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Dietas das Duquesas: aprenda sobre boa forma de Meghan Markle e Kate Middleton

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Meghan Markle e Kate Middleton, respectivamente Duquesas de Sussex e Cambridge, são as queridinhas quando o assunto são dicas de beleza da Família Real. Donas de corpos de dar inveja, ambas cultivam dietas sem muitas restrições e não dispensam a prática de exercícios físicos para manter a boa forma

As maiores diferenças entre elas, porém, estão nas preferências: enquanto Meghan se diz viciada em ioga e encara o suco verde como uma “filosofia”, Kate gosta de perder calorias também nas atividades cotidianas. E você, o que prefere? 

Kate Middleton é entusiasta do emagrecimento saudável

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Reprodução/Instagram/@kensingtonroyal

Sempre em boa forma, Kate já esteve envolvida em polêmicas sobre dieta restritiva

Em 2011, na preparação para o casamento com o príncipe William, a duquesa de 37 anos revelou ter feito a polêmica dieta Dukan . Na época, a silhueta de Kate chamou atenção e fez sucesso, mas os críticos à dieta restritiva não demoraram a aparecer. 

Baseada em “fases” que permitem alimentos específicos por vez – com períodos exclusivos de proteína magra e outros de verduras sem muitos carboidratos, por exemplo -, a dieta desagrada profissionais de saúde por causar um desequilíbrio alimentar, embora de fato promova um emagrecimento rápido. 

Leia mais: Você sabia? Kate Middleton já quis um tempo e deu um gelo no Príncipe William

Após as polêmicas – e gestações – Kate tornou-se entusiasta do emagrecimento saudável, com respeito às três refeições e todos os tipos de alimentos, além dos exercícios físicos, que foram chave para a perda de peso após o nascimento dos três filhos. 

A duquesa também utiliza os exercícios como forma de reforçar o laço com os pequenos: após o nascimento de Louis, por exemplo, Kate era vista praticando natação com os mais velhos George e Charlotte e correndo com o carrinho do bebê. 

Entre seus exercícios preferidos, está aquele que é o pesadelo de muitos na academia: a prancha. De acordo com portais especializados no assunto, a série de movimentos para sustentação do corpo seria um dos segredos para a barriga chapada da Duquesa. 

Meghan Markle evita o glúten e pratica ioga várias vezes por semana

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Reprodução/Instagram

Meghan Markle chama atenção pelo aspecto saudável

Antes mesmo de tornar-se Duquesa, Meghan – que é atriz – já chamava atenção pela boa forma e aspecto saudável e chegou a ser vítima de capanhas maliciosas que  usaram sua imagem para vender pílulas dietéticas.

Meghan não discute sua alimentação desde o início do relacionamento com o príncipe Harry. Antes disso, porém, ela já revelou que, para manter a pele sempre bonita,  evita o glúten nos alimentos, uma vez que seu consumo pode agravar todos os tipos de inflamações. 

Leia mais: Comparações com Kate Middleton incomodam Meghan Markle

Outra característica marcante da sua dieta é o suco verde, descrito por ela como “uma espécie de remédio, uma filosofia”. O hábito foi divulgado pela revista Delish, para a qual Meghan contou tomar o suco com regularidade, como algumas pessoas fazem com o café. 

Ao The Telegraph, a nutricionista que preparou Meghan antes do casamento revelou alguns segredos da dieta da duquesa e também deu dicas de boa forma. Um dos maiores truques da profissional – usados pela duquesa – é a ingestão de uma proteína antes das refeições principais ajuda a não engordar. “Eu digo aos meus clientes para comerem algumas colheres de iogurte antes do café, almoço e jantar”, diz.

Já no mundo dos exercícios, Meghan – que é filha de instrutora – é uma entusiasta assumida da Ioga, atividade que a duquesa diz fazer “algumas vezes por semana”. Ela também gosta muito de correr e aprecia a sensação de relaxamento que a atividade traz.

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Em vídeo, protagonista de meme pede ajuda para tratamento de câncer

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Provavelmente você já viu Stephany Rosa, 30 anos, em algum lugar da internet. A curitibana ficou famosa em 2012 por protagonizar o meme ” bêbada de Curitiba “, um vídeo onde aparece sendo detida com sinais de embriaguez. No início desta semana, ela voltou às redes. Dessa vez, para pedir ajuda para tratar um câncer que luta contra há dois anos. 

Leia também: Por videochamada, paciente com Covid-19 conhece o filho recém-nascido; veja

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Reprodução/Youtube

Stephany Rosa, 30 anos, pede ajuda para fazer um tratamento de câncer alternativo

Stephany criou uma vakinha virtual para conseguir financiar um tratamento alternativo à doença. “Faço tratamento há dois anos, já passei por três cirurgias, quatro protocolos de quimioterapia, passei por um momento bem difícil quando me falaram que não tinha mais o que fazer aqui no Brasil e que eu seria um experimento para um grupo de estudo no hospital MD Anderson no Texas, nos Estados Unidos”, fala. 

“Fiz uma imuno-histoquímica que trouxe a informação que a origem do câncer era do ovário, mas a característica era de intestino. E neste ano começamos a químio de intestino. Por mais que vocês estão me vendo aqui bem, fiz uma make porque estava acabada, fisicamente não estou nem um pouco bem”, continua.

Leia também: Menino chora de emoção ao receber última dose de quimioterapia; veja vídeo

Ela relata que está há um ano e meio fazendo quimioterapia e de que forma isso afeta o seu bem-estar e dia a dia. “Em cada ciclo tive efeitos colaterais diferentes, mas nesse tenho me sentido muito fraca. Não cozinho meu próprio alimento, no banho eu tenho um banquinho, tenho dificuldade de descer escadas, fico realmente muito mal, fico com enjoo até de água”. 

Diante disso, Stephany  busca um tratamento alternativo para a doença. Segundo ela, um exame recente mostra que, apesar da quimioterapia, o tumor segue igual. “Está sendo muito sofrimento para pouco resultado. Tem uma clínica, vou tentar ter uma cuidadora para me ajudar nesse processo de me curar através da natureza”, pediu.

Leia também: Da janela do hospital, marido acompanha esposa em quimioterapia

Porém, como essa outra forma de tratamento é cara, a curitibana recorreu às redes para pedir ajuda. Até o momento, ela já conseguiu quase R$80 mil reais. 


Fonte: IG Mulher

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Em vídeo,”bêbada de Curitiba” pede ajuda para tratamento de câncer

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Provavelmente você já viu Stephany Rosa, 30 anos, em algum lugar da internet. A curitibana ficou famosa em 2012 por protagonizar o meme ” bêbada de Curitiba “, um vídeo onde aparece sendo detida com sinais de embriaguez. No início desta semana, ela voltou às redes. Dessa vez, para pedir ajuda para tratar um câncer que luta contra há dois anos. 

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Reprodução/Youtube

Stephany Rosa, 30 anos, pede ajuda para fazer um tratamento de câncer alternativo

Stephany criou uma vakinha virtual para conseguir financiar um tratamento alternativo à doença. “Faço tratamento há dois anos, já passei por três cirurgias, quatro protocolos de quimioterapia, passei por um momento bem difícil quando me falaram que não tinha mais o que fazer aqui no Brasil e que eu seria um experimento para um grupo de estudo no hospital MD Anderson no Texas, nos Estados Unidos”, fala. 

“Fiz uma imuno-histoquímica que trouxe a informação que a origem do câncer era do ovário, mas a característica era de intestino. E neste ano começamos a químio de intestino. Por mais que vocês estão me vendo aqui bem, fiz uma make porque estava acabada, fisicamente não estou nem um pouco bem”, continua.

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Ela relata que está há um ano e meio fazendo quimioterapia e de que forma isso afeta o seu bem-estar e dia a dia. “Em cada ciclo tive efeitos colaterais diferentes, mas nesse tenho me sentido muito fraca. Não cozinho meu próprio alimento, no banho eu tenho um banquinho, tenho dificuldade de descer escadas, fico realmente muito mal, fico com enjoo até de água”. 

Diante disso, Stephany  busca um tratamento alternativo para a doença. Segundo ela, um exame recente mostra que, apesar da quimioterapia, o tumor segue igual. “Está sendo muito sofrimento para pouco resultado. Tem uma clínica, vou tentar ter uma cuidadora para me ajudar nesse processo de me curar através da natureza”, pediu.

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Porém, como essa outra forma de tratamento é cara, a curitibana recorreu às redes para pedir ajuda. Até o momento, ela já conseguiu quase R$80 mil reais. 


Fonte: IG Mulher

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Por videochamada, paciente com Covid-19 conhece o filho recém-nascido; veja

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O primeiro abraço entre mãe e filho é um dos rituais mais importantes para marcar o laço familiar. No caso do bebê Pierre, o evento precisou ser adiado devido à infecção por Covid-19 que causou uma cesariana de emergência, coma induzido e entubação para salvar a vida da mãe. Após recuperar-se do coma, porém, a mãe recebeu uma surpresa do hospital: a chance de ver o filho pela primeira vez por meio de uma videochamada.

Leia mais: Casamento duplo: irmãs e gêmeos dizem sim na mesma cerimônia

Ver essa foto no Instagram

Uma boa história para começar a semana! Pierre é um bebê que a mãe foi acometida pelo COVID, infelizmente ela necessitou de suporte ventilatorio (intubação), coma induzido e cesárea de emergência. Logo após acordar do coma, a primeira pergunta da mãe foi: cadê meu filho? Ai que entra a história do Gustavo Wagner (coordenador da UTI Adulto) e @thaaycid (enfermeira da UTI Pediátrica). Um teve a ideia de fazer a vídeo-chamada e o outro teve a ideia de fazer a placas do que o “bebê” e a equipe gostaria de dizer a mãe! O resultado esta aí nesse vídeo. Queria parabenizar aos profissionais que trataram e conduziram esse caso. Hoje o Pierre está em casa. Eu só posso dizer uma coisa, sorte em trabalhar com vocês! Queria parabenizar aqueles que trataram do Pierre, principalmente o @felipemotta_ que estava ele com ele desde a sala de parto. E também @_pedgui_ @dudacanellas @clleya @adriratund @danielraylander @lorena.mfs.andrade @fono_beatriz

Uma publicação compartilhada por Thallys Ramalho (@thallys.ramalho) em 1 de Jun, 2020 às 5:00 PDT

Além de possibilitar o encontro virtual – que ocorreu no Hospital Santa Helena, em Brasília – a equipe adicionou placas com frases que “o bebê” gostaria de dizer para a mãe, desejando força e prometendo que tudo ficaria bem. No vídeo, é possível ver a mulher chorar de emoção.

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O encontro foi organizado pelo médico Gustavo Wagner, coordenador da UTI adulto do hospital, e pela enfermeira obstetra Thayná Cid, da ala de pediatria . O registro foi publicado na página do médico Thallys Ramalho, que integra a equipe. Na legenda, o profissional parabenizou os colegas pela ideia e condução do caso, acrescentando que o bebê está bem e em casa.

Fonte: IG Mulher

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