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Senadora se compromete com setor produtivo para manutenção da Lei Kandir

Publicado

Política Agrícola e Logística

Senadora se compromete com setor produtivo para manutenção da Lei Kandir

Presidente da Aprosoja-MT esteve com a senadora na tarde desta quarta-feira (25)

25/09/2019

Após visita à senadora Selma Arruda, o presidente da Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja-MT) e vice-presidente da Associação Brasileira dos Produtores de Soja (Aprosoja Brasil), Antonio Galvan, declarou-se tranquilo em relação ao compromisso da parlamentar com o setor produtivo e a manutenção da Lei Kandir.

O encontro aconteceu na tarde desta quarta-feira (25), no gabinete da senadora em Brasília, e contou com a presença do jornalista e ex-presidente da Aprosoja Mato Grosso e Aprosoja Brasil, Glauber Silveira.

“Fizemos uma visita à senadora Selma para alinhar as demandas do setor produtivo que estão em tramitação no Congresso Nacional, em especial a Lei Kandir. Ela está comprometida conosco, disse que é favorável à manutenção da Lei Kandir e nos tranquilizou reafirmando o apoio dela”, contou o presidente.

 

Fonte: Ascom Aprosoja

Assessoria de Comunicação

Contatos: Telefone: 65 3644-4215 Email: [email protected]

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Sindicatos Rurais manifestam-se favoráveis a pesquisa e apoiam Aprosoja

Publicado


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Fortalecimento Institucional

Sindicatos Rurais manifestam-se favoráveis a pesquisa e apoiam Aprosoja

Veja carta completa

Foto: Reprodução

25/05/2020

 

A Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja) recebeu, por meio de carta aberta, o apoio de 33 sindicatos rurais, favoráveis à pesquisa científica conduzida pela Fundação Rio Verde e Instituto Agris, com a finalidade de comparar o melhor período para produção de semente para uso próprio, se em dezembro ou fevereiro.

Ao todo, 33 Sindicatos assinaram a carta aberta, dentre eles, os localizados em grandes municípios produtores, como Sinop, Sorriso, Nova Mutum, Lucas do Rio Verde, Sapezal e Primavera do Leste. Somadas, a área plantada e a produção dos municípios onde os sindicatos estão sediados representam, respectivamente, 5,7 milhões de hectares e 20,4 milhões de toneladas de soja, conforme dados elaborados pelo Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea).

“Trata-se de MEDIDA EXTREMAMENTE NECESSÁRIA, já que não há uma só pesquisa que possa atestar o que se dispõe nos “considerandos” da IN 002/2015, como também não há a menor coerência na afirmação de que plantios de campos de sementes no mês de fevereiro possam contribuir na proliferação do fungo da Ferrugem Asiática ou na diminuição da eficácia dos fungicidas comerciais”, diz trecho da carta.

Em matéria veiculada na imprensa no último dia 20, o Sindicato Rural de Tangará da Serra se posicionou contrário aos plantios experimentais de fevereiro, alegando que a Aprosoja não seria capaz de arcar com os danos ambientais estimados pelo Ministério Público do estado (MPMT) em R$ 3 bilhões. Referido município, onde se localiza este Sindicato, representa, respectivamente, 129 mil hectares e 454 mil toneladas de soja.

“Toda produção de soja no Estado de Mato Grosso é importante, assim como a do município de Tangará da Serra, e toda opinião é válida, mas o fato é que a maioria dos produtores de Mato Grosso apoiam a pesquisa do plantio experimental em fevereiro para produção de semente para uso próprio. Divergências são salutares, mas a decisão e opinião da maioria devem ser respeitadas. A vontade do produtor de soja pelo experimento para se constatar o melhor período, foi manifestada por maioria em Assembleia Geral de Associados da Entidade, bem como em pesquisa de mercado encomendada por nós. Assim funciona o estado democrático”, destaca o presidente da Aprosoja, Antonio Galvan.

Em relação aos possíveis danos ambientais estimados em R$ 3 bilhões pelo MPMT, vale destacar que esse montante foi fundamentado em estudo da Embrapa que afirmou que esses plantios de fevereiro podem acarretar uma perda de 10% da produção de soja em Mato Grosso. “Todavia, como o próprio Ministério Público destacou ao afirmar o número em sede de processo judicial, esse estudo da Embrapa sequer foi divulgado e publicado, e apesar do mesmo ter sido solicitado pela Aprosoja à esta empresa pública, ainda não foi fornecido”, ressalta a Aprosoja.

“Como os plantios de fevereiro podem causar danos ambientais se o uso de defensivos químicos neste período é 50% menor do que em dezembro?”, questiona a Aprosoja.

 

Desde a implementação da calendarização do plantio da soja no ano de 2015, e antes mesmo, nos debates sobre o assunto, a Aprosoja sempre se posicionou contrária à data limite para plantio em 31 de dezembro. Tanto que em 2017 solicitou à Embrapa Agrossilvipastoril de Sinop-MT a realização de um protocolo de soja de cultivo excepcional na primeira quinzena de fevereiro daquele ano, o qual foi negado por esta empresa pública.

“Não é de hoje que o Sindicato Rural de Tangará da Serra se posiciona contra algumas estratégias institucionais da Aprosoja. Isso vem acontecendo desde o final de 2015, quando o atual presidente deste Sindicato foi derrotado nas eleições para presidente da Entidade”, finaliza a Associação.

Leia na íntegra a carta aberta dos Sindicatos Rurais clicando aqui

 

Fonte: Ascom Aprosoja

Assessoria de Comunicação

Contatos: Telefone: 65 3644-4215 Email: [email protected]

Fonte: APROSOJA

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Aprosoja agradece justiça por garantir continuidade de pesquisa científica

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Fortalecimento Institucional

Aprosoja agradece justiça por garantir continuidade de pesquisa científica

A decisão foi proferida pelo desembargador Mario Roberto Kono

TJMT

22/05/2020

A Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja) informou que a continuidade e finalização da pesquisa científica, para garantir mais qualidade, melhor fitossanidade e mais sustentabilidade ambiental na semente de soja plantada em fevereiro (comparado ao plantio de dezembro), para uso próprio, está garantida. A decisão foi proferida pelo desembargador Mario Roberto Kono, em resposta a recurso impetrado pela entidade contra a decisão que havia mandado destruir os campos experimentais.

 

“Essa pesquisa científica é extremamente importante para os produtores de soja. Temos aval de mais de 80% dos nossos associados para sua realização e queremos provar, cientificamente, o melhor período para produzir semente para uso próprio, com mais qualidade e sustentabilidade. Tudo, respeitando o período do vazio sanitário, que para nós, é sagrado. A destruição desses campos experimentais seria um enorme prejuízo à ciência”, afirmou o presidente da Associação, Antonio Galvan.

 

Na decisão do dia 23 de abril, o desembargador Mario Roberto Kono de Oliveira destacou que “o plantio experimental foi autorizado pelo Instituto de Defesa Agropecuária do Estado de Mato Grosso (Indea) através do Acordo Parcial, por meio do Procedimento de Mediação nº 000294/2019, firmado junto a Câmara AMIS pelos representantes da APROSOJA, do Indea, da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema), e do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa)”, prosseguindo, ainda, que “o Mapa, por meio da Informação n.º 18/CGPP/DSVIA/SDA/MAPA, manifestou concordância com o cultivo extemporâneo de soja para efeitos de pesquisa científica”.

 

Aprosoja conta que após diversas tratativas com o Governo do Estado, assim como a boa vontade em mediar uma solução por meio do diálogo, não restou outra alternativa à Aprosoja, senão se defender das Ações Civis Públicas movidas pelo Ministério Público estadual para fazer valer a boa-fé dos produtores que acreditaram na chancela oficial do Indea. “Agradecemos ao Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), em especial ao desembargador Mario Kono, que compreendeu a necessidade de darmos continuidade ao experimento. Tão logo os resultados sejam encaminhados pelos pesquisadores, fazemos questão de realizar uma apresentação ao Tribunal”, finalizou Galvan.

 

Plantio de fevereiro – A pesquisa científica é realizada pela Fundação Rio Verde e Instituto Agris, sob coordenação do professor Ph. D. em fitopatologia, Erlei Melo Reis. Principal objetivo do experimento é provar, com dados científicos, que o plantio de fevereiro garante mais qualidade ao grão e mais sustentabilidade ambiental para produção de semente de soja para uso próprio.

 

 

Fonte:

Assessoria de Comunicação

Contatos: Telefone: 65 3644-4215 Email: [email protected]

Fonte: APROSOJA

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Doações da Aprosoja beneficiam 100 famílias atendidas pelo Cridac

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Fortalecimento Institucional

Doações da Aprosoja beneficiam 100 famílias atendidas pelo Cridac

Ação visa diminuir impactos socioeconômicos causados pela pandemia

15/05/2020

A Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja-MT) entregou, nesta sexta-feira (15.05), 100 cestas básicas, kits de higiene e limpeza, além de bebidas de soja que vão ser distribuídas para famílias atendidas pelo Centro de Reabilitação Integral Dom Aquino Corrêa (Cridac). A ação faz parte do Programa Agrosolidário e visa diminuir os impactos econômicos e sociais causados pela pandemia do novo ‘coronavírus’ (Covid-19).

Diretor do Cridac, Luiz Antonio Ferreira, explica que são doações importantes para atender pacientes oriundos de famílias carentes e que estão sofrendo com a falta de alimentos nesse momento de crise. “Essa pandemia é um agravante social absurdo, porque as pessoas estão em casa, são pacientes de risco, não têm como trabalhar, não tem como arrecadar nada. Temos uma lista de pacientes que solicitam muitas coisas, principalmente comida. E agradecemos muito a Aprosoja, que trouxe, não só alimentos, como produtos de limpeza e a bebida de soja. Foi muito além do que a gente esperava”, enfatizou.

Além do Cridac, Aprosoja beneficiou outras mil famílias com doações de cestas básicas, kits de higiene e limpeza, bebidas de soja, que foram entregues em parceria com a Secretaria de Assistência Social e Cidadania do Estado e Assembleia Legislativa de Mato Grosso.

“A Aprosoja se sensibilizou com a situação das famílias que estão sofrendo com a pandemia, e nesse momento de crise, vem por meio do Agrosolidário trazer um pouco de acalento a essas pessoas. Nossa cesta é bem completa, além de alimentos não perecíveis, vem com material de limpeza e higiene, e ainda entregamos a bebida de soja”, pontuou a gerente administrativa da entidade e responsável pelo Agrosolidário, Gisele Lima Bendô.
 

Agrosolidário – O Agrosolidário é o programa de responsabilidade social da Aprosoja. Possui três frentes de atuação, que são a distribuição de alimento à base de soja para crianças, idosos e enfermos, orientação nutricional para mães de baixa renda e ajuda financeira para iniciativas culturais que dão oportunidades às crianças carentes. Há dez anos realizando o papel social do produtor rural, o Agrosolidário atua em parceria com creches, asilos, hospitais, entidades filantrópicas, APAEs, entre outros.  Atualmente são cerca de 90 instituições beneficiadas que estão distribuídas em mais de 30 cidades mato-grossenses.

 

Fonte: Ascom Aprosoja

Assessoria de Comunicação

Contatos: Telefone: 65 3644-4215 Email: [email protected]

Fonte: APROSOJA

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