conecte-se conosco


Policia Federal

PF investiga irregularidades em contratação realizada por Órgão público no Espírito Santo

Publicado


Vila Velha/ES – A Polícia Federal deflagrou hoje (20/10) a Operação “Folha de Conto”, com o objetivo de investigar o desvio de recursos públicos por empresa contratada pelo DNIT para a prestação de serviços de supervisão das obras na BR 262, no Espírito Santo.

A operação contou com a participação de cinco policiais federais, sendo realizado o cumprimento de um mandado de busca e apreensão, em Belo Horizonte/MG, na sede da empresa investigada.

 

ENTENDA O CASO

 

De acordo com as investigações, a empresa contratada pelo DNIT apresentava ao Órgão comprovantes de serviços prestados com informações falsas. As medições dos serviços de fiscalização eram fraudadas através da inserção de dados falsos sobre a quantidade de prestadores de serviços da empresa e o número de veículos empregados no trabalho.

Após identificação de irregularidades na execução do contrato, foi realizada fiscalização que emitiu Nota Técnica estimando um prejuízo de cerca de R$ 615 mil (a preço inicial) causado pela empresa investigada junto à autarquia contratante.

Apura-se ainda, se as testemunhas dos fatos investigados foram ameaçadas para que prestassem informações inverídicas à Polícia Federal.

CRIMES INVESTIGADOS

Se comprovadas as informações até o momento levantadas, os investigados responderão pelo delito de peculato, art. 312 do Código Penal , cuja pena varia de 2 (dois) a 12 (doze) anos de reclusão, e ameaça, art. 147 do Código Penal, cuja pena varia de (01) um a 6 (seis) meses de detenção.

Art. 312 – Apropriar-se o funcionário público de dinheiro, valor ou qualquer outro bem móvel, público ou particular, de que tem a posse em razão do cargo, ou desviá-lo, em proveito próprio ou alheio:

Pena – reclusão, de dois a doze anos, e multa.

Art. 147 – Ameaçar alguém, por palavra, escrito ou gesto, ou qualquer outro meio simbólico, de causar-lhe mal injusto e grave:

Pena – detenção, de um a seis meses, ou multa.

 

Comunicação Social da Polícia Federal no Espírito Santo

Telefone: (27) 3041-8051/8029

 

*** O nome da operação é um trocadilho com folha de ponto, pois na verdade a empresa investigada apresentava folha de ponto com informações falsas à autarquia federal contratante do serviço, ou seja, incluía nas medições encaminhadas ao órgão público contratante folhas de ponto de funcionários que não estavam de fato prestando serviços no local.

Comentários Facebook
publicidade

Policia Federal

Polícia Federal prende suspeito de invasão do sistema do Tribunal Superior Eleitoral

Publicado


Brasília/DF – A Polícia Federal deflagrou, na manhã de hoje (28), a Operação Exploit* tendo como objetivo desarticular a associação criminosa que teria promovido os ataques hackers ao TSE no primeiro turno das Eleições 2020, com o acesso e divulgação ilegal de informações de servidores públicos do TSE. As ações se desenvolvem com a cooperação da Polícia Judiciária Portuguesa – Unidade Nacional de Combate ao Cibercrime e Criminalidade Tecnológica.

Estão sendo cumpridos, no Brasil, três mandados de busca e apreensão e três medidas cautelares de proibição de contato entre investigados nos estados de SP e MG. Além disso, em Portugal, são cumpridos um mandado de prisão e um mandado de busca e apreensão. Os mandados cumpridos no Brasil foram expedidos pelo Juízo da 1ª Zona Eleitoral do Distrito Federal, após representação efetuada pela Polícia Federal e manifestação favorável da 1ª Promotoria de Justiça Eleitoral.

O inquérito policial aponta que um grupo de hackers brasileiros e portugueses, liderados por um cidadão português, foi responsável pelos ataques criminosos aos sistemas do Tribunal Superior Eleitoral – TSE quando do primeiro turno das Eleições de 2020.

A Polícia Federal apura o acesso ilegal aos dados de servidores públicos divulgados no dia 15/11, além de outras atividades criminosas do grupo.
Os crimes apurados no inquérito policial são os de invasão de dispositivo informático e de associação criminosa, ambos previstos no Código Penal; além de outros previstos no Código Eleitoral e na Lei das Eleições (9.504/97).

Não foram identificados quaisquer elementos que possam ter prejudicado a apuração, a segurança ou a integridade dos resultados da votação.  

* Um exploit é uma parte de software, um pedaço de dados ou uma sequência de comandos que tomam vantagem de um defeito a fim de causar um comportamento acidental ou imprevisto no software ou hardware de um computador ou em algum dispositivo eletrônico.

 

Comunicação Social da PF

Comentários Facebook
Continue lendo

Policia Federal

Polícia Federal e Europol apresentam balanço da Operação Entreprise

Publicado


Brasília/DF – A Polícia Federal e a Europol apresentaram, hoje (27), o balanço de operação conjunta deflagrada no dia 23 e que teve desdobramentos no Brasil, Colômbia, Panamá, Portugal, Espanha, Bélgica, Holanda, Romênia e Dubai.

A operação iniciada pelas autoridades brasileiras foi batizada como Operação Enterprise e como Operação “Chameleon” (Camaleão) na Europa. A ação contou com a participação de centenas de policiais em diversos países e teve por objetivo a desarticulação financeira de organizações criminosas responsáveis pelo envio de dezenas de toneladas de cocaína para países europeus, utilizando principalmente portos brasileiros como rota.

A PF e as autoridades europeias envolvidas consideram a atuação como a maior já realizada contra o tráfico de cocaína nessa modalidade, e reforçam a necessidade de integração e ações coordenadas entre as polícias de todo o mundo para o enfrentamento ao tráfico de drogas.

No Brasil, a Polícia Federal vem adotando o fortalecimento da cooperação policial internacional, juntamente com a prisão de lideranças e a descapitalização das organizações criminosas, como uma de suas diretrizes para o enfrentamento ao tráfico de drogas, de armas e às facções. A instituição representa o Brasil junto aos organismos policiais internacionais tal integração.

A atuação conjunta com outros países permitiu que as autoridades apreendessem, no exterior, mais de 12 milhões de euros em espécie, veículos de luxo, quatro imóveis no valor de 6,5 milhões de euros, além da prisão de seis pessoas – uma na Colômbia, uma no Panamá, uma na Bélgica, uma na Espanha e duas em Dubai.

Após a deflagração, ocorrida no dia 23, a Polícia Federal ainda bloqueou 37 aeronaves e R$ 3,2 milhões em contas bancárias, além de sequestrar dezenas de imóveis, todos adquiridos com o lucro das atividades ilícitas.

O total de bens apreendidos no Brasil e no exterior, em razão da investigação, está avaliado em cerca de R$ 463 milhões e passa a integrar o recorde histórico de mais de R$ 1,13 bilhão em bens apreendidos e sequestrados do tráfico de drogas pela Polícia Federal em 2020. Esse valor representa quase o dobro do recorde anterior e é resultado da atual estratégia da Polícia Federal para desarticular o crime organizado.

 

Comunicação Social da PF

Comentários Facebook
Continue lendo

Policia Federal

Nota à imprensa

Publicado


Georgetown/Guiana – A Polícia Federal e a Customs Anti Narcotic Unit – CANU (Unidade Antinarcóticos e Aduana) da República da Guiana assinaram na quinta-feira (26/11) acordo de cooperação técnica para enfrentamento ao crime organizado transnacional.

O tratado inclui a prevenção e o combate ao tráfico ilícito de drogas, ao terrorismo, ao tráfico de pessoas, ao tráfico ilegal de armas de fogo e correlatos, à lavagem de dinheiro, à falsificação de documentos e aos crimes cibernéticos.

O instrumento vai permitir a realização de eventos de capacitação e treinamento de policiais e oficiais, intercâmbio para seminários e congressos, compartilhamento de tecnologias, de equipamentos e de informações, bem como o apoio a investigações, inclusive por meio da designação de “oficiais de enlace” para atuarem em ambos os países.

A negociação deste acordo iniciou-se durante a 4ª Reunião da Comissão Conjunta Brasil-Guiana sobre cooperação policial, em 2019 em Georgetown, e terminou nesta semana, também na capital da Guiana, com a assinatura do documento pelo Diretor Executivo da Polícia Federal, Carlos Henrique Oliveira de Souza, e pelo Diretor da CANU, James Garvin Singh, por ocasião da visita oficial do Ministro das Relações Exteriores do Brasil àquele país.

Divisão de Comunicação Social
[email protected]
(61) 2024.8142

Comentários Facebook
Continue lendo

Nova Xavantina

Policial

Política MT

Mato Grosso

Mais Lidas da Semana