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Economia

Nome no Serasa? Renegociação pode ser feita em agências dos Correios

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Agência Brasil

Correios
MARCELO CAMARGO/AGÊNCIA BRASIL

Agências dos Correios receberam público para renegociar dívidas do Serasa

A partir desta segunda-feira (29), os devedores com o  nome inscrito no Serasa poderão renegociar os débitos atrasados ou negativados em mais de 7 mil agências dos Correios espalhadas por todo o Brasil. Com descontos que podem chegar a 90%, os refinanciamentos podem ser feitos diretamente nos guichês de atendimento.


Segundo a Serasa, a parceria com os Correios é importante para ajudar a parcela da população sem acesso à internet. O processo é rápido. Basta o consumidor ir à agência mais próxima com o Cadastro de Pessoas Físicas (CPF) e algum documento oficial com foto e pedir o serviço Serasa Limpa Nome no balcão. A consulta e a impressão do boleto para o pagamento levarão de dois a cinco minutos.

Esse é o terceiro serviço oferecido pelo Serasa nas agências dos Correios. Atualmente, o cliente também pode verificar a situação do CPF por meio do serviço Meu Serasa e analisar o CPF, o Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas (CNPJ) e a pontuação na Serasa de terceiros por meio do serviço “Você Consulta”. A consulta aos dados de terceiros permite proteger o consumidor de fraudes e de prejuízos com quem se deseja fazer uma negociação.

Relançado há quase dois anos, o Serasa Limpa Nome fechou mais de 9,7 milhões de acordos e concedeu mais de R$ 344 bilhões em descontos na plataforma. Além das agências dos Correios, o serviço de renegociação está disponível no site do Serasa e nos pontos de atendimento da empresa.

Taxas

Para usar os serviços da Serasa nos Correios, o consumidor precisa pagar taxas de administração. Cada dívida renegociada custa R$ 3,60. A impressão da segunda via de boletos custa R$ 2,60 por acordo. O serviço Meu Serasa, de autoconsulta, custa R$ 14. O serviço Você Consulta, para análise de dados de terceiros, cobra R$ 21,60.

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Economia

Gasto com pandemia já atinge dez vezes o espaço aberto no teto em 2020

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Paulo Guedes quer instituir o Renda Brasil, com a proposta de unir o Auxílio Emergencial ao Bolsa Família
Alan Santos/PR

Paulo Guedes quer instituir o Renda Brasil, com a proposta de unir o Auxílio Emergencial ao Bolsa Família

As medidas emergenciais adotadas pelo governo federal para abrandar os impactos da pandemia de  Covid-19 já atingem valor equivalente a dez vezes o espaço aberto no teto de gastos (limitação do crescimento dos gastos do governo com variação dos taxa de inflação) públicos em 2020.

Até o momento,  R$ 489,5 bilhões foram desembolsados através de um credor extraordinário, sendo que a maior parte deste valor não foi abatido pelo cancelamento de outras despesas.

No ano passado,o teto ficou em R$ 1.407 trilhões. Já em 2020, com o valor corrigido pela inflação, o governo foi autorizado a aumentar as despesas para R$ 1.454 trilhões, um aumento de R$ 47,8 bilhões.

De acordo com a estimativa mais recente, os gastos sujeitos ao teto foram calculados em R$ 1.456 trilhões, aproximadamente R$ 2 bilhões acima do máximo permitido.

Segundo a equipe do Ministério da Economia, o abandono às medidas de austeridade devem ser temporárias e limitadas ao período de calamidade pública, se encerrada em dezembro deste ano. As demais despesas devem  respeitar o teto de gastos.

Em meio a esse gasto excedente, o congresso faz lobby para que o Auxílio Emergencial seja transformado em um programa de renda básico.  O ministro Paulo Guedes, porém, como alternativa, busca propor uma reforma do programa Bolsa Família, que passaria a chamar Renda Brasil.


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Economia

Indústria: Em recuperação, faturamento cresce 11,4% em maio

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A retomada da atividade econômica após a paralisação provocada pela pandemia do novo coronavírus ( Sars-Cov-2 ) fez o faturamento da indústria crescer 11,4% em maio na comparação com abril. O crescimento consta da pesquisa Indicadores Industriais, divulgada nesta segunda-feira (6) pela Confederação Nacional da Indústria ( CNI ). Este foi o primeiro crescimento em dois meses.

A alta foi, porém, insuficiente para compensar a queda no faturamento em março e em abril, quando a maior parte das fábricas interrompeu as atividades. Mesmo com a recuperação no mês passado, o faturamento real (corrigido pela inflação) está 18,2% abaixo do registrado em fevereiro e 17,7% do observado em maio de 2019.

Em recuperação, faturamento da indústria cresce 11,4% em maio
Divulgação/Nissan

Em recuperação, faturamento da indústria cresce 11,4% em maio

Dois indicadores apresentaram crescimento em relação a abril. As horas trabalhadas na produção cresceram 6,6% em maio, e a utilização da capacidade instalada subiu de 67% para 69,6% na série dessazonalizada (que exclui o efeito de feriados). Apesar da reação, as horas trabalhadas estão 18,4% inferiores às de maio de 2019, e a utilização da capacidade instalada está 8,5 pontos percentuais abaixo do registrado no mesmo mês do ano passado.

Em nota, a CNI informou que o crescimento nos indicadores veio depois de dois meses de fortes quedas. Para a entidade, o resultado de maio indica que a pior fase da crise econômica decorrente da pandemia de covid-19 ficou para trás.

A recuperação da atividade, no entanto, não chegou ao mercado de trabalho. O nível de emprego recuou 0,8% em maio na comparação com abril , registrando o quarto mês seguido de encolhimento. A queda, no entanto, foi menor que no mês anterior. O indicador de emprego está 15,4% inferior ao de maio do ano passado.

A massa salarial e o rendimento médio reais (corrigidos pela inflação) pagos aos trabalhadores da indústria tiveram retração pelo segundo mês consecutivo. A massa salarial caiu 8,1%, enquanto o rendimento médio encolheu 6,5% em relação a abril.

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Economia

Guedes promete “três ou quatro” grandes privatizações em 2020; confira

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paulo guedes
José Cruz/Agência Brasil

Em entrevista, Paulo Guedes prometeu três ou quatro grandes privatizações neste ano, mas não disse quais

O ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou neste domingo (5), em entrevista à CNN Brasil , que serão feitas “três ou quatro grandes privatizações” nos próximos “30, 60, 90 dias”. Guedes não deu a lista das estatais, mas indicou algumas empresas que podem entrar nos processos de privatização.

Guedes diz que a equipe econômica se concentra em atacar “frontalmente” o desemprego no Brasil e garante que as privatizações podem diminuir a queda de arrecadação do governo neste ano e minimizar os efeitos da crise causada pela pandemia do novo coronavírus (Sars-Cov-2). O ministro voltou a defender ainda a criação de um imposto sobre transações digitais , uma espécie de ‘nova CPMF’.

Questionado sobre as empresas que estariam na lista de privatizações , o ministro desconversou. “Vamos esperar um pouquinho. Vocês vão saber já, já”, disse.

Guedes, indicou, porém, que os Correios “seguramente” estariam na lista, e defendeu que as subsidiárias da Caixa Econômica Federal (CEF) façam uma oferta pública inicial de ações (IPO, na sigla em inglês), com valor entre R$ 20 bilhões e R$ 50 bilhões, “bem maior até” que o valor total da privatização da Eletrobras, segundo ele.

O ministro reconheceu que as privatizações não vêm tendo resultado “satisfatório”, mas disse que, nos próximos meses, esse cenário vai mudar e a economia vai iniciar a retomada. Guedes se mostrou tranquilo em relação ao cenário fiscal e previu recuperação gradual ainda neste ano, com o fim da primeira onda da contaminação pelo novo coronavírus. Segundo ele, a reforma tributária também deve ser enviada ao Congresso ainda em 2020.

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