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Filho do goleiro Bruno quer mudar de nome por causa do pai

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Arquivo iG

O ex-goleiro do Flamengo foi condenado a 22 anos e três meses de prisão por homicídio triplamente qualificado, sequestro e ocultação do cadáver

A mãe de Eliza Samudio, Sônia Samudio, reveleu em em entrevista, publicada pelo Uol neste sábado (12), que o neto não quer ter mais o mesmo nome do pai, o goleiro Bruno Fernandes, condenado pela morte da ex-modelo.

A mulher contou que a “Bruninho”, como é chamado pela família, quer se chamar Gabriel. a avó afirma que o neto tem medo do pai e diz para os amigos que ele é apenas o “genitor”. Bruninho está com nove anos e, de acordo com Eliza Samudio, também não assina o sobrenome “Souza”, da família do pai.

“Levei meu neto para tirar o RG há alguns meses e ele teve de assinar o nome completo naquela partezinha ali embaixo. Escreveu só ‘Bruno Samudio’ bem grande para que não coubesse mais nada. Não adiantou: o atendente disse que precisaria colocar o “Souza” também e ele fez um escândalo”, contou ao Uol.

Para justificar a escolha de seu nome igual ao do pai, a avó diz que foi um desejo de Eliza, antes de morrer e por isso ela não pode interferir. Mas, ela diz que e mesmo poderá providenciar a mudança quando for adulto, se estiver certo de que é isso que quer.

A criança não quer contato com o pai e detesta ser reconhecido como filho do goleiro Bruno. Ele evita sair com a avó para locais públicos, justamente por receio das pessoas os reconhecerem. Sônia Samudio destaca também que não influenciou a criança a rejeitar o goleiro Bruno, mas garante que não autoriza nenhuma aproximação entre os dois.

Em determinado momento da entrevista, a criança diz: “mãe Soninha, como vou confiar num cara que tentou me matar? Nem se ele me oferecer um refrigerante fechado vou aceitar”.

Relembre o caso

Eliza Samudio, modelo e mãe do filho do goleiro Bruno, foi morta por asfixia e esganadura em 10 de junho de 2010. A modelo teve o corpo, até hoje não encontrado, esquartejado pelos assassinos.

O ex-goleiro do Flamengo foi condenado a 22 anos e três meses de prisão por homicídio triplamente qualificado, sequestro e ocultação do cadáver.

Em julho deste ano, conseguiu sair da cadeia e agora tenta retornar ao futebol profissional em Minas Gerais.

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Brasileira de 95 anos costurou luvas na 2ª guerra e hoje tece máscaras

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reprodução arquivo pessoal

Maria Blandina Medeiros Neder, de 95 anos, costura máscaras para profissionais da saúde


Maria Blandina Medeiros Neder está prestes a completar 95 anos e repete a ação de voluntariado que realizou durante a Segunda Guerra Mundial, que durou de 1939 à 1945. Maria costurou luvas e cachecóis para os combatentes brasileiros, hoje ela passa o dia consturando máscaras para os profissionais da saúde do Rio de Janeiro.

Dona Blandina contou em entrevista ao portal de notícias do G1 que decidiu se voluntariar depois que um grupo de amigos criou a iniciativa ao observar a falta de equipamentos de proteção individual nos equipamentos de saúde do estado.

Leia também: OMS retoma estudo de hidroxicloroquina para tentar deter Covid-19

Na Segunda Guerra Mundial, dona Blandina costurou peças parar os 25 mil brasileiros que fizeram parte da Força Expedicionária Brasileira (FEB), que combateu ao lado dos aliados as forças fascistas na Itália a partir de 1942.

O projeto que ela faz parte se chama ” Ajude de Casa RJ “, que é coordenado pelas amigas de Blandina, Paula Lima, Simone Baffini e Marcia Andrade. Já somam 70 volunntários até o momento e cerca de 80 instituições de saúde foram contempladas.

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Bauru e Barretos são “pontos de atenção” e podem retroceder planos de reabertura

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Reprodução/Governo de SP

Mapa aponta em quais fases de flexibilização cada região está

Uma análise de tendência sobre o avanço da pandemia de Covid-19 em cada área do estado de São Paulo aponta que as regiões administrativas de Bauru e Barretos estão classificadas como “pontos de atenção”. O estudo foi realizado pelo próprio governo do estado e apresentando nesta quarta-feira em coletiva de imprensa.

Leia mais: Mortes por Covid-19 ultrapassam 8,2 mil em São Paulo

Atualmente, ambas a regiões recebem a classificação amarela, que representa a “fase 3”, de flexibilização . Apesar disso, caso os municípios não controlem o avanço da pandemia, devem retroceder para a fase laranja, que representa o nível de “controle”. A fase significa, além de atenção mais rigorosa, uma lista menor de serviços com permissão para funcionar sob um  protocolo de restrições.

De acordo com a secretária de Desenvolvimento Econômico do estado, Patrícia Ellen, os indicadores têm como principal objetivo prever necessidades futuras em relação à flexibilização ou endurecimento de medidas. Com análises semanais, o estudo aponta tendências considerando a manutenção de taxas de ocupação, número de mortes e casos confirmados no município.

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População preta e parda tem 37,5% mais chance de óbito em São Paulo, diz Covas

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Bruno Covas reforçou a necessidade de falar sobre racismo no Brasil
Divulgação

Bruno Covas reforçou a necessidade de falar sobre racismo no Brasil

O prefeito Bruno Covas (PSDB) comentou hoje (3) sobre as manifestações antirracistas que estão ocorrendo no Brasil e nos Estados Unidos, inflamadas principalmente após os assassinatos de João Pedro, no Rio de Janeiro e George Floyd, Minneapolis.

Covas reforçou o dever de falar sobre racismo. “Não podemos adiar e colocar para debaixo de tapete esse tema tão fundamental para a nossa sociedade”

Veja também: Mortes por Covid-19 ultrapassam 8,2 mil em São Paulo

“Nossa cidade tem 40% de pretos e pardos na sua população. E pesam sobre eles indicadores socioeconômicos desproporcionais. São reveladores de menores oportunidades e maiores dificuldades. Em todos os indicadores, a desigualdade se revela. A renda média dos brancos é mais do que o dobro dos negros. A expectativa de vida chega a ser de 8 anos a menos nos bairros mais pobres onde grande parte da população negra vive. Os negros e pardos são 57% das vítimas de violência e dos homicídios. Precisamos falar sobre o racismo e aprender sobre isso”, declarou.

O prefeito ainda ressaltou que até mesmo os impactos da pandemia são mais fortes na população negra e parda.

“A população preta e parda tem 37,5% mais chance de óbito em São Paulo. Isso acontece por duas razões basicas: eles vivem na periferia, onde a letalidade do virus é maior, e pela prevalência na comunidade negra de comorbidades importantes como a hipertensão e a diabetes”, complementou.

Leia mais: São Paulo aguarda mais de 1000 respiradores solicitados ao governo federal

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