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Política Nacional

“Se alguém grampeou, é uma desonestidade”, diz Bolsonaro sobre áudio vazado

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Antonio Cruz/ Agência Brasil

“Se alguém grampeou, é uma desonestidade”, diz Bolsonaro sobre áudio vazado

O presidente Jair Bolsonaro (PSL) evitou nesta quinta-feira (17) comentar o conteúdo do  áudio em que pede o apoio de deputados do PSL para destituir o líder do partido na Câmara, Delegado Waldir (GO), mas disse que, se o seu telefone tiver sido grampeado, ocorreu uma “desonestidade”. Bolsonaro afirmou apenas que conversou com parlamentares e que não irá tratar “publicamente” desse assunto. O áudio foi revelado na quarta-feira (16) pela revista Época .

“Eu falei com alguns parlamentares. Me gravaram? Deram uma de jornalista? Eu converso com deputados. Eu não trato publicamente desse assunto. Converso individualmente. Se alguém grampeou o telefone…Primeiro, é uma desonestidade”, disse Bolsonaro , na saída do Palácio da Alvorada.

No áudio, o pesselista diz que irá ligar para deputados para conseguir as 27 assinaturas necessárias para retirar Delegado Waldir da liderança. O presidente diz que “não tem
outra alternativa” a não ser derrubar Waldir por meio de uma lista.

O requisito para a troca de líder é a assinatura de mais da metade da bancada junto ao pedido. Os  bolsonaristas conseguiram as assinaturas de mais de metade dos 53 deputados na noite desta quarta-feira. A ideia é que Eduardo Bolsonaro (SP) seja o novo líder. Logo depois, os aliados de Luciano Bivar, presidente da sigla, protocolaram uma nova lista, com 32 assinaturas, pedindo a permanência de Waldir.

A deputada Carla Zambelli (SP), aliada de Bolsonaro , ainda protocolou, no fim da noite, uma terceira lista com 27 assinaturas. Como há um impasse, porém, não é possível saber se alguma das três será considerada válida. A decisão cabe ao presidente da Casa, Rodrigo Maia (DEM-RJ), que precisa referendar qualquer troca de líder.

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Política Nacional

Carlos Bolsonaro diz que operação contra fake news é “política e ideológica”

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Reprodução/Youtube

O vereador Carlos Bolsonaro (Republicanos-RJ) tem feito críticas a operação da PF contra fake news

O vereador Carlos Bolsonaro (Republicanos-RJ) fez críticas sobre a operação da Polícia Federal deflagrada na manhã desta quarta-feira (27) para cumprir 29 mandados de busca e apreensão no inquérito das fake news. Os ataques aos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) são o foco da investigação.

Leia mais: Doria diz que não há “crime configurado” contra Witzel em operação da PF

“O que está acontecendo é algo que qualquer um desconfie que seja proposital. Querem incentivar rachaduras diante de inquérito inconstitucional, político e ideológico sobre o pretexto de uma palavra politicamente correta? Você que ri disso não entendo o quão em perigo está!”, escreveu Carlos Bolsonaro no Twitter.

A investigação tem como foco parlamentares, empresários e blogueiros que estariam envolvidos na propagação de notícias falsas contra autoridades e ao próprio Supremo.

São investigados o ex-deputado federal Roberto Jefferson (PTB), o deputado estadual Douglas Garcia (PSL-SP), ativista Sara Winter, o blogueiro Allan dos Santos e o empresário Luciano Hang, dono da rede de lojas Havan .

O vereador Carlos Bolsonaro foi identificado pela Polícia Federal como um dos articuladores da suposta rede de notícias falsas, segundo a Folha de São Paulo. O vereador nega a informação.

“Querem calar conservadores”

O apoiador do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), deputado estadual Douglas Garcia (PSL-SP), disse que a operação quer “calar a voz dos conservadores”. O parlamentar é um dos alvos da Polícia Federal na investigação das fake news. 

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Política Nacional

“Trump mandará 2 milhões de comprimidos de hidroxicloroquina”, diz Bolsonaro

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Jair Bolsonaro (sem legenda) declarou que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, enviará 2 milhões de comprimidos de hidroxicloroquina ao Brasil. A afirmação foi feita, nesta quarta-feira (27), em uma conversa com apoiadores na portaria do Palácio da Alvorada, em Brasília. 

Leia também: São Paulo passa de 6,4 mil mortes e 86 mil casos de Covid-19

Presidente Jair Bolsonaro
Marcello Casal Jr/Agência Brasil

Presidente Jair Bolsonaro

Durante o papo, uma apoiadora disse ter vindo da Califórnia, nos EUA.  Bolsonaro então questionou. “Como é que está o Trump lá? Está bem? Tem que ser Trump”, disse ele sobre o colega republicano, que concorre à reeleição. “Ele está mandando para nós aqui 2 milhões de comprimidos de hidroxicloroquina “, completou.

Leia também: SP tem 272 mortes por Covid-19 em um dia e total de óbitos passa de 6 mil

O uso do medicamento defendido pelo mandatário tem sido o principal ponto de divergência entre ele e os líderes da Saúde, como os ex-ministros Nelson Teich e Luiz Henrique Mandetta, que deixaram o cargo durante a pandemia de Covid-19 .

Até o momento, pesquisas não comprovam a eficiência da hidroxocloroquina. Muito pelo contrário, um estudo publicado na semana passada na revista médica The Lancet  afirma que o uso do medicamento, além de não ter benefícios comprovados no tratamento de pacientes com Covid-19 , pode piorar o quadro dos mesmos.

Leia também: Covid-19: Anticorpos de cavalos pode começar a ser usado em 3 meses

Na última semana, o Ministério da Saúde divulgou um protocolo para aplicação da cloroquina e hidroxicloroquina em pacientes em todos os casos, inclusive os com sintomas leves, para tratar a Covid-19 . O protocolo, que sugere a combinação dos dois medicamentos com azitromicina, é uma orientação para a rede pública de saúde.

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Política Nacional

Doria diz que não há “crime configurado” contra Witzel em operação da PF

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Reprodução / Imagem de arquivo

João Doria ao lado do governador do Rio, Wilson Witzel.

O governador do estado de São Paulo, João Doria, comentou a operação da Polícia Federal que investiga o governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel, ao dizer que não há, ainda, um “crime configurado” e que o trabalho de apuração deve prosseguir. Nesta terça-feira (26), Doria também fez críticas ao presidente Jair Bolsonaro que parabenizou a PF pela operação , e a deputada Carla Zambelli (PSL-SP), que falou da investigação em entrevista para uma rádio.

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“Entendo que a investigação deve acontecer. Deve prosseguir por parte do Ministério Público e também de outros órgãos. Mas também me surpreendeu o fato de uma deputada federal vinculada ao presidente da República, literalmente falando em nome do presidente da República, um dia antes anunciava a existência de ações da Polícia Federal. Isso confronta, evidentemente, com iniciativas da Polícia Federal, onde toda e qualquer medida deve ser decidida e deliberada sob sigilo”, disse.

Sem citar nomes, Doria fez referência à entrevista de Zambelli para Rádio Gaucha na noite da segunda-feira (25). A parlamentar comentou ao vivo que a Polícia Federal estava prestes a deflagrar uma nova operação com o intuito de investigar as ações irregulares cometidas por governadores durante a pandemia do novo coronavírus.

“Dia 21 de maio saiu um avião da PF daqui (de Brasília) para o Rio de Janeiro. Houve uma operação anterior a essa. Então, era meio óbvio que fossem acontecer outras operações”, disse a deputada.

As críticas também se estenderam ao presidente Jair Bolsonaro , que sorriu e parabenizou a PF pela ação de busca e apreensão contra Witzel . Ao mesmo tempo, Bolsonaro disse: “Tem gente preocupada, querendo botar a culpa em mim, falando do meu filho”.

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Na visão de Doria, a comemoração de Bolsonaro foi fora de hora por não haver, até o momento, uma acusação. “A investigação está em curso, não há crime configurado. O governador do Rio de Janeiro, e eu não sou seu procurador, nem preciso ser, não há transitado em julgado para estabelecer qualquer tipo de juízo. De comemorar ou de condenar. Atitudes como essa indicam o crescimento desse espírito autoritário e uma vinculação política de um órgão que deveria ser absolutamente técnico e independente”, disse Doria.

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