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Marido morre após ter 40% do corpo queimado pela mulher durante discussão em MT

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O marido que teve 40% do corpo queimado pela mulher dele durante uma discussão em Tangará da Serra, a 242 km de Cuiabá, morreu nesta segunda-feira (21) enquanto estava internado na capital mato-grossense.

Genésio Miranda, de 37 anos, estava internado em estado grave há uma semana e não resistiu.

A mulher, de 28 anos, foi presa em flagrante depois de ser localizada próximo a unidade de saúde em que a vítima foi socorrida. Ela confessou o crime, foi autuada em flagrante por tentativa de homicídio qualificada por meio insidioso e uso de fogo.

Genésio, antes de ser transferido para Cuiabá, estava na Unidade Pronto Atendimento (UPA) com graves queimaduras pelo corpo.

Questionada, ela alegou que na noite anterior o marido a havia agredido e na manhã seguinte iniciaram uma nova discussão.

A vítima então foi para o banheiro, quando a suspeita ficou o aguardando com uma bacia com álcool e fósforo. Quando ele saiu do banheiro, ela jogou o álcool e ateou fogo. Mesmo após ter o corpo em chamas, a vítima foi dirigindo até a UPA, onde foi socorrida.

Segundo o delegado Adil Pinheiro de Paula, a suspeita alegou que ateou fogo no marido para se defender, porém, a versão não convence, uma vez que ela ficou aguardando para atacar a vítima.

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Mulher que mandou matar marido e amante em MT é condenada a 44 anos de prisão

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Além de Cléia, foram condenados Adriano dos Santos, a 13 anos de prisão, e José Graciliano dos Santos, a 16 anos de prisão, pela participação na morte do amante dela.

Cleia Rosa dos Santos Bueno, acusada de mandar matar o marido dela, Jandirlei Alves Bueno, de 39 anos, e o amante Adriano Gino, de 29 anos, em 2016 e 2017, respectivamente, foi condenada pelo Tribunal do Júri a 44 anos de prisão, no Fórum de Sinop, a 503 km de Cuiabá.
O júri havia sido marcado para fevereiro deste ano, mas foi adiado por causa da pandemia. A decisão foi publicada no Diário da Justiça da última sexta-feira (30).
Além de Cléia, foram condenados Adriano dos Santos, a 13 anos de prisão, e José Graciliano dos Santos, a 16 anos de prisão, pela participação na morte do amante dela.
Ela foi presa em março de 2018 e confessou os crimes. Os dois acusados da execução do amante também confessaram ter matado a vítima depois de terem sido contratados pela mulher.
Eles também indicaram à polícia o local onde tinham enterrado o corpo de Adriano, que foi assassinado com golpes de enxada, em dezembro de 2017.
O veículo oferecido em troca do assassinato foi apreendido pela polícia, na casa de Cléia.
Conforme a ação, os homicídios teriam sidos praticados mediante meio cruel e recurso que dificultou a defesa das vítimas, já que Jandirlei foi atacado quando estava dentro de casa, por golpes desferidos em seu abdômen, o que o fez agonizar no local por horas. Adriano Gino sofreu diversos golpes de enxada em sua cabeça, estando adormecido em razão de ter sido dopado pelos criminosos, de modo que não foi possível oferecer resistência.
“Assim, todos estes fatos revelam maior ousadia criminosa dos acusados, evidenciando acentuada periculosidade”, diz trecho da ação.
O marido de Cléia, Jandirlei Alves Bueno, de 39 anos, foi assassinado em outubro de 2016. De acordo com a polícia, o crime foi cometido por Adriano a pedido da mulher, de quem era amante. Os dois simularam um latrocínio – roubo seguido de morte – para tentar despistar a polícia.
Jandirlei levou duas facadas no abdômen, foi hospitalizado e morreu dois meses depois.
Conforme a polícia, Cléia queria se separar do marido para ficar com o amante.
Como parte do plano, ela simulou que estava em estado de choque e não soube passar detalhes do que tinha acontecido no dia do suposto assalto à residência do casal. Não informou, por exemplo, as características dos suspeitos.
“Os dois crimes foram motivados por brigas fúteis entre amante e marido. Em relação à morte do marido, ela se mostrou um pouco arrependia. Já o outro crime disse que faria novamente”, disse o delegado Ugo Ângelo Reck de Mendonça, que investigou as mortes na época.
À polícia, a mulher disse que o amante mudou o comportamento depois que passou a morar com ela e começou a ameaçá-la caso se separasse dele.

G1 MT

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Soldado da PM morre após ser agredido com socos e chutes na cabeça em distribuidora; veja vídeo

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O soldado da Políicia Militar de Mato Grosso, Roberto Rodrigues de Souza, morreu na madrugada desta segunda-feira (26), após ser agredido por dois homens com socos e chutes na cabeça, em uma distribuidora, localizada na avenida Mário Andreazza, em Várzea Grande (região metropolitana de Cuiabá). O agente de Segurança Pública teria ido usar o banheiro no estabelecimento, quando houve o desentendimento com os acusados.

Segundo as informações da Polícia Militar, o soldado estava com alguns amigos no carro, quando parou na distribuidora pra usar o banheiro.

No local, o policial teria se desentendido com os dois homens que aparecem no vídeo, onde tiveram início as agressões. Câmeras de segurança mostram que os dois partiram para cima do soldado, que não conseguiu se defender.

Após alguns socos, o policial caiu ao chão e o s criminosos continuaram a chutá-lo, principalmente na região da cabeça. Duas mulheres que os acompanhavam tentaram sem muito sucesso contê-los.

Depois disto, os amigos perceberam a demora e foram até o local, descobrindo o que havia acontecido. O soldado chegou a ser socorrido para o Pronto-Socorro Municipal de Várzea Grande (PSMVG).  Porém, não resistiu aos ferimentos.

Os bandidos fugiram em um Volkswagen Gol e num Chevrolet Ônix. Porém, não foi possível identificar as placas. As imagens das câmeras de segurança devem ajudar os trabalhos investigativos da Polícia Civil.

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Ações investigativas da Polícia Civil levam à prisão 151 pessoas por crimes contra crianças e adolescentes

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As prisões ocorreram durante a operação, realizada de maio e julho em todo o País, coordenada pelo Ministério da Justiça. Em MT, 555 vítimas foram atendidas no período

A Operação Acalento, encerrada em Mato Grosso no fim de semana, prendeu durante o período em que foi realizada, 151 pessoas por crimes praticados contra crianças e adolescentes, entres eles crimes graves como estupro e estupro de vulnerável.

A operação foi realizada pelas Polícias Civis em todos os estados do País, entre os meses de maio e julho, e coordenada pelo Ministério da Justiça, por meio da Secretaria de Operações Integradas. No período, foram presas em todo o País 715 pessoas. As ações foram realizadas em 1.067 cidades.

De acordo com a delegada Mariell Antonini Dias, da Delegacia Especializada da Mulher, Criança e Idoso de Várzea Grande, do número total de prisões, 95 delas foram em flagrante e o restante por mandado expedido pela Justiça. “Os esforços policiais empreendidos na Operação Acalento resultaram no atendimento a 555 vítimas e as equipes realizaram 444 visitas e diligências para checagem de denúncias, apuração de crimes e levantamento de informações”, pontuou a delegada.

Além disso, as unidades da Polícia Civil envolvidas na operação instauraram no período, inquéritos relativos a crimes cujas vítimas são crianças e adolescentes e concluíram outros 202 procedimentos, além da lavratura de 55 Termos Circunstanciados de Ocorrências.

A Polícia Civil de Mato Grosso envolveu nas ações da Acalento todas as Delegacias Especializadas de Defesa da Mulher do estado, Delegacia Especializada da Criança de Cuiabá e a Gerência Estadual de Polinter e Capturas no cumprimento de mandados em aberto contra pessoas investigadas por crimes praticados contra o público infantojuvenil.

Prisões

Em Sinop, a Delegacia Especializada da Mulher, Criança e Idoso cumpriu a prisão de um homem de 44 anos que foi investigado pelo estupro cometido contra a sobrinha, de nove anos. Ele aproveitava que a criança ficava em casa quando os pais saíam para o trabalho, pulava o muro da residência e a forçava a manter relação sexual com ele. Após a investigação a delegacia representou pela prisão preventiva. Os policiais apuraram que ele buscava sempre estar próximo de crianças.

A Polinter cumpriu no período da operação, 27 mandados contra foragidos da Justiça pelos crimes de estupro e estupro de vulnerável. Uma das prisões foi realizada em Cuiabá contra um homem de 64 anos, que em 2011 abusou da filha adolescente. O crime ocorreu no bairro Jardim Gramado, na Capital.

Outro foragido que foi preso responde a um processo pelo estupro cometido contra as duas filhas, que tinham nove e 10 anos, à época, na região do Pedra 90. Os abusos se repetiram por anos, até que a mais nova das vítimas denunciou o crime ao Conselho Tutelar.

Em Barra do Garças, a Delegacia da Mulher do município cumpriu a prisão de quatro condenados por estupro de vulnerável. Após diligências, os policiais civis localizaram o paradeiro dos foragidos, que foram presos em Sinop.

Na sexta-feira (16), último dia da Operação Acalento, a Delegacia da Mulher de Várzea Grande e a Polinter cumpriram mais duas prisões de investigados por estupro de vulnerável.

Raquel Teixeira/Polícia Civil-MT

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