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Diego, da dupla com Henrique, se emociona ao falar da internação da mãe

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Diego%2C que faz dupla com Henrique
Divulgação/Smoke

Diego, que faz dupla com Henrique


Após ter ficado em coma por causa da Covid-19, Marizete Barros Lima, mãe do Diego, que forma dupla com Henrique, está curada. De acordo com o artista, tudo começou no final de maio, quando seus pais ligaram dizendo que estavam com sintomas da doença. “Pedi para que procurassem um médico e fizessem os testes. Mas, chegando lá, os dois ficaram internados. Meu pai evoluiu muito bem com as medicações e, no décimo segundo dia, teve alta, já ela não apresentou evolução. Pelo contrário, foi piorando, até que chegou ao ponto de ser levada para a UTI com 75% dos pulmões comprometidos”, relembrou o cantor, ressaltando o seu sentimento de impotência, já que estava a mais de 700 km de distância, sem poder ir vê-los. “Recebia poucas notícias, pois o hospital só emitia um laudo por dia”, argumentou.

Henrique e Diego
Divulgação/Smoke

Henrique e Diego


Assim como diz um dos trechos da letra de “O Bêbado e o Equilibrista”, de Elis Regina,  “o show tem que continuar”, e Diego focou a primeira live. “Decidimos dar continuidade ao projeto, mesmo sabendo que, a qualquer momento, poderíamos ter uma informação não tão boa assim, mas ela queria tanto que fizéssemos que tirei força de onde já não tinha. Por um milagre de Deus, no dia 21 de junho, bem na data da apresentação, recebi a melhor notícia da vida: minha mãe havia saído do coma. Nesse momento, senti um alívio tão grande que a única coisa que passava pela cabeça era: ‘Deus teve misericórdia, e todas as nossas preces foram atendidas’. Ajoelhei e agradeci ali mesmo, ao vivo. Henrique também se emocionou e agradeceu junto comigo esse milagre”, relatou o sertanejo. Uma semana depois, porém, Marizete saiu da UTI, foi para o quarto e, em seguida, para casa.

Fonte: IG GENTE

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Anitta posta novamente vídeo banido por nudez no qual deixa a toalha cair

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A cantora Anitta resolveu provocar os fãs para divulgar sua nova música ‘Me gusta’. A poderosa postou um vídeo em que aparece no banheiro só de toalha dançando de forma bem sensual e, quando deixa a toalha cair, os seguidores são surpreendidos com a imagem do maquiador da artista, Renner Souza, que aparece dançando sem camisa. O vídeo foi banido do Instagram por nudez.

Anitta
Reprodução/Twitter

Anitta provoca de toalha no banheiro


Anitta resolveu postar novamente só que em outra rede social. “O outro vídeo foi banido no Instagram por nudez, vou postar no Twitter”, escreveu a cantora aparentemente surpresa com o fato da gravação ter sido retirada do ar.


Além do vídeo original, a artista postou uma nova versão no Instagram e desta vez o maquiador aparece com uma camiseta branca.


Fonte: IG GENTE

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Rock é do diabo? Elvis Presley era da Assembleia de Deus e cantor gospel

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Quem prega que rock’n’roll é coisa do capeta, vai se surpreender ao descobrir que Elvis Presley, considerado o eterno rei desse estilo musical, frequentava igreja evangélica e foi muito influenciado pela música gospel. Prova disso é que ao longo da carreira ele gravou dezenas de canções para louvar a Deus e com elas ganhou todos os seus prêmios Grammy, além de discos de ouro e de platina e entrou para Hall da Fama da Música Gospel em 2001.

Elvis Presley
Reprodução/LP How Great Thou Art

Elvis Presley ganhou três Grammys por louvores


Além disso, desde que morreu, em 1977, Elvis Presley inspirou mais de uma centena de seitas religiosas no mundo inteiro, de diversas doutrinas, do cristianismo ao hinduísmo, sendo que algumas delas chegaram até a reverenciá-lo como um messias. Nem o Brasil escapou desse “fenômeno”. Por aqui, há cerca de dez anos, foi noticiado que havia em Florianópolis (SC), um fã-clube evangélico que celebraria Elvis e reuniria mais de 20 mil fiéis dentro e fora do país.

O rebelde da igreja

Até nome bíblico Elvis Presley adotou para si. O seu do meio era “Aron” e foi modificado pelo cantor para “Aaron”, que em português significa “Aarão” e para as religiões abraâmicas era um profeta e irmão do personagem bíblico Moisés. O contato de Elvis com o meio religioso começou ainda na infância. Nascido em 1935, no Mississipi (EUA), pertencia a uma família pobre e cristã que frequentava a igreja. Os Presley eram membros da Assembleia de Deus.

Nessa época, Elvis então teve contato com os louvores e aprendeu noções básicas de violão com um pastor. Gostava ainda do cantor gospel Jake Hess, que influenciou mais tarde e de forma significativa seu estilo de cantar em baladas. Outra fonte de inspiração sua foi Rosetta Tharpe, cantora e guitarrista negra de música gospel muito popular na década de 1940 e considerada por alguns historiadores a mulher que, antes de Elvis, teria inventado o rock. 

Assim, descobriu que a música era o caminho que gostaria de trilhar e com o tempo se aperfeiçoou e foi coroado astro do rock. Sua carreira estreou em 1954, quando lançou o single “That’s All Right”, que nada tinha a ver com religião. A partir daí começou a conquistar fãs, assinar contratos para gravar discos, participar de programas de TV e de rádio, fazer turnês, atuar no cinema e não parou mais. Manteve-se no topo do sucesso até o final dos anos 1960.

Rei da música gospel

Ao longo de sua trajetória artística, Elvis, mesmo sendo o rei de um estilo de performance sexualmente provocante, também não abandonou seu apego à crença e até usava músicas gospel para ensaiar e se soltar antes dos shows e do início das sessões de gravação. Em 1960, ele lançou “His Hand in Mine”, seu primeiro LP gospel, que dedicou em memória à mãe, falecida em 1958, e o colocou no topo do ranking das músicas mais populares desse período.  

ministro de uma das igrejas Elvis
Reprodução/Universal Life Church

Roy Farris, ministro de uma das igrejas Elvis

Lançou pouco depois “Crying in the Chapel”. Dizem que Elvis depois de uma longa noite gravando canções gospel só que queria “chorar na capela”. Esse hino tornou-se um dos mais bem sucedidos comercialmente de todos os discos gospel do cantor. Mas a música favorita de Elvis seria “How Great Thou Art”, conhecida no Brasil como “Quão Grande És Tu”. Foi com ela que conquistou seu primeiro Grammy, em 1967, e o último, em 1974, após cantá-la ao vivo. 

Em 1972, recebeu ainda outro Grammy, por seu último LP gospel “He Touched Me”. De acordo com Dave Marsh, crítico da revista americana Rolling Stone e autor de vários livros de música e membro do Hall da Fama do Rock, Elvis foi, em suas palavras: “indiscutivelmente o maior cantor gospel branco de seu tempo e realmente o último artista de rock a tornar o gospel um componente tão vital de sua personalidade musical quanto de suas canções seculares”. 

“Padroeiro” do rock

No entanto, ser “religioso” não evitou que Elvis tivesse um final trágico e precoce. Após o fim de seu casamento e de travar uma batalha contra o vício e a obesidade, o astro, que também enfrentava complicados problemas de saúde, faleceu de insuficiência cardíaca aos 42 anos. Entrou para a História como uma lenda do rock americano e mesmo morto continua a dar o que falar. Tem gente que afirma que ele não morreu e até o consagrou como um santo pop. 

Em Memphis (EUA), onde Elvis tinha uma casa, que é a segunda mais visitada do país, atrás apenas da Casa Branca, e virou um local de peregrinação de seus adoradores, foi fundada a primeira Igreja Presleyteriana. Além dela, existem outras, como a Igreja Congregacional de Elvis, na Virgínia Ocidental, e a Igreja da Vida Universal, da Califórnia e que compara Elvis a um santo moderno. Roy Farris, um “ministro” dessa igreja até adotou o visual temático do ídolo.

Mas não só entre os “cristãos” que o astro provocou revisões significativas de doutrina. No meio hindu, foi criada uma igreja chamada El-vishnu que prega ser Elvis uma das encarnações do deus Vishnu, que é representado com uma das mãos segurando um disco dourado. Para David H. Rosen, psiquiatra pela Universidade da Califórnia e que estudou a influência de Elvis na vida da sociedade, os fãs desse rei, ou messias, desejam sua volta desde que ele se foi.

Fontes: Sites The Elvis Encyclopedia, Washington Post, The New York Times, The Riverfront Times, Elvis Triunfal, Rolling Stone, Elvis Presley History Blog, CBS News; e livros “Elvis: By Those Who Knew Him Best”, de James Heard e Dick Clayton; “Understanding Elvis”, de Susan Doll; “Elvis Culture: Fans, Faith, and Image”, de Erika Lee Doss; “The King on the Road”, de Robert Gordon; “Elvis After Elvis, The Posthumous Career of a Living Legend”, de Gibert B. Rodman.

Fonte: IG GENTE

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Reynaldo Gianecchini revela estar há quase 6 meses em quarentena radical

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A influenciadora Naná Karabachian entrevistou o ator em uma live em seu canal do Youtube e, entre outras coisas, falaram da pandemia e do isolamento social. Gianecchini assumiu ter optado por uma quarentena radical, onde praticamente não colocou os pés para fora de casa.

reynaldo gianecchini
Instagram/Reprodução

Ator está isolado com sua mãe, que faz parte do grupo de risco


“Eu não conheço ninguém que consegue viver nos extremos que nem eu. Eu acho que é porque eu já passei por tanta situação adversa…Eu saí de casa muito cedo, já passei por tanta coisa, que eu tenho uma facilidade de me adaptar ao jogo da vida”, disse ele.

O galã, porém, também falou que não critica quem está saindo para algumas coisas, mas que preferiu não fazer isso. “A minha mãe está aqui comigo. Porque ninguém aguenta ficar tão isolado. Ela estava muito isolada e não há psicológico no mundo que suporte isso. E aí, quando eu trouxe a minha mãe, que é muito do grupo de risco, eu falei: cara, agora é que não vou poder sair”.

Ainda finalizou reiterando que se vê como um radical. “Eu quero sair quando eu puder fazer as coisas com alegria, abraçar. Eu sou meio radical assim às vezes”, concluiu.

Fonte: IG GENTE

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