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Política Nacional

Planalto diz que não vai se manifestar sobre citação nazista de secretário

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Roberto Alvim, secretário de Cultura do governo Bolsonaro arrow-options
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Roberto Alvim, secretário de Cultura do governo Bolsonaro

O Palácio do Planalto afirmou, nesta sexta-feira (17), que não vai se manifestar sobre o pronunciamento do secretário especial de Cultura , Roberto Alvim, que citou em vídeo trechos de um discurso de Joseph Goebbels, ministro da propaganda do regime nazista. 

Em nota, a assessoria de imprensa do Planalto afirmou que não vai comentar e que o secretário “já se manifestou oficialmente”. Após a repercussão do vídeo, Roberto Alvim afirmou que houve uma “coincidência retórica”, mas disse que não há nada de errado com o discurso. 

“Houve uma coincidência com UMA frase de um discurso de Goebbles (sic)… não o citei e JAMAIS o faria. Foi, como eu disse, uma coincidência retórica. Mas a frase em si é perfeita: heroísmo e aspirações do povo é o que queremos ver na Arte nacional”, disse o secretário. 

Leia também: Maia pede afastamento de secretário de Bolsonaro após citação nazista

Além do trecho copiado do discurso de Goebbels, outra referência ao regime de Adolf Hitler é a trilha sonora do pronunciamento: a ópera “Lohengrin”, de Richard Wagner. O compositor alemão era celebrado pelo líder nazista e teve grande influência em sua formação ideológica.

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Política Nacional

Casos de covid-19 crescem 17% em um dia, segundo Ministério

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Coletiva Ministério da Saúde arrow-options
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Número de casos cresceu 17% em um dia

Nesta sexta-feira (27), o secretário de vigilância em saúde, Wanderson Kleber de Oliveira, divulgou que foram confirmados 502 novos casos de covid-19 nas últimas 24 horas. Durante coletiva do Ministério da Saúde, Oliveira e o secretário executivo de saúde João Gabbardo evitaram temas políticos .

O aumento de casos de um dia para o outro representa um incremento de 17,2%. Na coletiva de quinta (26), os secretários disseram que o crescimento de casos está dentro do esperado até a taxa de 33%.

Leia:  ‘Não haverá subnotificação’, diz Ministério da Saúde sobre covid-19

Sobre nova campanha do governo federal, que diz que “o Brasil não pode parar”, Gabbardo respondeu: “Não tentem forçar o ministério a incendiar uma coisa que já está na nossa frente”, comparando a situação do novo coronavírus no Brasil com um incêndio. 

Oliveira explicou que pico de casos de covid-19 no Brasil será diferente do de países do hemisfério norte. “Dengue, chikungunya, influenza e covid-19 são vírus que estarão convivendo e que causam sintomas parecidos no começo”, afirmou.

Leia:  No Brasil, há 92 mortes por covid-19 e 3.417 casos

Secretários voltaram a mencionar a hidroxicloroquina , que será usada apenas dentro de hospitais e em pacientes em estado grave. Foi divulgado também o dado com número de internados : há 116 pacientes em enfermaria e 148 em tratamento intensivo (UTI). 

Quinta-feira (26), eram 205 e 194, respectivamente. No entanto, no comparativo não é possível saber o número de recuperados. Os secretários tinham prometido na coletiva de quinta (26) que os dados sobre pacientes recuperados de covid-19 seria disponibilizado na plataforma oficial até esta sexta, mas isso não ocorreu.

Sobre equipamentos de segurança, Gabbardo disse que ministério não distribuirá máscaras aleatoriamente. “Estamos comprando tudo que é possível. Fizemos 71 apreensões de empresas que queriam exportar mas que tinham negado nossas licitações”, afirmou.

Oliveira afirmou que na próxima semana, ministério “lançará parceria com a maior rede de laboratórios da América Latina para contribuir na produção de testes ” para o novo coronavírus.

A coletiva de imprensa deste sábado (28) contará com a presença do ministro da saúde, Luiz Henrique Mandetta, que apresentará cenários futuros do covid-19 no Brasil, projeções até então não divulgadas.

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Política Nacional

“Vamos rezar para Brasil ter imunidade maior que outros países”, diz Maia

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Presidente da Câmara dos Deputados Rodrigo Maia arrow-options
Agência Brasil

Presidente da Câmara dos Deputados Rodrigo Maia

O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), afirmou nesta sexta-feira (27) que “do jeito que as coisas estão indo” o Brasil corre risco de viver o que aconteceu na Itália e em Nova York, dois locais que registraram muitos casos e óbitos por coronavírus. Maia defende que, se não forem tomadas as decisões certas, o país estará no escuro e “não vai sobrar nada que não seja rezar”.

Leia também: Coronavírus no Brasil: acompanhe a situação no País em tempo real

“Vamos rezar para ver se a população brasileira tem um nível de defesa do vírus maior que a dos outros países, uma imunidade maior que a dos outros países”, afirmou Maia . O presidente da Câmara acredita que o isolamento social é necessário neste momento e que seu fim precipitado poderia levar a tragédias.

As falas de Maia ocorreram durante uma transmissão ao vivo, por videoconferência, do Grupo de Líderes Empresariais (LIDE), associação fundada pelo governador de São Paulo, João Doria (PSDB). 

“Nesse momento, do jeito que as coisas estão indo, acho que a gente corre risco muito grande, e vamos rezar para que não, um risco muito grande para que a gente tenha no brasil o que aconteceu na Itália, o que está acontecendo na Espanha, na França e agora em Nova York, que está uma situação muito preocupante”.

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Maia também afirmou que tanto o presidente, como os governadores e o Congresso possuem posições sobre a forma de lidar com a pandemia do coronavírus . Contudo, ele diz ser necessário encontrar  “um denominador comum” para “sinalizar à sociedade o mínimo de harmonia entre todos os entes federados e entre todos os Poderes”.

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Política Nacional

Governo vai bloquear entrada de estrangeiros de todos os países em aeroportos

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Preços das passagens aéreas caem com pandemia do coronavírus arrow-options
Agência Brasil

Preços das passagens aéreas caíram com pandemia do coronavírus

O ministro Sergio Moro , da Justiça e Segurança Pública, disse nesta sexta-feira (27) que o governo vai bloquear a entrada de estrangeiros de todas as nacionalidades no aeroportos . A nova regra consta em uma portaria que deve ser publicada ainda hoje.

De acorco com Moro, a medida foi tomada com base nos número de infectados por Covid-19 em todo o mundo, sendo que na semana passada o bloqueio já havia sido feito para passageiros da União Europeia.

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Entre as exceções, de acordo com o ministro, estão pessoas que têm autorização de residência no Brasil ou familiares que moram no País.

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