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Menino de 3 anos tem parte do pênis amputada em cirurgia de fimose

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Free Stock Photo / Reprodução

Médico não admitiu o erro e foi encontrado morto dias depois

Um menino de 3 anos teve parte do pênis amputada durante uma cirurgia de fimose na cidade de Malacacheta, em Minas Gerais. O médico responsável não admitiu o erro e foi encontrado morto dias depois do procedimento. 

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A criança foi submetida a uma cirurgia de fimose no hospital Municipal Dr. Carlos Marx. O pai do menino conta que o procedimento, que duraria no máximo 30 minutos, durou cerca de 4 horas. Após pedir para a enfermeira retirar o curativo, não conseguiu visualizar o membro.

Ele afirma ainda que o local estava todo ensanguentado e havia uma espécie de gaze enrolada, simulando que o pênis estaria ali. O médico responsável pelo procedimento foi chamado, mas já havia ido embora. Outro cirurgião presente no local afirmou que não poderia avaliar a criança porque não havia participado da cirurgia. 

No dia seguinte, a criança foi transferida para o hospital de Teófilo Otoni, onde passou por dois novos procedimentos cirúrgicos para reconstrução do membro. O laudo aponta que houve laceração do prepúcio e somente no futuro será possível saber se poderá recorrer a uma prótese. 

O cirurgião responsável foi encontrado morto em casa dias após o procedimento. A causa da morte ainda não foi divulgada. 



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Morre aos 63 anos o jornalista Gilberto Dimenstein

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Morreu nesta sexta-feira (29) aos 63 anos Gilberto Dimenstein , jornalista criador do portal Catraca Livre, ex-comentarista da Rádio CBN e colunista da Folha de S. Paulo por 28 anos. Dimenstein foi vítima de um câncer originado no pâncreas, com metástase no fígado.

O idealizador do portal Catraca Livre foi diagnosticado com o câncer em 2019. 

Gilberto Dimenstein faleceu aos 63 anos
Reprodução/Linkedin

Gilberto Dimenstein faleceu aos 63 anos


Deixa sua esposa Anna Penido , também jornalista, com quem viveu junto por vinte anos, seus dois filhos, um de 32 anos e o outro de 29. Além disso, deixa seu neto de dois anos e esperava o segundo, previsto para nascer por volta da metade deste ano.

Em entrevista concedida ao portal UOL em março deste ano, Dimenstein afirmou: “Estou vivendo uma história de amor, por causa do câncer, com a minha mulher. A mulher com quem eu vivo há vinte anos. Nunca tive com ela a intimidade que tenho agora”.

Filho de um pai pernambucano de origem polonesa juntamente com uma mãe paraense de ascendência marroquina, Dimenstein nasceu de uma família judaica. Sua família morou na Vila Mariana , bairro da cidade de São Paulo.

Estudou no Colégio I. L. Peretz e se formou em jornalismo pela Faculdade Cásper Líbero. Foi diretor da Folha de S. Paulo na sede em Brasília e correspondente em Nova Iorque pelo mesmo jornal.

Em 2007, o jornalista foi apontado pela revista Época como uma das cem figuras mais influentes do País por suas reportagens sobre temas sociais e experiências em projetos educacionais.

Ganhou o Prêmio Nacional de Direitos Humanos juntamente com Paulo de Evaristo Arns, o Prêmio Criança e Paz , da Unicef , Prêmio Esso (na categoria principal) e o Prêmio Jabuti de melhor obra de não-ficção, em 1993, por seu livro “Cidadão de Papel”.

Dimenstein teve grande importância na área educacional. Em 2009, um documento da Escola de Administração de Harvard o apontou como um dos exemplos de inovação comunitária por conta de seu projeto bairro-escola em São Paulo, através do Projeto Aprendiz. Este, foi replicado pelo mundo pela Unicef e Unesco.

Além disso, segundo o senador Cristovam Buarque , Gilberto Dimenstein foi um dos inspiradores do ” Bolsa-Escola “, projeto que pagava uma bolsa mensal em dinheiro às família de jovens e crianças de baixa renda, desde que frequentassem a escola regularmente.

Atualmente, permanecia ativo como um crítico do governo Bolsonaro e Trump . Perguntado sobre o que traria energia a ele, respondeu: “A raiva profunda que eu tenho do Bolsonaro e do Trump. Eu fico louco quando ouço as besteiras do Bolsonaro. Mas a raiva é movedora. Vou pro Twitter, escrevo contra eles e me sinto vivo”.

Dimenstein escrevia, juntamente com sua companheira, Anna Penido , um livro entitulado “Os Melhores Dias da Minha Vida – Lições do Câncer”. “Estou fazendo uma auto reportagem. E a Anna, além de escrever, é também minha ombudsman. Às vezes conto algo sobre a doença e ela diz, ‘Gilberto, não, isso é mentira'”, afirmou em sua última entrevista, em março deste ano.

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Covid-19: Uruguai quer acordo para testar moradores da fronteira com o Brasil

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Uruguai mostra sucesso em conter o avanço da Covid-19 e já pôde flexibilizar medidas de contenção ao vírus
Pixabay/Creative Commons

Uruguai mostra sucesso em conter o avanço da Covid-19 e já pôde flexibilizar medidas de contenção ao vírus

As autoridades uruguaias aguardam decisão do Brasil para por em prática um acordo que permita tratar pacientes das fronteiras entre os dois países, como as cidade de Rivera-Santana do Livramento. O Ministério da Saúde Pública (MSP) do país está avaliando se pode replicar alguma das medidas em outras cidades que fazem fronteira com o Brasil.

Para o ministro da Saúde Pública Daniel Salinas, a situação é um “desafio”, uma vez que o Brasil está se consolidando como o segundo país com mais casos de Covid-19 no mundo.

Em entrevista, o Secretário de Estado disse que espera “sensibilidade” das autoridades dos estados brasileiros, para que seja alcançado um acordo que permita que todos os habitantes das cidades tenham acesso a um diagnóstico clínico para o novo coronavírus (Sars-Cov-2)

Salina deseja fornecer ao Brasil toda a sua “experiência” e “conhecimento” sem cair em “interferência”, mas sim em uma “colaboração” entre os dois países.

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No MSP, eles esperam que o Uruguai possa oferecer sua capacidade de realizar testes de diagnóstico por PCR, uma técnica que permite detectar o vírus desde o início da infecção e é considerada hoje a mais confiável. No Brasil, o governo utiliza testes sorológicos (exame de sangue) considerados um dos menos precisos, pois apresentam mais falsos negativos e positivos que os anteriores.

Salinas sustentou que, se a medida for aprovada, “isolamento precoce e acompanhamento epidemiológico” serão permitidos para cada paciente, independentemente de sua nacionalidade.

Enquanto isso, as autoridades estão acompanhando de perto a disseminação da Covid-19 em Rivera, onde dois surtos já foram identificados; uma das pessoas faleceu.

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Lá, o governo já adotou dez medidas para impedir a propagação da doença, enquanto isolava 120 pessoas que estavam em contato com pacientes infectados. Segundo a Diretora Geral de Coordenação do MSP, Karina Rando, os pacientes infectados vieram do Brasil.

O Ministro da Saúde não descartou, também, que algumas das medidas já aplicadas em Rivera possam ser consideradas em uma das outras cidades limítrofes do Brasil. Salinas destacou que, para cada situação, soluções “diferentes” devem ser propostas, no entanto, ele espera que seja concluído um acordo binacional com o Brasil para “poder fornecer diagnósticos e recomendações” aos pacientes, disse ele.

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Governo do Amapá estende lockdown por mais cinco dias

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Na última quinta-feira (28), o governador do Amapá, Waldez Góes (PDT), prorrogou o lockdown (fechamento total) até o dia 2 de junho no Estado.

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Waldez Góes, governador do Amapá
Divulgação

Waldez Góes, governador do Amapá

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A medida, agora prorrogada, foi adotada no Amapá no dia 19 de maio e, segundo estudos técnicos e projeções feitas pelo comitê científico do Centro de Operações de Emergência em Saúde Pública, evitou cerca de 11 mil casos de Covid-19 no estado.

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Atualmente o Estado registra 8,1 mil casos confirmados, com 198 mortes devido à Covid-19 .

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