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Política Nacional

Feminismo quer “tirar direito da mulher de ser assediada”, diz deputado do PSL

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IstoÉ

Deputado Jessé Lopes arrow-options
Rodolfo Espínola / Agência AL

Deputado fez posts durante o final de semana

O deputado do PSL de Santa Catarina Jessé Lopes escreveu, em uma publicação nas redes sociais, que o movimento feminista está tirando “o direito da mulher poder ser ‘assediada’”. Na postagem, o parlamentar crítica a campanha “Não é Não” do Coletivo Feminista de Santa Catarina para o Carnaval deste ano, afirmando que homens e mulheres gostam de ser assediados. “Massageia o ego, mesmo que não se tenha interesse na pessoa que tomou a atitude”, disse.

Em outro trecho da publicação, Jessé Lopes compara o movimento feminista ao MST. “Sempre que conquistam algo, irão procurar outra causa para defender, pois o movimento não pode parar, já que ele é um braço da revolução cultural socialista. É igual ao MST, sempre ganham terras, mas estão sempre sem terras”, escreveu.

Leia também: Juíza diz que feminismo colaborou para degradação da sociedade

O deputado afirma ainda que “toda mulher sabe lidar com assédio”. “Obviamente estou falando do assédio no sentido que o próprio movimento generaliza (dar em cima), e não de atos agressivos e perturbantes. Crime não se previne e nem se combate com tatuagens!”, opinou o deputado.

Mais tarde, em outra publicação, o parlamentar voltou a fazer criticas ao movimento feminista. “O feminismo, ao contrário do que muitos pensam, só tirou direitos das mulheres: deixou-as menos cuidadosas com a aparência e imbecilizou o comportamento. Ou seja, legalmente estão menos favorecidas, pois hoje, se uma mulher é deixada pelo marido, esse não tem mais a obrigação de honrar o compromisso assumido inicialmente com ela”, afirmou.

Lopes também justificou o uso da palavra “assédio” na publicação anterior. “. A palavra “assédio” em aspas, não tem essa intenção nem proporção. Mas, o intuito de falar sobre ser cantada ou paquerada, nada mais que isso. Para essa turma, validade só tem a narrativa fria de que eu sou apologeta do assédio.”

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Política Nacional

Entenda a relação entre Silvio Santos e a Lava Jato que viralizou nas redes

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Silvio Santos
Reprodução/SBT

Uma matéria antiga viralizou no Twitter ligando lavagem de dinheiro da Lava Jato ao SBT

O apresentador e dono da emissora SBT, Silvio Santos , foi um dos assuntos mais comentados no Twitter na manhã desta segunda-feira (10). O nome do empresário apareceu ligado à delação do operador financeiro Adir Assad , detido pela Operação Lava Jato . A matéria que circulava nas redes sociais reportando o caso era, no entanto, datada de 29 de agosto de 2019, o que gerou confusão entre os internautas.

Devido a movimentação que levou o nome de Silvio Santos os Trending Topics Brasil , internautas chegaram a acreditar que o apresentador teria morrido.

Recortes descontextualizados da matéria da Folha de São Paulo com o título “Delator preso pela Lava Jato diz ter lavado dinheiro para Grupo Silvio Santos” fez parecer que a investigação era atual, principalmente porque os recortes compartilhados na rede social excluíam a data de publicação da notícia.

Perfis como o do jornalista José Norberto Flesch e o do deputado Nilton Tatto (PT-SP) chegaram a compartilhar a notícia sem fazer menção de que a informação era antiga.

Delação e Grupo Silvio Santos

Na altura das investigações que ocorreram no final de agosto de 2019, o Grupo Silvio Santos afirmou em nota para a Folha de São Paulo que não se manifesta a respeito por “desconhecerem o teor da delação”.

“Aproveitamos para enfatizar que as empresas do GSS sempre pautaram suas condutas pelas melhores práticas de governança e dentro dos estritos princípios legais”, disse o Grupo .

Em depoimento, Adir Assad afirmou que lavou milhões de reais para o Grupo Silvio Santos por meio de contratos fraudados de patrocínio esportivo. No entanto, nos relatos Assad não mencionou especificamente o empresário Silvio Santos, mas apontou como um dos contatos no SBT o sobrinho de Silvio , Daniel Abravanel , e o uso da empresa que comercializa a Tele Sena.

Os contratos superfaturados teriam acontecido no final dos anos 1990, época em que segundo Assad o SBT tinha necessidade de fazer um caixa paralelo. A operação teria movimentado cerca de R$ 10 milhões naquele período.

O relatório da delação analisado pelo The Intercept Brasil alega que parte do dinheiro era devolvida em espécie a um diretor financeiro chamado Vilmar, em um escritório do SBT localizado no centro de São Paulo. 

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Política Nacional

Turismo nomeia blogueira que foi exonerada do IPHAN por falta de qualificação

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Monique Aguiar blogueira
Reprodução / Instagram

Blogueira de viagens, Monique Aguiar assume cargo no Ministério do Turismo

O ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio , nomeou a blogueira de viagem Monique Baptista Aguiar como coordenadora de Projetos Especiais da Fundação Nacional de Artes (Funarte). A oficialização foi publicada na edição desta segunda-feira (10) do Diário Oficial da União (DOU).

Antes de ser indicada para a Funarte , Monique Aguiar havia sido nomeada para o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). A Controladoria-Geral da União (CGU), no entanto, alegou que a blogueira não tinha qualificação para permanecer no cargo.

Nas redes sociais, Monique Aguiar se intitula “digital influencer, turismóloga, criativa e apaixonada por fotos e viagens”.

Após dois meses da exoneração do cargo de direção de nível 3, o chamado DAS 3, a blogueira foi renomeada para o mesmo nível, agora no Ministério do Turismo. 

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Política Nacional

Construtoras disseram ao MP que Flávio Bolsonaro comprou imóvel em dinheiro vivo

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flávio
Beto Barata/Agência Senado

Senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ)


Um reportagem do jornal O Globo  revelou que o senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ) comprou salas comerciais pelo valor de R$ 86, 7 mil em dinheiro vivo enquanto era deputado estadual na Alerj (Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro). As informações divulgadas pelo jornal foram obtidas a partir dos depoimentos ao Ministério Público das construtoras e do Flávio. 


Flávio alegou que pediu o dinheiro emprestado ao pai e a um dos irmão, sem citar qual. O senador depôs sobre o caso na última sexta-feira (7) ao promotor Luis Fernando Ferreira Gomes no inquérito que apura o esquema de rachadinha, supostamente coordenado por Fabrício Queiroz, na Alerj .

As construtoras  Cyrella e TG Brooksfield relataram ao Ministério Público que Flávio comprou em dinheiro vivo, em depósitos bancários, 12 salas comerciais no centro comercial Barra Prime Offices, em 2008, que somam o valor de R$ 86.779,43.

“Eu saí pedindo emprestado para o meu irmão, para o meu pai , eles me emprestaram esse dinheiro. Tá tudo declarado no meu imposto de renda, que foi comprado dessa forma. Depois eu fui pagando a eles esses empréstimos”, disse Flávio ao se defender sobre as declarações das contrutoras. Flávio disse que pagou os empréstimos em dinheiro vivo. 

O Globo mostrou, ainda, que a venda das salas foi registrada em cartório em setembro de 2010, mas Flávio e as corretoras fizeram o contrato de compra e venda com data de dezembro de 2008.

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