conecte-se conosco


Política Nacional

Governadores se unem e formam frente de contraposição a Bolsonaro

Publicado


source
Governadores reunidos arrow-options
Pablo Valadares/Câmara dos Deputados

Governadores formaram frente contra Bolsonaro

Os governadores dos estados se uniram e criaram uma frente de contraposição ao presidente Jair Bolsonaro . Aliança inédita formada pelos líderes estaduais foi formada após a intensificação dos desentendimentos entre o Planalto e Congresso Nacional.

O grupo, que é composto por João Doria (PSDB-SP) e Wilson Witzel (PSC-RJ), deixou de se ater somente a assuntos tributários de interesse dos estados, como é o caso do IMCS dos combustíveis, e planeja ampliar seu papel institucional.

Leia também: Bolsonaro assina decreto para envio de Forças Armadas ao Ceará

O próximo assunto que deve ser o foco da aliança é a segurança pública, o que chamou a atenção dos governadores por conta do incidente envolvendo o senador Cid Gomes (PDT-CE), que foi baleado nesta quarta-feira (19) quando tentava furar um piquete de policiais militares amotinados.

Fazem parte do grupo 20 governador de todas as unidades da federação e três governadores eleitos pelo PSL ficaram de fora. Oficialmente, o espaço de discussão é chamado de Fórum Nacional de Governadores e os integrantes se reúnem periodicamente para suas discussões.

Comentários Facebook
publicidade

Política Nacional

No aniversário do golpe militar, Defesa diz que 1964 foi “marco para democracia”

Publicado


source
Ditadura arrow-options
Bruno Fonseca/Agência Pública

Ditadura no Brasil durou 21 anos

Ministério da Defesa  divulgou um texto nesta segunda-feira (30) que diz que o dia 31 de março de 1964, data do  golpe militar que deu início à ditadura no Brasil, foi um movimento que representou um “marco para a democracia”.

A manifestação da pasta, chamada de Ordem do Dia, acontece um dia antes do aniversário de 56 anos do golpe.

A ditadura militar durou de 1964 a 1985 e, nesse período, vários setores da sociedade foram alvo de repressão. Entre os abusos cometidos estão o fechamento do Congresso Nacional, a perseguição a opositores do regime com tortura e mortes e censura à imprensa.

Leia também: Justiça Militar liberta presos que denunciaram sessão de tortura em quartel

“O Movimento de 1964 é um marco para a democracia brasileira. O Brasil reagiu com determinação às ameaças que se formavam àquela época”, diz um trecho do texto.

Em outra parte do texto, o Ministério da Defesa diz que as Forças Armadas cumprem missão constitucional e estão “submetidas ao regramento democrático”.

O texto é assinado pelo ministro da Defesa, Fernando Azevedo e Silva, e pelos comandantes da Marinha, Ilques Barbosa Junior; do Exército, Edson Pujol; e da Aeronáutica, Antonio Bermudez.

Leia a íntegra do texto:

MINISTÉRIO DA DEFESA

Ordem do Dia Alusiva ao 31 de Março de 1964

Brasília, DF, 31 de março de 2020.

O Movimento de 1964 é um marco para a democracia brasileira. O Brasil reagiu com determinação às ameaças que se formavam àquela época.

O entendimento de fatos históricos apenas faz sentido quando apreciados no contexto em que se encontram inseridos. O início do século XX foi marcado por duas guerras mundiais em consequência dos desequilíbrios de poder na Europa. Ao mesmo tempo, ideologias totalitárias em ambos os extremos do espectro ideológico ameaçavam as liberdades e as democracias. O nazifascismo foi vencido na Segunda Guerra Mundial com a participação do Brasil nos campos de batalha da Europa e do Atlântico. Mas, enquanto a humanidade tratava os traumas do pós-guerra, outras ameaças buscavam espaços para, novamente, impor regimes totalitários.

Naquele período convulsionado, o ambiente da Guerra Fria penetrava no Brasil. Ingredientes utópicos embalavam sonhos com promessas de igualdades fáceis e liberdades mágicas, engodos que atraíam até os bem-intencionados. As instituições se moveram para sustentar a democracia, diante das pressões de grupos que lutavam pelo poder. As instabilidades e os conflitos recrudesciam e se disseminavam sem controle.

A sociedade brasileira, os empresários e a imprensa entenderam as ameaças daquele momento, se aliaram e reagiram. As Forças Armadas assumiram a responsabilidade de conter aquela escalada, com todos os desgastes previsíveis.

Aquele foi um período em que o Brasil estava pronto para transformar em prosperidade o seu potencial de riquezas. Faltava a inspiração e um sentido de futuro. Esse caminho foi indicado. Os brasileiros escolheram. Entregaram-se à construção do seu País e passaram a aproveitar as oportunidades que eles mesmos criavam. O Brasil cresceu até alcançar a posição de oitava economia do mundo.

A Lei da Anistia de 1979 permitiu um pacto de pacificação. Um acordo político e social que determinou os rumos que ainda são seguidos, enriquecidos com os aprendizados daqueles tempos difíceis.

O Brasil evoluiu, tornou-se mais complexo, mais diversificado e com outros desafios. As instituições foram regeneradas e fortalecidas e assim estabeleceram limites apropriados à prática da democracia. A convergência foi adotada como método para construir a convivência coletiva civilizada. Hoje, os brasileiros vivem o pleno exercício da liberdade e podem continuar a fazer suas escolhas.

As Forças Armadas acompanharam essas mudanças. A Marinha, o Exército e a Aeronáutica, como instituições nacionais permanentes e regulares, continuam a cumprir sua missão constitucional e estão submetidas ao regramento democrático com o propósito de manter a paz e a estabilidade.

Os países que cederam às promessas de sonhos utópicos, ainda lutam para recuperar a liberdade, a prosperidade, as desigualdades e a civilidade que rege as nações livres.

O Movimento de 1964 é um marco para a democracia brasileira. Muito mais pelo que evitou.

FERNANDO AZEVEDO E SILVA

Ministro de Estado da Defesa

ILQUES BARBOSA JUNIOR

Almirante de Esquadra

Comandante da Marinha

Gen Ex EDSON LEAL PUJOL

Comandante do Exército

Ten Brig Ar ANTONIO C. M. BERMUDEZ

Comandante da Aeronáutica

Comentários Facebook
Continue lendo

Política Nacional

No aniversário do golpe militar, Defesa diz que 1964 foi “marco para democracia”

Publicado


source
Ditadura arrow-options
Bruno Fonseca/Agência Pública

Ditadura no Brasil durou 21 anos

Ministério da Defesa  divulgou um texto nesta segunda-feira (30) que diz que o dia 31 de março de 1964, data do  golpe militar que deu início à ditadura no Brasil, foi um movimento que representou um “marco para a democracia”.

A manifestação da pasta, chamada de Ordem do Dia, acontece um dia antes do aniversário de 56 anos do golpe.

A ditadura militar durou de 1964 a 1985 e, nesse período, vários setores da sociedade foram alvo de repressão. Entre os abusos cometidos estão o fechamento do Congresso Nacional, a perseguição a opositores do regime com tortura e mortes e censura à imprensa.

Leia também: Justiça Militar liberta presos que denunciaram sessão de tortura em quartel

“O Movimento de 1964 é um marco para a democracia brasileira. O Brasil reagiu com determinação às ameaças que se formavam àquela época”, diz um trecho do texto.

Em outra parte do texto, o Ministério da Defesa diz que as Forças Armadas cumprem missão constitucional e estão “submetidas ao regramento democrático”.

O texto é assinado pelo ministro da Defesa, Fernando Azevedo e Silva, e pelos comandantes da Marinha, Ilques Barbosa Junior; do Exército, Edson Pujol; e da Aeronáutica, Antonio Bermudez.

Leia a íntegra do texto:

MINISTÉRIO DA DEFESA

Ordem do Dia Alusiva ao 31 de Março de 1964

Brasília, DF, 31 de março de 2020.

O Movimento de 1964 é um marco para a democracia brasileira. O Brasil reagiu com determinação às ameaças que se formavam àquela época.

O entendimento de fatos históricos apenas faz sentido quando apreciados no contexto em que se encontram inseridos. O início do século XX foi marcado por duas guerras mundiais em consequência dos desequilíbrios de poder na Europa. Ao mesmo tempo, ideologias totalitárias em ambos os extremos do espectro ideológico ameaçavam as liberdades e as democracias. O nazifascismo foi vencido na Segunda Guerra Mundial com a participação do Brasil nos campos de batalha da Europa e do Atlântico. Mas, enquanto a humanidade tratava os traumas do pós-guerra, outras ameaças buscavam espaços para, novamente, impor regimes totalitários.

Naquele período convulsionado, o ambiente da Guerra Fria penetrava no Brasil. Ingredientes utópicos embalavam sonhos com promessas de igualdades fáceis e liberdades mágicas, engodos que atraíam até os bem-intencionados. As instituições se moveram para sustentar a democracia, diante das pressões de grupos que lutavam pelo poder. As instabilidades e os conflitos recrudesciam e se disseminavam sem controle.

A sociedade brasileira, os empresários e a imprensa entenderam as ameaças daquele momento, se aliaram e reagiram. As Forças Armadas assumiram a responsabilidade de conter aquela escalada, com todos os desgastes previsíveis.

Aquele foi um período em que o Brasil estava pronto para transformar em prosperidade o seu potencial de riquezas. Faltava a inspiração e um sentido de futuro. Esse caminho foi indicado. Os brasileiros escolheram. Entregaram-se à construção do seu País e passaram a aproveitar as oportunidades que eles mesmos criavam. O Brasil cresceu até alcançar a posição de oitava economia do mundo.

A Lei da Anistia de 1979 permitiu um pacto de pacificação. Um acordo político e social que determinou os rumos que ainda são seguidos, enriquecidos com os aprendizados daqueles tempos difíceis.

O Brasil evoluiu, tornou-se mais complexo, mais diversificado e com outros desafios. As instituições foram regeneradas e fortalecidas e assim estabeleceram limites apropriados à prática da democracia. A convergência foi adotada como método para construir a convivência coletiva civilizada. Hoje, os brasileiros vivem o pleno exercício da liberdade e podem continuar a fazer suas escolhas.

As Forças Armadas acompanharam essas mudanças. A Marinha, o Exército e a Aeronáutica, como instituições nacionais permanentes e regulares, continuam a cumprir sua missão constitucional e estão submetidas ao regramento democrático com o propósito de manter a paz e a estabilidade.

Os países que cederam às promessas de sonhos utópicos, ainda lutam para recuperar a liberdade, a prosperidade, as desigualdades e a civilidade que rege as nações livres.

O Movimento de 1964 é um marco para a democracia brasileira. Muito mais pelo que evitou.

FERNANDO AZEVEDO E SILVA

Ministro de Estado da Defesa

ILQUES BARBOSA JUNIOR

Almirante de Esquadra

Comandante da Marinha

Gen Ex EDSON LEAL PUJOL

Comandante do Exército

Ten Brig Ar ANTONIO C. M. BERMUDEZ

Comandante da Aeronáutica

Comentários Facebook
Continue lendo

Política Nacional

Presidente Bolsonaro fala de covid-19 em programa sensacionalista

Publicado


source
bolsonaro arrow-options
Reprodução YouTube

Bolsonaro participou de programa sensacionalista nesta segunda (30)

“Alguns morrerão? Morrerão. E lamentamos? Lamentamos”, disse o presidente Jair Bolsonaro em entrevista ao programa Alerta Nacional, da Rede TV, na noite desta segunda-feira (30). Em partipação por telefone no programa sensacionalista, Bolsonaro tentou justificar saída no domingo (29) no Distrito Federal e criticou jornalismo.

Bolsonaro afirmou que em seu passeio por Ceilândia e Taguatinga (DF), tinha a intenção de conversar com trabalhadores informais e pessoas de baixa renda. Com isso, o presidente quebrou as recomendações de isolamento durante a pandemia de covid-19.

Leia:  Imprensa internacional repercute ações de Bolsonaro

“A letalidade é quase zero”, disse Bolsonaro no programa. Mas segundo os  dados atualizados do ministério da saúde, a letalidade no Brasil é de 3,5%  e o número tem crescido.

O apresentador do programa, Sikêra Júnior, disse que “ligar a TV hoje é um desespero para os mais velhos: [notícias de que] morreu um, morreu dois, na Itália morreu três “. O número de mortos na Itália, no entanto, passou de 11 mil nesta segunda-feira (30).

Veja: Bancada da bala discorda da posição de Bolsonaro sobre novo coronavírus

Bolsonaro atacou novamente o jornal Folha de S.Paulo, dizendo que foi “falta de caráter desse jornal” chamar saída do presidente em meio à pandemia de “passeio”. O presidente reclamou também da queda no turismo e disse estar preocupado com desemprego.

Além disso, Bolsonaro adotou tom conspiracionista e disse que “há interesse de alguns governadores em inflar o número de mortes por coronavírus” para receber verbas federais.



Comentários Facebook
Continue lendo

Nova Xavantina

Policial

Política MT

Mato Grosso

Mais Lidas da Semana