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Economia

Ministro defende deixar militares fora da reforma da Previdência

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Ministro-chefe da Secretaria de Governo defendeu militares fora da reforma da Previdência
Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

Ministro-chefe da Secretaria de Governo defendeu militares fora da reforma da Previdência

O general Carlos Alberto dos Santos Cruz, ministro-chefe da Secretaria de Governo, expôs seu anseio de que os militares não façam parte da reforma da Previdência, cobrando ainda que outras categorias sejam estudadas e possivelmente excluídas das novas regras.

Leia também: Paulo Guedes dá indicações da reforma da Previdência e propõe capitalização

 “Militar é uma categoria muito marcante, de farda. Militares, policiais, agentes penitenciários, Judiciário, Legislativo, Ministério Público possuem características especiais, que têm de ser consideradas e discutidas”, afirmou nesta terça-feira (8), ao ser questionado sobre a manutenção ou não dos privilégios dos militares com a reforma da Previdência
.

A equipe econômica defende a proposição de uma reforma “consistente e duradoura”, avaliando que o texto inclua todas as carreiras, dentre elas a dos militares
, como forma de mostrar que todos seriam atingidos, inclusive a categoria da qual o presidente Jair Bolsonaro (PSL) e mais sete ministros fazem parte. 

Os integrantes das Forças Armadas, no entanto, argumentam que estão sempre à disposição do Estado, tanto em serviço como após a reserva e, por isso, devem ser excluídos da reforma. O ‘núcleo militar’ do governo busca que ao menos parte do texto enviado ao Congresso pelo ex-presidente Michel Temer (MDB), em 2017, que excluía a categoria da reforma, seja mantido. 

“No nosso sistema de saúde, a gente paga 20% de tudo. A diferença não é só pela especificidade da profissão; é também pelo sistema”, argumentou o ministro, acrescentando que as peculiaridades da categoria devem ser levadas em consideração para o governo definir se inclui ou não os militares na nova Previdência
.

Leia também: Expectativa de sobrevida é utilizada no cálculo da Previdência; entenda o que é

A reforma da Previdência


Equipe econômica estuda manutenção ou não dos privilégios militares com a reforma da Previdência
Marcelo Camargo/Agência Brasil

Equipe econômica estuda manutenção ou não dos privilégios militares com a reforma da Previdência

Paulo Guedes, ministro da Economia, afirmou na noite desta terça-feira (8) que sua equipe “está desenhando” proposta com sistema de capitalização. “É algo bastante mais robusto, é mais difícil, o custo de transição é alto. Mas estamos trabalhando para as futuras gerações.”

Após o anúncio do  líder da equipe econômica
, o ministro-chefe da Secretaria de Governo disse que a tendência é que a reforma proposta pelo governo Temer seja aproveitada com algumas mudanças. “Não se pode desprezar o trabalho que foi feito. Muito melhor aperfeiçoar depois do que fazer tudo de novo”, justificou.

Contrariando o que já foi afirmado por integrantes da equipe ministerial
, o general defendeu que o ideal será aguardar o Congresso “se acomodar” após as eleições da Câmara e do Senado
, em 1º de fevereiro, para então enviar a proposta de reforma.

Outro militar que integra o governo, o ministro da Defesa e general Fernando Azevedo e Silva, já afirmou em entrevista que os militares ficarão fora da  reforma da Previdência
por possuírem carreiras diferenciadas. 

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Economia

Sebrae elabora orientações para retomada rápida e segura das atividades de pequenos negócios

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De acordo com pesquisa, o Turismo, Academias e Beleza são os setores com maior percentual de queda no faturamento

A pandemia da Covid-19 gerou grande impacto na economia brasileira e prova disso é resultado de uma pesquisa do Sebrae, revelando que quase um ano após o surgimento do novo coronavírus, 67% dos pequenos negócios estão funcionando com mudanças por conta da pandemia e 73% do total geral dos segmentos tiveram queda no faturamento mensal.

O empresário Bruno Rafael, dono de uma loja de roupas – um dos setores mais afetados pela crise – diz que precisou se reinventar para manter o negócio funcionando. “A pandemia nos impactou com resultados negativos, nossas vendas caíram. Tivemos que mudar o nicho, nossas camisas eram voltadas para eventos, tivemos de focar em profissões, signos e diversificamos nosso leque de produtos até para poder sobreviver a esse período da pandemia”, disse Rafael.

Segundo a pesquisa, entre os segmentos mais afetados pela pandemia estão a Economia Criativa, Educação e o Turismo, que continuam com alta interrupção de funcionamento. Além disso, Turismo, Academias e o setor de Beleza são os tipos de empresas com maior percentual de queda de faturamento.

Apesar da importância para a economia em retomar as atividades, é preciso manter alguns cuidados para que o estabelecimento possa continuar em funcionamento. Pensando nisso, o Sebrae elaborou protocolos de retomada das atividades.

Algumas dicas são destacadas pelo economista e assessor da Diretoria Técnica do Sebrae, Rafael Moreira. “Tornar o ambiente mais ventilado; respeitar um distanciamento mínimo de um metro e meio entre as pessoas nos estabelecimentos; usar máscara e fazer com que os clientes sigam esse protocolo. O sentido é proteger o empresário, os empregados dessa pequena empresa e, obviamente, o consumidor. Se o pequeno negócio não passar segurança para o seu cliente, ele vai ter muita dificuldade”, afirmou Moreira.

Ao todo, o Sebrae elaborou orientações para a retomada das atividades de 36 segmentos de micro e pequenas empresas. Além disso, foram produzidos sete vídeos com dicas gerais, sugestões para os gestores públicos nos municípios e, também, cuidados a serem adotados pela população. Tudo para um retorno mais rápido e seguro dos pequenos negócios. Para mais informações acesse: www.sebrae.com.br/cuidados.

Janary Bastos Damacena / Brasil 61

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Economia

Sebrae elabora dicas para ajudar gestores municipais na reabertura segura do comércio

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São orientações para lidar com as demandas da população e do empresariado local

Por conta da pandemia, pequenas empresas estão sob restrição de funcionamento, o que traz uma queda drástica no faturamento e manutenção de empregos. É o caso do setor de moda, que segundo dados do Sebrae teve redução em 79% no faturamento. Dagoberto Dumalakas é um desses pequenos empresários que está lutando pela reabertura segura de sua loja.

“O impacto para o comércio foi desastroso. As pessoas têm medo de sair de casa, medo de ir até à loja. Dentro das normas de restrição, não se podia experimentar roupa. Então, lojas como a nossa, de bairro, esse tipo de tratamento mais personalizado que nós tínhamos com os clientes acabou”, destacou o empresário.

Para colaborar apoiar os governantes municipais e colaborar com a orientação das normas de segurança e higiene, o Sebrae preparou um conjunto de recomendações para a retomada segura das atividades do município neste novo contexto de relações sociais e econômicas.

São dicas e orientações para lidar com as demandas da população e do empresariado local, como o monitoramento de indicadores sobre a pandemia, a liberação gradual das atividades, a criação de um plano de retomada municipal, entre outros. Além disso, o gerente de Desenvolvimento Territorial do Sebrae, Paulo Miotta, destaca a forma como a prefeitura pode ajudar diretamente o comércio local.

“Outra maneira é através de programas como o ‘Cidade Empreendedora’ que tem as compras públicas. A prefeitura comprar do comércio local é uma grande ajuda que isso proporciona aos pequenos negócios, gerando emprego e construindo poupança local”, afirmou o gerente.

Outras dicas presentes no documento elaborado pelo Sebrae são a divulgação dos protocolos de segurança, a fiscalização dos procedimentos realizados pelo comércio, atuação junto aos empresários entre outras. Para mais informações acesse www.sebrae.com.br/cuidados

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Economia

Entrada do Brasil na OCDE será tema de reunião do grupo nesta quarta-feira

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Antonio Cruz/Agência Brasil

Entrada do Brasil na OCDE será discutida em reunião nesta quarta-feira (5)

A entrada do Brasil na Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), grupo do qual fazem parte as principais economias do mundo, será discutida nesta quarta-feira (5) em um encontro dos membros da entidade, em Paris.

Leia também: Balança comercial fecha janeiro com primeiro déficit desde 2015

O embaixador permanente do Brasil na OCDE , Carlos Cozendey, disse ao  Estadão/Broadcast , no entanto, que o encontro não deve ter caráter decisivo para a entrada brasileira no grupo. Por não ser membro, o Brasil não recebe previamente o que será discutido na reunião, embora o embaixador disse ter recebido a informação que o ingresso brasileiro estará em pauta.

De acordo com Cozendey, o encontro revelará a reação dos demais membros da OCDE à mudança da posição dos Estados Unidos em relação ao Brasil. A principal economia do mundo, que antes resistiu à entrada brasileira, privilegiando a Argentina, anunciou recentemente o apoio ao Brasil, o que foi celebrado pelo governo de Jair Bolsonaro como uma vitória.

Leia também: Argentina vai capacitar aposentados para fiscalizar congelamento de preços

A formalização da candidatura dos países ao grupo precisa ser aprovada por unanimidade por todos os membros, o que pode dificultar o ingresso brasileiro mesmo contando com o apoio norte-americano. Internamente, o crescimento da OCDE é visto com receio.

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