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Economia

Mitsubishi paralisa os planos do SpaceJet

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Contato Radar

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Guilherme Dotto

Mitsubishi paralisa os planos do SpaceJet

Em um futuro bem próximo, a Mitsubishi deve anunciar uma nova estratégia de negócios de médio prazo em 30 de outubro.

De acordo com a Kyodo News , agência de notícias de Tóquio, a Mitsubishi irá confirmar que o programa SpaceJet será paralisado, embora tenha lutado por muito tempo para ganhar força com as companhias aéreas, 2020 está acabando ainda mais com a demanda por novas aeronaves.

O SpaceJet é um jato regional bimotor com capacidade para 70 a 90 passageiros. Atualmente há duas versões do modelo em oferta; o M90 e o M100 um pouco maior.

Menor do que o Airbus A220, a Mitsubishi estava posicionando seu avião para ser a versão utilizada no norte da Ásia.

No programa SpaceJet e seu antecessor, o Mitsubishi Regional Jet, está em andamento desde 2008. O jato fez seu primeiro voo em 2015. Até o momento, US$ 9,6 bilhões foram aplicados no desenvolvimento do avião.

No entanto, o cronograma de entrega foi adiado seis vezes até o momento. Haviam planos para entregar os primeiros M90, à All Nippon Airways no próximo ano, mas no momento nada confirmado.

Com cancelamento de até 100 Mitsubishi SpaceJet M90, a Trans States Airlines disse que o avião não era apropriado para os Estados Unidos, pois não atendia às regras do sindicato norte-americano sobre os jatos regionais.

com efeito de alto valor, a Mitsubishi reduziu pela metade seu orçamento para o programa SpaceJet, reduzindo US$ 561 milhões no financeiro do ano seguinte.

Foto: Maarten Dols © jetphotos.com

Os trabalhos no M90 continuaram, mas a produção foi interrompida. Quanto ao M100, foi efetivamente colocado ao lado.

Especialistas esperam que a demanda por aviões grandes diminuam num futuro próximo, à medida que as companhias aéreas optam por aviões menores.

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Economia

Petrobras prevê pagar dividendos de até US$ 35 bilhões até 2025

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Sindipetro

Plataforma P-77 da Petrobras no campo de Búzios


Petrobras prevê uma distribuição entre US$ 30 bilhões a US$ 35 bilhões em dividendos aos seus acionistas nos próximos cinco anos. A previsão consta no Plano de Negócios de 2021/25, que também prevê uma arrecadação no mesmo valor com a venda de novos ativos no mesmo período.


O Plano de Negócios 2021/25 foi apresentado nesta segunda-feira pela direção da companhia ao mercado em evento virtual chamado Petrobras Day .

No plano, a companhia prevê investimentos da ordem de US$ 55 bilhões nos próximos cinco anos, uma redução de 27% em relação ao plano anterior de 2020/24 que previa US$ 75 bilhões.

Em outubro, a Petrobras mudou sua política de distribuição de dividendos , permitindo a sua distribuição mesmo em anos nos quais a companhia apresente prejuízo. A mudança vai permitir também o pagamento de valores maiores do que o mínimo previsto em lei, quando sua dívida estiver abaixo dos US$ 60 bilhões.

De acordo com a diretora financeira da Petrobras, Andrea Almeida, o maior volume de dividendos a serem pagos aos acionistas deve ocorrer a partir de 2023, uma vez que nos anos anteriores a maior parte dos recursos será destinada ao pagamento da dívida da companhia para atingir o patamar de US$ 60 bilhões .

O presidente da Petrobras, Roberto Castello Branco, disse que espera concluir a venda de oito refinarias até o final do próximo ano. Até o fim do mês de dezembro, a companhia espera receber as propostas de oferta vinculantes para as refinarias Repar, do Paraná, e Refap, no Rio Grande do Sul.

“Já estamos com seis refinarias em estágio mais avançado de venda. Esperamos concluir as vendas das oito refinarias até o final de 2021, de acordo com o compromisso assumido com o Cade”, destacou Castello Branco.

No plano de negócios para os próximos cinco anos, a Petrobras considerou preços médios do petróleo a US$ 45 em 2022 e 2023, podendo chegar depois té US$ 50 o barril. Mas Castello Branco destacou que, diante das incertezas dos preços do petróleo futuros, agravados pelos reflexos da pandemia, a companhia foi bastante cautelosa, e os projetos contemplados suportam o petróleo a no mínimo US$ 35 o barril.

Castello Branco faz questão de ressaltar que a venda de ativos não vai enfraquecer a Petrobras, e ao contrário a tornará mais forte. “A Petrobras não vai ficar menor, vai ficar mais forte. Você pode ter muitos negócios e ser um gigante de pés de barro”, defendeu Castello Branco durante apresentação do Plano de Negócios ao mercado nesta segunda-feira.

O plano prevê a geração de US$ 150 bilhões nos próximos cinco anos, dos quais US$ 35 bilhões com a venda de ativos e o restante em geração de caixa.

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Economia

Conta de luz fica mais cara a partir de amanhã, decide Aneel

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Reprodução: iG Minas Gerais

A cobrança extra será de R$ 6,24 a cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos


A diretoria da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) decidiu, em reunião extraordinária realizada nesta segunda-feira (30), que haverá cobrança extra na conta de luz dos consumidores a partir desta terça (1º). Ficou estabelecida a bandeira vermelha patamar 2 no mês de dezembro de 2020, com custo de R$ 6,24 para cada 100 quilowatts-hora consumidos.


“Com o anúncio da bandeira vermelha patamar 2 é importante que os consumidores busquem evitar o desperdício de água e energia”, disse o diretor-geral da Aneel, André Pepitone.

Em maio deste ano, em virtude da pandemia do novo coronavírus , a Aneel havia decidido manter a bandeira verde acionada até 31 de dezembro deste ano, mas a queda no nível de armazenamento nos reservatórios das hidrelétricas e a retomada do consumo de energia levaram à revisão da decisão hoje.

Como funciona o sistema

O sistema de bandeiras tarifárias funciona como uma sinalização para que o consumidor de energia elétrica conheça, mês a mês, as condições e os custos de geração no País.

Quando a produção nas usinas hidrelétricas (energia mais barata) está favorável, aciona-se a bandeira verde, sem acréscimos na tarifa. Em condições ruins, podem ser acionadas as bandeiras amarela, vermelha 1 ou vermelha 2. 

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Economia

Rodrigo Maia diz que vaidade é a causa do atraso na aprovação das reformas

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Brasil Econômico

Rodrigo Maia
Marcelo Camargo/ABr

Rodrigo Maia (DEM-RJ), presidente da Câmara dos Deputados

O presidente da Câmara dos Deputados , Rodrigo Maia  (DEM-RJ), disse, nesta segunda-feira (30), em entrevista para o site UOL, que as vaidades estão atrapalhando a aprovação das reformas no Congresso Nacional, especialmente a da reforma tributária. 

“Eu estou desde o ano passado tentando avançar, mas tivemos conflitos , vaidades , egos . A vaidade do ser humano é grande, na política é maior” […] A vaidade é uma loucura, você não faz ideia. Ciúme de homem com homem, não seria um preconceito. Mas, é uma coisa impressionante como essa vaidade nos atrapalhou”, afirmou.

Quando questionado de quem seria essa vaidade, se do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), ou do ministro da Economia, Paulo Guedes , como possíveis nomes, Maia desconversou. 

“Davi [Alcolumbre] tem zero vaidade, se tem uma qualidade que o Davi tem é ter pouca vaidade […] depois que eu terminar o meu mandato de presidente eu vou poder falar mais, agora eu quero aprovar as matérias, depois faço a ordem dos vaidosos do palácio, do governo federal e do parlamento brasileiros.”  

Segundo o presidente da Câmara , o relatório da Reforma Tributária será apresentado durante esta semana, pelo deputado Aguinaldo Ribeiro (PP-PB). A expectativa é votar o texto ainda este ano, já que haveria votos “com ou sem” o apoio do Palácio do Planalto .

Rodrigo Maia disse também que não negociou com a oposição a taxação de grandes fortunas como parte da reforma, mas que ” tratou da taxação de herança , aumentando a alíquota progressivamente” , uma vez que “não vê problema nisso”. 

Maia ainda voltou a pedir que o Teto de Gastos seja respeitado,e que a proposta de emenda constitucional (PEC) Emergencial seja priorizada. 

“Não deixem as coisas para o último dia do ano. Não terá prorrogação do estado de calamidade nem da PEC da Guerra , isso aí está dado […] Não adianta forçar a mão, porque na minha presidência não haverá, em nenhuma hipótese, prorrogação do estado de calamidade se o governo mandar uma mensagem.”

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