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Policial

Polícia Civil prende jovem suspeita de chefiar tráfico em Nova Xavantina

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Assessoria | Polícia Civil-MT

Uma mulher procurada pela Justiça por suspeita de chefiar uma associação criminosa foi presa pela Polícia Civil do município de Nova Xavantina (645 km a leste de Cuiabá), no domingo (29.11), em ação para cumprimento de mandado. A jovem de 24 anos estava com a ordem de prisão preventiva decretada pela 1ª vara Criminal da Comarca local, por tráfico de drogas e associação para o tráfico.

A atuação da suspeita foi identificada em investigação da Polícia Civil, que resultou na prisão em flagrante da traficante, por envolvimento com o comércio de entorpecentes na região. Na ocasião, a jovem conseguiu liberdade provisória para cuidar de sua filha pequena.

Mesmo com o benefício  judicial, a suspeita foi novmente presa no mês de agosto, em Mato Grosso do Sul, transportando cerca de 24 quilos de maconha que seriam levados para as cidades de Barra do Garças e Nova Xavantina..

Em razão do descumprimento das condições impostas pelo Poder Judiciário, a jovem teve a prisão preventiva expedida pela Justiça. Diante da nova ordem de prisão, os policiais civis de Nova Xavantina conseguiram localizar a suspeita em uma residência no bairro União. No momento da abordagem os investigadores encontraram vestígios que indicavam que ela se preparava para fugir.

Após cumprimento do mandado de prisão, a mulher foi conduzida para Delegacia de Polícia para as providências cabíveis e posteriormente encaminhada para uma unidade prisional, à disposição da Justiça.

 

Fonte: PJC MT

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Policial

Homem é esfaqueado por mulher na Praça do Camilão em Confresa

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A mulher teria roubado um celular momentos antes da tentativa de homicídio

A Polícia Militar prendeu uma mulher após ela ser acusada de roubo e tentativa de homicídio. O caso aconteceu no sábado (16), na Praça do Camilão, localizada no Centro de Confresa.

Segundo informações , a guarnição da PM realizava rondas pela região quando foi acionada por uma jovem de 23 anos, que informou que uma mulher, em posse de uma faca, teria roubado o seu aparelho de celular. Em ato contínuo, os policiais localizaram a suspeita, porém, ela não estava mais com o produto do roubo.

Durante a confecção do boletim de ocorrência, os agentes foram solicitados pelo Hospital Municipal, pois havia dado entrada um homem com perfurações de faca. Após conversa com a vítima, ele informou que uma mulher com as mesmas características da presa pelo roubo teria o esfaqueado.

A suspeita foi encaminhada para a Delegacia de Polícia Judiciária Civil sob as acusações de roubo e tentativa de homicídio. O caso segue sob investigação.

 

Olhar  Alerta

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ARAGUAIA

Casal é executado na frente dos filhos em Ribeirão Cascalheira

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A polícia informou que o casal pode ter sido executado em disputa por ponto de drogas na região.

 O casal Alex Messias, 24 anos, e Karina Andrade, 22, foi executado na frente dos filhos na madrugada de quinta-feira (14/01) dentro de uma residência no bairro Ribeirão Bonito, em Ribeirão Cascalheira, na região do vale do Araguaia.

A Polícia Militar foi acionada após vizinhos escutarem barulho de prováveis disparos de arma de fogo.

Ao chegarem no local, os policiais encontraram o corpo de um homem caído na sala da casa com um ferimento no face e no ombro e uma mulher no banheiro da residência, também baleada no rosto. Havia ainda duas crianças chorando e chamando pelo pai e pela mãe.

Uma equipe médica foi acionada e constatou a morte do casal.

A principal linha de investigação é que Alex e Karina tenham sido assassinados em uma possível disputa pelo controle do tráfico de drogas na região. Alex tinha passagens policiais pelos crimes de tráfico de drogas e homicídio.

Não se sabe ainda se o casal pertencia a uma facção criminosa.

Na casa, foram encontrados 1 quilo entorpecentes – maconha e pasta base de cocaína -. A droga estava embalada com plástico e fita adesiva.

Vizinhos relaram que o casal se mudou para aquela residência há menos de uma semana. Desde então, o fluxo de pessoas na casa era intenso.

A Politec (Perícia Oficial e Identificação Técnica) esteve no local e os corpos foram encaminhados para o IML (Instituto Médico Legal). As crianças ficaram sob cuidados do Conselho Tutelar.

O delegado Sérgio Luiz Henrique de Almeida, irá presidir o Inquérito Policial.

Fonte: Folhamax

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Policial

Índia morre em hospital de Cuiabá após ser espancada por marido em aldeia Karajá

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De acordo com a Polícia Civil, Myriwekede Karaja foi atendida no Hospital Municipal de São Félix do Araguaia

Uma índia de 36 anos morreu no Hospital Municipal de Cuiabá (HMC), nesse domingo (10), após ser espancada pelo marido, também indígena, na Aldeia Indígena Fontoura, no Tocantins, região de divisa com Mato Grosso, no sábado (9).

De acordo com a Polícia Civil, Myriwekede Karaja foi atendida no Hospital Municipal de São Félix do Araguaia, a 1.173 km da capital, e, devido aos ferimentos graves, foi encaminhada ao HMC.

Horas após ser internada na unidade de Cuiabá, ela morreu. A equipe plantonista da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa de Cuiabá (DHPP) foi acionada para liberação do corpo da vítima.

A presidente da Associação de Mulheres Independentes Gerando Amor e Solidariedade (Amigas), Mávia Vieira, contou que Myriwekede foi agredida pelo marido no sábado e encaminhada ao hospital de São Félix do Araguaia devido à proximidade.

Segundo ela, os casos de violência contra a mulher são frequentes em regiões indígenas devido à cultura primitiva. “A violência contra as mulheres, principalmente na área indígena, é fato, e nós não podemos fechar os olhos para esse tipo de violência. Basta! Não é só a mulher indígena que está morrendo. Sempre fomos vítimas”, declarou.

Mávia pediu o apoio às mulheres de Mato Grosso para que esse tipo de violência seja combatido. “Nós não vivemos uma onde de feminicídio, é um tsunami que sempre foi uma realidade em nossas vidas por termos nascido mulher”, ressaltou.

O professor Flávio, que também faz parte da Associação, disse que essa é a primeira vez que um óbito é registrado na Reserva Karajá devido à violência contra a mulher.

“Acho um absurdo que em pleno século 21 aconteça esse tipo de violência. Morte é a primeira vez que vejo aqui na reserva, mas espancamentos já vinham acontecendo há muito tempo. Moro há 30 anos aqui e presenciei esse tipo de violência contra as mulheres indígenas”, contou. O caso deve ser investigado pela Polícia Civil do Tocantins.

G1

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