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‘O campo vai continuar produzindo com ou sem coronavírus’, garante Aprosoja Brasil

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Fortalecimento Institucional

‘O campo vai continuar produzindo com ou sem coronavírus’, garante Aprosoja Brasil

Sinais do aquecimento da demanda por alimentos vêm da própria China

18/03/2020

A pandemia do coronavirus não vai paralisar as atividades do campo, que continuará produzindo alimentos mesmo em tempos de crise. A manifestação é do presidente da Associação Brasileira dos Produtores de Soja (Aprosoja Brasil), Bartolomeu Braz Pereira, e serve como um estímulo à sociedade, principalmente urbana, demonstrando que a produção agropecuária dará a sua parcela de contribuição para superar a crise.

“A população urbana está em pânico pelas informações que chegam pelos meios de comunicação e pelas redes sociais. Mas o campo continua produzindo com ou sem coronavirus. Outros setores da economia já estão sendo afetados pela epidemia. Mas nós no campo não podemos parar. Precisamos colher a safra, fazer o manejo adequado para que a produção continue. Os brasileiros podem ficar tranquilos que vamos fazer a nossa parte para manter a economia aquecida, mesmo com essa mazela do coronavirus”, afirma Bartolomeu.

Os sinais do aquecimento da demanda por alimentos vêm da própria China, que está estabilizando a crise do conoravírus. O país asiático importou 82 milhões de toneladas de soja em 2019 e deve importar 85 mi/tons em 2020. E de acordo com o boletim Estimativas de Safra, divulgado pela entidade nesta terça-feira (17/3), dos 120,6 milhões de toneladas que o Brasil produzirá na safra 2019/2020, cerca de 70% devem ser compradas pelos chineses.

Outro sinal vem das vendas futuras. Conforme projeções da entidade, a epidemia do COVID 19 não afetou as exportações brasileiras de soja. O país já comercializou antecipadamente 60% da safra 2019/2020 e 10% da safra 2020/2021.

“A China enfrentou a peste suína africana e o coronavírus, dois cisnes negros que provocaram impacto nas bolsas e no dólar. Mas tudo indica que os problemas internos serão resolvidos e o país tornará a importar perto de 90 milhões de toneladas. O cenário que nós projetamos a partir de informações de mercado é de aumento das importações de carnes e da produção de frango e pescado. As vendas futuras blindaram a soja brasileira”, acrescenta.

Segundo Bartolomeu, o cenário com o dólar no patamar próximo de R$ 5,00 favorece as exportações de produtos agropecuários, entre eles a soja, e permite a entrada de capitais no país.

“O dólar elevado beneficia a exportação. Estamos vendo que o mercado exportador está aquecido. A demanda mundial tem comprado nossos produtos. A soja brasileira é um produto bastante competitivo e é o preferido pelos principais mercados mundiais pela qualidade e preço. Isso leva o produtor a fazer negociações. A cadeia produtiva da soja está aquecida neste momento”, ressalta o presidente da Aprosoja Brasil.

De acordo com o dirigente, o produtor rural tem de buscar as oportunidades proporcionadas pelo câmbio favorável e pelo aumento da demanda, principalmente da China, que começa a se recuperar após a epidemia. Bartolomeu pondera, porém, que o produtor precisa estar atento à melhor estratégia diante da elevação dos custos para aquisição de insumos para a próxima safra.

“Não sabemos o que vai acontecer com o dólar. O importante é buscar a negociação futura para garantir menor custo de produção. Sabemos que esses custos vão subir bastante, que serão impactados pela alta do dólar. A gente não sabe ainda qual vai ser a oferta desses insumos agrícolas, se vai ter alguma atualização. Mas é um tema que teremos de enfrentar, se precaver, fazer Barter e negócios futuros, para garantir melhores custos de produção na safra 20/21”, comenta.

Na avaliação do presidente da Aprosoja Brasil, apesar do adiamento e do cancelamento de feiras de negócios, o produtor tem tecnologia suficiente para manter a produtividade e a produção.  “Entretanto, um ponto que nos preocupa é a situação da cadeia de insumos agrícolas. Esses insumos têm de chegar às mãos do produtor. É necessário buscar melhores negócios para garantir o custo da próxima safra 20/21″, observa.

Conforme informações coletadas pela Aprosoja Brasil junto ao Departamento Norte Americano de Agricultura (USDA), o Brasil segue na liderança do ranking da produção mundial de soja, sendo responsável por 37% da produção no planeta, seguido por Estados Unidos (28%), Argentina (16%) e outros países (demais 19%).

Fonte: Ascom Aprosoja

Assessoria de Comunicação

Contatos: Telefone: 65 3644-4215 Email: [email protected]

Fonte: APROSOJA

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Sustentabilidade da Aprosoja apresenta balanço do CT etapa milho

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Sustentabilidade

Sustentabilidade da Aprosoja apresenta balanço do CT etapa milho

As etapas de soja e milho são referentes aos meses de janeiro a setembro deste ano

01/12/2020

A Comissão de Sustentabilidade da Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja) se reuniu na sexta-feira (27.11), por meio de videoconferência, para apresentar o balanço do Circuito Tecnológico 2020. Este ano os trabalhos iniciaram em janeiro e foram até abril na etapa milho. Cento e setenta e sete propriedades foram visitadas e mais de 300 amostras de fertilizantes coletadas, chegando a um resultado de cerca de 22% por cento de reprovação em pelo menos 1 elemento.

Já na etapa soja, que foi de abril a setembro as visitas ocorreram em mais de 717 propriedades, em 97 municípios. Ao todo, 1611 amostras coletadas com mais de 17% de reprovação em pelo menos um elemento.

A gerente de Sustentabilidade Socioambiental da Aprosoja, Marlene Lima, afirmou que a preocupação era de não poder atender as demandas por conta da pandemia. “Mudamos a estratégia e tivemos um resultado surpreendente. Agendamos as visitas de acordo com os chamados dos produtores rurais para entrarmos nas propriedades, com isso aumentou o número de atendimento. Realizamos 2700 coletas de fertilizantes, e visitamos quase 2 mil propriedades. Entre 15 e 20 dias os participantes já recebiam o laudo das amostras pelo whatsApp.

A pesquisa de satisfação também foi outra supressa, afirma Marlene. “O produtor rural considerou de forma positiva nosso trabalho e tivemos 100% de satisfação”, pontuou.

O encontro contou com a participação do consultor técnico de Vinhedo-SP, José Francisco da Cunha, e de 35 produtores rurais, além do delegado coordenador de Jaciara, Celestino Piotto e supervisores da Aprosoja.

Para mais informações sobre o balanço do Circuito Tecnológico etapa milho e soja entrar em contato com a Comissão de Sustentabilidade da Aprosoja, por meio do telefone: (65) 3644-4215.

 

Fonte: Ascom

Assessoria de Comunicação

Contatos: Telefone: 65 3644-4215 Email: [email protected]

Fonte: APROSOJA

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Aprosoja realiza live sobre importância logística para sociedade

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Política Agrícola e Logística

Aprosoja realiza live sobre importância logística para sociedade

Vão participar IMEA, Movimento Pró-Logística e ABA

30/11/2020

 A Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja), em parceria com a Associação Brasileira de Advogados (ABA), Movimento Pró-logística de Mato Grosso e o Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (IMEA), realiza nesta terça-feira (01.12), às 18h30, live sobre  “A Importância da Logística para o setor produtivo e para sociedade”. Evento online será transmitido nos canais do YouTube e páginas do Facebook da Aprosoja e ABA.

Vão participar da live o presidente da Aprosoja, Antonio Galvan, o diretor executivo do Movimento Pró-Logística, Edeon Vaz, o superintendente do IMEA, Daniel Latorraca e a diretora da ABA MT, Ana Lúcia Ricarte. A mediação ficará a cargo da advogada e presidente da Comissão do Agronegócio da ABA, Paula Boaventura.

De acordo com o superintendente do IMEA e palestrante do evento, Daniel Latorraca, o objetivo é discutir como está a logística hoje e como estará no futuro, bem como o resultado de tudo isso na produtividade e na qualidade de vida das pessoas. “Nosso principal gargalo hoje é a logística, e nossa ideia é trazer alguns dados, analisar o que já se passou e o que poderá vir pela frente, bem como o impacto de tudo isso não só para o agronegócio como para sociedade “, afirmou Daniel.

“É muito importante que todos estejam atentos e participem de mais este evento promovido pela Aprosoja, pois a logística é de interesse de todos. As rodovias não são só para escoamento da safra, não são só para os caminhões. Nelas passam ambulâncias, ônibus de viagem, carros de passeio, enfim, uma boa trafegabilidade atende toda sociedade não só o agro, por isso é um tema que precisa ser de interesse de todos”, convida o presidente da Aprosoja MT.

Serviço:

O quê? Live sobre “ A Importância da Logística para o setor produtivo e para sociedade”

Quando? 01/12/2020

Horário:18h30

Onde? Youtube e Facebook da Aprosoja e da ABA MT

 

 

Fonte: Ascom

Assessoria de Comunicação

Contatos: Telefone: 65 3644-4215 Email: [email protected]

Fonte: APROSOJA

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Aprosoja e LIDE MT debatem Reforma Administrativa

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Fortalecimento Institucional

Aprosoja e LIDE MT debatem Reforma Administrativa

O evento contou com a participação de líderes empresariais e políticos que discutiram no formato almoço-debate o assunto

18/11/2020

Em Mato Grosso, o movimento pela Reforma Administrativa cresce. Lideranças de diferentes segmentos econômicos voltaram a debater o assunto nesta terça-feira (17), presencialmente e por meio de plataformas digitais. O evento, no formato almoço-debate, foi promovido pela Associação dos Produtores de Soja e Milho do Estado, (Aprosoja), em parceria com o Grupo de Líderes Empresariais de Mato Grosso (LIDE MT).

Na tônica dos debates, o alerta de que reformas administrativa e tributária precisam ser encaradas pelo Estado brasileiro de forma sinérgica e urgente. Na prática, conforme exaltam lideranças setoriais, a matriz tributária no Brasil precisa ser revista, como nunca, para que o ambiente de negócios seja mais atrativo a investimentos e geração de empregos. Mas para além do sistema ideal de arrecadação de tributos, é necessário que gestões públicas gastem menos e melhor, entregando valor à sociedade.

“Essa pauta precisa ser externada à sociedade, que é a grande impactada, tanto em relação à reforma administrativa quanto em relação à reforma tributária. Isso não é um enfrentamento contra o servidor público. O que estamos defendendo é a equalização de despesas da máquina pública”, destaca Wellington Andrade, diretor executivo da Aprosoja.

Estudo divulgado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) em setembro projeta que medidas de enxugamento na máquina pública podem gerar uma economia de R$ 1,750 trilhão aos cofres brasileiros no período de 2021 a 2039. As cifras consideram impactos de medidas já adotadas, com destaque ao congelamento dos vencimentos de diversas carreiras do funcionalismo público no período 2020-2021, e ações futuras propostas no âmbito de uma reforma administrativa.

O tema, certamente, é polêmico. “A Reforma Administrativa mexe com uma palavrinha chave chamada estabilidade. O corporativismo vai agir como anticorpos gigantes. Eles estarão lá. É inaceitável que durante uma crise como essa da Covid, onde todos cortamos na carne, não haja uma contribuição do funcionalismo, da máquina pública. Houve? Desconheço”, declara o presidente do LIDE Indústria, Paulo Nigro, um dos CEOs de maior renome no país.

Queda de braço – Voz política que se projeta nas articulações pela aprovação da Reforma Administrativa em Brasília, o deputado federal por São Paulo Vinícius Poit (Novo) acredita que a matéria será votada no Congresso Nacional ainda no primeiro semestre de 2021. Até lá, prevalecerá uma intensa agenda de discussões partidárias e entre corporações, que já antevê, como próximo capítulo, a propositura de emendas ao texto final do projeto.

“Lutaremos para ser a melhor reforma possível. Mas é sabido que não adianta querer tudo. Pode-se não chegar ao ideal, mas vamos caminhar. O Governo (federal) está praticamente refém do Centrão no Congresso Nacional e está indo para um caminho perigoso. Realmente, será difícil. E é por isso que precisamos ser fortes”, posiciona Poit.

A régua do contribuinte – Para o presidente do LIDE MT, Evandro César dos Santos, a composição ideal entre reforma administrativa e tributária deve se apoiar em dois pilares fundamentais: o poder contributivo do brasileiro e um gasto público verdadeiramente focado no interesse público, na economicidade e na eficiência.  

“E não estamos falando somente do Poder Executivo. O Legislativo e o Judiciário também precisam se empenhar nessa missão. Vamos a um exemplo prático: na casa da gente, se não alinharmos o gasto com aquilo que há de receita, temos o desafio gigante de cobrir as contas. Numa empresa, isso pode culminar num problema sério, que é a insolvência, a falência. O gasto público deve ser concebido e executado sob essa mesma ótica, para que os investimentos necessários à população efetivamente aconteçam”, observa.  

 

 Com Assessoria LIDE MT

 

 

 

Fonte: Ascom

Assessoria de Comunicação

Contatos: Telefone: 65 3644-4215 Email: [email protected]

Fonte: APROSOJA

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