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Política Nacional

Primeiro ato de Lula após ser solto será em frente à PF de Curitiba

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Instituto Lula / Ricardo Stuckert

Após definição do STF, expectativa agora é pela libertação do ex-presidente

O primeiro ato que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva planeja fazer ao ser libertado será em Curitiba, em frente à Polícia Federal. O petista quer cumprimentar e prestar uma homenagem aos simpatizantes que ficaram em vigília no local durante um ano e sete meses. A expectativa é que também ocorra um comício em São Paulo ou São Bernardo do Campo, em seguida.

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A defesa de Lula informou que pedirá nesta sexta-feira à Vara de Execução Penal de Curitiba a “soltura imediata” do líder petista. Antes, o advogado Cristiano Zanin Martins visitará o ex-presidente na sede da Polícia Federal de Curitiba.

Além do pedido de soltura , a defesa informou que também vai reiteirar o pedido para que o Supremo julgue os habeas corpus que pedem a nulidade de todo o processo do caso do tríplex do Guarujá e a suspeição do ex-juis Sergio Moro, hoje ministro da Justiça do governo do presidente Jair Bolsonaro .

Lula não praticou qualquer ato ilícito e é vítima de “lawfare”, que, no caso do ex-presidente, consiste no uso estratégico do Direito para fins de perseguição política”, informou em nota a defesa.

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Política Nacional

“Nos acusa e nunca provou, agora há provas contra ela”, diz Eduardo sobre Joice

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Carla Zambelli na CPMI das Fake News
Geraldo Magela/ Agência Senado

Carla Zambelli na CPMI das Fake News

Após a deputada federal Joice Hasselmann (PSL-SP) ter sido denunciada por  obrigar seus funcionários a produzir fake news, os filhos do presidente, o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PLS-SP) e o vereador Carlos Bolsonaros (Republicanos-RJ), e as deputadas Carla Zambelli (PLS-SP) e Bia Kicis (PLS-DF)se manifestaram nas redes contra ela. Eles seriam alvos do suposto esquema de fake news.

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Eduardo Bolsonaro criticou Joice. “Exatamente o que ela nos acusa e NUNCA provou, agora há provas contra ela”, o deputado escreveu em seu Twitter. Em dezembro do ano passado, Joice o acusou, na CPMI das fake news, de

CNN OBTÉM PROVAS DE QUE JOICE HASSELMANN TINHA EQUIPE DE FAKE NEWS PAGA COM DINHEIRO PÚBLICO

Ex-funcionários mostram provas que Joice tinha central de fakes, exatamente o que ela MENTE que os bolsonaristas fazem

Mais um ex de "acuse seus rivais do que você faz"

E agora, STF? pic.twitter.com/8kLtIcCPuo

— Eduardo Bolsonaro?? (@BolsonaroSP) June 5, 2020

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CNN OBTÉM PROVAS DE QUE JOICE HASSELMANN TINHA EQUIPE DE FAKE NEWS PAGA COM DINHEIRO PÚBLICO

Ex-funcionários mostram provas que Joice tinha central de fakes, exatamente o que ela MENTE que os bolsonaristas fazem

Mais um ex de "acuse seus rivais do que você faz"

E agora, STF? pic.twitter.com/8kLtIcCPuo

— Eduardo Bolsonaro?? (@BolsonaroSP) June 5, 2020

$”liderar ataques virtuais e a família Bolsonaro de administrar perfis falsos .

Carla Zambelli afirmou que além das acusações dos funcionários, ela também possui outras denúncias. “Tenho mais denúncias!!!!! Essa Joice Hasselmann tem que ir pra cadeia! Não é só fake News, é crime”.

Carlos Bolsonaro afirmou que “a própria pessoa que deu pontapé para que o STF criasse o ‘inquérito’ recheado de inconsistências é mais um episódio estarrecedor”.

Bia Kicis publicou que “gente, a casa caiu mesmo”. “Criação de perfis falsos e ataques a colegas só porque nos mantivemos fiéis”.

Flávio Bolsonaro , um dos supostos alvo dos ataques, não havia se pronunciado sobre o caso até a publicação desta matéria. 

Entenda as acusações

Funcionários de Joice afirmaram que eram obrigados pela parlamentar a criar perfis falsos nas redes sociais para elogiá-la e também para atacar seus opositores. A informação foi divulgada na tarde desta sexta-feira (5) pela emissora CNN Brasil. CPFs falsos teriam sido usados para criar esses perfis. 

Joice , no entanto, nega as acusações.

Um funcionário também conta que “todo material que foi usado na CPMI da fake news foi criado pela equipe dela”. No final do ano passado, Joice prestou depoimento na CPMI das fake news e afirmou que havia dentro do Planalto um esquema de disparo de fake news que envolvia a família do presidente Jair Bolsonaro. Essa estrutura é chamada de ” gabinete do ódio “.

Ao ser questionado sobre o motivo para a criação desses perfis, o funcionário afirma que era “ataques a pessoas que se opuseram a ela, depois que ela virou as costas para o presidente”. O trabalhador cita que os ataques eram direcionados a Bia Kicis, Carla Zambelli, Eduardo Bolsonaro e Flávio Bolsonaro.

Segundo áudios e conversas apresentados pelos funcionários, Joice teria pedido a eles para criar hashtags contra Kicis e um vídeo contra Zambelli. “A gente precisa criar uma hashtag Beatriz, a sórdida. Vou pro ataque com essa vagabunda”. “Faz um videozinho bem curtinho aí e bota a cara da Carla com áudio e faz sarcasmo”.

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Política Nacional

Bolsonaro vai sem máscara inaugurar hospital e leva tombo; assista

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Queda de Bolsonaro ocorreu na manhã desta sexta-feira (5)
Reprodução/Twitter/Ana_Dellamark

Queda de Bolsonaro ocorreu na manhã desta sexta-feira (5)

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) compareceu, nesta sexta-feira (5), da inauguração de um hospital de campanha em Águas Lindas de Goiás , próximo ao Distrito Federal. O presidente, que não estava de máscara, chegou ao local de helicóptero e ao se dirigir até o hospital escorregou e levou um tombo.

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Apesar da queda, Bolsonaro foi rapidamente levantado pelas pessoas que o acompanhavam. O chão onde ele estava era de terra, o que pode ter facilitado o tombo.

Bolsonaro chegou ao hospital por volta das 8h45. Ele estava acompanhado de alguns dos seus ministros da ala militar, Eduardo Pazuello (Saúde), Braga Netto (Casa Civil) e Marcos Pontes (Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicação). 

Também estavam lá o governador de Goiás , Ronaldo Caiado (DEM), e o secretário estadual de Saúde, Ismael Alexandrino.

No evento, Bolsonaro realizou um discurso em que afirmou “a gente torce que pouca gente venha para cá, porque é sinal que não precisa de atendimento”. 

Ele também fez críticas fortes a manifestantes contra o governo : “estamos vendo agora grupos de marginais, terroristas querendo se movimentar para quebrar o Brasil. São marginais, terroristas, maconheiros”.

O hospital demorou cerca de dois meses para ser inaugurado . Ele custou R$10 milhões foi o primeiro construído pelo governo federal e possui 200 leitos. A administração será do governo estadual.

Veja o tombo de Bolsonaro :

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Política Nacional

Atrasos nos dados diários de Covid-19 podem gerar “apagão técnico”

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Cabe ao Ministério da Saúde a tarefa de divulgar, diariamente, os dados que mostram o avanço da Covid-19, doença causada pelo novo coronavírus (Sars-coV-2), no Brasil. Todavia, da última semana de maio para cá, a pasta tem atrasado a entrega dos relatórios, o que faz especialistas temerem um possível “apagão de dados”.

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General Eduardo Pazuello assumiu interinamente o comando do Ministério da Saúde no lugar de Nelson Teich
José Dias/PR

General Eduardo Pazuello assumiu interinamente o comando do Ministério da Saúde no lugar de Nelson Teich

Com a saída de Nelson Teich do Ministério da Cultura , quem assumiu de forma interina foi o número dois da pasta, o general Eduardo Pazuello. Desde então, a divulgação dos dados – que inicialmente acontecia às 17h00 – tem se tornado mais turva.

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A contar da penúltima semana de maio, o boletim tem sido divulgado mais tarde, em horários que variam de 19h40 a 20h50. Na quarta-feira (3), o atraso bateu um recorde: três horas. Os dados, só vieram por volta das 22h00.

No Brasil, onde já há baixa realização de testes e grande subnotificação, segundo especialistas, três horas podem ser cruciais para o combate à Covid-19.

“O risco é de um apagão técnico”, declarou Bernadete Perez, vice-presidente da Associação Brasileira de Saúde Coletiva ao Uol . “É uma situação complicada”, completou.

“Gostando ou não, confiando ou não, os dados do Ministério da Saúde são os oficiais do Brasil. O primeiro problema é ficar sem dado oficial. Isso tem um impacto na assistência, porque muda o planejamento e a tomada de decisão de gestores que estão monitorando esses dados. Então também causa um efeito cascata”, afirmou ao Uol Evaldo Stanislau, infectologista do Hospital das Clínicas, em São Paulo.

O biólogo e divulgador científico Atila Iamarino, doutor em virologia pela Universidade de São Paulo, usou o Twitter para comentar os atrasos. “Se começarem a não publicar os números, já era. Perderemos o controle [da pandemia] por completo”, escreveu.

Na quarta-feira (3), com o atraso recorde, espalhou-se pela internet a hipótese de que a demora era uma forma de o governo “boicotar” telejornais diários, em especial o “Jornal Nacional”, da Globo , que é veiculado às 20h30.

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Não há evidências concretas que sustentem a tese, mas Iamarino comentou a possibilidade. “Enquanto o atraso ‘só’ boicotar os jornais, menos mal. Horrível e antidemocrático, mas ainda funcional. Se não tivermos esse número atualizado, não é mais democracia”, disse.

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