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Política Nacional

Judeu, Alcolumbre repudia discurso nazista de Alvim: “Descabido e infeliz”

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Waldemir Barreto/Agência Senado

Davi Alcolumbre

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), criticou nesta sexta-feira (17) o pronunciamento do secretário especial de Cultura , Roberto Alvim, que citou trechos de um discurso de Joseph Goebbels, ministro da propaganda do regime nazista na Alemanha. 

“No interior do Amapá, em Ariri, participando da retomada do programa ‘Luz para Todos’, somente agora tive o desprazer de tomar conhecimento do acintoso, descabido e infeliz pronunciamento de assombrosa inspiração nazista do secretário de Cultura Roberto Alvim, do governo federal”, afirmou Alcolumbre em sua conta do Twitter. 

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“Como primeiro presidente judeu do Congresso Nacional, manifesto veementemente meu total repúdio a essa atitude e peço seu afastamento imediato do cargo”, completou.  O presidente do Senado afirmou ainda que é “inadmissível” termos representantes com esse tipo de pensamento e afirmou que Alvim aproveitou o cargo que ocupa para disseminar ideias nazistas. 





Além do trecho copiado do discurso de Goebbels, outra referência ao regime de Adolf Hitler é a trilha sonora do pronunciamento: a ópera “Lohengrin”, de Richard Wagner. O compositor alemão era celebrado pelo líder nazista e teve grande influência em sua formação ideológica.

Após a repercussão do vídeo, o Planalto afirmou que não vai comentar. 


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Política Nacional

Suplente do senador Kajuru morre em viagem a passeio

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Facebook/Reprodução

Empresário era natural de Anápolis

O empresário e primeiro suplente do senador Jorge Kajuru (Cidadania), Benjamin Beze Júnior, morreu na madrugada desta quinta-feira (26) em um quarto de hotel de Cartagena, na Colômbia.

As causas da morte ainda não foram divulgadas, mas Beze passava alguns dias de folga na cidade turística com amigos. Natural da cidade de Anápolis, ele tinha 68 anos e deixa a esposa e uma filha de 23 anos. O corpo será transferido para o Brasil e o velório deve ocorrer no Ginásio Internacional de Anápolis.

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Nas redes sociais, o senador Kajuru publicou um vídeo do período da campanha eleitoral intitulado “Deus, vida, Bezinho e nada me fará te esquecer e homenageá-lo em Anápolis e no mundo! Eu te amo”. Nas imagens, ele aparece junto ao primeiro suplente nas ruas de Anápolis, e Benjamin afirma: “aceitei o convite do meu amigo pessoal e do amigo da minha família há mais de 30 anos”.

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Política Nacional

PT reforça apelo para que Marta seja vice de chapa em São Paulo

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Agência Brasil

Marta Suplicy

O Partido dos Trabalhadores (PT) irá reforçar a ofensiva para que Marta Suplicy (sem partido) seja vice em uma chapa liderada pelo PT, segundo divulgou nesta quarta-feira (26) a coluna Painel, da Folha de S. Paulo.

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Luiz Marinho (PT), ex-prefeito de São Bernardo do Campo, irá conversar com a ex-prefeita de São Paulo sobre o convite. Em conversas anteriores com o PT, Marta afirmou que seria vice de Fernando Haddad, ele, no entanto, resiste a ser candidato. Os petistas desejam convencê-la a ser vice de outro nome da sigla. 

Atualmente, os pré-candidatos do PT  à Prefeitura de São Paulo são: o vereador Eduardo Suplicy; os deputados federais Alexandre Padilha, Paulo Teixeira e Carlos Zarattini; o ex-deputado federal Jilmar Tatto; o ex-vereador Nabil Bonduki; e a líder do movimento de Combate ao Racismo, Valkiria de Souza Silva, conhecida como “Kika Silva”. 

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Eduardo Suplicy, que está na disputa para liderar a chapa, foi casado com Marta por 37 anos, entre 1964 e 2001.

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Política Nacional

Coronavírus: Ministro da Saúde descarta restrição a voos e cruzeiros

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Agência Brasil

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Agência Brasil

Primeiro caso no Brasil de coronavírus foi confirmado nesta quarta-feira (26)

O ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, descartou a hipótese de o Brasil limitar o ingresso de estrangeiros no Brasil como forma de tentar dificultar a disseminação do vírus SARS-CoV-2, causador do novo coronavírus (Covid-19).

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“Não vamos fazer nenhum tipo de interrupção de voos porque não há nenhuma eficácia nisto”, disse o ministro, ao confirmar nesta quarta-feira (26) o primeiro caso de infecção pelo coronavírus no Brasil. O paciente é um homem de 61 anos, morador da cidade de São Paulo, que, provavelmente, contraiu o vírus ao viajar para a Itália, entre os dias 9 e 21 de fevereiro.

“Perguntaram-me por que não fechar [as fronteiras]. Isto não existe. Não tem eficácia nenhuma. Esta é mais uma gripe que a humanidade vai ter que atravessar. Das gripes históricas, esta tem letalidade menor e tem uma transmissibilidade similar à de determinadas gripes que a humanidade já superou”, acrescentou o ministro. “Nosso sistema já passou por epidemias respiratórias graves, como a do H1N1, e vamos atravessar mais esta situação investindo em pesquisa e na clareza de informações.”

Desde esta terça-feira (25), quando o Ministério da Saúde tornou público que os primeiros exames clínicos a que o paciente foi submetido tinham acusado positivo para Covid-19 , internautas começaram a usar as redes sociais para pedir mais rigor no controle de entrada de estrangeiros e brasileiros vindos do exterior.

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Segundo o ministro, que é médico, as formas mais eficazes de o país evitar a disseminação da doença são dotar a rede de saúde nacional da capacidade de identificar e testar os casos suspeitos rapidamente, e, em caso positivo, adotar os procedimentos recomendados pela Organização Mundial da Saúde (  OMS  ) e pelo ministério. Além disso, a população deve intensificar os cuidados recomendados para qualquer tipo de gripe, como evitar aglomerações desnecessárias.

“O brasileiro precisa aumentar o número de vezes que lava as mãos e o rosto com água e sabão ao longo do dia. Este é um hábito extremamente importante, não só para evitar problemas respiratórios, mas também outras doenças”, afirmou o ministro, recomendando que as pessoas também evitem compartilhar copos e outros utensílios que possam transmitir o vírus por meio da saliva.

Mandetta mencionou a intenção de iniciar pela Região Sul a campanha de vacinação contra a gripe, realizada todos os anos. Segundo o ministro, as vacinas recomendadas para este ano deverão estar disponíveis em meados de março, começo de abril. De acordo com o ministro, a vacina ajudará a proteger as pessoas dos vírus que circulavam no território brasileiro até novembro ou dezembro do ano passado, quando os novos lotes começaram a ser produzidos. Fora isto, Mandetta lembrou que não há, hoje, nenhum medicamento específico contra o coronavírus.

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“Não existe um medicamento específico. O arsenal [medicamentoso] é, basicamente, de suporte e [a rede pública de saúde] será devidamente abastecida”, acrescentou o ministro, assegurando que o governo também distribuirá equipamentos de proteção individual (EPIs) para os governos estaduais redistribuírem a seus profissionais de saúde e já providenciou a licitação para, em caso de necessidade, alugar mil leitos hospitalares da rede privada devido ao coronavírus .

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