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Mãe alcoolizada dorme em cima de bebê de 1 mês e meio que morreu em Piranhas

Publicado em 08/02/2019 10:10:45
Mãe alcoolizada dorme em cima de bebê de 1 mês e meio que morreu em Piranhas

Araguaia Notícia

A mulher de 23 anos foi autuada por homicídio culposo. Ela contou que ingeriu bebidas alcoólicas na noite anterior à morte da criança e acredita que rolou sobre o corpo da filha

Um bebê chegou morto ao Hospital Municipal Cristo Redentor, em Piranhas, e a mãe acabou presa por suspeita de envolvimento na morte da criança. Segundo a Polícia Civil, J.L.S.C., 23 anos, procurou a unidade hospitalar por volta das 11h45 da manhã desta quinta-feira (7/02), dizendo que havia acordado e se deparado com a filha desacordada. Após a equipe médica realizar o atendimento, ficou constatado que já não havia sinais vitais e que o corpo da paciente apresentava hematomas, o que levou ao acionamento da Polícia Militar (PM). Diante dos fatos, a jovem foi presa em flagrante pela PM, acusada, incialmente, de infanticídio e foi encaminhada para a Delegacia de Polícia Civil de Piranhas. De acordo com o delegado Marlon Souza Luz, responsável pelo caso, a suspeita contou que passou a noite ingerindo bebidas alcoólicas na residência de um familiar e que, depois disso, já durante a madrugada, foi para sua casa, localizada na Avenida Beira Rio, no Setor Aeroporto, e se deitou, junto com o bebê na mesma cama, para dormir. “A mãe está em choque, diz não ter clareza sobre o que aconteceu de fato e que acredita que rolou sobre a filha, o que teria provocado asfixia. Ela conta ainda que acordou pela manhã e já encontrou seu bebê imóvel e com o corpo gelado. A mulher afirma ter tentado reanimar a criança, mas, sem sucesso, resolveu pedir ajuda e ir até o Hospital”, relata Marlon. A Polícia Técnico Científica foi chamada para realizar uma perícia na residência onde a jovem vivia com a vítima e seus outros dois filhos. Os peritos também irão autopsiar o corpo da criança – que tinha aproximadamente 45 dias de vida – para determinar as causas, quando e como os hematomas presentes em várias partes – inclusive na região do pescoço – foram causados. Até o momento da publicação desta reportagem, a garota ainda estava sendo ouvida pelo delegado Marlon Souza Luz e sua equipe. Ela será autuada por homicídio culposo (quando não há intensão de matar), que pode gerar pena de detenção de um a três anos. “No caso deste tipo de crime, a lei permite que haja a liberação do suspeito perante pagamento de fiança. Estipularei uma fiança no valor de um salário mínimo e, se pagar, ela poderá ir. Mas que fique claro que – mesmo pagando a fiança e podendo responder, neste primeiro momento, em liberdade – não significa que a investigação irá parar ou que não possamos tomar outras medidas legais caso surjam novos elementos que mude o entendimento da situação”, esclarece o delegado Marlon.
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