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Ponte cede e viatura dos Bombeiros fica presa em buraco; veja imagens

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CORPO DE BOMBEIROS DE MINAS GERAIS/DIVULGAÇÃO

Acidente ocorreu na rodovia MG-135

Uma viatura do Corpo de Bombeiros de Minas Gerais sofreu um acidente, por volta das 23h desta quarta-feira (12), quando estava a caminho de um resgate. Ao passar por uma ponte na rodovia MG-135, a estrutura se rompeu e o carro caiu no burraco, ficando preso até o amanhecer.

Leia também: São 7 mortos até o momento por conta da chuva em São Paulo

O local ainda estava interditado na manhã desta quinta-feira (13), segundo o Uol . Não houve feridos e os danos na viatura dos Bombeiros foram mínimos. Acredita-se que a ponte tenha cedido devido ao impacto das fortes chuvas que atingiram Minas Gerais nas últimas semanas.

Os bombeiros estavam a caminho de um resgate na cidade de Sá Forte, onde um grupo de pessoas ficou ilhada em uma casa devido a um alagamento decorrente da precipitação. Sessenta pessoas já morreram neste ano devido à chuva em Minas Gerais.

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Acidente ocorreu na rodovia MG-135

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Acidente gravíssimo deixa pelo menos um morto e nove feridos em Minas Gerais

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CORPO DE BOMBEIROS DE MINAS GERAIS/DIVULGAÇÃO

Acidente ocorreu na manhã desta sexta-feira

Pelo menos uma pessoa morreu e outras nove ficaram gravemente feridas após uma carreta carregada de melancias bater em cinco veículos e pegar fogo na BR-381, na cidade de Nova Aparecida, em Minas Gerais , na manhã desta sexta-feira (18). De acordo com o Corpo de Bombeiros, a morte foi de um homem que ocupava um dos veículos envolvidos no acidente e não conseguiu sair dele porque estava preso às ferragens. Como a carreta envolvida na colisão incendiou, essa vítima, ainda não identificada, morreu carbonizada.

Pelo menos três helicópteros foram enviados ao local para ajudar no socorro das vítimas. Um dos feridos sofreu uma parada cardiorrespiratória, mas foi reanimado pelos bombeiros. As identidades dos feridos não foram divulgadas até o momento.

A via está completamente interditada no sentido de Vitória e os motoristas que precisam ir até a cidade devem fazer um desvio de cerca de cem quilômetros. A perícia está no local e não há previsão para que o tráfego seja liberado.

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Líder indígena João Lira morre da Covid-19 em São Paulo

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João Lira
Reprodução/redes sociais

João Lira faleceu aos 42 anos

O líder indígena João Lira, da Aldeia Itapuã, no litoral paulista, faleceu após complicações da Covid-19. Aos 42 anos, João foi um dos pioneiros da educação escolar indígena no estado e era graduado em letras pela Universidade de São Paulo.

A morte do líder gerou reações de lamento nas redes sociais. “João Lira foi um grande líder. Sua luta incansável em prol da causa indígena nos faz lembrar de que somos muito mais plurais do que singulares, muito mais coletivos do que individuais, muito mais ‘nós’ do que ‘eu'”, escreveu a Diretoria de Ensino Regional de Miracatu em nota de falecimento.

João Lira estava hospitalizado desde o dia 1º de setembro no Hospital Regional de Pariquera-Açu, sendo transferido ao hospital São João, em Registro, no dia 3.

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Para Damares, menina de 10 anos grávida após estupro deveria ter feito cesárea

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mulher
Anderson Riedel/PR

Ministra Damares Alves, da Família, Mulher e Direitos Humanos

A Ministra da Mulher, Família e Direitos Humanos, Damares Alves, falou em entrevista ao jornalista Pedro Bial nesta quinta-feira (17) sobre o caso de aborto em uma menina de dez anos estuprada no Espírito Santo . Ela criticou o procedimento e apontou a possibilidade da criança passar por uma cirurgia de cesárea para dar à luz.

Segundo Damares, os médicos do Espírito Santo, que negaram o aborto alegando não ter condições de fazer o procedimento em uma gestação tão avançada, tinham disponibilidade para esperar mais duas semanas de gestação e fazer uma cirurgia para retirar o bebê gerado após o estupro.

“Mais duas semanas poderia ter sido feita uma cirurgia cesárea nessa menina, tirar a criança, colocar numa incubadora, se sobreviver, sobreviveu. Se não, teve uma morte digna”, afirmou Damares. Após ter procedimento negado no Espírito Santo, a menina foi até o Recife, onde fez o procedimento de 17 horas para interromper a gestação.

O aborto em caso de risco de vida à gestante e em caso de estupro (duas condições na qual a criança se encaixava) é permitido por lei.

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