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Economia

Kombi sem ré e perseverança levam irmãos a fundar empresa avaliada em R$ 1 bi

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Brasil Econômico

Ecoville
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Leonardo, José Edmar e Leandro Castelo, fundadores da Ecoville

De litros de água sanitária vendidos de porta em porta – a bordo de uma Kombi sem ré – até uma empresa que reúne 27 marcas de diversos segmentos – e que, juntas, somam 2 mil unidades, geram 8 mil empregos e formam um negócio de R$ 1 bilhão. Eis a história que os irmãos Leandro e Leonardo Castelo construíram juntos de seu pai, Edmar Castelo, fundadores da Ecoville,  rede de franquias de produtos de limpeza do Brasil.

A família, que morava em São Paulo, SP, se mudou para Joinville, SC, para começar um novo empreendimento . Na nova cidade, foram vender produtos de limpeza de porta em porta. Sem conhecimento técnico em vendas , o início do negócio foi bem difícil.

Quem hoje observa o sucesso da Ecoville, empresa fundada pelo trio em 2007, não imagina os desafios enfrentados na trajetória. Leonardo conta que o plano da família era vender o produto diretamente na casa dos clientes, levando-os da fábrica até o domicílio, inspirados na empresa de cosméticos Natura. 

Entretanto, mesmo com uma ideia muito bem definida do que almejavam, o andamento da empresa não foi tranquilo nos primeiros momentos. Segundo Leonardo, eles não haviam pensado que, no início, ” não chove gente querendo comprar”  e que eles deveriam se desdobrar e aprender técnicas se quisessem construir clientela.

O orçamento era curto . Leonardo conta que “vendia o almoço para comprar a janta”. Lembra que o aperto era tanto que, em certo momento, tiveram que abrir mão da casa em que moravam para mudarem-se para o galpão que haviam comprado para a confecção dos produtos.

Estudos e progresso

A guinada veio conforme os estudos de mercado e de técnicas de venda começaram a se aperfeiçoar. Assim, eles conseguiram implementar uma metodologia de vendas mais eficiente, atraindo a clientela. 

Um dos métodos de vendas foi o oferecimento de amostras grátis dos produtos de limpeza em copos descartáveis. A ideia, que veio do pai, Edmar, veio com a descoberta de que a taxa de conversão nas vendas aumentava à medida que o consumidor tinha a urgência de experimentar os produtos. Dessa forma, caso usassem embalagens elaboradas, as donas de casa muitas vezes deixavam a amostra de lado e não usavam.

Outro fator crucial na jornada da Ecoville foi a participação dos irmãos Leonardo e Leandro no programa Scale-up, iniciativa da Endeavor que tem o propósito de acelerar modelos de negócios inovadores e escaláveis. Neste programa, os empreendedores passaram a ser cercar de mentorias oferecidas por executivos e donos de grandes empresas

Leonardo Castelo conta que, em uma das mentorias foi questionado se o arquiteto de sua loja era homem ou mulher. Ao responder que era um homem, recebeu a orientação do mentor de que sua loja tinha um tom muito masculino, não sendo tão atrativo às mulheres, que constituíam a maior parte de seus consumidores. 

Segundo Leonardo, esse é o tipo de orientação e conhecimento que faz a diferença ao empreender. Diz que, para ele, a principal dica para um pequeno empreendedor é buscar conhecimento, desde conhecimento do produto até das preferências do público alv o.

Hoje, a marca Ecoville possui mais de 320 franquias em 24 estados e mais 60 unidades em processo de implantação. No 2019, fundaram a holding 300 Franchising , que tem como objetivo acelerar a expansão de empresas franqueadoras. A empresa já reúne 27 marcas de diversos segmentos que juntas somam 2 mil unidades, geram 8 mil empregos e formam um negócio de R$ 1 bilhão.

No mesmo ano da fundação da holding, Leandro e Leonardo receberam o título de Empreendedores Endeavor e ganharam o prêmio Empreendedor do Ano, concedido pela EY , considerado o Oscar do empreendedorismo mundial.

A história virou livro 

Os irmãos Leandro e Leonardo Castelo, contam a trajetória profissional no livro ” Sonhe, Acredite e Faça “, que acaba de ser lançado pela Editora Gente . No conteúdo, os empreendedores  trazem lições para quem deseja alcançar o sucesso e exploram muitos erros feitos durante o caminho e, principalmente, os acertos. 

Além disso, a obra também conta com a mentoria de 14 personalidades renomadas no mercado , como Luiza Trajano, presidente do Conselho de Administração do Magazine Luiza, João Kepler, escritor e investidor-anjo; Paulo Vieira, coaching e presidente da Febracis; o Samy Dana, Dony de Nuccio, entre outros. O livro também conta com o prefácio de Flávio Augusto, presidente da Wiser.

Além da história empreendedora, o leitor encontrará insights sobre gestão, a partir da própria experiência vivida pelos autores que, ao longo dos anos, se tornaram referência em expansão de franquias

“Estudar o segmento em que pretende atuar é um dos passos mais importantes para quem vai empreender. Na época, nossa pesquisa foi bastante superficial, mas hoje recomendo um estudo aprofundado, independentemente do ramo de atuação. Identifique a classe social que quer alcançar, as características do seu cliente e a localização mais estratégica para a sua empresa”, diz um dos trechos do livro.

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Economia

Bitcoin atinge novo recorde histórico e acumula valorização de mais de 170%

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Bitcoin atinge nova máxima histórica nesta segunda (30)
Gino Matos

Bitcoin atinge nova máxima histórica nesta segunda (30)

A moeda virtual bitcoin saltou nesta segunda-feira (30) para um novo recorde histórico. Atingiu a cotação de US$ 19.864 (alta de 9,2%), no melhor momento do dia até o momento, segundo a Reuters.

O recorde anterior da criptomoeda era de US$ 19.666, alcançado em dezembro de 2017. Bitcoin  acumula, em 2020, valorização de mais de 170%.

Como funcionam as criptomoedas?

Apesar de ser considerado por muitos como o futuro por apresentar facilidade e segurança, o criptomercado ainda é muito questionado

As criptomoedas existem desde 2009 quando o Bitcoin foi criado pelo pseudônimo Satoshi Nakamoto, mas ainda geram muitas dúvidas. Por ter um formato inovador, o mercado sofre com desconfianças de quem não entende como funcionam as criptomoedas.

Diferente das moedas tradicionais, controladas pelo Banco Central, as criptomoedas são moedas virtuais descentralizadas que não possuem uma regulamentação específica. Entender como funcionam as criptomoedas pode ser ainda mais difícil devido a grande volatilidade que sofrem – picos de valorização podem ser seguidos de desvalorização e isso pode acontecer em poucos dias.

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Economia

100% do estado de São Paulo recua para fase amarela do Plano SP

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São Paulo
Agência Brasil/Rovena Rosa

Estado de São Paulo aumenta restrições contra a Covid-19

O governo de São Paulo anunciou, na tarde desta segunda-feira (30), a mudança de fase de todo o estado no plano São Paulo, que ingressa agora na fase amarela. “Essa medida, quero deixar claro, não fecha comércio, nem bares, nem restaurantes”, disse o governador João Doria (PSDB).

O anúncio da mudança de fase ocorre apenas um dia após a reeleição do prefeito de São Paulo, Bruno Covas (PSDB). Segundo o governador, porém, a escolha segue o cronograma sugerido pelo centro de contingência e não possui qualquer relação com as eleições.

O governador ainda destaca que a mudança não interfere no cronograma de volta às aulas e as escolas não serão fechadas. “A fase não fecha nas atividades econômicas, mas reforça medidas para evitar aglomerações e o aumento do contágio da Covid-19”, reforçou Doria.

A ocupação máxima permitida em estabelecimentos comerciais passa de 60% para 40%. Ja o horário de funcionamento será limitado a dez horas diárias. O consumo em bares e restaurantes segue sendo permitido até as 22h. Além disso, eventos com público em pé voltam a ser proibidos em todo o estado.

O centro de contingência da Covid-19 ainda optou por diminuir o tempo de análise de dados de 28 em 28 dias para o intervalo de 7 dias. Assim, a nova classificação do plano São Paulo deve ocorrer no dia 4 de janeiro.

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Economia

Pedágio mais caro: tarifas do Sistema Anchieta-Imigrantes são reajustadas; veja

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pedágio
Reprodução

Pedágio

Após 18 meses sem reajuste, alguns pedágios do sistema  Sistema Anchieta-Imigrantes vão aumentar de preço. O reajuste será de 1,88% e já começa a valer a partir desta terça-feira (1) em algumas praças do sistema.

A atualização atende à determinação da Agência Reguladora de Transportes do Estado de São Paulo (ARTESP), publicada no Diário Oficial do Estado de São Paulo no dia 20 de novembro. 

Devido à pandemia de Covid-19, o reajuste, que inicialmente entraria em vigor no dia 1º de julho deste ano, foi postergado por seis meses com o intuito de minimizar os impactos econômicos causados pela pandemia. Com isso, o aumentou passou agora para dezembro.

Reajustes pontuais apenas

Agora, os valores subirão R$ 0,60 nas duas principais praças do Sistema, Riacho Grande e Piratininga, onde a tarifa será de R$ 28,00.

Na região da Baixada Santista, a tarifa da praça de São Vicente seguirá sem alteração e com o mesmo valor já cobrado, R$ 7,60. Já na praça de Santos, a tarifa passa de R$ 12,80 para R$ 13,00.

Confira, na sequência, os reajustes:

Santos (KM 250 Rod. Cônego Domênico Rangoni)

  • Tafira atual: R$ 12,80
  • Nova tarifa: R$ 13,00

Batistini (bloqueio no km 24 da Imigrantes)

  • Tafira atual: R$ 6,20
  • Nova tarifa: R$ 6,40

Riacho Grande/Piratininga (KM 31 Anchieta/KM 32 Imigrantes)

  • Tafira atual: R$ 27,40
  • Nova tarifa: R$ 28,00


Segundo a Ecovias, que admistra as rodovias, o valor arrecado nas praças de pedágio é aplicado em obras de melhorias, conservação e manutenção, serviços de apoio aos usuários nas rodovias,  que seguiram funcionando normalmente durante a pandemia.

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