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OMS reitera que apenas pessoas doentes utilizem máscaras

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Pixabay/Tumisu

Não há evidências de que uso em massa de máscaras traga qualquer benefício contra o vírus

Oficiais da Organização Mundial da Saúde voltaram a recomendar nesta segunda-feira (30) que apenas pessoas contaminadas pela Covid-19 ou quem tenha contato direto com portadores do vírus utilizem máscaras. Especialistas ainda informam que não há indícios de que o uso em massa traga algum benefício.

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“Lidamos com o problema de que há uma escassez no estoque global de máscaras “, diz Mike Ryan, diretor executivo da OMS. “Neste momento, as pessoas com maior risco de contrair o vírus estão na linha de frente: os profissionais da saúde. Pensar que eles podem não ter máscaras suficientes é horrível”.

A reutilização de equipamento de higiene hospitalar como máscaras e luvas já foi reportada em alguns hospitais ao redor do mundo, onde médicos e enfermeiros precisam escrever seus nomes nas máscaras para esterilizá-las entre os atendimentos.

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A epidemiologista Maria Van Kerkhove, da OMS , afirma que o uso das máscaras deve ser priorizado onde são mais necessárias. “Na comunidade, não recomendamos a utilização de máscaras, a não ser que você esteja doente. Proteger os profissionais da saúde é prioridade”. 

Fonte: IG SAÚDE

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Saúde

Conheça o cão terapeuta que ajuda profissionais de saúde a aliviarem estresse

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o cão henry está vestindo uma capa verde e botinhas de tecido amarelas. ele também usa uma proteção transparente nos olhos
Claudio Cruz/AFP

Henry, de três anos, é chamado pela equipe de hospital de “El Tuerto” (O Caolho, em português) por não ter um de seus olhos


Os profissionais de saúde do Centro Médico Nacional 20 de Noviembre, na Cidade do México, estão em ótima companhia. Isso porque, para reduzir o estresse da rotina de combate ao novo coronavírus , um cãozinho que foi “contratado” há 50 dias como terapeuta durante a pandemia .

Harley é um pug de três anos que foi apelidado pela equipe do hospital como El Tuerto, que em português significa O Caolho. Isso porque, há um ano, ele perdeu um dos olhos em um acidente.

A dona de Harley é Lucía Ledesma, que atua como psicóloga no hospital. Ela explica que o cachorrinho teve treinamento especial desde que era filhote e passa duas horas por dia nas instalações para acalmar os profissionais de saúde que ficam horas tratando de casos da Covid-19 .

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Lucía explicou à imprensa local que o cão estava sendo preparado para trabalhar no hospital durante a pandemia desde fevereiro.

Ela explica que a ação faz toda diferença para quem está na linha de frente. Ao interagir com Henry, os funcionários podem se sentir aliviados e distraídos, conseguindo um momento para não focar na situação estressante a qual estão submetidos.

Fonte: IG SAÚDE

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Saúde

Covid-19: Conheça 4 métodos de vacina que querem imunizar humanos

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virus do novo coronavirus
Reprodução

Os “espinhos” do novo coronavírus são proteínas que têm papel relevante ao infectar o corpo humano


Em meio à pandemia do novo coronavírus (Sars-Cov-2), cientistas no mundo inteiro correm para desenvolver uma vacina funcional contra a Covid-19 . Tradicionalmente, a criação de um composto do tipo é um processo demorado e pode levar até mais de uma década. No entanto, com tanto dinheiro sendo investido no desenvolvimento de uma solução, é possível que a vacina contra o vírus seja a mais rápida da história.

Há centenas de vacinas em processo de testes neste momento, embora algumas delas já estejam em fases mais avançadas. No entanto, ainda que o objetivo seja o mesmo — o de induzir o organismo a criar imunidade contra a Covid-19 —, laboratórios estão apostando em métodos diferentes para chegar até esse resultado.

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Algumas dessas técnicas são velhas conhecidas; outras, no entanto, são novidade e não foram aplicadas em nenhuma outra vacina disponível.

Conheça e entenda as quatro principais técnicas em uso para o desenvolvimento da vacina:

Vacina genética

Nesta semana, a empresa farmacêutica estadunidense Moderna anunciou resultados positivos na primeira etapa de testes clínicos. Seu projeto de vacina se mostrou segura e desenvolveu resposta imunológica em alguns dos pacientes 45 pacientes participantes do experimento.

A Moderna é baseada em genes, técnica relativamente nova, assim como a alemã Pfizer, que também está em busca de uma vacina contra Covid-19 .

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Aqui, o objetivo não é injetar pedaços do vírus ou o vírus inativo no organismo para desenvolver anticorpos. Na verdade, o que acontece é uma etapa anterior: injeta-se material genético no corpo para que a própria célula crie as proteínas do vírus, que pode gerar resposta do sistema imunológico.

Quando o vírus invade o organismo, ele utiliza uma proteína em formato de espinoho, chama de “spike”, para injetar seu material genético nas células, permitindo utilizá-la para se reproduzir livremente. A ideia é fazer com que o próprio organismo humano produza essa proteína sem risco de infecção pelo Sars-Cov-2 e, assim, desenvolva os anticorpos.

Se o vírus entrar no organismo, não deve conseguir usar a proteína para atacar as células. Na prática, isso significaria que o corpo humano produz a própria vacina.

Essa técnica tem uma grande vantagem: é fácil e rápida de se produzir, o que explica a velocidade com que a Moderna está avançando em suas pesquisas, e permitiria a produção rápida das doses em caso de aprovação.

No entanto, historicamente não há uma vacina desenvolvida e aprovada para humanos utilizando esse método até hoje, sinal de que os experimentos com pessoas até hoje não se mostraram satisfatórios.

Vacinas com vetores virais

O maior exemplo aqui é a vacina desenvolvida pela universidade de Oxford. A pesquisa da instituição britânica, que já chegou a prometer conclusão para setembro, não utiliza o Sars-Cov-2 para desenvolver a imunidade contra Covid-19.

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O que os pesquisadores fazem é utilizar um outro vírus modificado. No caso da vacina de Oxford, utiliza-se um adenovírus geneticamente alterado para ser incapaz de produzir doenças no organismo humano. Ele também recebe a parte do código genético do novo coronavírus responsável pela produção da proteína “spike”.

Quando injetado no organismo, o vírus não causa doença, mas produz a proteína que deve ser bloqueada pelo sistema imunológico. Assim, os pesquisadores esperam que o corpo possa se proteger em caso de infecção real de Covid-19.

A vantagem desse método é que a resposta imunológica a um vírus ativo, ainda que alterado e incapaz de se multiplicar e provar uma doença, tende a ser mais forte. Isso é importante porque uma dose pode ser o suficiente, o que é chave durante a pandemia.

No entanto, essa técnica também é experimental e nunca foi aprovada para uso em humanos antes. Também há o risco de que algumas das pessoas já tenham contraído o adenovírus utilizado no desenvolvimento da vacina, o que faria com que seu organismo não desenvolva uma nova resposta imunológica, o que tornaria sua aplicação ineficaz.

Vírus enfraquecido

Esse método de vacina é mais tradicional: consiste no uso do próprio vírus enfraquecido ou inativado. A chinesa Sinovac já demonstrou que o método é capaz de imunizar macacos contra a doença.

A ideia é simples: colocar o vírus, já enfraquecido previamente com calor ou radiação, dentro do organismo, deixando-o produzir a resposta imunológica como se estivesse enfrentando o vírus real. Como o vírus foi previamente danificado, a pessoa não deve desenvolver a doença quando injetado em seu organismo.

Essa técnica pode envolver o vírus em um estado inativo (totalmente incapaz de se reproduzir dentro do corpo) ou enfraquecido (o vírus ainda está levemente ativo, mas com menos capacidade de desenvolvimento de doença).

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Este último tende a produzir uma resposta imunológica mais forte, mas pode ser arriscada em pessoas que já têm problemas de imunidade. Como se lida com o vírus real, testes de segurança são cruciais para garantir que as pessoas vacinadas não ficaram doentes da doença que estão tentando se imunizar.

O ponto forte desse método é o fato de que ele já é amplamente conhecido, testado e aprovado. Existem diversas vacinas que utilizam essa ferramenta para gerar imunidade contra, por exemplo, gripe, varíola, poliomielite, catapora, sarampo, febre amarela e tantas outras.

No entanto, ela é muito mais difícil de ser produzida em massa. Isso porque os pesquisadores precisam produzir quantidades colossais do vírus para depois enfraquecê-los ou inativá-los. Em uma situação normal, essa dificuldade não é um fator tão importante, mas quando se fala em uma pandemia global que precisa ser sanada com agilidade, isso se torna um grande obstáculo.

Vacina baseados em proteínas

Como já falamos acima, o que faz o coronavírus ser capaz de infectar as células é a proteína “spike”, em formato de espinhos. Neste tipo de vacina, os pesquisadores buscam injetar essa proteína diretamente no organismo, sem o restante do vírus, para que o corpo desenvolva a resposta.

Neste caso, o que se cria é um invólucro do novo coronavírus com todo o seu exterior, mas sem a capacidade de reprodução, já que não conta com material genético, tornando-o incapaz de desenvolver a doença no corpo humano.

Essa técnica não é inédita. Ela já é usada, por exemplo, na vacina contra o HPV. Pesquisadores sabem exatamente o que fazer para desenvolvê-la. No entanto, há alguns pontos negativos.

Por não conter um vírus ativo, a imunidade gerada por ela pode ser frágil e requerer mais de uma dose, o que não é simples de fazer quando se fala em bilhões de aplicações.

Fonte: IG SAÚDE

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Saúde

Covid-19 não se espalha facilmente por objetos e superfícies, diz autoridade

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Contato entre pessoas é a principal rota de contágio do novo coronavírus, avalia autoridade americana

O novo coronavírus (Sars-CoV-2) não se espalha com facilidade a partir do toque de superfícies ou objetos, segundo o Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) dos Estados Unidos.

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Segundo um porta-voz do CDC à rede americana NBC, a mudança no protocolo de contágio foi feita para “esclarecer os outros tipos de contágio do vírus”. As novas informações apontam que a doença é facilmente transmitida pelo contato entre pessoas, e esta é a principal rota para sua propagação.

Ainda que seja possível que uma pessoa contraia o novo coronavírus pelo toque de objetos e superfícies, esta não é a principal forma de contágio, diz o CDC. De qualquer forma, a agência continua orientando que os cidadãos americanos higienizem as compras antes de guardá-las. 

O CDC também afirma que há evidências de que o Sars-CoV-2 pode ficar em superfícies por algumas horas. “Limpar e desinfetar superfícies é uma das melhores práticas para conter a Covid-19 e outras doenças virais”, afirma o órgão. 

Fonte: IG SAÚDE

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