Entre os dias 6 e 17 de março, Tóquio – a sede dos próximos Jogos Paralímpicos – recebe o evento-teste do judô para deficientes visuais. Definida com seis nomes, a seleção brasileira da modalidade embarca no início de março para o Oriente já no clima de Paralimpíadas. “É reta final. Cada competição, cada treino, cada intercâmbio já dá aquela sensação de concentração para os jogos”, garante Alana Maldonado.

Paulista de Tupã, aos 24 anos, a judoca da classe B2 (com percepção de vultos) se manteve no topo do ranking da categoria até 70 kg, na atualização mais recente da lista. ” É um incentivo a mais. Quero continuar na liderança até os Jogos para ser cabeça de chave. Quero ir com tudo para buscar esse ouro”, projeta a medalhista de prata na Rio 2016.

Outra atleta que está arrumando as malas para ir para o Japão é Giulia dos Santos Pereira. ” É uma alegria imensa estar nesse grupo, poder lutar no Japão, berço do Judô, antes das Paralimpíadas. Quero aproveitar ao máximo todas oportunidades”.

Palavras serenas dignas de uma veterana. Mas, na verdade, ela é uma das caçulas do grupo. A paulista do Guarujá, de 20 anos e da classe B1 (cegueira total) até 48 kg, foi responsável por um dos maiores saltos de brasileiros no novo ranking mundial (saiu de 20ª do mundo para 16ª). ” É o trabalho sendo reconhecido. Fico feliz. Mas ainda temos esses abertos do Japão, da Inglaterra e do Azerbaijão antes dos Jogos. E preciso ir bem para classificar.” completa a medalhista de ouro dos Jogos Parapan-americanos de Lima em 2019.

As duas competições que fecharão o ranking para as Paralimpíadas são: o Grand Prix Nottingham, na Inglaterra, de oito a 14 de abril; e, de sete a 13 de maio, o Grand Prix de Baku (Azerbaijão).

No judô, os Jogos Paralímpicos de Tóquio (de 25 de agosto a seis de setembro) contarão com 80 vagas para os homens e 58 para as mulheres na Paralimpíada, que distribuirá medalhas em 13 categorias. Cada seleção nacional pode ter, no máximo, sete homens e seis mulheres classificadas.

Confira a relação de convocados:

Giulia dos Santos Pereira (- 48 kg): Cesep/SP

Karla Ferreira Cardoso (- 52 kg): Ceiibc/RJ

Lúcia da Silva Teixeira Araújo (- 57 kg): Cesec/SP

Alana Martins Maldonado (- 70 kg): Amei/SP

Meg Rodrigues Emmerich (+ 70 kg): IRM/PR

Rebeca de Souza Silva (+ 70 kg): Amei/SP

Comissão Técnica

Alexandre de Almeida Garcia: técnico

Jaime Roberto Bragança: técnico

Bruna Bosco de Melo: médica

Receita

Às vésperas de completar cinquenta anos e ainda com sede de vitória, esse é Antônio Tenório. “Não posso dizer que o melhor presente seja a medalha. Acho que é poder competir bem e ser estratégico na hora certa”. Essa é receita do Antônio Tenório, um dos maiores nomes do esporte paralímpico do Brasil (dono de quatro ouros, uma prata e um bronze), para se dar bem na sétima Paralimpíada da carreira.

“É muito foco e sempre com muito respeito aos meus adversários. Eu nunca os subestimo. Procuro avaliá-los durante todo ciclo para buscar o melhor nas Paralimpíadas. Aconteceu isso de 2012 a 2016. E não vai ser diferente dessa vez. Estou entre os quatro primeiros no ranking da categoria até 100 kg. Quero manter essa posição até os jogos para tentar uma posição legal no chaveamento. E lá, dentro das quatro linhas, pesa muito o conhecimento adquirido durante os últimos quatro anos de trabalho. Eu quero muito estar entre os três primeiros e ficar mais uma vez no pódio.”

Seja o sul-coreano Gwanggeun Choi (ouro na Rio 2016), ou o cubano Yordani Fernandez Sastre (bronze na Rio 2016) ou o inglês Christopher Skelley (atual líder do ranking mundial). Para Tenório, todos adversários podem atrapalhar a busca pelo objetivo. ” Todos incomodam. Pode ser o mais fraco, na teoria, ou o mais forte. Em um milésimo de segundo você pode levar um golpe e “jogar fora” todo o trabalho de quatro anos. Então, vou preocupa com todo mundo, luta a luta, momento a momento. Até o juiz confirmar a minha vitória.”   

Europa – Abertura da temporada no Velho Continente

Torneio na Alemanha (German Open) e dois intercâmbios (na própria Alemanha e na Espanha). Foi com esse cronograma que os judocas nacionais abriram 2020. Na cidade alemâ de Heidelberg, 10 dos 11 brasileiros conseguiram pódio.

Três ouros com os pesados Wilians Araújo (+ 100 kg) e Meg Emmerich (+ 70 kg), além de Alana Maldonado (- 70 kg). “Dá uma animação maior. Mostra que o trabalho está sendo bem feito. Os treinamentos por lá também foram super importantes. Essa troca com atletas de outros estilos é sempre boa. Para mim, esse foi o melhor período de treinos no exterior” comenta Alana.

Ficaram com a prata Lúcia Teixeira (- 57 kg), Maria Núbea Lins (- 52 kg) e Rebeca Silva (+ 70 kg). Já Arthur Silva (- 90 kg), Harlley Arruda (- 81 kg), Thiego Marques (- 60 kg) e Antônio Tenório (- 100 kg) faturaram o bronze. ” Como abertura do ano foi legal para conhecermos o atual nível dos nossos adversários “, avaliou o dono de seis medalhas paralímpicas.

“Pude rever o técnico português Pedro Dias, atleta olímpico em Pequim 2008. Tive a oportunidade de ficar cinco dias treinando com ele. Quando eu fui graduada com a faixa amarela foi ele que fez a troca. Tenho uma admiração enorme por ele. Tive a chance também de treinar com a espanhola Maria Gómez. A conhecida lá mesmo. Ela é super forte e do meu peso. Foi um treino super estratégico.” lembra a jovem Giulia, que também fez parte do grupo nacional na Europa.

“O saldo é positivo, os resultados foram ótimos. Mas temos a consciência de que há pontos a evoluir para as duas últimas competições que marcam pontos para o ranking mundial e classificar o maior número de categorias para os Jogos Paralímpicos”, disse o técnico Jaime Bragança.

Edição: Maria Claudia

Comentários Facebook
Continue lendo

Nova Xavantina

Policial

Política MT

Mato Grosso

Mais Lidas da Semana