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Esportes

Federação espanhola socorre economicamente futebol do país

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A Real Federação Espanhola de Futebol (RFEF) anunciou hoje (25) um pacote de medidas para ajudar os clubes profissionais e amadores, que paralisaram suas atividades por tempo indeterminado, em função da pandemia do novo coronavírus (covid-19). A entidade ofereceu linha de crédito de 500 milhões de euros – aproximadamente R$ 2,8 bilhoes – a times das primeira e segunda divisões. As medidas foram anunciadas pelo pelo presidente da RFEF Luís Rubiales em um vídeo postado nas redes sociais da entidade.

A iniciativa também contemplou as equipes não-profissionais, como as de futebol de salão e futebol feminino, além de equipes das divisões 2ªB e 3ª do futebol masculino (equivalentes a 3ª e 4° divisões no Brasil). Ele receberão até 4 milhões de euros (cerca de R$ 21,8 milhões ), com prazo de reembolso de dois anos, a juros zero. A medida visa o pagamento do salário de jogadores e atletas durante a suspensão das atividades.

A RFEF ainda adotou medidas de cunho social: vai disponibilizar psicólogos e fisioterapeutas para ajudar as equipes. O hotel da seleção espanhola também será utilizado como um centro hospitalar.

“O futebol agora é muito pouco importante em comparação com o que é realmente importante, o problema que temos é uma pandemia que é um problema global, mas continuamos a trabalhar para o futebol”, admitiu Luís Rubiales, presidente da entidade.

Edição: Cláudia Soares Rodrigues

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Esportes

Clubes decidem pela continuação do Campeonato Carioca

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A Federação de Futebol do Rio de Janeiro (Ferj) decidiu que o vencedor do Campeonato Carioca será definido conforme o regulamento, ou seja, não haverá qualquer manobra para eleger quem ficará com o título. A resolução, publicada na noite de ontem (1º) no site da entidade, ocorreu após reunião virtual para decidir o futuro da competição. O encontro por videoconferência contou com a presença do presidente da Ferj, Rubens Lopes, e representantes dos 16 clubes que disputam o Estadual, além dos sindicatos dos atletas e treinadores de futebol. O Carioca está suspenso desde o último dia 16, por causa da pandemia do novo coronavírus (covid-19).

Porém, ainda segue sem resposta se o Estadual será disputado simultâneamente com o Campeonato Brasileiro, ou se o torneio prosseguirá em outro período no ano. Desta forma, os dirigentes e entidades de classe se comprometeram a manter diálogo constante com a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) para que ocorra o ajuste de calendário. 

O clubes também concordaram que as partidas só deverão retornar com segurança sanitária, seguindo as recomendações dos órgãos de saúde. A paralisação do Estadual seguirá, pelo menos, até 30 de abril.  

TV Globo suspende cota dos clubes

Se não bastasse a dificuldade financeira, somada a paralisação do futebol brasileiro, os clubes cariocas se deparam com outro obstáculo: a suspensão Reunião virtual reafirma que regulamento será seguido à risca Em documento, a ser enviado à empresa de comunicação, representantes de todos os clubes assinaram um solicitação para contornar a situação. No Carioca, somente o Flamengo não tem contrato com a TV Globo, por divergências de valores. Por outro lado, os outros 15 participantes tem contrato com o canal de televisão, entre eles, Botafogo, Vasco e Fluminense. 

Edição: Cláudia Soares Rodrigues

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Esportes

Com jogos suspensos, capitães de times das séries C e D recorrem à CBF

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Os capitães dos clubes que disputam as séries C e D do Campeonato Brasileiro pediram à Confederação Brasileira de Futebol (CBF), por meio de abaixo-assinado, apoio financeiro durante a suspensão das competições nacionais, por tempo indeterminado, em função do combate à pandemia do novo coronavírus (covid-19). Os torneios estavam previstos para começar no primeiro fim de semana de maio.

No documento, os capitães de 68 times da quarta divisão solicitam à CBF uma cota financeira de participação às equipes, como ocorre nas séries A e B, e a manutenção da forma de disputa. O abaixo-assinado explica que, diferentemente de outros anos, a edição 2020 da Série D contemplará um calendário mais extenso. Se em 2019 o torneio acabou em meados de agosto, desta vez, a previsão é ir até novembro, “possibilitando a mais de dois mil atletas, pais de família, emprego durante toda a temporada”.

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Na primeira fase, por exemplo, serão 14 jogos por equipe. Na competição passada, foram seis. Ou seja, para mais da metade dos participantes, o Brasileirão já tinha acabado com menos de um mês de bola rolando. “Desta vez, a fase de grupos traria uma garantia de pelo menos três, quatro meses de contrato a esses trabalhadores”, destaca à Agência Brasil o advogado Filipe Rino, que auxilia os atletas da Série D. “Em virtude dessa pandemia, não sabemos como ficará a situação no Brasil e no mundo. Por isso, os atletas pedem que, a princípio, não seja alterada a fórmula, que melhorou muito, ficou compatível”, completa.

A outra solicitação, de caráter financeiro, considera a baixa arrecadação dos times da Série D, acentuada com o período sem futebol e sem previsão de volta às atividades, “o que acarreta sérias dificuldades de arcar com o pagamento de nossa remuneração (salários e direitos de imagem) e encargos trabalhistas” de acordo com o abaixo-assinado. “Se os clubes (…) não tiverem o mínimo suporte neste momento tão delicado, nossos empregos correm sérios riscos, o que causaria danos sociais irreparáveis”, continua o documento.

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Jogo da volta da final série D do Brasileirão 2019, entre Manaus e Brusque. – Thais Magalhães/CBF/Direitos Reservados

A estimativa é que a folha salarial mensal dos times da quarta divisão nacional seja, em média, de R$ 120 mil, com os salários dos atletas, também em média, na casa dos R$ 4 mil. “Os jogadores solicitam que a CBF auxilie os clubes de alguma forma, para que eles tenham a condição financeira de pagar os funcionários. Protocolamos o documento e estamos aguardando resposta”, explica Rino.

Na Série C, se a princípio não há temor de mudança na forma de disputa – a principal mudança foi a disputa de dois quadrangulares na segunda fase, ao invés de mata-mata -, a preocupação financeira é a mesma. O documento assinado pelos capitães dos 20 times participantes destaca o apoio que as equipes recebem da CBF “quanto à logística das partidas (viagens e hospedagens)”, mas, alerta que “para os clubes e atletas que disputam a Série C, (os impactos da suspensão por tempo indeterminado) serão ainda mais graves, pois são muito mais suscetíveis aos danos causados pelas perdas geradas pela suspensão, e pelo ônus de arcar com seus compromissos durante a paralisação”.

O abaixo-assinado cita a “iminência de uma crise sem precedentes que pode gerar abalos severos às vidas de inúmeras famílias” e pede à CBF “doação de recursos para os clubes da Série C, com destinação exclusiva de manter em dia o pagamento dos salários e imagens dos seus atletas, a fim de auxiliar, ou ao menos minimizar, os impactos financeiros advindos desta enorme crise mundial, considerando que são os atletas os principais protagonistas, sem os quais não haveria o espetáculo do futebol e, neste momento, potencialmente mais atingidos, vista a nossa notória hipossuficiência (carência financeira)”.

 

 

Edição: Cláudia Soares Rodrigues

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Esportes

Dirceu Pinto, bicampeão paralímpico, morre aos 39 anos

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Dono de quatro medalhas de ouro paralímpicas na bocha, o paulista Dirceu José Pinto faleceu nesta quarta-feira (1º) em Mogi das Cruzes (SP). A morte foi anunciada pela Associação Nacional de Desporto para Deficientes (Ande), entidade que cuida da modalidade no país.atleta foi internado na noite de ontem (31) com insuficiência cardíaca, devido ao processo degenerativo de sua distrofia, e não resistiu.

Considerado o maior nome da bocha adaptada no Brasil, Dirceu era nadador até descobrir uma doença degenerativa muscular, uma distrofia na região da cintura (coxa e abdome). O esporte que passou a praticar em 2002 o ajudou na transição para a cadeira de rodas. Na classe BC-4 (atletas cadeirantes, cuja lesão é de origem não cerebral, que não recebem assistência nas partidas), foi duas vezes campeão paralímpico individual e duas vezes de duplas nas Paralimpíadas de 2008 (Pequim, China) e 2012 (Londres, Reino Unido). Nos Jogos do Rio de Janeiro, em 2016, levou a prata nas duplas mistas. Ele também subiu três vezes ao pódio em Mundiais: duas vezes no topo (2010) e uma vez em segundo lugar (2014).

Amigos e atletas lamentaram o falecimento de Dirceu pelas redes sociais. “Não dá para acreditar que você se foi”, publicou Evani Calado, campeã paralímpica de bocha por equipes nos Jogos do Rio. “Sempre lembrarei de você com essa alegria que contagiava a todos ao seu redor, com essa garra que inspirou e inspira o mundo afora” escreveu Natali Faria, também da seleção brasileira da modalidade. “O CPB envia seu mais profundo sentimento à família e amigos enlutados e compartilha da dor e da tristeza com os mesmos”, declarou o Comitê Paralímpico Brasileiro em nota oficial publicada no site da entidade.

Adversários e admiradores do exterior também se manifestaram, como Marco Dispaltro, da seleção canadense de bocha. “Quando comecei a jogar, pedi a meu técnico para mostrar vídeos do melhor jogador do mundo. O jogador era Dirceu. Estudei seus movimentos, sua atitude, estratégia… Ele foi meu primeiro professor. Foi um guerreiro dentro e fora de quadra, nunca desistiu. Para mim, será sempre o G.O.A.T. (sigla em inglês que significa Greatest of All Time, ou “melhor de todos os tempos)”.

“Um cavalheiro dentro e fora da quadra. Disputamos algumas finais juntos e ele foi o único que nunca consegui vencer, tamanha eram suas qualidade e determinação”, escreveu Steph McGuire, maior nome da bocha adaptada no Reino Unido.

 

Edição: Cláudia Soares Rodrigues

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