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Mortes em acidentes de trânsito diminuem 5,6% em São Paulo

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Reprodução/Wikipedia

São Paulo tem queda em fatalidades no trânsito

O mês de janeiro registrou, em São Paulo , 406 acidentes fatais relacionados ao trânsito. O índice é positivo, já que, em comparação com o mesmo período do ano anterior, houve queda de 5,6% , número que representa 24 acidentes a menos.

A queda nas ocorrências foi registrada tanto em vias municipais, quanto em rodovias. Segundo estatísticas do programa Respeito à vida, o número de acidentes fatais diminuiu 8,2% em vias municipais e 2,9% nas rodovias.

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A redução mais significativa ocorreu entre ocupantes de automóvel, em que houve queda de 21,4%. Já os motociclistas, sofreram 5% menos acidentes fatais. Os pedestres tiveram índice praticamente estável. No entanto, houve aumento de fatalidades entre ciclistas. O número subiu de 24 para 36 ocorrências, o que reflete um aumento de 24,1%

O tipo de acidente mais comum foi a colisão entre veículos, representando 36,5% dos casos. As vítimas maiores são os condutores: 55,7%, sendo homens a grande maioria (79,1%). A concentração maior de acidentes ocorreu no período noturno e nos finais de semana, representando, respectivamente, 49,5% e 38,9% dos acidentes que envolveram falecimento.

Em 6 das 16 regiões administrativas foram registradas reduções nos índices em São José dos Campos (-64,9%), Araçatuba (-40%), Bauru (-35,3%), Marília (-25%), Metropolitana de São Paulo (-19,6%) e São José do Rio Preto (-4,3%).

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As fatalidades aumentaram nas regiões de Registro (225%), Ribeirão Preto (114,3%), Barretos (83,3%), Itapeva (66,7%), Franca (42,9%), Sorocaba (34,4%), Central (33,3%), Presidente Prudente (16,7%), Baixada Santista (4,8%) e Campinas (1,4%).

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Campanha de vacinação contra gripe comum já imunizou mais de 1 milhão no Brasil

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Reprodução/CreativeCommons/Agência Brasília

Campanha de vacinação contra gripe comum pretende imunizar cerca de 75 milhões de pessoas.

A Campanha Nacional de Vacinação contra a gripe comum que começou nesta segunda-feira (23) já atendeu 1.478.650 pessoas no Brasil de acordo com informações divulgadas pelo Ministério da Saúde em uma coletiva realizada nesta terça-feira (24). Cerca de 78% das doses foram aplicadas em idosos acima de 65 anos.

Leia mais: Brasil tem 40 mortes e 2.201 casos confirmados do novo coronavírus

“Para antecipar a campanha [de vacinação] estamos distribuindo as vacinas assim que elas ficam prontas. Pedimos a compreensão da população e da imprensa na hora que a vacina acabar. Não seria possível antecipar se não fosse assim”, explicou o secretário-executivo do Ministério da Saúde, João Gabbardo Reis.

A expectativa é que mais de 75 milhões de doses sejam aplicadas em todo o território nacional, segundo o secretário de vigilância em saúde, Wanderson Kleber de Oliveira.

A campanha foi antecipada devido ao coronavírus e atende inicialmente os idosos e trabalhadores da saúde. A imunização não tem eficácia contra o covid-19 , mas como os sintomas da doença são parecidos com os da gripe, a medida facilita os diagnósticos por exclusão.

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Campanha de vacinação contra gripe comum já imunizou mais de 1 milhão no Brasil

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Campanha de vacinação contra gripe comum pretende imunizar cerca de 75 milhões de pessoas.

A Campanha Nacional de Vacinação contra a gripe comum que começou nesta segunda-feira (23) já atendeu 1.478.650 pessoas no Brasil de acordo com informações divulgadas pelo Ministério da Saúde em uma coletiva realizada nesta terça-feira (24). Cerca de 78% das doses foram aplicadas em idosos acima de 65 anos.

Leia mais: Brasil tem 40 mortes e 2.201 casos confirmados do novo coronavírus

“Para antecipar a campanha [de vacinação] estamos distribuindo as vacinas assim que elas ficam prontas. Pedimos a compreensão da população e da imprensa na hora que a vacina acabar. Não seria possível antecipar se não fosse assim”, explicou o secretário-executivo do Ministério da Saúde, João Gabbardo Reis.

A expectativa é que mais de 75 milhões de doses sejam aplicadas em todo o território nacional, segundo o secretário de vigilância em saúde, Wanderson Kleber de Oliveira.

A campanha foi antecipada devido ao coronavírus e atende inicialmente os idosos e trabalhadores da saúde. A imunização não tem eficácia contra o covid-19 , mas como os sintomas da doença são parecidos com os da gripe, a medida facilita os diagnósticos por exclusão.

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Mais 22.9 milhões de testes para o novo coronavírus serão distribuídos no Brasil

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João Gabbardo dos Reis, secretário-executivo do Ministério da Saúde, durante a coletiva de imprensa desta quarta-feira (24)

O Ministério da Saúde trouxe atualizações sobre o cenário do covid-19, o novo coronavírus na tarde desta quarta-feira (24), por meio de uma coletiva de imprensa transmitida ao vivo, feita do auditório da Esplanada dos Ministérios, em Brasília. O ministro Luiz Henrique Mandetta não compareceu ao evento, que contou com esclarecimentos vindos do secretário de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, Wanderson Kleber de Oliveira e João Gabbardo dos Reis, secretário-executivo do Ministério da Saúde. A taxa de letalidade da pandemia do Brasil está em 2.1, abaixo da média global.

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Os dados atualizados sobre o covid-19 no Brasil apontam que há 2.201 casos confirmados do novo coronavírus e 46 mortes. Para avançar nas estratégias de contenção, o Ministério da Saúde vai adquirir 22.9 milhões de novos testes, sendo 14.9 milhões bimoleculares, que precisam ser encaminhados ao laboratório para análise e outros 8 milhões de testes rápidos que irão para unidades de saúde. A expectativa é que os testes cheguem até o dia 30 de março. 

Estratégias e protocolos estão sendo adotados como a testagem de casos mais leves em parceria com universidades e pesquisadores, de acordo com o secretário Wanderson Kleber. “O teste rápido será feito na ponta do dedo para verificar os anticorpos e saber se é preciso tomar medidas de segurança e usado como triagem nas unidades de saúde. Os testes de sorologia, tipo RT-qPCR – teste molecular, feito em laboratório que recolhe amostra do nariz e da garganta -, é encaminhado para laboratório. Esse é utilizado na rotina do Brasil para diagnosticar casos graves de síndrome respiratória e os leves por meio de amostragem”. Os testes moleculares serão usados para testar os profissionais de saúde e segurança do país. 

Ao mesmo tempo, o secretário explica que os novos testes não implicam nas orientações gerais que já estão sendo repassdas aos brasileiros. “É importante a gente dizer que o teste não influencia no tratamento. O médico não precisa saber que o paciente tem coronavírus para passar os cuidados. Essa é uma estratégia para evitar o contato com pessoas contaminadas. Estamos agora não só ampliando a rotina como deixar um legado para a sociedade brasileira com a ampliação de vigilância sentinela em todos os estados do Brasil”, explicou.

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O número oficial de pacientes que se recuperaram do coronavírus é um trabalho que o ministério está discutindo. A expectativa é que por meio dos testes seja possível fazer a análise dos casos curados. A partir da quinta-feira (25), os pacientes que tiveram alta nos hospitais srão informados por meio do site do Ministério da Sáude.

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