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Equipe da Aprosoja-MT atende centenas de produtores rurais no Dinetec

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Fortalecimento Institucional

Equipe da Aprosoja-MT atende centenas de produtores rurais no Dinetec

Em três dias de evento, a maior feira de negócios do Araguaia reuniu mais de 14 mil visitantes

14/01/2022

Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja-MT) que representa mais de 7.500 produtores rurais marcou presença no Dia de Negócios e Tecnologias – DINETEC 2022, realizado nos dias 12, 13 e 14 de janeiro, em Canarana-MT. O evento recebeu mais de 14 mil visitantes, entre agricultores, expositores e público em geral.

O estande da Aprosoja-MT, durante os 3 dias de evento recebeu produtores rurais associados e visitantes de diversos municípios da região Leste. Na oportunidade, foram apresentadas as ações e projetos que a entidade desenvolve nas áreas de Sustentabilidade, Defesa Agrícola e Política Agrícola e Logística, além da criação do Centro Tecnológico Araguaia (Ctecno Araguaia), com mais de 100 cultivares, atualização cadastral, novas associações e retirada de brindes.

De acordo com Diego Sichoski, um dos organizadores do Dinetec, está é a 8ª edição da maior feira de negócios do Araguaia. “Aqui reunimos a diversidade de culturas do Brasil, máquinas, implementos, tecnologias, instrumentos, produtos, e mais uma infinidade de coisas, além de que esse ano tivemos recorde no número de expositores”.

O produtor rural e delegado da Aprosoja-MT, Mateus Goldoni, disse que esse é um evento de renome para a região Leste e traz muitas novidades no mercado do agro. Também salientou que, entidade fomentou junto aos seus associados a importância da Campanha alimente uma Vida. “Continuamos com esta campanha, pedimos aos produtores que ainda não fizeram sua doação, que é só acessar o site www.alimenteumavida.com.br.

Para o presidente do Sindicato Rural de Canarana, Alex Wisch, este ano o Dinetec superou as expectativas. “Tivemos um record de público e também de negociação com mais de 1 bilhão de reais. Conforme a região vai crescendo, cresce também seu potencial para expandir os negócios voltados para agronegócio, oferecendo novas tecnologias e abrindo horizontes aos nossos produtores rurais”, declarou Wisch.

“Canarana desponta nessa questão em ter uma vitrine tecnológica. Eventos como esses precisam ser valorizados, pois mostram o nosso setor, e a necessidade de ser mais valorizado, pois mesmo diante de uma crise sanitária não parou e segurou o país em meio tantas dificuldades. Aprosoja-MT é parceira para todo projeto que enalteça o produtor rural”, pontuou Cadore.

Dinetec – Realizado pela primeira vez em 2015, o Dia de Negócios e Tecnologias surgiu com o intuito de reunir em um só local, o maior número de empresas voltadas ao ramo agrícola e assim promover o fortalecimento da classe produtora, proporcionar o contato entre as empresas e clientes, prospectar e findar negócios, para o aquecimento da economia de Canarana e toda a região, em uma área de mais de 100 mil metros quadrados, movimentando milhões de reais em negócios. O evento é uma iniciativa da empresa Meta Consultoria Agrícola, com apoio do Sindicato Rural de Canarana e da Prefeitura de Canarana – MT.

Fonte: Rosangela Milles

Assessoria de Comunicação

Contatos: Telefone: 65 3644-4215 Email: [email protected]

Fonte: APROSOJA

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Com gestão profissional, produtor de ovinos melhora manejo e gerencial após chegada do Senar/MS

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Resultados passaram a surgir com aumento de abates e mais crias de cordeiros com menos animais.

Em um ano e meio recebendo atendimento da Assistência Técnica e Gerencial (ATeG) em Ovinocultura do Senar/MS, o produtor Wilson Vieira e a esposa Elza Vieira implementaram um acompanhamento profissional da propriedade em Tacuru. A produtividade aumentou e os resultados apareceram. Esse é o case de sucesso da série #TransformandoVidas desta semana.

Em comparação a época em que não recebiam a visita da técnica de campo do Senar, o número de cordeiros machos abatidos subiu de 12 para 30 por ano. Com menor número de matrizes, devido a seleção do rebanho, um novo sistema de produção e implantação de manejos adequados nutricionais e sanitário, foi alcançado um índice de mortalidade de 2,43% que repercutiu no aumento de 42% de cordeiros prontos para abate e de reposição de matrizes.

“Passamos a trabalhar em cima da regra que o Senar nos orientou. Temos poucas cabeças, mas são animais de qualidade. Hoje a gente trabalha com manejo mais adequado, a produção está excelente, a gente conhece o animal, se está saudável, se está doente. Isso tudo ajudou bastante”, relata Wilson.

“Estamos muito felizes com a produção que temos agora. Eu indico o Senar, com certeza. É muito difícil trabalhar com objetivo e sem conhecimento. Você pedala e o resultado é o mínimo. Agora sentimos que a renda foi bem mais gratificante”, completa a esposa Elza.

Além do manejo, a ATeG implementou um gerenciamento profissional na propriedade. O custo de produção deve reduzir com a produção de silagem neste ano, por exemplo, e o controle em planilhas foi iniciado.

“A gente não tinha uma visão adequada quanto ao tratamento, ao vermífugo que ia ser aplicado, sobre nada. Agora a criação de ovinos, melhorou 100%. Na carne, por exemplo, antes o peso era pouco. Agora com esse manejo aumentou o peso dos ovinos, a carne é excelente.”, conclui o casal de produtores.

Transformando Vidas – Toda sexta-feira, o Sistema Famasul divulga uma reportagem sobre a atuação do Senar/MS e as suas transformações no campo. Confira outras histórias de sucesso no canal no YouTube, e conteúdos sobre Ovinocultura em ‘Mercado Agropecuário’ e ‘Educação no Campo’.

Assessoria de Comunicação do Sistema Famasul – Leandro Abreu

Fonte: CNA Brasil

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Em Guarapuava, Pitanga e Campo Mourão, perdas com a seca são generalizadas

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Uma comitiva formada por técnicos do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) e da FAEP começou a percorrer as regiões produtoras do Paraná. O objetivo é avaliar os estragos causados pela estiagem severa que vem castigando o Estado há três anos, causando quebras graves na produção e grãos do estado, irradiando estes efeitos negativos também para outras cadeias produtivas. Também participam das reuniões representantes sindicais locais, da Secretaria de Agricultura e Abastecimento (Seab) e outras entidades com atuação agropecuária.

O roteiro começou nesta segunda-feira (10) com as primeiras reuniões realizadas em Guarapuava e Pitanga, na região Centro Sul e Campo Mourão, no Noroeste. Cada encontro procura ouvir produtores e lideranças locais, além de representantes regionais da Seab. A FAEP participou das reuniões e da elaboração deste roteiro, que realiza seus encontros nos sindicatos rurais filiados à Federação.

Com isso, pretende-se avaliar in-loco a situação real das lavouras causada pela estiagem. O fruto destas reuniões será um relatório que será levado ao Mapa para que sejam definidas possíveis medidas de apoio aos produtores prejudicados. “O objetivo é monitorar quais atividades produtivas foram mais impactadas e discutir quais medidas podem ser adotadas”, afirmou o diretor do Departamento de Gestão de Riscos, da Secretaria de Política Agrícola do Mapa, Pedro Loyola.

Em Guarapuava, os relatos dos participantes deram conta de perdas nas lavouras de milho da ordem de 30%. Além da quebra no volume, a qualidade também foi afetada, com espigas malformadas e grãos chochos. Essa situação também impactou a produção de silagem e consequentemente a produção de leite. Outras culturas afetadas na região foram o mel, que aponta quebra na produção da ordem de 70%, tabaco e batata.

“Essa foi a pior estiagem que eu já passei”, afirmou o presidente do sindicato rural de Guarapuava, Rodolpho Botelho.

Pitanga

Situação semelhante foi apresentada na reunião realizada em uma estrutura do Sindicato Rural do município de Pitanga. Segundo os participantes, houve quebra expressiva no milho, entre 30% e 40% e no feijão, cultura importante na região, estas perdas foram da ordem de 60%.

A estiagem prolongada levou a prefeitura de Pitanga a determinar situação de emergência. De acordo com o presidente do sindicato rural do município, Luiz Zampier, esta foi a pior estiagem dos últimos 40 anos. “Nossa preocupação é que a soja estamos com uma perda média de 30%. O problema são as obrigações que o produtor tem com investimento em tecnologia, isso implica compromissos”, avalia.

Coamo

Em Campo Mourão (foto no topo da página) a terceira reunião desta segunda-feira (10) aconteceu na sede da Cooperativa Coamo. Os representantes da entidade apresentaram grande preocupação com a estrutura das empresas seguradoras em relação à quantidade de peritos e a demora na liberação das áreas para que possam ser feitos novos plantios.

De acordo com o presidente executivo da Credicoamo, Alcir José Goldoni, até o momento, 52% dos seguros dos cooperados já foram acionados, o que representa R$ 1,2 bilhão.  

Nos 25 municípios da região a quebra na soja foi superior a 45% e no milho acima de 54%. Segundo o representante da Seab na região, se somar-se a estas as perdas com o trigo e com o milho safrinha o prejuízo chega a R$ 6 bilhões.

Outra preocupação dos produtores presentes foi a quebra nos campos de sementes. De acordo com a Coamo, com a estiagem, estima-se uma quebra de 20% nas sementes de soja produzidas pela cooperativa.

Roteiro da comitiva

Segunda-feira (10): Guarapuava, Pitanga e Campo Mourão
Terça-feira (11): Maringá, Umuarama e Palotina
Quarta-feira (12): Toledo, Medianeira e Missal
Quinta-feira (13): Cascavel e Pato Branco
Sexta-feira (14): Prudentópolis

Ministra Tereza Cristina participa de reunião

A presença da ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Tereza Cristina, está programada para o encontro de quinta-feira (13), em Cascavel. O presidente da FAEP, Ágide Meneguette, também participará da reunião neste mesmo dia, assim como outras lideranças políticas do agronegócio nacional. A cobertura completa de todas as reuniões, incluindo a de quinta-feira, pode ser acompanhada pelo site do Sistema FAEP/SENAR-PR e pelas redes sociais da entidade (basta procurar por Sistema FAEP).

Fonte: CNA Brasil

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Aliança Agroeconômica divulga relatório do 4º trimestre de 2021

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Foi lançado nesta semana o 4º relatório trimestral de 2021 da Aliança Agroeconômica – grupo formado pela Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso do Sul (Famasul) e Instituto para o Fortalecimento da Agropecuária de Goiás (Ifag). O grupo tem o papel de analisar e produzir dados relacionados ao mercado agropecuário do Centro-Oeste.

A publicação traz os resultados das exportações em 2021, retrospectiva e perspectivas para grãos e pluma, balanço da pecuária de corte, estatísticas microrregionais dos custos de produção, mercados interno e internacional, entre outros. 

O agronegócio da região Centro-Oeste foi responsável por 23,19% das exportações brasileiras, um total de US$ 6,27 bilhões, no 4° trimestre do ano passado. Os produtos com maior destaque foram a soja, milho e algodão, totalizando US$ 3,10 bilhões. Dentre os estados que compõem o Centro-Oeste, Mato Grosso foi o principal fornecedor dos produtos comercializados.

No resultado acumulado de 2021 o Brasil exportou US$ 280,63 bilhões, no qual o agronegócio foi responsável por US$ 120,58 bilhões das receitas. Do total enviado a outros países, a região Centro-Oeste exportou sozinha US$ 37,94 bilhões, 13,52% do total brasileiro.

Em 2020 e 2021 as safras de grãos (soja, milho e algodão) na região Centro-Oeste brasileira foram castigadas pelos problemas climáticos. O estado mais prejudicado foi Goiás que, além dos problemas de seca, também enfrentou geadas durante a safra, refletindo na queda de 34,7% na produção do milho 2ª safra e de 23% na produção total de algodão.

Para 2022, o clima tem contribuído para boas expectativas de safra até o momento. O ciclo 21/22 de soja começou com bons volumes de chuvas em Mato Grosso, propiciando a semeadura em tempo recorde. Com isso, a colheita foi iniciada no fim de dezembro de 2021, liberando espaço para a semeadura do milho e do algodão na janela ideal.

Na pecuária, o ano de 2021 foi marcado por intensas valorizações no preço da arroba do boi gordo e da vaca gorda, cenário observado nos três estados de análise (Mato Grosso, Goiás e Mato Grosso do Sul). As variações para o macho foram de 43,42% para Mato Grosso, 39,33% para Mato Grosso do Sul e 36,70% para Goiás. No mesmo comparativo as fêmeas valorizaram cerca de 45,57%, 42,37% e 37,28%, respectivamente.

É previsto para o ciclo pecuário, em 2022, um possível aumento no abate de fêmeas. Com isso, a volatilidade no preço da arroba tende a ser menor do que o foi observado em 2021. Mas, ainda assim, o produtor deve buscar uma ferramenta de travamento de preço. Quanto ao custo de produção, os insumos devem continuar em alta.  

Essas e outras informações podem ser acessadas no relatório completo disponível no link: https://imea.com.br/imea-site/arquivo-externo?categoria=relatorio-de-mercado&arquivo=alg-conjunturaeconomia&numeropublicacao=5

Fonte: CNA Brasil

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