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Homem de 21 anos se casa com idosa de 74 e casal viraliza no Tik Tok

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Almeada, 74, e Gary Hardwick, 21, vem chamando a atenção dos usuários do aplicativo de vídeo TikTok pela diferença de idade . Segundo o The Sun , os dois se conheceram no funeral do filho dela em 2015. Se casaram duas semanas depois e estão juntos até hoje. 

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O casal se juntou duas semanas após o funeral do filho de Almeada. arrow-options
Instagram/garyandalmeda

O casal se juntou duas semanas após o funeral do filho de Almeada.

Na época, Gary tinha 17 anos e tinha acabado de se separar de uma senhora de 77 anos e Almeada tinha 71. O encontro foi no velório do filho dela, que morreu com 45 anos após uma convulsão.

Com quatro anos de união, o casal vive feliz e, mesmo isolados durante a quarentena por causa do coronavírus, eles fazem graça da situação nas postagens no TikTok , onde aparecem se beijando e fazendo serenatas para os fãs do canal.

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O casal se juntou duas semanas após o funeral do filho de Almeada. arrow-options
Instagram/garyandalmeda

O canal do casal tem 15 mil seguidores e mais de 100 mil likes nos vídeos

O canal no TikTok tem 15 mil seguidores e mais de 100 mil likes. E o amor não para por aí, Gary, que é do estado americano do Tenesse, afirma que ama a esposa “tão profundo quanto o oceano”. No aniversário de quatro anos, ele disse que “deu o coração para a mulher que o rouba dia após dia”.

Os dois se casaram em uma cerimônia rápida que arranjaram por 200 dólares (mil reais) em seis dias. Depois do casamento Gary se mudou para a casa de Almeada e mora com um dos netos dela, que é três anos mais velho que ele.

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Ela diz que não procurava por um homem mais velho, mas ele “apareceu e eu já soube que ele era o cara certo”.

Fonte: IG Mulher

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Bel para Meninas: caso de youtuber reabre debate sobre exposição infantil

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O canal ‘Bel para Meninas’,  protagonizado pela adolescente de 13 anos, Isabel, e sua mãe Fran, tem mais de 7 milhões de seguidores no Youtube e nesta terça-feira (19) explodiu nas redes sociais por motivos controversos.

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Reprodução/ Instagram

A youtuber Isabel com os pais e a irmã mais nova, Nina

Uma thread movimentou o  Twitter  após o usuário @canceladxxo dizer que a mãe da  youtuber  estava constrangendo a adolescente. O assunto tomou as redes sociais e reabriu alguns debates, como a exploração das crianças e até por que um conteúdo como esse faz sucesso na web. 

Para começar, a psicanalista Gabriela Malzyner faz um alerta sobre acusações feitas pela internet. “De fato tem alguma coisa estranha acontecendo, mas não dá para saber o que é sem ouvir mais, sem conhecer aprofundadamente a dinâmica familiar. Vale perguntar para de fato chegar a uma conclusão se isso se trata de um abuso parental . Mas são vídeos de muito mal gosto, se o alvo de chacota é a criança é inadmissível”.

“É um riso que ri dá menina e não com a menina. Esse é um norteador quando falamos de bullying, uma coisa é rir junto e a outra é rir de. A mãe parece estar rindo da menina, não é uma brincadeira compartilhada e não parece estar tendo muito prazer na cena”, fala Gabriela.

Além da questão do relacionamento familiar, internautas também questionaram a exposição de Isabel. Desde os seis anos a pequena é acompanhada por seguidores na internet, e essa superexposição pode ser prejudicial.

“A exposição e a fama exigem maturidade, porque você precisa dar conta de tudo, das críticas dos apedrejamentos, não tem só glamour no mundo dos famosos e muitas vezes eles [crianças] não estão emocionalmente preparados para as críticas. Esses casos no Youtube, por exemplo, você tem uma pressão da mídia e dos próprios pais, porque eles ganham dinheiro com isso e, às vezes, as crianças são o sustento da família”, analisa a Deborah Moss, neuropsicóloga mestre em psicologia do desenvolvimento pela Universidade de São Paulo (USP).

“A família é um lugar onde você deve ser protegida, não deveria ser exposta e vemos as famílias ganhando dinheiro em cima das crianças e, por isso, elas acabam sendo youtubers. Lógico que tem um desejo infantil, mas que é concomitante a ganhar dinheiro e vender brinquedos e etc que expõe as crianças à falta de privacidade, de identidade, de lugar intimo e público”, completa Gabriela.

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Segundo a neuropsicóloga, apesar da atitude dos pais em abrir o espaço familiar, o desejo do público em acompanhar a vida de uma criança é questionável. “Que movimento é esse dos jovens e adultos que seguem esses perfis? O interesse por esse tipo de conteúdo parece um Big Brother familiar, entrar na privacidade de uma relação, entrar na casa de uma família comum que fica famosa por causa dessa invasão de privacidade aberta pela família, que quer essa entrada do público”.

Fonte: IG Mulher

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Mãe faz família voltar no tempo e vive o isolamento em 1945

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Muitos pais estão aproveitando o isolamento social com os filhos para fazer novas atividades , unir mais a família e até aprender com os pequenos. Mas esta mãe de Southampton, Inglaterra, resolveu dar uma aula de história para os filhos.

família
Kennedy News and Media

Lorna Chessman decidiu voltar no tempo e dar uma lição de história aos filhos durante o isolamento social


Lorna Cheesman contou a Daily Mail que aproveitou o isolamento social por conta do novo coronavírus (Sars-CoV-2) para voltar no tempo e viver na época da Segunda Guerra Mundial (1939 – 1945) para mostrar aos filhos como foi esse momento.

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A assistente de classe fez a família passar quatro dias sem nenhuma tecnologia atual, com direito a acordar ao som de bombas e com roupas dos anos 40. A experiência não foi muito agradável aos pequenos, William de seis anos, e Poppy de nove.

No começo, os dois estavam animados em se vestir como 75 anos atrás e aprender um pouco sobre a época, mas a brincadeira ficou séria demais quando a mãe tirou toda a tecnologia e os doces. 

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Kennedy News and Media

Os filhos entraram na brincadeira mas não gostaram de ficar longe dos celulares e tablets


Batatas fritas, barras de chocolate e cereais foram para a parte de trás dos armários e substituídas por refeições saudáveis ​​feitas na hora, produzidas a partir do zero e cozidas em banha de porco, como nos anos 40.

“Quando contei como seria a experiência e que isso significava não ter TV, tablets ou celulares, William chorou por dez minutos”, afirma a mãe. As horas em frente às telas foram trocadas por atividades familiares , como jardinagem, artesanato e culinária.

Lorna teve a ideia após ler sobre a vida na Grã-Bretanha antes do Dia da Vitória na Europa, comemorado em 8 de maio. Além de adotarem o estilo, eles viveram no modo econômico dos anos 40, incluindo sobreviver com rações de guerra, racionar água e suprimentos.

filhos
Kennedy News and Media

Para entrar na época, as crianças voltaram a fazer atividades manuais como jardinagem e artesanato


“Adoro programas em que a família volta no tempo por uma semana, então fizemos a nossa própria edição”, disse Lorna. Quando as crianças não estavam aprendendo sobre a guerra, estavam fazendo atividades manuais.

Depois de quatro dias dentro da realidade da guerra, ela e o marido resolveram acordar os filhos com o alarme de ataque aéreo e o som de bombas no meio da madrugada. “Chris ligou a sirene do ataque aéreo na Alexa no andar de baixo o mais alto que pôde, com o som de aviões e bombas “, afirma a mãe.

Ela fez a experiência de fuga até um abrigo como a avó contava. “Ela usava a mesa de metal de jantar, caso não conseguisse chegar ao abrigo do vizinho. Fizemos igual a ela para ter a mesma sensação da guerra”, contou.

E depois dos quatro dias, eles celebraram o Dia da Vitória ouvindo o discurso do primeiro-ministro da época, Wiston Churchill e fizeram um chá da tarde no jardim. Agora que voltaram para 2020, a família aprendeu lições valiosas de 1945. 

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“Vamos tentar arranjar mais tempo um para o outro. Eu e meu marido estamos extremamente ocupados, então vamos desacelerar. Procuramos ter mais tempo para a família”, afirma Lorna.

Fonte: IG Mulher

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Vida no isolamento social: você é a mãe, mas também sente medo; e tudo bem

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Cansaço, tédio, irritação, medo, ansiedade. É tanto sentimento junto e misturado que fica faltando pouco para enlouquecermos em tempos de isolamento social . E desta vez não estamos falando do seu filho, mas de você, mamãe. Vamos combinar, ficar trancado dentro de casa, durante esse período de confinamento, não é fácil pra ninguém. Mas, atenção, não é porque você tem filhos que precisa passar a imagem de mãe durona e esconder os sentimentos embaixo do tapete. Até porque isso não vai ajudar em nada a lidar com os dele também.

sarah e o filho
Arquivo pessoal

Mãe também sente medo, ansiedade, angústia e todos os efeitos do isolamento. Tudo bem!

Com esse isolamento social , por conta da Covid-19 , estamos começando a experimentar uma “forçada” divisão de espaços limitados com a família em casa . Mas, diferentemente de outros problemas que conseguimos esconder dos filhos e disfarçar, para não gerar medo neles, a pandemia causa medo em nós mesmo, pelo ineditismo, pelo inesperado. E esse sentimento não conseguimos colocar embaixo de tapete nenhum.

O consultor pedagógico do LIV – Laboratório Inteligência de Vida – Raul Spitz, alerta para a relevância de expor esses sentimentos . “Ludibriar as emoções ou querer fingir que está tudo bem vão por água a baixo. Tudo agora está estampado em nossas expressões, em nossos corpos. Por mais que queiramos não verbalizar aos nossos parceiros o que estamos sentindo, nossa comunicação não-verbal está transmitindo automaticamente. Quando essa pandemia vai acabar? Quando vão criar um remédio? Será que estou me protegendo bem? São algumas perguntas que estamos nos fazendo a todo o momento”, diz.

Gestão de momentos de crise. É isso que devemos assumir agora. Entender o que estamos sentindo e colocar isso para fora.  Não é fácil entender a cabecinha da criança e saber tudo o que ela está sentindo, porque está agindo dessa ou daquela forma. Mas isso é necessário e, segundo Spitz, a melhor forma de podermos acessar tais questões se faz através de nós mesmos.

“Cuide de si em primeiro lugar. Como estou me sentido? Será que estou conseguindo deixar que todos esses sentimentos que posso estar sentindo estejam sendo transmitidos aos meus companheiros de casa? Sim, mãe . Sim, pai . Vocês estão de saco cheio. Com medo. Ansiosos para voltar a uma vida de circulação. No momento que os adultos podem ser sinceros consigo mesmos eles tendem a autorizar seus filhos a também serem com eles também”, completa.

 E tudo bem em aceitar ajuda, ouviu? Converse, fale, ouça músicas, veja filmes e envolva seus filhos em sua realidade. Mas deixe que eles possam ajudá-la também. Dê voz a eles, deixe que crie novas rotinas na casa.

 Conversar com o marido, a esposa, os filhos. Passar uma lição de que os sentimentos precisam ser entendidos. Isso certamente ajudará seus filhos a entender os deles também. E entender os sentimentos é o primeiro passo para achar a melhor forma de resolver problemas. Então, tudo bem sentir medo, ainda mais durante o isolamento social , mamãe. Vamos falar sobre isso?

Fonte: IG Mulher

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