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Economia

Mega-Sena: veja resultado do prêmio 2.216 deste sábado

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Agência Brasil

Mega-Sena

A Caixa Econômica Federal sorteou as seis dezenas do prêmio 2.212 da Mega-Sena na noite deste sábado (14).  Os números sorteados foram 10 – 24 – 42 – 43 – 48 – 49. Vencedores e rateio ainda não foram divulgados.

Como funciona

O concurso é realizado pela Caixa Econômica Federal e pode pagar milhões ao sortudo que acertar as seis dezenas.

Os sorteios ocorrem ao menos duas vezes por semana – normalmente, às quartas-feiras e aos sábados. O apostador também pode ganhar prêmios com valor mais baixo caso acerte quatro ou cinco números, as chamadas Quadra e Quina, respectivamente.

Na hora de jogar, o apostador pode escolher os números ou tentar a sorte com a  Surpresinha  – nesse modelo, o sistema escolhe automaticamente as dezenas que serão jogadas. Outra opção é manter a mesma aposta por dois, quatro ou até oito sorteios consecutivos, a chamada Teimosinha.

Premiação

Os prêmios iniciais costumam ser de aproximadamente  R$ 3 milhões  para quem acerta as seis dezenas. O valor vai acumulando a cada concurso sem vencedor. 

 Também é possível ganhar prêmios ao acertar quatro ou cinco números dentre os 60 disponíveis no volante de apostas. Para isso, é preciso marcar de seis a 15 números  do volante.

O prêmio bruto da Mega-Sena corresponde a  46%  da arrecadação.

Desse total, 35% são  distribuídos  entre os acertadores dos seis números sorteados;

– 19% entre os acertadores de cinco números (Quina),

– 19% entre os acertadores de quatro números (Quadra),

– 22% ficam acumulados e distribuídos aos acertadores dos seis números nos concursos de final zero ou cinco e

– 5% ficam acumulado para a primeira faixa (Sena) do último concurso do ano de final zero ou cinco.

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Economia

EUA querem fazer parceria com empresa de telefonia para enfrentar Huawei

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Os Estados Unidos estão buscando desenvolver uma parceria com a indústria de telecomunicações para fornecer alternativas ante a liderança de mercado da chinesa Huawei Technologies , disse uma importante autoridade da Casa Branca , nesta sexta-feira (14).

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Falando na Conferência de Segurança de Munique , na Alemanha , Robert Blair , representante especial da Casa Branca para política internacional de telecomunicações, disse que uma parceria é “muito diferente de comprar ações com o dinheiro dos contribuintes”.

Huawei arrow-options
Divulgação

Huawei


O procurador-geral dos EUA , William Barr , havia proposto anteriormente que o país considerasse adquirir duas grandes rivais estrangeiras da Huawei, embora a Casa Branca tenha rejeitado a sugestão pouco depois.

Blair também disse que o Reino precisa avaliar decisão de usar equipamentos fabricados pela Huawei, que segundo autoridades de Washington é um risco à segurança, acusações que a empresa nega.

Dados foram roubados de seis empresas, diz ‘FT’

Promotores americanos estão acusando a chinesa Huawei de roubar tecnologia de seis empresas americanas, de acordo com reportagem do diário britânico ” Financial Times “. Segundo o jornal, o Departamento de Justiça dos Estados Unidos fez novas acusações contra a companhia incluindo extorsão, fraude e violação de sanções contra a Coreia do Nort e.

Segundo o “FT”, a Huawei estaria roubando tecnologia desde 2000, o que foi descrito como “padrão de atividade de extorsão”.

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A justiça dos EUA diz ainda que os diretores sêniores da chinesa fizeam falsos depoimentos ao FBI . “A Huawei , a Huawei USA e a Futurewei concordaram em reinvestir o produto dessa suposta atividade de extorsão nos negócios mundiais da Huawei, inclusive nos Estados Unidos”, disse o trecho do documento obtido pelo “FT”.

Segundo a Huawei , “essa nova acusação constitui parte do objetivo do Departamento de Justiça dos EUA de provocar danos na reputação e nos negócios da Huawei por razões competitivas em vez de legais. As novas acusações carecem de fundamento e estão baseadas principalmente em disputas cíveis recicladas dos últimos 20 anos que já foram resolvidas, litigadas e, em alguns casos, recusadas por juízes e júris federais”.

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Economia

Concessão de 22 aeroportos de São Paulo deve ser concluída ainda em 2020

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Aeroporto Leite Lopes - Ribeirão Preto arrow-options
Daesp/ Divulgação

Aeroportos receberão investimentos do capital privado

Os 22 aeroportos regionais administrados pelo estado já têm modelo de concessão definido e processo deve ser realizado ainda no ano de 2020. Eles serão divididos em dois blocos: de um lado, o bloco noroeste, que tem como peça-chave o aeroporto de São José do Rio Preto; do outro, o sudeste, com o de Ribeirão Preto. O investimento esperado é da ordem de R$ 700 milhões.

O formato de negociação foi definido após os estudos, em fase de conclusão, do Departamento Aeroviário (Daesp), junto à consultoria da IOS Partners. A ideia é que o capital privado amplie a capacidade dos aeroportos, aumentando a oferta de voos e, consequentemente, criando as condições para o desenvolvimento econômico e social dos municípios.

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De acordo com a secretaria de logística e transportes do estado de São Paulo, os vencedores da concessão deverão aplicar R$ 400 milhões em melhorias de curto prazo na infraestrutura aeroportuária, além de outros R$ 300 milhões para manter a operação dos terminais ao longo dos 30 anos de contrato.

Veja também: Dólar opera em queda após quatro recordes consecutivos.

Os detalhes do processo de seleção ainda serão definidos nos próximos dias, pelo Conselho Gestor de Parcerias Público-Privadas e CDPED (Conselho de Desestatização), mas a previsão é que todo o processo de desestatização dos aeroportos estaduais seja concluído ainda em 2020.

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Economia

Zerar ICMS deve impactar segurança, salários e educação, diz especialista

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Proposta de Bolsonaro de zerar ICMS causaria grandes impactos negativos arrow-options
Marcos Corrêa/PR – 6.6.19

Jair Bolsonaro

O cabo de guerra que representa as mudanças no Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços – ICMS , defendidas pelo governo federal, pode representar dificuldades financeiras para os estados, segundo afirmam especialistas. Publicamente, o presidente Jair Bolsonaro, sob o discurso de que são os tributos que encarecem o preço praticado nas bombas, alega desejar zerar os tributos federais sobre os combustíveis, condicionando que a mesma ação seja realizada pelos estados. 

O impacto de tal decisão seria grande. Em São Paulo , por exemplo, o tributo representa 84% (R$ 144 bilhões) de tudo o que o Estado recolhe por vias próprias. Nesse contexto, o que incide apenas sobre combustíveis representa, em média, 20% de toda a arrecadação do tributo.

Segundo Caio Bertine, advogado e especialista em direito tributário, a mudança em questão teria que ser tomada com bastante cautela, pois perder parte desse montante afetaria os cofres estaduais e municipais, podendo prejudicar serviços públicos para a população como segurança, saúde, educação e até salário de servidores. “Não se pode falar de redução sem que haja uma análise dos impactos financeiros orçamentários que podem ser gerados. Quando falamos em administração pública, primeiramente devemos analisar as despesas para verificar a demanda de receita. Se a receita é reduzida, consequentemente as despesas sofrerão impactos significativos”, afirma.

Veja também: Por melhores condições, servidores do INSS marcam protesto para sexta-feira

O estado de São Paulo, por exemplo, utiliza o ICMS para financiar as universidades estaduais, como USP, Unesp e Unicamp. A USP recebe 5,03% do recebido – R$ 559 milhões em dezembro. O valor é utilizado para pagar os salários de professores e funcionários, custeios de manutenção e investimentos em estrutura, entre outras despesas. 

Outro problema da redução é que a constituição determina que os municípios recebam 25% do que é recolhido com o ICMS. Dessa forma, esses repasses são importantíssimos sobretudo para as cidades menores, que enfrentam dificuldade em arrecadar tributos municipais devido à baixa atividade econômica. “Só existe uma forma real de se diminuir carga tributária, que é a diminuição de despesas publicas. Ou seja, para viabilizar a redução, primeiramente é necessário realizar um trabalho de enxugamento da máquina administrativa, otimizando os recursos e reduzindo os gastos”, finaliza Caio Bartine.

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Em declarações anteriores, Bolsonaro defende que a cobrança de tributos seja feita nas refinarias, e não no posto de combustíveis. “O problema que estou tendo é com combustível. Pelo menos a população já começou a ver de quem é a responsabilidade. Não estou brigando com governador, o que quero é que o ICMS seja cobrado do combustível la na refinaria, e não na bomba. Eu baixei três vezes o combustível nos últimos dias e na bomba não abaixou nada”, declarou.

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