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Política Nacional

Sara Winter ostenta tornozeleira eletrônica e se diz “presa política”

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Reprodução/Twitter

Em prisão domiciliar, Sara Winter ostenta tornozeleira eletrônica e se diz “presa política”

Presa suspeita de participar de ataques ao Supremo Tribunal Federal (STF) no inquérito que apura atos antidemocráticos , a extremista bolsonarista Sara Winter, que está em  prisão domiciliar desde quinta-feira (25), ostentou sua tornozeleira eletrônica e se disse “presa política” em postagem no Twitter.

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Sara Winter diz ainda que “não está em liberdade” e que lamenta as condições da prisão domiciliar, que a impede de sair de casa, consumir bebidas alcoólicas e limita sua comunicação dentro do bolsonarismo radical.

“Não. Não estou livre. Estou em prisão domiciliar . Impedida de sair de casa, de consumir bebidas alcoólicas, de me comunicar com parlamentares, jornalistas, youtubers e outras figuras de direita”, escreveu a extremista. “Estou impedida de me comunicar com meus amigos e companheiros dos 300 do Brasil”, completou.

Principal liderança do grupo extremista que apoia o presidente Jair Bolsonaro300 do Brasil “, que reuniu menos pessoas do que o nome indica em seus atos públicos, Sara Fernanda Giromini, conhecida como Sara Winter,  foi presa na manhã de 15 de junho durante operação da Polícia Federal.

Além dela, Emerson Rui Barros dos Santos, Érica Vianna de Souza, Renan de Morais Souza e Arthur Castro, e Daniel Miguel, outros extremistas bolsonaristas, também foram presos após decisão de Alexandre de Moraes , ministro do STF, a pedido da Procuradoria-Geral da República (PGR). Desde a última semana, todos estão em prisão domiciliar.

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Moro é “fortíssimo” em 2022, com “muita chance de chegar ao 2º turno”, diz Maia

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sergio moro e rodrigo maia
Divulgação/Ministério da Justiça

Na visão de Rodrigo Maia, Sérgio Moro aderiu ao perfil político e tem grandes chances em 2022

O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ) , avalia que o ex-ministro da Justiça, Sérgio Moro , “virou político” e tem muita chance de chegar ao segundo turno da eleição presidencial caso se candidate em 2022. A declaração foi feita durante uma entrevista à Globonews neste domingo (5).

A vesão “política” de Moro, no entanto, é vista com bons olhos por Maia, que não considerou a mudança como algo ruim. “Acho bom que ele venha para o debate político, dá legitimidade ao que ele defende. Acho que ele fez uma boa gestão [no ministério]”.

Maia disse ainda que Moro desponta como uma dos favoritos na corrida presidencial. “Acho que se for candidato [a presidente], é fortíssimo, tem muita chance de chegar ao segundo turno”.

Em relação aos conflitos com o governo Bolsonaro , Maia esclareceu que o tempo ainda “não é de harmonia”, e que cabe ao presidente promover um pacto entre todos os poderes.

“Deveríamos fazer uma reunião, sentar à mesa com todos dispostos a abrir mão de parte do que acreditam. Precisamos estar unidos, só uma pessoa tem legitimidade para isso, o presidente, que tem mandato até 2022 e deve coordenar essa conversa”.

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Política Nacional

Reverenda trans Alexya Salvador será pré-candidata a vice com Sâmia em São Paulo

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duas mulheres sorrindo
Sâmia Bonfim / Twitter / Reprodução

Sâmia anunciou formação de chapa na noite deste domingo

A pré-candidata à prefeitura de São Paulo pelo PSOL, Sâmia Bonfim , anunciou na noite deste domingo (5) a reverenda transexual Alexya Salvador como candidata à vice-prefeita na sua chapa.

“Com imensa alegria anuncio que a Reverenda Alexya Salvador aceitou meu convite e, junto comigo, agora é pré-candidata a vice-prefeita de SP. Mulher, trans, negra, mãe, periférica, professora, cristã, do PSOL. Uma potência enorme que me deixa confiante e feliz”, afirmou Sâmia.

Alexya Salvador é reverenda da Igreja Comunidade Metropolitana, localizada em São Paulo, desde o começo de 2020. Membro de uma das poucas congregações evangélicas abertas à comunidade LGBTI, aos 39 anos ela foi a primeira reverenda transexual de uma igreja cristã na América Latina.

Além de Sâmia, o PSOL tem o ex-candidato à presidência Guilherme Boulos e o deputado Carlos Giannazi com pré-candidaturas anunciadas pelo partido.

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Política Nacional

Gabinete de Bolsonaro tinha vaivem suspeito de dinheiro e cargos, revela jornal

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Bolsonaro
Isac Nóbrega/PR

Movimentações analisadas são do tempo em que o presidente era deputado federal

Uma intensa e incomum rotatividade salarial de assessores e exonerações “de fachada”. Assim pode ser explicada a análise realizada em documentos relativos aos anos em que o  presidente Jair Bolsonaro era deputado federal e tinha grande movimentação, tanto de pessoal quanto de dinheiro, dentro de seu gabinete.

Segundo denúncia da Folha de S.Paulo, as movimentações atingem cerca de um terço das mais de 100 pessoas que passaram pelo gabinete de Bolsonaro entre os anos de 1991 e 2018. Tal modelo de gestão incluiu ainda a exoneração de auxiliares que eram recontratados no mesmo dia, prática que acabou proibida pela Câmara dos Deputados sob o argumento de ser lesiva aos cofres públicos.

Entre os exemplos de movimentações, estão inclusive alguns assessores que deixaram o gabinete do pai Jair para assumir função ao lado de Flávio Bolsonaro , atualmente senador pelo Republicanos-RJ, quando ele ocupava cargo na Alerj e que hoje são investigados pelo s uposto esquema de rachadinha .

A reportagem aponta ainda que a filha de Fabrício Queiroz , ex-assessor do Flávio que foi preso no último mês em uma casa na cidade de Atibaia, Nathália Queiroz , também consta na lista de movimentações suspeitas, tendo diversas “oscilações salariais” até ser demitida em 2018, mesmo dia em que o pai foi exonerado.

Sobre as “demissões de fachada”, o levantamento mostra que o gabinete de Bolsonaro registrou nada menos do que 18 exonerações de assessores nos 12 meses anteriores ao ato da Câmara que proibiu tal ação, sendo que todos foram recontratados sempre no mesmo dia da demissão.

Vale ressaltar que a Câmara dos Deputados tem uma grande verba para gastos dos parlamentares. Atualmente, cada um dos deputados recebe uma conta de mais de R$ 111 mil para contratações, que devem ser de um mínimo de 5 e um máximo de 25. As remunerações também variam, indo de R$ 1.025 para as funções mais simples até R$ 15.698 para os chefes de gabinete.

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