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Política Nacional

Ernesto Araújo deve prestar esclarecimentos ao Senado sobre a visita de Pompeo

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Ernesto Araújo, ministro das Relações Exteriores.
MARCELO CAMARGO/AGÊNCIA BRASIL

Ernesto Araújo, ministro das Relações Exteriores.

Nesta segunda-feira (21), o Senado Federal aprovou o convite para que Ernesto Araújo , ministro das Relações Exteriores, preste esclarecimentos sobre a visita do secretário de Estado norte-americano Mike Pompeo a Roraima .

Pompeo compareceu, na última sexta-feira (18), às instalações da Operação Acolhida, que recebe imigrantes venezuelanos em Boa Vista. A visita, que ocorre cerca de um mês e meio antes das eleições estadunidenses, não foi bem vista por parlamentares brasileiros.

Senadores avaliam que, com as críticas de Pompeo à Venezuela, houve uma interferência indevida e um desrespeito à soberania brasileira . Para Rodrigo Maia (DEM-RJ), presidente da Câmara dos Deputados, a visita foi uma “afronta às tradições de autonomia e altivez” da política externa do Brasil.

O presidente da Comissão de Relações Exteriores do Senado (CRE), Nelson Trad (PSD-MS), afirmou que Ernesto Araújo estará no Senado às 10h nesta quinta-feira (24).

O convite para que Araújo preste esclarecimentos ao Senado acontece em um momento em que senadores sinalizaram uma retaliação.

Os parlamentares ameaçaram não analisar os nomes dos diplomatas indicados para embaixadas brasileiras no exterior e representações em agências internacionais. Para assumirem os cargos, uma das etapas necessárias é que os nomes indicados pelo governo sejam aprovados no Senado.

“Queriam cancelar as sabatinas, mas achei que o desgaste seria muito maior. Os embaixadores precisam ocupar seus postos. E o ministro se colocou para dar explicações “, disse Nelson Trad ao blog da jornalista Andréia Sadi.

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Política Nacional

Governo foi “usado” para tentar anular investigação sobre “rachadinha”

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Reprodução: iG Minas Gerais

Senador Flavio Bolsonaro


A defesa do senador Flávio Bolsonaro (Republicanos/RJ) “usou” o Gabinete de Segurança Institucional e outros órgãos do governo federal – com autorização do pai, o presidente Jair Bolsonaro  – atrás de evidências que pudessem dar um fim à apuração sobre o esquema das “rachadinhas” .


O uso do GSI foi confirmado pelos próprios advogados de Flávio, que afirmaram se tratar de “suspeitas de irregularidades das informações” nos relatórios redigidos pelo Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf). Esse órgão federal – que deu início à investigação sobre o senador – recebe, examina e identifica ocorrências suspeitas de atividade ilícita e comunica às autoridades competentes para instauração de procedimentos

O acionamento dessa estrutura governamental foi revelada pela revista Época nesta sexta-feira (23) e confirmada pelos advogados. Ainda de acordo com a publicação, o presidente também estave envolvido no procedimento, contatando o secretário da Receita, José Barroso Tostes Neto, para auxiliar na apuração em favor do filho.

“A defesa do senador Bolsonaro esclarece que levou ao conhecimento do GSI as suspeitas de irregularidades das informações constantes dos Relatórios de Investigação Fiscal lavradas em seu nome, já que diferiam, em muito, das características, do conteúdo e da forma dos mesmos relatórios elaborados em outros casos, ressaltando-se, ainda, que os relatórios anteriores do mesmo órgão não apontavam qualquer indício de atividade atípica por parte do senador”, escreveu a defesa de Flavio em nota oficial.

Os advogados também afirmaram que “o fato foi levado diretamente ao GSI por ter sido praticado contra membro da família do senhor presidente da República”.

Porém, o levantamento do Coaf foi produzido antes de Jair Bolsonaro ter sido eleito. O documento foi divulgado em janeiro de 2018, citando as transações financeiras atípicas de Fabrício Queiroz, ex-assessor de Flávio na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj).

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Política Nacional

Lula, Palocci e Okamoto viram réus por lavagem de dinheiro da Odebrecht

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Ex-presidente Lula da Silva
Agência Brasil

Ex-presidente Lula da Silva

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o ex-ministro da Fazenda Antonio Palocci e o presidente do Instituto Lula, Paulo Okamotto, viraram réus pelo crime de lavagem de dinheiro da empreiteira Odebrecht em um processo da Operação Lava Jato.

Dois ex-executivos da construtora também tiveram a denúncia aceita pelo juiz federal Luiz Antônio Bonat, da 13ª Vara da Justiça Federal de Curitiba, no fim da tarde desta sexta-feira (23). Eles se tornaram réus pelo mesmo crime.

A denúncia da força-tarefa foi apresentada em 14 de setembro deste ano. Os ex-executivos Hilberto Mascarenhas Alves da Silva Filho e Alexandrino de Salles Ramos de Alencar foram denunciados depois. As penas previstas nos acordos de colaboração não atingiram o limite.

Conforme o Ministério Público Federal (MPF), a lavagem de dinheiro envolveu doações da Odebrecht ao Instituto Lula para disfarçar repasses no total de R$ 4 milhões, entre dezembro de 2013 e março de 2014.

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Lula, Palocci e Okamoto viram réus por lavagem de dinheiro da Odebrecht

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Ex-presidente Lula da Silva
Agência Brasil

Ex-presidente Lula da Silva

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o ex-ministro da Fazenda  Antonio Palocci  e o presidente do Instituto Lula, Paulo Okamotto , viraram réus pelo crime de lavagem de dinheiro da empreiteira Odebrecht em um processo da  Operação Lava Jato .

Dois ex-executivos da construtora também tiveram a denúncia aceita pelo juiz federal Luiz Antônio Bonat, da 13ª Vara da Justiça Federal de Curitiba, no fim da tarde desta sexta-feira (23). Eles se tornaram réus pelo mesmo crime.

A denúncia da força-tarefa foi apresentada em 14 de setembro deste ano. Os ex-executivos Hilberto Mascarenhas Alves da Silva Filho e Alexandrino de Salles Ramos de Alencar foram denunciados depois. As penas previstas nos acordos de colaboração não atingiram o limite.

Conforme o Ministério Público Federal (MPF), a lavagem de dinheiro envolveu doações da Odebrecht ao Instituto Lula para disfarçar repasses no total de R$ 4 milhões, entre dezembro de 2013 e março de 2014.

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