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Noel Gallagher, do Oasis, se recusa a usar máscara: “Não me importo”

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Noel Gallagher se recusa a usar máscara
Divulgação

Noel Gallagher se recusa a usar máscara


Noel Gallagher, que foi guitarrista e compositor da banda inglesa Oasis, afirmou que não irá usar máscara para prevenir o contágio do novo coronavírus — algo que é lei no Reino Unido, onde vive.

Durante participação no podcast “The Matt Morgan”, ele disse que “essa história toda é uma palhaçada. Você tem que usar máscara para ir a uma loja, mas você pode ir pra porra do pub e ficar rodeado de todos os idiotas sem máscara. Sabe o que eu quero dizer? É tipo assim, ‘na verdade o vírus não existe nos pubs mas existe na [loja de departamentos] Selfridges?'”.

No programa, Noel contou sobre uma viagem que fez para Manchester recentemente. “Um cara chegou e disse, ‘você pode colocar sua máscara? Porque a fiscalização de transporte irá de multar em mil libras. Mas você não precisa colocar se estiver comendo.’ Então eu disse ‘Ah, entendi, esse vírus assassino que está varrendo todo trem chegará até mim mas quando perceber que estou comendo um sanduíche vai deixar pra lá porque estou almoçando?'”

O apresentador do podcast rebateu, dizendo que o uso de máscaras está ajudando a conter o vírus e salvar vidas, e Gallagher disse que “há muitas liberdades sendo tiradas de nós nesse exato momento”.

“Eu não me importo. Eu escolho não usar uma máscara e se o vírus me infectar, então será um problema meu e de mais ninguém. Se todo mundo estiver usando uma máscara eu não vou pegar deles, e se eu tiver, eles não irão pegar de mim. Eu acho que é uma tiração de sarro”, completou.

Fonte: IG GENTE

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Filho de Marília Gabriela abre as portas de apartamento que vive com o namorado

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O ator e figurinista Theodoro Cochrane, filho caçula da apresentadora Marília Gabriela, reformou o apartamento em que vive em São Paulo com o namorado, o modelo Fabricio Santana. O artista optou por uma decoração bem minimalista e o branco domina o ambiente. Ele declarou que esse sempre foi seu desejo, pois quer que sua casa seja um lugar “limpo”.

Apartamento Theodoro Cochrane
Reprodução/Instagram

Apartamento que Theodoro Cochrane vive com o namorado

“Minha casa é meu templo. Sou muito noiado e tenho muita coisa passando pela cabeça, faz tempo. Um lugar limpo e sem muita informação é um refresco. Morar numa galeria sempre foi um sonho… a ideia de morar em uma nuvem”, escreveu Theodoro no Instagram.

Apartamento Theodoro Cochrane
Reprodução/Instagram

Apartamento de Theodoro Cochrane

Ele completou dizendo que a casa é seu “orgulho” e está cheia de “memórias”. “Sempre quis uma casa limpa e com pouca informação que proporcionasse aos convidados um espaço para suas personalidades. O protagonista é o amigo e a conversa. Esse momento de redescoberta do ninho tem me deixado mais receptivo”, comentou.


Theodoro Cochrane optou por um ambiente mais clean
Reprodução/Instagram

Theodoro Cochrane optou por um ambiente mais clean

O filho de Marília Gabriela está junto com o namorado há mais de um ano. Fabricio é de Videira, em Santa Catarina, e mudou para São Paulo há três anos para trabalhar como modelo.

Theodoro Cochrane optou por um ambiente mais clean
Reprodução/Instagram

Theodoro Cochrane mora em São Paulo


Fonte: IG GENTE

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Vanusa piora e filha chora ao falar sobre “celebrar a vida e a morte”

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Na noite de terça-feira (22), o Complexo Hospitalar dos Estivadores, em Santos, emitiu um boletim anunciando uma piora no estado de saúde de Vanusa, que completou 73 anos na data. Aretha Marcos, filha da cantora com Antônio Marcos, publicou um vídeo emocionante nas redes sociais.

Aretha Marcos e a mãe%2C Vanusa
Reprodução/Record

Aretha Marcos e a mãe, Vanusa


“Eu sou uma grande fã da dor. Eu tenho profundo respeito pela dor e uma intimidade com a dor, de forma que eu nunca rejeito. Eu costumo convidar a dor pra um café, um bolo, e desmembrar, destrinchar a dor até que ela não doa mais. E que ela me ensine a ser sempre humilde e resiliente e grata pela grandeza da experiência que é estar vivo. A morte e a vida estão intrinsecamente ligadas de forma que morremos e nascemos o tempo inteiro e vamos nos transformando até que em algum momento a carne também se transforma e a gente volta ao absoluto e se liberta de tudo aquilo que nos limita. O que eu quero dizer é como é extraordinária a passagem de cada pessoa sobre a Terra e como é maravilhoso termos a grandeza de amar as pessoas na sombra, na luz, no bem, no mal. E que bom que existe a morte pra nos ensinar a viver a vida”, começou ela.


Aretha afirma se sentir honrada em ser filha da cantora. “Minha gratidão eterna à beleza da estrela de Vanusa. Que honra, minha mãe nessa vida. Que me deu a oportunidade de estar aqui, de ser sua filha, de ganhar o seu DNA genial, do pensamento, da música, da sensibilidade e, principalmente, da personalidade. Da coragem de ser tudo que eu sou. Eu aprendi com ela. Minha filha vai pelo mesmo caminho, meu menino também, e isso é uma gratidão eterna”, disse.

E concluiu: “Que a gente saiba celebrar a vida e a morte porque é tudo a mesma coisa. Força pra todos nós nas transformações. Que toda dor nos torne sempre cada vez mais gratos e humildes perante a grandeza que é passar pela existência e ter a oportunidade de deixar a sua digital no mundo. Salve Vanusa”.

Fonte: IG GENTE

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A foto já histórica da onça-pintada vítima dos incêndios no Pantanal

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Com quase 20% do  Pantanal destruído em terras brasileiras, o ano de 2020 já pode ser considerado o pior da história desse bioma em número de queimadas, afirma o Inpe (Instituto de Pesquisas Espaciais). Até 19/9, 2,9 milhões de hectares foram consumidos pelo fogo, algo equivalente a quase 10 vezes o tamanho das cidades de São Paulo e Rio de Janeiro juntas. Esse é mais um reflexo da sexta extinção em massa – que está ocorrendo por ação da humanidade. 

onça pintada
Reprodução/Panthera.org/Ailton Lara

A onça-pintada símbolo dos incêndios no Pantanal

Em meio a essa destruição, no Mato Grosso, o Parque Estadual Encontro das Águas, também foi duramente afetado e até o último dia 13 perdeu 85% de seu verde para as chamas, informa o ICV (Instituto Centro Vida). Essa região, além de ser um dos maiores refúgios de onças-pintadas livres do planeta, também é um importante destino turístico de observação da vida selvagem. Por lá, vire e mexe são produzidos documentários como os da National Geographic.

O retrato da onça

Ainda não é possível calcular quantos animais morreram em decorrência dos incêndios no Pantanal, mas pelas imagens captadas, principalmente do alto, é possível ter uma noção. E como toda grande tragédia tem seus retratos históricos, os de agora estão surgindo pouco a pouco. São várias cenas tristes que ficarão para a posteridade e entre elas uma viralizou – e continua – por mostrar o sofrimento de uma onça-pintada.

A imagem do maior felino das Américas e que já foi um deus para os antigos povos indígenas, em apenas uma publicação no Twitter chegou a ter 80 mil curtidas. Foi compartilhada em peso nas redes sociais principalmente por gente famosa, como Carlinhos Maia, Guilherme Boulos e Manuela D’avila e estampa diversas manchetes relacionadas a esse assunto. Ailton Lara, diretor da empresa de turismo Pantanal Jaguar Camp e que captou o sofrimento da onça, disse que espera com o flagrante mobilizar as pessoas para que preservem e se atentem à natureza.

onça pintada
Reprodução/Twitter

Imagem da onça repercutiu nas redes sociais

No dia da foto, feita na última semana, Lara contou que estava em um barco com membros da Aecopan (Associação Civil de Ecoturismo no Pantanal Norte ) à procura de bichos do Parque Encontro das Águas vitimados pelo fogo. O objetivo do grupo, unido em voluntariado, era socorrê-los, e foi então que durante a missão a onça-pintada cruzou o caminho deles.

Machucada e exausta

O animal, um macho, surgiu perto do rio, mas com a aproximação do barco se distanciou alguns metros e parou fragilizado sob a sombra de uma árvore. Lara e os companheiros então ficaram em silêncio e se mantiveram a uma margem segura para observar o predador. Foi dessa forma que foi produzida a foto, que acabou também revelando um triste diagnóstico.

De acordo com Lara, o animal, que se manteve deitado, com um olhar cabisbaixo e sem rumo, deixava as patas voltadas para cima, como se não pudesse tocá-las no solo. A explicação para esse comportamento atípico, ele descobriu em seguida, após notar também que a onça não encontrava uma posição confortável para ajeitar a cabeça e o corpo, é porque ela estaria com muita dor por estar com os coxins (as “almofadas” sob as patas) severamente queimados. 

Sem equipamentos suficientes para conter e resgatar o “bichano”, que tem a mordida mais forte entre todos os grandes felinos, o grupo então acionou veterinários voluntários para ajudá-los. Porém, não tiveram tempo de prestar socorros. Após descansar, a onça acabou se levantando e, devagar, aparentando ainda sofrer com as queimaduras, entrou na mata e sumiu. Procurada no dia seguinte, não foi avistada. Somente suas pegadas e muitas cinzas. 

Salva apenas na nota

Se onças-pintadas têm aos montes nas notas de R$ 50 (desde o lançamento do Plano Real em 1994), na natureza elas estão escassas. Nem acuadas pelas chamas e a fumaça, desidratadas e com fome estão sendo localizadas facilmente. Os regastes desses animais têm sido bem pontuais e dramáticos, envolvendo até mesmo operações com helicóptero e aviões militares.

Incêndios do Pantanal
Reprodução/Jornal Nacional

Incêndios do Pantanal já são os piores da História do bioma

Com os incêndios da Amazônia e do Pantanal, com destaque para o Parque Estadual Encontro das Águas, que tem o tamanho da cidade do Rio de Janeiro (109 mil hectares), o risco é que a espécie, que já se encontrava ameaçada, se aproxime ainda mais da extinção. É que onde queima hoje, as onças estavam um pouco melhores em população, ao contrário do que na Caatinga, Cerrado e Mata Atlântica, onde, em média, 800 delas estão distribuídas. 

Se sumirem, também é quase certo um desequilíbrio ecológico. Pois sem elas no topo da cadeia alimentar, suas presas aumentarão de número e isso não é só um problema para a natureza. Como já foi observado algumas vezes na História, quando faltam onças, as capivaras, por exemplo, podem se reproduzir em larga escala e assim não só atacar plantações como aumentar a incidência de doenças, como a febre maculosa, que já rendeu até um surto no ano passado. Bem, é melhor parar por aqui, pois o assunto só piora… 

Fontes: Sites ISA – Instituto Socioambiental, Ministério da Defesa, Universidade Federal do Mato Grosso, TV Tem, TV Centro América, programa Fantástico, Jornal Nacional, Panthera.org, Pantanal Jaguar Camp, Inpe (Instituto de Pesquisas Espaciais) e Instituto Centro Vida.

Fonte: IG GENTE

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