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Saúde

Governo investiga se intoxicações com dietilenoglicol começaram em novembro

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O governo de Minas Gerais incluiu o mês de novembro no leque de investigações de casos suspeitos de intoxicação por dietilenoglicol no estado, possivelmente causada pela ingestão da cerveja Belorizontina. Até o momento, apenas o mês de dezembro estava no radar das autoridades do estado. A revisão faz parte de novos protocolos clínicos divulgados por uma nota técnica da secretaria de Saúde mineira, divulgada pelo jornal “Estado de Minas”.

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Substância encontrada na cerveja Belorizontina causou intoxicações

O comunicado também cita pela primeira vez a ingestão da Belorizontina , produzida pela cervejaria Backer , como a possível fonte da intoxicação. A nota, distribuída internamente pela subsecretaria de Vigilância em Saúde, fixa um novo protocolo clínico para o atendimento a pacientes que manifestem sintomas, como insuficiência renal aguda e alterações neurológicas.

Ainda de acordo com o “Estado de Minas”, o documento define que o tratamento seja iniciado antes do diagnóstico laboratorial. A administração intravenosa de etanol é colocada como uma das principais maneiras de conter a intoxicação. Em casos extremos, o álcool poderá ser ingerido de forma oral.

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A nota técnica esclarece, ainda, que exames laboratoriais da Fundação Ezequiel Dias (Funed), órgão do governo mineiro, descartaram que os pacientes identificados até o momento tenham padecido de hepatites virais, arboviroses, infecções bacterianas e fúngicas sistêmicas, doenças neuroinvasivas, febres hemorrágicas, sarampo, HIV e doença de Chagas.

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Saúde

20% dos norte-americanos recusariam vacina contra Covid-19, diz pesquisa

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Entidades de saúde dos EUA apontam preocupação com pessoas que podem se recusar a receber vacina contra Covid-19

Uma pesquisa realizada pelo NORC Center for Public Affairs apurou que apenas metade dos estadunidenses afirmam que estão ansiosos por uma vacina contra o novo coronavírus ( Sars-Cov-2 ). O dado é ainda mais alarmante quando aponta que, entre os pesquisados, 20% diz que não aceitaria uma  imunização contra a doença.

A pesquisa também destaca 31% das respostas, que afirmam “ainda não ter certeza” sobre a possibilidade de aceitar ou não a vacina. O estudo preocupa profissionais da ciência e da saúde por apontar, principalmente, um desafio para a saúde pública – que destaca o alto grau de contágio do vírus.

Leia mais: Testes de anticorpos tem risco maior de “falso negativo” do que o informado

Entre os argumentos apresentados por quem recusaria a vacina, o mais frequente é “temor pela segurança”, considernado o fato de que a vacina será um medicamente recém-descoberto. “Eu não sou anti-vacina “, afirma Melanie Dries, de 56 anos, ao portal DailyMail. “Mas me sinto mais segura se esperar um ano ou dois até receber a minha dose, pois tenho medo que os efeitos colaterais não sejam testados ainda”, explica.

O diretor do Instituto Nacional de Saúde dos Estados Unidos, porém destaca que em qualquer processo de produção de vacinas a segurança é o ponto mais importante. “Estamos criando um plano gigante de testes para cada vacina . Isso significa que queremos nos certificar da eficácia e segurança do que desenvolvemos”, diz.

Fonte: IG SAÚDE

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Saúde

Distância de 2 metros não evita contágio por Covid-19, diz estudo

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Maioria das transmissões são feitas por pessoas assintomáticas
Agência Brasil/Fernando Frazão

Maioria das transmissões são feitas por pessoas assintomáticas

De acordo com um estudo publicado na revista Science, se manter 2 metros distante de outras pessoas não é suficiente para evitar o contágio pelo novo coronavírus (Sars-Cov-2) — diferentemente do que apontam as recomendações desde o início da pandemia. O resultado do estudo reforça o uso universal de máscara para evitar a transmissão.

Segundo a publicação intitulada “Reduzindo a transmissão do Sars-CoV-2”, especialistas da Universidade de Taiwan e da Universidade da Califórnia afirmam que algumas evidências indicam que a Covid-19 está se espalhando silenciosamente em aerossóis expelidos por pessoas altamente contagiosas, mas que não apresentam sintomas.

Por isso, dizem, é preciso “realização regular e ampla de testes” para mapear casos assintomáticos. O estudo também reforça a necessidade do máscaras para o controle do vírus.

As recomendações da Organização Mundial da Saúde podem não ser suficientes em todos os casos, dizem Chia Wang, Kimberly Prather e Robert Schooley, autores do artigo.

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“Aumentaram as evidências que sugerem que os dois metros de distância recomendados pela OMS não são suficiente em muitas situações em ambientes internos onde gotículas permanecem no ar por horas, acumulando-se com o passar do tempo e se espalhando pelo ar em distâncias maiores que dois metros”, escreveram.

Os pesquisadores explicam que as gotículas se espalham no momento da respiração e da fala, “podem se acumular, permanecer no ar de ambientes internos por horas e podem ser inalados facilmente para dentro dos pulmões”.

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O centro de controle e prevenção de doenças dos EUA, o CDC, focou também em gotículas de tossidas e espirros. Nestes casos, a permanência no ar é menor, mas existe o risco de que as gotículas caiam diretamente no nariz ou boca de outras pessoas.

“Para que a sociedade retome suas atividades, é preciso de medidas para reduzir a emissão destes aerossóis, incluindo uso universal de máscaras”, concluiu o estudo.

Fonte: IG SAÚDE

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Saúde

No Twitter, Átila Iamarino diz que cabines de desinfecção podem ser ineficazes

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Reprodução/TV Cultura

Atila Iamarino explica, no Twitter, sobre cabines de desinfecção

Populares durante a pandemia de Covid-19 , estruturas de desinfecção como câmara, cabines e túneis são uma alternativa para evitar a propagação do vírus em estabelecimentos. Apesar disso, o virologista Átila Iamarino, que ganhou popularidade em lives sobre o novo coronavírus, alertou em seu Twitter sobre a falta de eficácia das instalações em muitos casos.

“Ótimo para eliminar vírus e bactérias na superfície do corpo. Não serve pra nada se ass pessoas carregarem a Covid-19 dentro do corpo e depois precisarem respirar lá dentro”, explicou o especialista após um seguidor questionar sobre um bar que investiu na ideia.

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Além de Iamarino, as cabines também são alvo da Agência Nacional de Vigilância Sanitária ( Anvisa ), que divulgou, em abril, uma nota na qual afrima “faltar evidências científicas” de que o uso das estruturas tenha eficácia como medida preventiva contra o novo coronavírus.

De acordo com a autoridade sanitária, “a duração de 20 a 30 segundos para o procedimento não seria suficiente para garantir o processo de desinfecção”. A  nota técnica ainda reforça que a adoção desse mecanismo “não inativaria o vírus dentro do corpo humano, além de poder causar danos à saúde de quem se submetesse à desinfecção com saneantes aplicados diretamente na pele e nas roupas”.

Fonte: IG SAÚDE

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