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Foz do Iguaçu vai abrigar o primeiro bairro inteligente do país

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Agência Brasil

Cataratas do Iguaçu


Localizada no município paranaense de Foz do Iguaçu, a Vila A será o primeiro bairro inteligente do país. No Vila A, serão demonstradas e testadas soluções e intervenções tecnológicas que poderão ser monitoradas por meio de aplicativos customizados que permitem, inclusive, comunicação direta com os moradores.


O projeto Vila A Inteligente faz parte de um convênio , firmado nesta terça-feira (28), entre Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), Parque Tecnológico Itaipu (PTI), Itaipu Binacional e prefeitura de Foz do Iguaçu.

Segundo o presidente da ABDI, Igor Calvet, o convênio envolve tecnologias nas áreas de segurança pública, mobilidade urbana e iluminação pública.

“As tecnologias integrarão cidadãos e instituições. Segurança e inteligência artificial serão áreas muito beneficiadas. A ABDI tem procurado popularizar tecnologias nos setores econômicos e para a população. Espero que esse projeto traga logo muitos resultados para o município de Foz do Iguaçu”, disse Calvet durante a cerimônia de assinatura do convênio.

Primeira fase

Em outubro , deverão ser instalados os primeiros semáforos inteligentes no bairro, além de câmeras de reconhecimento facial e iluminação pública inteligente – com telegestão e regulação da intensidade de brilho. Algumas das luminárias inteligentes têm, inclusive, câmeras de reconhecimento facial. O Centro de Comando e Controle começa a ser instalado em agosto, informou à Agência Brasil o assessor especial da presidência da ABDI Tiago Faierstein.

Segundo Faierstein, a segunda fase do projeto , que terá início em dezembro, consiste na instalação de pontos de ônibus inteligentes (com telas de LED mostrando os horários, ponto de carga de celular e acessibilidade para cadeirantes) e de um aplicativo (APP) para que o cidadão possa interagir com todas as tecnologias disponíveis (inclusive com botão de pânico). Está prevista também a implantação de tecnologias que permitem o monitoramento de placas de veículos.

Faierstein informou que o bairro contará com quatro pontos de ônibus; quatro cruzamentos semafóricos inteligentes; 105 luminárias inteligentes; 120 câmeras de reconhecimento facial; cinco câmeras de reconhecimento de placas; cinco pontos de Wi-Fi gratuito e um centro de controle operacional com videowall (vários vídeos dispostos de forma conjunta). Está previsto ainda o desenvolvimento de um software.

Sandbox

De acordo com a ABDI, a Vila A funcionará “de acordo com o conceito de sandbox – um ambiente específico para testes de tecnologias inovadoras”, conforme prevê decreto publicado no dia 25 pela prefeitura de Foz do Iguaçu, que regulamentou a instituição de ambientes experimentais de inovação científica, tecnológica e empreendedora no município, sob o formato de bancos de testes regulatórios.

Usado na área de tecnologia da informação, o termo sandbox  corresponde a “ambiente isolado, específico para testes de uma aplicação, sem impacto em outras aplicações que estejam rodando no sistema”. Trata-se de uma espécie de “teste regulatório” que oferece a empresas inovadoras a possibilidade de operação, em condições e prazos determinados. Após o teste, os resultados e riscos são avaliados.

Segundo a ABDI – que destinará R$ 6 milhões para o projeto Vila A Inteligente, por meio de um convênio com o PTI nos próximos três anos -, o bairro receberá startups e empresas, por meio de editais públicos, para teste e desenvolvimento de tecnologias, “estimulando o empreendedorismo inovador”.

Participação popular

“O futuro começa a ser lançado, com integração tecnológica e capacidade de desenvolvimento de startups”, disse o vice-prefeito de Foz do Iguaçu, Newton Bobato. “E poderemos testar, em ambiente urbano, a efetividade dessas tecnologias”, complementou o diretor-superintendente do Parque Tecnológico de Itaipu, Eduardo Garrido.

Na cerimônia, o diretor-geral brasileiro da Itaipu Binacional, Joaquim Silva de Luna, destacou que uma das características do projeto é possibilitar a participação das pessoas , no sentido de fazer sugestões para o aperfeiçoamento das tecnologias. “A grande ação da cidade inteligente é integrar coisas que existem. Os cidadãos poderão contribuir com indicações para melhorar esse processo”, disse Luna.

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Menor rapta criança de 6 anos durante sono para estuprá-la

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Elza Fiuza/Agência Brasil

Imagem ilustrativa

Um jovem de 17 anos foi levado à polícia por moradores da aldeia Rancho Jacaré, no Mato Grosso do Sul , após raptar uma criança de seis anos que estava dormindo, levá-la a um matagal e estuprá-la.

Segundo ocorrência, o suspeito era primo da vítima e já tinha passagem pela polícia por outro estupro cometido no ano de 2018. A criança foi encontrada abandonada em um matagal e com graves ferimentos algumas horas após a mãe perceber que ela não estava na cama.

Para justificar o crime, o menor de idade afirmou que estava embriagado. Ele foi transferido para a Unidade Educacional de Internação de Dourados, onde deve cumprir internação. Não há informação sobre quanto tempo ele deve passar no local. 

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Recém-nascida é abandonada em saco plástico na Zona Norte de SP

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PMSP/Reprodução

Bebê foi abandonado dentro de saco plástico

A Polícia Civil de São Paulo investiga o abandono de uma recém-nascida ainda com o cordão umbilical  dentro de um saco plástico na frente de uma casa no Parque Edu Chaves, na Zona Norte de São Paulo, no sábado (19).

Segundo ocorrência, os responsáveis por encontrar a criança foram os próprios policiais militares, acionados após uma ligação de um morador da região. Eles encontraram a recém-nascida enrolada em um cobertor dentro do saco e a levaram para o Hospital São Luiz Gonzaga, no bairro do Jaçanã.

Após receber os primeiros cuidados, a menina passa bem. O abandono será investigado pela delegacia do 73º Distrito Policial.

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Estudo da FGV aponta que pandemia provocou queda de renda de 20,1%

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Agência Brasil

Estudo da FGV aponta que pandemia provocou queda de renda de 20,1%

Rio – O primeiro trimestre da pandemia de covid-19, declarada oficialmente em 11 de março, ocasionou uma perda média de 20,1% na renda dos brasileiros, baixando o valor de R$ 1.118 para R$ 893 mensais. No cálculo, consideram-se mercados formal e informal e também a parcela de trabalhadores sem emprego.

No período, o coeficiente de Gini, usado para mensurar o nível de desigualdade social, aumentou 2,82%. Os apontamentos constam da pesquisa Efeitos da pandemia sobre o mercado de trabalho brasileiro, coordenada pelo economista Marcelo Neri, da Fundação Getulio Vargas (FGV).

Conforme demonstra o estudo, observa-se que tanto a queda média na renda como o índice Gini atingiram nível recorde quando analisadas variações da série histórica, iniciada em 2012. Enquanto os mais pobres viram a renda encolher 27,9% – de R$ 199 para R$ 144 -, o impacto foi de 17,5% – de R$ 5.428 para 4.476 -, entre os 10% mais ricos do país.

Os pesquisadores atribuem a queda de mais de um quarto da renda à redução da jornada de trabalho, que foi de 14,34% na média nacional, e a outros fatores, como a própria diminuição na oferta de vagas. A taxa de ocupação, isto é, a parcela da força de trabalho que possui um emprego, também caiu 9,9%.

O estudo afirma que a situação pesou mais entre indígenas, analfabetos e jovens de 20 a 24 anos. De acordo com os pesquisadores, mulheres foram mais afetadas, com 20,54% de queda na renda, contra 19,56% dos homens.

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