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Saúde

Imagem mostra anticorpos atuando contra o novo coronavírus; veja

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Anticorpos atuando contra o coronavírus
C. Barnes/Björkman laboratory

Anticorpos atuando contra o coronavírus

Um grupo de cientistas do Instituto de Tecnologia da Califórnia, nos Estados Unidos, divulgou nesta sexta-feira (30) a primeira imagem que mostra anticorpos neutralizando o novo coronavírus (Sars-CoV-2), responsável por causar a Covid-19 .

O registro foi feito durante pesquisas ligadas a uma proteína presente no vírus usada por ele para infectar as células do corpo humano. Essa proteína recebe o nome de spike pelo seu formato.

O estudo, que tenta descobrir formas de combate à Covid-19, é feito com técnicas de microscopia digital. Ele foi publicado na revista científica Cell.

De acordo com o artigo, quando o organismo entra em contato com um micro-organismo que pode causar uma doença patologia, como é o caso do novo coronavírus, o sistema imunológico entra em ação para atuar contra o invasor.

Uma dessas formas de atuação ocorre por meio do surgimento de anticorpos neutralizantes, que “grudam” no vírus para impedir que ele siga seu caminho pelo corpo humano. É esse momento que a imagem divulgada nesta sexta mostra.

Os autores da pesquisa usaram sangue de pessoas que se recuperaram da Covid-19 para encontrar nele diferentes tipos de anticorpos que grudam no novo coronavírus. Os pesquisadores perceberam, no entanto, que em quase todos os casos eles grudam especificamente na proteína spike.

“Acreditamos que esta é a primeira vez que uma equipe cria imagens de um grupo de anticorpos agindo no sangue humano após uma infecção viral para ver a ação deles”, disse Christopher Barnes, coautor do estudo.

Fonte: IG SAÚDE

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Saúde

Covid-19: Américas registram mais de 100 mil novos casos por dia, diz OMS

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Covid-19
Reprodução

Américas são responsáveis por grande parte dos casos confirmados da doença

Nesta terça-feira (11), um dia após o planeta atingir a marca de 20 milhões de casos confirmados desde o início da pandemia da Covid-19 , a diretora regional da Organização Mundial de Saúde (OMS) afirmou que a doença segue em alta nas Américas e lamentou a soma de 100 mil novos casos por dia.

“Nossa região continua sob o comando da Covid-19 “, disse Etienne em entrevista virtual de Washington com outros diretores da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas), segundo informações da agência Reuters.

Etienne ressaltou ainda a preocupação da entidade com os EUA, que seguem em primeiro lugar no ranking de países mais afetados pelo novo coronavírus (Sars-Cov-2), o Brasil, que ultrapassou a marca de 100 mil mortes no último final de semana , e outros países, como México, Peru, Chile e Argentina, que estão em tendência de alta.

A declaração ocorre no mesmo dia em que a OMS demonstrou preocupação com a  divulgação, por parte do governo da Rússia, do registro da primeira vacina contra a Covid-19 . Mais cedo, o porta-voz da entidade disse que o medicamento precisará passar por avaliações rigorosas antes de ser disponibilizado .

Fonte: IG SAÚDE

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Saúde

20 milhões de infecções: gráficos mostram onde casos de Covid-19 crescem mais

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coveiro
Getty Images/BBC

Coveiro trabalha em Vila Formosa, em São Paulo, onde número de mortos é alto

Passaram-se pouco mais de seis meses desde que a Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou o novo coronavírus uma emergência global .

Desde então, o vírus Sars-CoV-2, que causa a doença Covid-19 , continuou se espalhando pelo mundo, com 20 milhões de casos em 188 países e territórios , segundo dados divulgados nesta segunda-feira (10/08) pela Universidade Johns Hopkins, nos Estados Unidos.

Mais de 730 mil pessoas morreram da doença .

Gráfico

BBC
Evolução do número de casos tem curva exponencial

Os casos de Covid-19 continuam aumentando em diversos países, incluindo aqueles que tiveram um aparente sucesso no começo do combate à doença e estão vivendo um avanço de infecções novamente.

Os gráficos a seguir põem em perspectiva a magnitude da crise em diferentes partes do mundo.

América Latina continua sendo o epicentro

Segundo a OMS , a América Latina é o atual epicentro da pandemia, lugar ocupado anteriormente por China, Europa e EUA.

O Brasil registrou o segundo maior número de casos no mundo, depois dos EUA, e já passa de 100 mil mortes por covid-19 .

gráfico de mortes e casos no Brasil

BBC

O México é o país na região latino-americana em número de infecções, e a doença avança rapidamente em nações como Colômbia, Peru, Argentina e Venezuela.

O gráfico a seguir dá uma ideia de como se comparam os casos na América Latina e no Caribe com outras regiões do mundo.

comparacao de casos de covid-19 por regiao

BBC

Índia lidera novos casos e mortes por dia no mundo

O país asiático registra mais de 50 mil novas infecções por dia há mais de uma semana, e agora está com 2,2 milhões de casos .

O segundo país mais populoso do mundo, com 1,38 bilhão de habitantes, tem a quinta mais alta taxa de mortalidade do mundo. Apesar do aumento de casos, a Índia continua a flexibilizar medidas de restrição de circulação das pessoas, adotadas para tentar conter o vírus.

gráfico de mortes e casos na índia

BBC

Novo aumento na Europa, e a ‘pior alta’ da Espanha

Diversos países europeus registraram um aumento recente de casos.

Turistas britânicos no continente são alertados de que deverão entrar em quarentena de duas semanas caso retornem de países como Espanha, Bélgica ou Luxemburgo, que vivem alta de infecções.

Os casos de Covid-19 na França também começaram a subir.

Gráfico

BBC

Alguns países da Europa voltaram a adotar ordens de isolamento regional nas regiões mais afetadas, e o uso de máscaras e o distanciamento social entre a população foi cobrado mais uma vez.

A Espanha parece estar experimentando a pior escalada até agora, embora a maioria dos novos casos esteja concentrada na região Nordeste do país.

gráfico de segunda onda na europa

BBC

Os países que tiveram sucesso no início e agora sofrem novamente

Nações fora da Europa que pareciam ter controlado os surtos iniciais da doença em seus territórios têm enfrentado também um aumento de casos. Entre eles, Israel, Peru , Austrália e Japão.

gráfico de países com segunda onda

BBC

A tabela a seguir pode ser reordenada segundo o número de mortes, taxa de mortalidade e total de casos.

A aparente queda no número de casos e mortes nos EUA

Os Estados Unidos têm registrado um número recorde de novos casos nas últimas semanas, ainda que as cifras estejam caindo outra vez.

O número de mortos passa de 160 mil, mais de um quinto de todas as mortes por Covid-19 registradas ao redor do mundo.

mapa de casos nos eua

BBC

O presidente americano, Donald Trump , alertou a população que a pandemia nos Estados Unidos ainda pode “piorar antes de melhorar”.

Segundo projeção da Universidade de Washington, o número de mortos pode ultrapassar 295 mil no início de dezembro, embora esse número possa cair para quase 230 mil se 95% dos americanos usarem máscaras em público. Há bastante polarização política no país em torno do uso de máscara, impulsionada por Trump, que a rejeita.

Desde Wuhan

O vírus que causa a infecção covid-19 foi detectado pela primeira vez na cidade chinesa de Wuhan, no final de 2019.

Surtos se espalharam rapidamente pelo mundo nos primeiros meses de 2020, e em 11 de março a OMS classificou a doença como uma pandemia, que ocorre quando uma doença infecciosa é facilmente transmitida de pessoa para pessoa em várias partes do mundo ao mesmo tempo.

A Europa e a América do Norte tiveram seus primeiros grandes surtos em abril, mas à medida que os casos começaram a diminuir ali, outras regiões começaram a enfrentar o avanço da doença, como a América Latina.

Observação sobre dados utilizados

Os gráficos que acompanham o texto acima são oriundos de diversas fontes, a exemplo de registros compilados pela Universidade Johns Hopkins, dados do Centro Europeu de Controle e Prevenção de Doenças (ECDC), agências governamentais e de saúde pública e estatísticas demográficas da Organização das Nações Unidas (ONU).

Ao comparar números de diferentes países, é importante levar em conta que nem todos os governos registram os casos e as mortes por coronavírus da mesma maneira. Assim, é bastante difícil fazer comparações entre países de modo preciso.

Outros fatores a serem considerados são: diferentes tamanhos de população, o número de idosos em cada país e o tamanho da parcela de habitantes que vivem em áreas densamente povoadas. Os países também podem estar em diferentes estágios da pandemia, algo que pode ser percebido também dentro de nações de extensão continental, como Brasil e EUA.


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BBC
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Fonte: IG SAÚDE

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Saúde

O que se sabe sobre a vacina que a Rússia registrou e por que desperta dúvidas

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Vacina
Getty Images/BBC

Rússia diz que vai começar uma vacinação em massa em outubro

O presidente da Rússia, Vladimir Putin, anunciou que uma  vacina desenvolvida para covid-19 recebeu aprovação regulamentar após menos de dois meses de ser testada em humanos.

Putin disse que a vacina passou em todas as verificações exigidas e acrescentou que sua filha já a tomou.

As autoridades disseram que têm planos de iniciar uma vacinação em massa em outubro.

Mas especialistas internacionais levantaram preocupações sobre a velocidade com que a Rússia criou a vacina, sugerindo que o país possa tê-la desenvolvido de forma apressada.

Em meio a temores de que a segurança pudesse ter sido comprometida, a  Organização Mundial da Saúde (OMS) instou a Rússia na semana passada a seguir as diretrizes internacionais para a produção de uma vacina contra a covid-19.

A vacina russa não está na lista da OMS de seis vacinas que alcançaram a fase três dos testes clínicos, que envolvem testes mais amplos em humanos.

Destacando seu pioneirismo, Putin disse que a vacina, desenvolvida pelo Instituto Gamaleya de Moscou, oferece “imunidade sustentável” contra o coronavírus.

O ministro da Saúde russo, Mikhail Murashko, disse que a vacina “provou ser altamente eficaz e segura”, saudando-a como um grande passo para a “vitória da humanidade” sobre a Covid-19 .

Vacinação em massa

Na semana passada, o governo russo anunciou que estava se preparando para iniciar a vacinação em massa após testes bem-sucedidos da vacina.

Mais de 100 vacinas em todo o mundo estão em desenvolvimento, algumas delas sendo testadas em pessoas em ensaios clínicos.

Apesar do rápido progresso, a maioria dos especialistas acredita que uma vacina não estará amplamente disponível até meados de 2021.

Um porta-voz da OMS reforçou os pedidos de cautela. “Às vezes, pesquisadores afirmam que encontraram algo. Isso é, obviamente, uma boa notícia”, disse Christian Lindmeier em 4 de agosto.

“Mas há uma grande diferença entre descobrir, ou ter uma pista, de uma vacina que funcione e passar por todas as fases (de testes)”, acrescentou.

A Rússia não é o primeiro país a testar vacinas contra o coronavírus e anunciar resultados promissores (a Coreia do Norte fez o mesmo no fim de semana), mas é o primeiro país a anunciar vacinação em massa da população.

A eficiência da vacina, no entanto, é colocada sob suspeita.

Dados não divulgados

A Rússia não publicou nenhum estudo ou dado científico sobre os testes que realizou, e também não se conhecem os detalhes sobre as fases do processo que geralmente devem ser cumpridas antes de se aprovar e lançar no mercado uma vacina.

No início de agosto, em uma audiência no Congresso americano, Anthony Fauci, que é o principal especialista do governo dos Estados Unidos para doenças infecciosas, questionou se os métodos usados na Rússia e na China para testar vacinas foram corretos, pela rapidez com que se completaram.

“Nós também poderíamos ter uma vacina amanhã. Não seria segura ou eficaz, mas poderíamos ter uma vacina amanhã”, disse.

Na ocasião, a Organização Mundial da Saúde (OMS) alertou que, apesar de haver várias vacinas na fase final de testes, a eficiência destas ainda está para ser demonstrada e que, provavelmente, não haverá uma “solução imediata”.

“Várias vacinas se encontram agora em ensaios clínicos de fase três, e todos esperamos ter várias eficazes que possam ajudar a prevenir a infecção nas pessoas. No entanto, não há uma solução imediata neste momento e pode ser que nunca haja”, disse o diretor da OMS , Tedros Adhanom Ghebreyesus.

A fase três seria a última das etapas de aprovação de uma vacina, e também a mais decisiva, pois é quando se produzem as evidências reais sobre o seu uso contínuo.

O que se sabe sobre a vacina russa?

Segundo o serviço da BBC em língua russa, a primeira vacina do país contra o coronavírus foi desenvolvida por cientistas do Centro Nacional de Investigação de Epidemiologia e Microbiologia (Gamaleya) junto ao Ministério da Defesa.

Em meados de junho, este último informou sobre a conclusão “bem-sucedida” de testes em voluntários no hospital militar Burdenko, mas não publicou nenhum tipo de evidência científica.

Rússia
Reuters/BBC

A Rússia mostrou alguns dos voluntários que participaram do teste

“No momento da alta, todos os voluntários sem exceção que receberam imunidade contra o coronavírus se sentiram bem. Portanto a primeira vacina doméstica contra a nova infecção por coronavírus está pronta”, disse o vice-ministro de Defesa, Ruslan Tsalikov.

O Ministério da Defesa enfatizou que os resultados até agora mostram “de forma inequívoca” o desenvolvimento de “uma resposta imune em todos os voluntários, sem efeitos colaterais, complicações ou reações indesejadas”.

Não se informou quantas pessoas foram submetidas ao teste, detalhes sobre elas, informações sobre quanto duraria a resposta imune ou o tipo de imunidade que a vacina oferece.

O anúncio da campanha de vacinação em massa foi feito quando a vacina ainda se encontrava “na etapa fina da segunda fase”, segundo a agência estatal russa de notícias Itar-Tass.

O que se sabe sobre a campanha de vacinação na Rússia?

Segundo indicou o Ministério da Saúde , após o registro e a produção, a vacinação deve começar em outubro de forma gratuita.

Inicialmente, de acordo com as autoridades sanitárias , serão vacinados grupos especiais da população: médicos, professores e aqueles que estão constantemente em contato com grandes grupos de pessoas.

Segundo a vice-primeira-ministra russa, Tatiana Golikova, a vacina, que é “uma das mais promissoras” em teste atualmente no país, será submetida a um ensaio clínico maior neste mês.

“Em agosto de 2020, planejamos testá-la sob outras condições, ou seja, depois do registro se planeja outro ensaio clínico com 1,6 mil pessoas. Esperamos o lançamento para produção industrial em setembro de 2020”, disse.

Nesta segunda-feira, em entrevista a Itar-Tass, o ministro da Indústria e Comércio, Denis Manturov, indicou que no próximo mês três empresas russas vão começar a produção comercial.

Por que a vacina desperta suspeitas e dúvidas?

O serviço em russo da BBC afirma que tanto dentro como fora da Rússia vários especialistas têm expressado temores de que os ensaios clínicos teriam sido insuficientes, já que houve um grande esforço do Kremlin para ganhar a corrida mundial por uma vacina .

O presidente russo, Vladimir Putin , instruiu o governo em abril a tomar decisões destinadas a simplificar e encurtar o prazo para os ensaios clínicos e pré-clínicos.

Em maio, a Associação de Organizadores de Pesquisas Clínicas criticou a Rússia logo que se descobriu que os cientistas do Instituto Gamaleya haviam se inoculado com algumas doses quando a vacina ainda estava em fase de testes em animais.

No entanto, o diretor do Instituto, Alexander Gintsburg, explicou que alguns pesquisadores tomaram um medicamento experimental “para continuar desenvolvendo (a vacina) sem riscos de infecção durante a pandemia” e sublinhou o fato de que nenhum cientista teve efeitos colaterais .

Vacina
Getty Images/BBC

Os avanços na busca por vacinas estão acontecendo em velocidades extraordinárias

O serviço russo da BBC diz que recentemente houve relatos de integrantes da elite russa que tiveram acesso em abril à vacina contra coronavírus do Instituto Gamaleya . Mas o Ministério da Saúde negou a informação.

Vários especialistas internacionais, incluindo Fauci, também questionaram a pressa da Rússia, a possível eficácia da vacina e o anúncio da campanha de vacinação sem que tenham sido concluídos os testes em maior escala.

“Qualquer um pode dizer que tem uma vacina e fabricá-la, mas é preciso demonstrar que ela é segura e eficaz, o que duvido que tenham demonstrado”, disse Fauci na semana passada em entrevista nos Estados Unidos.

“É preciso ter cuidado com quem diz ter agora uma vacina.”

Outra dúvida que ainda persiste é sobre a capacidade da Rússia de conseguir produzir em tão curto tempo uma vacina para tantas pessoas.

Fonte: IG SAÚDE

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