A devolução foi formalizada por meio de um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), firmado com o Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT), que atuou no caso.
O montante será pago em 36 parcelas mensais e destinado à manutenção das atividades da entidade, que atende pessoas com deficiência na região do Araguaia.
As irregularidades vieram à tona após denúncia registrada em 2023. A partir disso, uma comissão de ética instaurou procedimento de apuração, incluindo auditoria e análise contábil.
O relatório final apontou inconsistências na gestão, resultando na destituição da então presidente,que já havia apresentado renúncia ,além da aplicação de suspensão pelo período de oito anos.
O caso reforça a importância dos mecanismos de controle e da transparência na administração de instituições do terceiro setor.