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Economia

Quina valendo R$ 700 mil: veja os números sorteados nesta sexta-feira

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Quina está valendo R$ 700 mil
Reprodução

Quina está valendo R$ 700 mil

O concurso 5328 da Quina desta sexta-feira (31), tem um prêmio estimado em R$ 700 mil. As dezenas sorteadas foram:

14 – 42 – 44 – 51 – 65

A Caixa ainda não informou se houve ganhadores deste sorteio.

Como apostar

Para apostar na Quina , o participante deve escolher de 5 a 15 números dentre os 80 disponíveis nas lotéricas credenciadas pela Caixa, ou no site especial de loterias do banco.

Ganham prêmios quem acerta de 2, 3, 4 ou 5 números. Além disso, a pessoa pode concorrer com a mesma aposta por 3, 6, 12, 18 ou 24 concursos consecutivos com a Teimosinha.

Segundo a Caixa , uma única acertou as cinco dezenas sorteadas na última quinta (30). Os números sorteados foram: 03 – 10 – 25 – 43 – 49.

A aposta mínima na Quina custa R$ 2,00. Os sorteios da Quina são realizados, normalmente, de segunda-feira a sábado, às 20h.

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Economia

Pós-pandemia: como agir para a retomada dos negócios

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reabertura economia
Agência Brasil

Eduardo Orfão, especialista em gestão de negócios, dá dicas de como agir para a retomada dos negócios no cenário pós-pandemia

O ano de 2020 vem sendo diferente de tudo que estávamos acostumados. Mal começou, todos precisaram ficar em casa, isolados, empresas fechadas, mercado incerto e sem muitas alternativas. A crise provocada pelo novo coronavírus afetou as atividades de 76% das empresas e causou o fechamento de mais de 1200, segundo pesquisa da Confederação Nacional da Indústria – CNI e esta mostra ainda,  que pelo menos 55% dos empresários estão enfrentando dificuldades para pagar as despesas.

Porém um dado desta pesquisa chama muito mais a atenção que é o fato de que 3 em cada 4 consumidores pretendem manter redução no consumo pós-pandemia, ou seja, o cenário manter-se-á  pouco promissor pelo menos até o final deste ano. Neste período, os empresários apresentaram alternativas para atendimento aos seus clientes e devem manter este perfil por mais tempo, haja vista que boa parte destes clientes tiveram boa aderência a este novo modelo de negócio (atendimento on line, delivery e etc).

Se não conseguimos mudar o que está aí, então devemos enxergar este processo na medida do possível, com uma oportunidade: os negócios reduziram, frearam, e isso abre espaço para o empresário organizar sua casa, verificar gargalos, solucioná-los e buscar possibilidades ainda não exploradas. Use esse momento conturbado a seu favor, mas não esqueça:

Em primeiro lugar, os empresários/empreendedores devem observar as ordens das autoridades de saúde, dos governos estaduais e municipais, para verificar qual o grau de exposição que suas atividades podem ter durante o distanciamento social.

Como retomar meus negócios?

Investigue o mercado, aproveite este momento para observar que lacunas há entre os nichos  que sua empresa atende às quais você ainda não ofereceu alguma solução. Identifique o real potencial do seu negocio e dê foco para potencializar tudo o que pode criar, inovar, diferenciar. Agora é a hora de aparecer e para fazer isso você precisará de informações que possam transformar suas promessas em negócios efetivos. Busque e crie informações, construa uma base de dados com indicadores de performance, consumo, carteira, perfil de clientes, comportamento do consumidor, formas de tributação das atividades. Facilite a sua tomada de decisão. Embase seu caminho de forma assertiva.

Como sabemos, as empresas já estavam passando por problemas financeiros em decorrência da crise econômica observada nos últimos anos e que foi agravada de maneira brutal agora, então mexa-se, com boas referências para a tomada de decisões; seu caminho, não será 100% facilitado, mas terá um direcionamento mais objetivo.

Reinvente-se, reduza custos, identifique o ponto de equilíbrio financeiro de sua empresa e otimize sua produção e serviços a este nível.

Se precisar de ajuda técnica para estas análises, busque profissionais especializados (Consultores) que poderão agregar informações relevantes ao seu negócio. Eles de forma isenta, poderão de maneira mais clara interpretar as normas vigentes. Os micro, pequenos e médios empresários precisam se reestruturar de maneira mais rápida que as grandes empresas, porque tem menos reserva, menos capital de giro e mais dificuldade de acesso a crédito. Se você não fizer a lição de casa, certamente terá mais dificuldades para sobreviver a crise e se reinventar.

Como clientes e consumidores reagem?

Seja cordial e ágil com seus clientes por meio das opções on-line como sites, aplicativos, redes sociais e também por telefone. Sua empresa precisa manter sua identidade virtualmente também.

Seu cliente e consumidor quer ser acolhido neste momento difícil. Ele precisa ter uma experiência agradável com sua empresa mesmo não estando fisicamente em seu estabelecimento. Outro ponto que merece a atenção neste período e pós-pandemia é com a entrega, para quem não vendia através do e-commerce antes da pandemia, será necessário adaptar-se a esse novo perfil de venda. Não tenha dúvidas que o cliente/consumidor irá buscar mais conveniência na hora da compra e essa entrega de satisfação a ele, depende somente de você.

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Economia

Receita deflagra operação contra venda de vinhos irregulares e sonegação

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vinho irregular receita mg
Receita Estadual/MG

Operação deflagrada pela Receita encontrou vinhos e bebidas irregulares que eram comercializadas

A Receita Estadual de Minas Gerais deflagrou na manhã desta terça-feira (11/08) uma operação contra vinhos ilegais, batizada de “In vino veritas”, que combate irregularidades na comercialização de bebidas alcoólicas em dez municípios de Minas Gerais e ainda no Rio de Janeiro, em Goiás e no Distrito Federal. Os alvos são 35 empresas atacadistas que distribuem vinhos para supermercados, bares, restaurantes, lojas de conveniência e lojas especializadas na comercialização de nacionais e importados.

A operação começou com a identificação do recolhimento de ICMS em volume incompatível com o faturamento das empresas e outros dados investigados pelo Fisco em Minas Gerais. As investigações iniciais apontam que foram sonegados cerca de R$ 10 milhões em um ano e meio.

“Algumas empresas vendiam mais de R$ 1 milhão por mês e tinham recolhimento de impostos bem inferior ao devido. Como todo esquema de sonegação, o dinheiro ia para as contas dos fraudadores, prejudicando o Estado e os cidadãos”, analisou o auditor fiscal da Receita Estadual, Leonardo Drumond.

Localizadas em Belo Horizonte , Contagem, Nova Lima, Santa Luzia, Vespasiano, São José da Lapa, Ribeirão das Neves, Fronteira, Piumhi, Paracatu, Duque de Caxias (RJ), Novo Gama (GO) e Brasília, as empresas tiveram seus documentos apreendidos e arquivos de computadores copiados pelas equipes da Receita Estadual que agiram na operação. Com isso, será checado se existiam valores acertados “por fora” nas operações de compra e venda das bebidas para que as notas fiscais tivessem preço inferior ao que era pago pelas mercadorias de fato.

Ronaldo Marinho, diretor de Fiscalização da Receita Estadual, disse que também são apurados pela investigação outros artifícios que seriam usados pelas empresas para reduzir o valor do imposto .

“Além de serem cobrados pelo ICMS não pago, os operadores e sócios das empresas fraudadoras estão sujeitos a implicações penais, em razão dos crimes cometidos. Após a auditoria de todo o material apreendido, o caso será encaminhado para o Ministério Público tomar as devidas providências”, concluiu.

A operação teve participação de 83 servidores da Receita Estadual e contou com apoio da Polícia Civil de Minas Gerais.

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Economia

Governo registra 2,9 milhões de acordos para estender suspensão de contratos

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Carteira de Trabalho
Jana Pêssoa/Setas

Carteira de Trabalho

Mais de 2,9 milhões de acordos foram firmados por empregadores e trabalhadores, a fim de estender a suspensão de contratos ou a redução de jornadas e salários para até 120 dias. A possibilidade de prorrogação está em vigor desde o dia 14 de julho, quando o governo federal assinou o Decreto 10.422. Antes, os prazos máximos eram de 90 dias, em caso de redução de jornadas e salários , e de 60 dias, para suspensão de contratos .

Segundo a Secretaria Especial de Previdência e Trabalho, desde o mês passado, 685.015 acordos que já estavam em vigor foram prorrogados em sua vigência. O restante (2,129 milhões) é referente a novos termos que já previam o período ampliado entre 91 e 120 dias. A média dos acordos é de 75 dias, afirma o governo.

Mais da metade dos termos (51,42%) são para a suspensão dos contratos, totalizando 1,504 milhão. Além disso, 563 mil acordos foram assinados para reduzir em 70% a jornada e o salário do funcionário, o que corresponde a 19,25% do total. Outros 523 mil (17,89%) foram firmados para redução de 50%, e 334 mil (11,44%) para corte de 25%.

Para Maria Lúcia Benhame, do escritório Benhame Sociedade de Advogados, as empresas que já assinaram a prorrogação dos acordos provavelmente foram as primeiras a adotar as medidas de suspensão de contratos e redução de jornadas e salários:

— Outras ainda estão tentando sentir os efeitos da retomada e da reabertura econômica para decidir o que fazer — avalia ela.

Pagamentos previstos

Estes novos acordos vão gerar 2,4 milhões pagamentos de complementação de renda — o Benefício Emergencial de Preservação do Emprego e da Renda (BEm), totalizando R$ 2,155 bilhões. Os benefícios são calculados levando em consideração as faixas do seguro-desemprego.

Segundo cálculos do governo, desde a implantação do BEm, foram firmados 15,89 milhões de acordos, gerando 26,5 milhões de pagamentos, que somaram mais de R$ 23 bilhões.

— A utilização dessas medidas possibilita a redução das despesas com a folha de pagamento a curto e médio prazos (uma vez que a dispensa sem justa causa implica alta despesa para a empresa a curto prazo, em razão do pagamento das verbas rescisórias) — lembrou Renata de Oliveira Pinho Nagel, advogada empresarial do escritório Sotto Maior & Nagel

A possibilidade de prorrogação da suspensão de contratos de trabalho e redução de jornadas e salários entre as empresas e os trabalhadores depende da assinatura de um novo aditivo contratual. As regras foram publicadas em decreto do governo, que regulamenta a Lei 14.020. A medida foi adotada pelo governo para tentar preservar empregos de carteira assinada e frear demissões durante a pandemia.

Pelo texto, o funcionário terá dois dias para aceitar os termos, e a empresa até dez dias para fazer um novo comunicado ao Ministério da Economia.

Acordos por até 120 dias

Na prática, o decreto estendeu por até 120 dias os acordos entre empresas e funcionários. Segundo a regra, a “suspensão do contrato de trabalho poderá ser efetuada de forma fracionada, em períodos sucessivos ou intercalados, desde que esses períodos sejam iguais ou superiores a dez dias e que não seja excedido o prazo de cento de vinte dias”.

Os trabalhadores devem receber uma complementação de renda do governo proporcional ao acordo com a empresa e baseada nas faixas do seguro-desemprego.

A publicação do governo federal ainda prorroga por 30 dias o pagamento de um benefício de R$ 600 para os trabalhadores intermitentes, que já receberam esse auxílio por três meses.

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