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Economia

Dólar fecha esta quinta-feira no menor nível em três semanas, abaixo de R$ 4,20

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notas de Dólar e de real arrow-options
Fernanda Carvalho/ Fotos Públicas

Dólar fecha quinta-feira (5) valendo menos de R$ 4,20, câmbio mais baixo em três semanas

Agência Brasil

Em um dia de alívio no mercado financeiro , o dólar fechou abaixo de R$ 4,20. O dólar comercial encerrou esta quinta-feira (5) vendido a R$ 4,188, com queda de R$ 0,014 (-0,33 %). A a moeda norte-americana está no menor nível desde 13 de novembro 4,187).

A cotação abriu em alta. Na máxima do dia , por volta das 9h30, o dólar chegou a R$ 4,22, mas reverteu a tendência no início da tarde e passou a cair.

No mercado de ações, o dia também foi de otimismo. O índice Ibovespa, da B3, antiga Bolsa de Valores de São Paulo , voltou a bater recorde e fechou aos 110.622 pontos, com alta de 0,29%. O indicador abriu em baixa, mas recuperou-se durante a manhã e reverteu o movimento.

Bolsa de valores de São Paulo bate recorde e fecha acima de 110 mil pontos

 As ações da Petrobras , as mais negociadas na bolsa, subiram 1,3% (papéis ordinários e preferenciais), ajudando na alta.

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Economia

Auxílio: Caixa paga nova parcela a 5,8 milhões nesta quarta; confira quem recebe

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Auxílio
Marcello Casal Jr/Agência Brasil

Confira os grupos que irão receber os pagamentos nesta quarta-feira

Nesta quarta-feira (29), a Caixa Econômica Federal realiza novos pagamentos das parcelas do auxílio emergencial . Entre os contemplados, estão 3,9 milhões de trabalhadores do Cadastro Único e inscritos via site e app nascidos em março e 1,9 milhão de beneficiários do programa Bolsa Família com NIS final 8.

Para estes primeiro 3,9 milhões, os pagamentos ocorrerão da seguinte forma: aprovados no primeiro lote recebem a quarta parcela do auxílio , aprovados no segundo lote recebem a terceira parcela, aprovados no terceiro e no quarto lotes recebem a segunda parcela, enquanto os aprovados no lote extra recebem o primeiro pagamento.

Já os cerca de 1,9 milhão de beneficiários do Bolsa Família recebem a quarta parcela do auxílio emergencial no valor de R$ 600 ou R$ 1.200 (para as mães chefes de família). O saque pode ser feito com o cartão original do programa.

A Caixa Econômica Federal, responsável pelo pagamento do benefício, encerrará esse calendário no próximo dia 31, sexta-feira, para aqueles com NIS de final 0.

Segundo o Ministério da Cidadania, em julho, a folha de pagamento do programa social atingiu a marca 14,283 milhões de famílias atendidas, das quais mais de 13,579 milhões receberam o auxílio emergencial.

Outras 704.125 famílias permaneceram na folha de pagamento regular do programa — por terem benefício maior do que a ajuda dada pelo governo em razão da pandemia.

Veja as datas da 4ª parcela do Bolsa Família

  • NIS com final 1 – 20 de julho
  • NIS com final 2 – 21 de julho
  • NIS com final 3 – 22 de julho
  • NIS com final 4 – 23 de julho
  • NIS com final 5 – 24 de julho
  • NIS com final 6 – 27 de julho
  • NIS com final 7 – 28 de julho
  • NIS com final 8 – 29 de julho
  • NIS com final 9 – 30 de julho
  • NIS com final 0 – 31 de julho

Mais tempo para sacar o dinheiro

Na semana passada, o governo federal decidiu prorrogar o prazo de validade dos benefícios do Bolsa Família, em razão da pandemia. Com isso, os beneficiários ganham mais tempo para sacar o dinheiro. A possibilidade de saque, portanto, vai durar enquanto estiver em vigor o estado de calamidade pública nacional, em decorrência do coronavírus. Por isso, não é preciso correr para fazer a retirada.

Antes, o dinheiro ficava disponível por até 90 dias. Após esse prazo, se não fosse retirada, a quantia retornava para os cofres públicos.

“A prorrogação vale para todas as parcelas do Bolsa Família pagas que ainda estejam válidas, segundo o calendário de pagamentos e o calendário operacional do programa”, informou o Ministério da Cidadania, acrescentando que o objetivo é evitar aglomerações e formação de filas nas agências da Caixa Econômica Federal, nas casas lotéricas e nos correspondentes Caixa Aqui, que são pagadores do benefício.

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Economia

“Prefiro vida da minha mãe”: brasileiros que abriram mão do emprego na pandemia

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BBC News Brasil

Emprego
Arquivo pessoal/BBC

Jessica Tomaz, de 25 anos, decidiu deixar o trabalho pela saúde da mãe, Maria do Socorro, que é hipertensa

O trabalho como agente de portaria em um condomínio de prédios residenciais se tornou um risco grande demais para Jessica Tomaz, de 25 anos. A possível exposição ao coronavírus , diz ela, não estava apenas no contato com quem passava pela portaria, mas também no trajeto que ela precisava fazer. Eram dois ônibus lotados e um metrô para chegar ao trabalho em Águas Claras, no Distrito Federal.

E o medo de ter Covid-19 não era por ela, mas pela mãe, Maria do Socorro, de 66 anos, que tem hipertensão. Foi por isso que, em março, no início da pandemia, ela pediu demissão.

“Fiquei com medo por conta de minha mãe, que é do grupo de risco. Entre a vida dela e o trabalho, prefiro a vida dela. Um emprego eu posso conseguir depois”, disse à BBC News Brasil.

Quatro meses depois de ter deixado o trabalho, o que pesa é o lado financeiro — “tá bem complicado”, diz.

Mesmo sem conseguir receber o auxílio emergencial por ainda constar como empregada no sistema do governo, Jessica continua segura da decisão e diz que, no atual cenário, não pensa em procurar outro trabalho.

“Só saio para o necessário mesmo, e até isso é perigoso — banco ou mercado — porque tem contato muito grande”, diz. “Mas a primeira coisa que vou fazer quando essa vacina sair é ir atrás de um emprego .”

Por enquanto, ela afirma que está apertando as contas e que a família tem contado com a aposentadoria da mãe e a ajuda de uma ex-patroa da mãe.

Fora da força de trabalho

Nas estatísticas de emprego, as pessoas que não estão trabalhando e que também não estão procurando um emprego são classificadas como fora da força de trabalho. Houve um aumento de 9 milhões de brasileiros nessa situação na comparação de março a maio deste ano com o trimestre anterior.

A população fora da força de trabalho totalizava 76,8 milhões de pessoas no início de julho, segundo o dado mais recente da pesquisa Pnad Covid, divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Desse total, mais de 28 milhões disseram que gostariam de trabalhar. Segundo o IBGE, “cerca de 19,4 milhões de pessoas fora da força que gostariam de trabalhar e não procuraram trabalho, não o fizeram por causa da pandemia ou por não encontrarem uma ocupação na localidade em que moravam”.

Ilustração mostra pessoas usando máscaras

Getty
A taxa desemprego ficou em 12,9% no trimestre encerrado em maio, 1,2 ponto percentual acima da taxa de 11,6% registrada no trimestre de dezembro de 2019 a fevereiro de 2020.

E por que o desemprego não cresceu muito?

Quem está numa situação parecida com a de Jessica não é considerado desempregado exatamente porque não está em busca de um emprego.

Para ser enquadrado como desempregada, a pessoa precisa estar desocupada e procurando ativamente um trabalho.

É exatamente por isso, segundo especialistas, que a taxa de desemprego não aumentou tanto durante a pandemia.

“Passamos por um período atípico que acabou fazendo com que a estatística da taxa de desemprego perdesse um pouco da função de captar quanto o mercado de trabalho está sendo afetado por uma crise ou não”, disse economista Bruno Ottoni, pesquisador do IDados e do Ibre/FGV. “O que observamos foi muita perda de emprego, mas aumento tímido do desemprego.”

No trimestre que vai de março a maio, a taxa desemprego ficou em 12,9%, ou 1,2 ponto percentual acima da taxa de 11,6% registrada no trimestre de dezembro de 2019 a fevereiro de 2020.

O IBGE informaria a taxa de desemprego do segundo trimestre de 2020 nesta quarta-feira (29), mas adiou a divulgação da pesquisa, que vem sendo feita por telefone, para 6 de agosto.

Bruno Ottoni projeta que essa taxa de desemprego do segundo trimestre vai subir para 13,7%. Ele acredita que, com medidas de isolamento sendo relaxadas em diferentes regiões do país, muitas pessoas que estavam desocupadas e sem procurar emprego vão passar a procurar emprego.

“Mas achamos que a taxa de desemprego também não vai subir muito mais que isso porque ainda vai ter gente que não vai procurar — como pessoas mais velhas e com comorbidades, que podem preferir esperar —, e algumas pessoas também vão conseguir emprego, com reabertura do comércio.”

Propostas recusadas

A biomédica Fernanda Oliveira, de 30 anos, não faz planos de voltar ao trabalho em laboratórios antes de uma vacina contra a covid-19.

Em março, quando o coronavírus começou a se espalhar com mais força no Brasil , ela trabalhava como coordenadora em um laboratório de análises clínicas em Brasília.

“Já naquela época, de cinco em cinco minutos entrava paciente perguntando se a gente fazia exame para detectar o coronavírus .”

Foi quando o médico dela orientou que se afastasse do trabalho, por fazer parte do grupo de risco. Ela fez uma cirurgia para retirar o baço (que integra o sistema imunológico) aos 14 anos e tem infecções respiratórias de repetição.

Nesse contexto, Fernanda Oliveira foi demitida do trabalho. E diz que, se não tivesse sido demitida, teria ela mesma pedido demissão.

A maior preocupação: o filho, Rafael, de 2 anos.

“Claro que eu não queria precisar sair, mas também não queria correr o risco de pegar coronavírus, trazer para a minha casa, precisar de outras pessoas para ficar com meu filho”, diz. “Hoje eu me sinto em uma sinuca de bico, porque é complicado financeiramente. Mas é melhor ficar em casa e sem emprego do que no hospital.”

O marido, fisioterapeuta, continuou a trabalhar, com todos os cuidados possíveis, ela diz.

“Está difícil porque saímos de uma renda mensal confortável para um cenário de não saber quando vamos voltar a isso, mas eu me sinto muito privilegiada, porque ainda temos nossas famílias, que podem ajudar.”

Fernanda diz que não imaginava que haveria propostas de emprego no meio da pandemia, mas já apareceram duas oportunidades.

“Só vou ter coragem de voltar com a cabeça tranquila quando tiver vacina”, diz. “Eu trabalhava pensando que quero dar para o meu filho as oportunidades que eu tive. E agora tive que abrir mão do trabalho também pensando no meu filho. Não quero correr o risco de faltar para ele”.

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Economia

Brasil deve ter a 4ª maior queda de PIB da América Latina na crise da pandemia

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Divulgação/ONU Mulheres

América Latina deve ser região mais afetada pela crise

O Brasil deverá ter a quarta maior queda de Produto Interno Bruto (PIB) da América Latina e Caribe em 2020, segundo novas estimativas divulgadas pela Comissão Econômica para a região (Cepal) hoje (28). Nas novas projeções da entidade, o  tombo econômico em razão da Covid-19 deve ser maior na área.

A redução do PIB brasileiro em 2020 deverá chegar a 9,2%. Devem sofrer contrações maiores Argentina (-10,5%), Peru (-13%) e Venezuela (-26%). A menor queda será a do Paraguai (-23%). No geral, o PIB da região deve cair 9,1%. A previsão anterior, divulgada em abril, era de um encolhimento de 5,3% para este ano. O índice será quase o dobro da previsão para o mundo, que deve ficar em 5,2%.

A Cepal também estima um aumento do desemprego e da pobreza. A taxa de desocupação vai afetar 44 milhões de pessoas, correspondendo a 13,5% da região. O resultado poderá marcar um aumento de 5,4 pontos percentuais (p.p.). em relação a 2019, quando era 8,1%.

A pobreza deve aumentar de 30,2% para 37,3% entre o ano passado e este. E a pobreza extrema deve crescer de 11% para 15,5% no mesmo período. Essa é uma cifra muito preocupante, pois essas pessoas podem não conseguir cumprir com sua dieta alimentar mínima.

No Brasil, a previsão da Cepal é que o contingente de pessoas na pobreza suba de 19,2% para 26,9% entre 2018 e 2019, e o da pobreza extrema de 14,3% para 16,8%. O incremento na faixa da pobreza de 7,7 p.p. deverá ser o terceiro da região, atrás apenas de Peru (9,3 p.p.) e Argentina (10,8 p.p.).

Já nas estimativas de variação do índice Gini (utilizado para medir a desigualdade social) o Brasil foi inserido no segundo grupo com possível elevação da desigualdade (de 5% a 5,9%), juntamente com Chile, El Salvador e México. Acima desse patamar (6% ou mais) estão Peru, Argentina e Equador.

“Evidencia-se a vulnerabilidade de 80% da população, com forte deterioração dos estratos médios. Mais de 33 milhões de pessoas que estavam na classe média iriam para classes mais baixas”, afirmou Alícia Bárcena, secretária-executiva da Cepal.

Medidas

Para reagir a esse cenário de crise na região, a Cepal apresentou uma série de medidas. A secretária-executiva defendeu políticas econômicas “expansivas” e “sustentadas no tempo”. “Há complementaridade entre políticas macroeconômicas, sociais e produtivas, que devem ser conduzidas de forma integradas”, pontuou.

A Cepal defende uma renda básica de emergência, que deve ser sustentada pelos próximos meses. Vários países lançaram mão deste recurso, como o auxílio emergencial no Brasil. A comissão propõe que haja um auxílio básico de emergência e em valor equivalente à linha de pobreza (US$ 143 dólares) por seis meses, ao custo de 2% do PIB.

Além disso, a entidade argumenta que os governos deveriam conceder um outro auxílio contra a fome para toda a população em extrema pobreza, equivalente a 70% da linha regional de pobreza extrema (US$ 67 dólares mensais), o que demandaria uma despesa de US$ 27 bilhões, ou 0,52% do PIB regional. Embora essas ações sejam pontuais, a Cepal entende que essas políticas sociais devem caminhar para ser universalizadas pelos governos.

Na linha de combinar programas sociais com produtivos, outra estratégia deve ser a adoção de subsídios às micro e pequenas empresas, com maiores prazos para financiamento, não só alguns meses.

Para executar essas medidas, destacou Alícia Bárcena, os Estados latino-americanos e caribenhos precisam empregar “políticas fiscais expansivas”. “Isso vai ser um gasto estrutural, não conjuntural”, classificou a secretária executiva.

Uma outra forma de custear esses programas envolve a obtenção de formas de financiamento. Para isso, a representante da Cepal advogou por uma ação coordenada dos governos para obter condições favoráveis de captação de empréstimos. “Estamos em uma região de rendas médias. Há condições favoráveis para países de baixa renda, mas não de renda média”, explicou.

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