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Mato Grosso

Mais de meia tonelada de droga é apreendida em duas investigações de tráfico interestadual

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A Polícia Civil, por meio da Delegacia de Repressão a Entorpecentes (DRE), trabalha em dois focos principais na repressão ao tráfico de drogas, cuja atuação tem circunscrição estadual: o combate ao tráfico interestadual realizados por organizações criminosas especializadas no fornecimento e distribuição de drogas para todo Estado; e o tráfico doméstico, conhecido como “formiguinha”, que tem como característica o comércio de entorpecentes em pequenas quantidades, realizado em bairros de Cuiabá.

No primeiro semestre de 2020, uma das investigações da delegacia especializada resultou na desarticulação de um grupo de traficantes que traria de Mato Grosso do Sul mais de meia tonelada de maconha destinada à distribuição em Mato Grosso e Goiás.

As investigações deflagraram a Operação “Porteira Fechada“, realizada em abril, quando a equipe da DRE apurou denúncias e chegou a uma casa em Ponta Porã, cidade na fronteira de Mato Grosso do Sul com o Paraguai. No local, os policiais civis apreenderam 600 quilos do entorpecente que estavam escondidos na residência. A Operação prendeu em flagrante seis pessoas ligadas ao grupo criminoso responsável pelo comércio da droga.

Na sequência da primeira operação interestadual, a DRE aprendeu no mês de junho, na Operação “Porteira Fechada 2“, também no interior de Mato Grosso do Sul, mais 22 quilos de maconha que estavam com duas mulheres.

Aos policiais, as mulheres confessaram que buscaram o entorpecente em Rio Brilhante (MS) e entregariam a carga em Rondonópolis, para pessoas desconhecidas. As mulheres receberiam R$ 3 mil pelo transporte do entorpecente. Segundo as apurações, a droga seria distribuída em Cuiabá.

O combate ao tráfico interestadual exige da equipe da DRE investigações avançadas, planejamento, fortalecimento da inteligência policial e trabalho integrado, para chegar aos grupos criminosos envolvidos com o crime. Já o tráfico doméstico é identificado em investigações de rotina e nas denúncias anônimas.

“Essa repressão ocorre com ações diárias e no cumprimento de mandados de busca e apreensão domiciliares”, explica o delegado titular da DRE, Vitor Hugo Bruzulato Teixeira.

Tráfico doméstico

Na repressão a essa modalidade de tráfico, a delegacia deflagrou várias operações na região metropolitana de Cuiabá, a fim de coletar material para subsidiar investigações da unidade.

A Operação “Baixada Cuiabana 1 e 2“, realizada no mês de maio, cumpriu mandados de buscas e apreensões domiciliares em Nossa Senhora do Livramento e no Distrito de Nossa Senhora da Guia.  A operação realizada em etapas busca a repressão do comércio de entorpecentes nos distritos e cidades da Baixada Cuiabana.

Outras apreensões e prisões em flagrante decorreram também de investigações a partir de informações, que muitas vezes chegam à delegacia via canais de denúncia, e tratam de crimes cometidos em diversos bairros, da periferia a áreas mais nobres da Capital.

“A população pode nos auxiliar muito denunciando qualquer ato criminoso que tenha conhecimento. A delegacia possui um número pelo aplicativo WhatsApp e a Polícia Civil também tem o número geral de denúncias, o 197, e em ambos o sigilo é garantido”, reforça Vitor Hugo.

No bairro Santa Isabel, em Cuiabá, uma mulher foi presa em flagrante no final do mês de junho, em posse de um quilo de cocaína pura. A droga, avaliada em R$ 25 mil, estava em uma bolsa da suspeita, que ficou nervosa ao ser abordada pelos policiais civis que faziam diligências pelo bairro.  

“Conseguimos realizar a apreensão desse entorpecente de alto valor que seria batizado e distribuído na mesma semana da apreensão”, disse o delegado.

As drogas comercializadas vêm dos dois principais produtores de entorpecentes, Paraguai (maconha) e Bolívia (cocaína). Já as drogas sintéticas vêm de grandes centros para distribuição em festas.

Em maio, os policiais prenderam em flagrante três pessoas em uma casa no bairro Boa Esperança, na Capital, com mais de 100 comprimidos de ecstasy. Nas diligências, a equipe da DRE identificou uma casa do bairro no bairro de classe média, cujo morador atuava com a venda de drogas sintéticas. No local foram apreendidos também porções de maconha, dinheiro e materiais usados para embalar entorpecentes.

“Com a pandemia do novo coronavírus foi percebida uma redução em grande parte das incidências criminais. Esse fato não ocorreu em relação ao tráfico de drogas, que tem aumentado consideravelmente”, destacou Vitor Hugo.

As ocorrências de tráfico próximas a escolas também são recorrentes. No bairro Pedra 90, policiais da DRE investigaram a denúncia e flagraram, no mês de maio, a venda de entorpecentes, com intensa movimentação de usuários dia e noite, próximo à Escola Estadual Doutor Mário de Castro. Em monitoramento do local, os policiais avistaram a entrega de entorpecentes e abordaram duas pessoas no terreno onde era vendida a droga. Foram encontrados no terreno um prato e uma faca com resquícios de entorpecente e uma pedra de pasta base de cocaína. Três pessoas foram presas.

Em outra prisão, a delegacia recebeu denúncia sobre um homem que estava vendendo entorpecentes em frente aos seus filhos, menores de idade. Em buscas na residência, localizada no bairro Nova Esperança, na Capital, os policiais encontraram porção de maconha escondida dentro da geladeira, uma balança de precisão com resquícios de entorpecentes, R$ 375 em dinheiro, além de um recipiente onde era cultivada maconha. A esposa do suspeito e os dois filhos do casal também estavam na casa, caracterizando situação de risco para as crianças, devido ao fácil acesso às substâncias ilícitas.

“Em todas as investigações, o Poder Judiciário e do Ministério Público Estadual têm sido grandes parceiros na repressão ao tráfico de drogas, com agilidade na manifestação e expedição de mandados de busca ou de prisões”, pontua o delegado, acrescentando que os resultados da delegacia são frutos da união e empenho da equipe que, mesmo nesse período de isolamento não mede esforços para estar na rua, investigando, identificando e prendendo envolvidos com o tráfico de drogas.

Denúncias

A população pode colaborar enviando informações pelo Disque 197 ou diretamente à DRE por mensagem no WhatsApp (65) 99989-0071 ou no e-mail: [email protected]

Fonte: GOV MT

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Mato Grosso

Municípios do Noroeste receberam 19 mil testes rápidos do Governo de MT

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O Governo de Mato Grosso enviou 93,2 mil testes rápidos de covid-19 para os 12 municípios que compõem a região Noroeste do estado, a exemplo de Colniza, Juara e Juína (veja a lista completa ao final da matéria).

Todos os testes já foram recebidos pelas prefeituras, que devem encaminhá-los para a atenção básica de Saúde. No total, o Estado adquiriu 400 mil testes rápidos, sendo que 300 mil estão sendo distribuídos para os 141 municípios de Mato Grosso.

Os outros 100 mil estão à disposição do Centro de Triagem Covid-19, na Arena Pantanal, e dos hospitais administrados pelo Executivo. Além destes, mais 100 mil testes foram doados por uma empresa.

“Sabemos que há uma dificuldade muito grande dos municípios para a aquisição, e por isso o Estado têm dado mais essa contribuição”, afirmou o governador Mauro Mendes.

O governador ressaltou que a testagem auxilia as pessoas com sintomas leves a iniciarem o tratamento de forma precoce. A base de cálculo usada para a distribuição é de 8,5% da população de cada município.

“Com o teste rápido disponível já na UPA, na policlínica ou no PSF, o paciente que estiver contaminado já consegue descobrir a doença no início e partir para o tratamento precoce. Isso evita que a situação se agrave e ele venha a precisar de uma UTI. É uma ferramenta que ajuda a salvar vidas”, destacou.

Para o secretário de Estado de Saúde, Gilberto Figueiredo, a iniciativa é uma forma do Governo de Mato Grosso incentivar a testagem e reforçar a atuação da atenção primária à Saúde, “que é uma responsabilidade dos municípios”.

“Além de fornecer testes, o Estado também atua fortemente no Centro de Triagem da Covid-19, que amplia consideravelmente o número de diagnósticos realizados da Baixada Cuiabana e facilita o acesso ao tratamento precoce”, pontuou Figueiredo.

Os testes adquiridos pelo Governo custaram até 11 vezes mais baratos que os adquiridos em outros estados. Enquanto os preços praticados nos demais estados variaram entre R$ 55 a R$ 199 por cada teste, o Governo de Mato Grosso conseguiu adquirir diretamente de uma fabricante chinesa por U$S 3 dólares, ou seja, R$ 17,83, considerando frete e o valor do dólar pago nas aquisições.

Confira a quantidade distribuída para cada um dos 12 municípios da região noroeste:

MUNICÍPIO

TESTES DISTRIBUÍDOS

ARIPUANÃ

1.900

BRASNORTE

1.675

CASTANHEIRA

750

COLNIZA

3.275

COTRIGUAÇU

1.675

JUARA

2.975

JUÍNA

3.475

JURUENA

1.350

NOVO HORIZONTE DO NORTE

350

PORTO DOS GAÚCHOS

450

RONDOLÂNDIA

350

TABAPORÃ

800

TOTAL

19.025

Fonte: GOV MT

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Mato Grosso

Sesp deflagra operação integrada para combater crimes no Nortão

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A Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp-MT) deflagrou, na manhã desta terça-feira (04.08), no município de Feliz Natal (a 538 km ao Norte de Cuiabá), uma operação integrada para combater os crimes ambientais na região. As ações se concentram nas zonas urbana e rural da cidade e contempla as localidades de Entre Rios e Santa Terezinha, distritos do município de Nova Ubiratã.

Uma das frentes do trabalho repressivo de segurança pública é o combate de extração ilegal de madeira, contudo, outras atividades visam também o enfrentamento aos crimes de homicídio, roubo, furto e tráfico de drogas nos bairros de Feliz Natal e nos distritos de Nova Ubiratã.

Devido a posição geográfica de Feliz Natal, que faz parte da Amazônia Legal, com grande potencial de exploração da madeira, nos últimos anos houve grande fluxo de pessoas e houve também fomento da prática de extração ilegal de madeira no Assentamento Ena, o que vem causando aumento de outros crimes como roubo ao patrimônio não só na cidade, como na zona rural, especialmente nas fazendas, além do tráfico e homicídios.

A operação denominada “Repressão Feliz Natal” foi deflagrada pela adjunta de Integração Operacional (Saiop), da Sesp e é coordenada pela Região integrada de Segurança Pública (Risp 3), de Sinop.

Integram a operação, os profissionais da Polícia Militar (PM), Polícia Judiciária Civil (PJC), Corpo de Bombeiros Militar (CBM), Politec, Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer), Sistema Penitenciário, Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) e o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama).

Até agora foram apreendidos arma de fogo, 10 munições, além de vários materiais de pesca predatória como espinhel, tarrafa, rede e outros materiais e a localização de vários pontos de desmate ilegal dentro da reserva do Assentamento Ena.

Fonte: GOV MT

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Mato Grosso

Cão fareja droga e mulher é presa tentando ingressar com ilícitos em presídio

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Cão farejador da Penitenciária da Mata Grande, em Rondonópolis, alertou aos policiais penais que havia algo de errado no ventilador que era entregue por uma mulher nesta terça-feira (04.08), dia em que familiares podem levar roupas e objetos de higiene aos recuperandos da unidade.

Por volta das 8h30, uma mulher chegou na unidade com o ventilador e ficava o tempo todo mexendo no próprio celular. Quando o cão fez o alerta, os policiais penais desmontaram o ventilador e encontraram duas porções de maconha, 1 celular dual chip, bateria e carregador.

A mulher e os objetos aprendidos foram encaminhados para a delegacia de Polícia. Já o recuperando de 20 anos, que iria receber o material ilícito foi encaminhado para a ala de segurança da unidade.

A presença dos cães farejadores tem ajudado a Polícia Penal a flagrar a tentativa de ingressar com materiais ilícitos na unidade.

Fonte: GOV MT

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