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Política Nacional

Coronavírus: Ministro da Saúde descarta restrição a voos e cruzeiros

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Primeiro caso no Brasil de coronavírus foi confirmado nesta quarta-feira (26)

O ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, descartou a hipótese de o Brasil limitar o ingresso de estrangeiros no Brasil como forma de tentar dificultar a disseminação do vírus SARS-CoV-2, causador do novo coronavírus (Covid-19).

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“Não vamos fazer nenhum tipo de interrupção de voos porque não há nenhuma eficácia nisto”, disse o ministro, ao confirmar nesta quarta-feira (26) o primeiro caso de infecção pelo coronavírus no Brasil. O paciente é um homem de 61 anos, morador da cidade de São Paulo, que, provavelmente, contraiu o vírus ao viajar para a Itália, entre os dias 9 e 21 de fevereiro.

“Perguntaram-me por que não fechar [as fronteiras]. Isto não existe. Não tem eficácia nenhuma. Esta é mais uma gripe que a humanidade vai ter que atravessar. Das gripes históricas, esta tem letalidade menor e tem uma transmissibilidade similar à de determinadas gripes que a humanidade já superou”, acrescentou o ministro. “Nosso sistema já passou por epidemias respiratórias graves, como a do H1N1, e vamos atravessar mais esta situação investindo em pesquisa e na clareza de informações.”

Desde esta terça-feira (25), quando o Ministério da Saúde tornou público que os primeiros exames clínicos a que o paciente foi submetido tinham acusado positivo para Covid-19 , internautas começaram a usar as redes sociais para pedir mais rigor no controle de entrada de estrangeiros e brasileiros vindos do exterior.

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Segundo o ministro, que é médico, as formas mais eficazes de o país evitar a disseminação da doença são dotar a rede de saúde nacional da capacidade de identificar e testar os casos suspeitos rapidamente, e, em caso positivo, adotar os procedimentos recomendados pela Organização Mundial da Saúde (  OMS  ) e pelo ministério. Além disso, a população deve intensificar os cuidados recomendados para qualquer tipo de gripe, como evitar aglomerações desnecessárias.

“O brasileiro precisa aumentar o número de vezes que lava as mãos e o rosto com água e sabão ao longo do dia. Este é um hábito extremamente importante, não só para evitar problemas respiratórios, mas também outras doenças”, afirmou o ministro, recomendando que as pessoas também evitem compartilhar copos e outros utensílios que possam transmitir o vírus por meio da saliva.

Mandetta mencionou a intenção de iniciar pela Região Sul a campanha de vacinação contra a gripe, realizada todos os anos. Segundo o ministro, as vacinas recomendadas para este ano deverão estar disponíveis em meados de março, começo de abril. De acordo com o ministro, a vacina ajudará a proteger as pessoas dos vírus que circulavam no território brasileiro até novembro ou dezembro do ano passado, quando os novos lotes começaram a ser produzidos. Fora isto, Mandetta lembrou que não há, hoje, nenhum medicamento específico contra o coronavírus.

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“Não existe um medicamento específico. O arsenal [medicamentoso] é, basicamente, de suporte e [a rede pública de saúde] será devidamente abastecida”, acrescentou o ministro, assegurando que o governo também distribuirá equipamentos de proteção individual (EPIs) para os governos estaduais redistribuírem a seus profissionais de saúde e já providenciou a licitação para, em caso de necessidade, alugar mil leitos hospitalares da rede privada devido ao coronavírus .

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Política Nacional

Mortes por coronavírus sobem para 34 e casos confirmados são 1.891

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O número de mortes causadas pelo novo coronavírus subiu de 25 para 34, segundo informações do Ministério da Saúde divulgadas nesta segunda-feira (23). O crescimento foi de 36%, sendo que 27 ocorreram em hospitais privados e três em hospitais do Sistema Único de Saúde (SUS). Até agora São Paulo é o estado que mais registrou óbitos, com 30 ocorrências. O Rio de Janeiro aparece em segundo lugar, com quatro.

Os casos confirmados de contaminação pela Covid-19 também tiveram aumento, passando de 1.546 para 1.891. A alta é de 22% na comparação com o número de domingo (22). São Paulo também lidera no número de casos confirmados, somando 745 infecções, seguido pelo Rio de Janeiro, que tem 233.

Confira os números detalhados: 

Tabela de casos e mortes pelo coronavírus em 23/03 arrow-options
Reprodução/Ministério da Saúde

Tabela de casos e mortes pelo coronavírus em 23/03

“Atualmente, todos os estados do país registram casos da doença, mas nem todas as regiões apresentam o mesmo nível de transmissão. A região Norte, por exemplo, tem 3,1% do total de casos do Brasil. Na outra ponta, a região Sudeste representa o maior percentual, na ordem de 60%”, afirmou o Ministério da Saúde por meio de nota.

*Esta reportagem está em atualização

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Política Nacional

“Não dá para ir além do que estamos fazendo”, diz Bolsonaro

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Isac Nóbrega/PR

Presidente Jair Bolsonaro

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) afirmou, nesta segunda-feira (23) em Brasília, que ele e seu governo estão “fazendo o possível, não dá pra ir além do que estamos fazendo, todos os ministérios têm trabalhado incessantemente”.

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Bolsonaro afirma que o governo está trabalhando “há semanas” para minimizar os efeitos do coronavírus. O presidente, no entanto, afirmou que não pode deixar a população em pânico. “Não podemos levar o pânico, o pânico é uma doença também, mais grave que a própria causa do vírus”.

O presidente utilizou uma metáfora para criticar governadores que estão tomando medidas para o coronavírus que, segundo ele, seriam excessivas. “A dose do remédio não pode ser excessiva de modo que o efeito colateral seja mais danoso do que o vírus”. Bolsonaro enxerga que as medidas tomadas por alguns governadores podem causar efeitos colaterais, como desemprego ou pânico. 

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Bolsonaro afirmou que irá realizar uma videoconferência com governadores do Norte e Nordeste nesta segunda-feira (23) e das demais regiões na terça (24).

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Coronavírus faz Polícia Federal pensar em suspender operações por 15 dias

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Agentes da Polícia Federal

A Polícia Federal recomendou nesta segunda-feira (23) que delegados regionais suspendam ou adiem as operações que seriam realizadas nos próximos 15 dias por conta da pandemia do novo coronavírus . A sugestão foi feita pelo diretor de investigação, Igor Romário de Paula, para evitar atividades que envolvam a movimentação e o agrupamento de efetivos.

Um documento do órgão também orienta que os delegados, junto aos presidentes de inquéritos e ao Judiciário, analisem a possibilidade de sobrestamento ou suspensão temporária de ações que demandem deslocamento de equipes por via aérea.

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As medidas só deverão ser aplicadas se não houver prejuízo para as investigações, diz o documento. Caso alguma operação seja mantida, as equipes de coordenação devem adotar cuidados básicos para proteger as equipes.

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